Clube dos Galitos de Aveiro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde Fevereiro de 2008).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita uma ou mais fontes fiáveis e independentes, mas ela(s) não cobre(m) todo o texto (desde Fevereiro de 2013).
Por favor, melhore este artigo providenciando mais fontes fiáveis e independentes e inserindo-as em notas de rodapé ou no corpo do texto, conforme o livro de estilo.
Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Emblema do Clube dos Galitos

O Clube dos Galitos é um clube multidisciplinar português, fundado em 1904[1] .

A sua sede é em Aveiro e patrocina várias actividades culturais, diversas modalidades desportivas e muitos eventos recreativos. Nos mais de cem anos de história do clube, praticaram-se diversas modalidades desportivas sendo actualmente importante o seu contributo no remo, natação, basquetebol e xadrez.

O Clube é conhecido principalmente pelo desporto e pela cultura.

História[editar | editar código-fonte]

O Clube dos Galitos foi fundado em 25 de Janeiro de 1904, em Aveiro, por um punhado de homens decididos a dotar a sua terra de uma instituição social capaz de dinamizar a cultura, o desporto e o convívio recreativo.

Reconhecimento público[editar | editar código-fonte]

A confirmação da importância do Clube na Cidade é bem vincada no texto em que a Câmara Municipal de Aveiro deliberou atribuir deliberou atribuir a Medalha de Ouro da Cidade de Aveiro em 12 de Maio de 2004.

O nascimento do Clube dos Galitos, em 25 de Janeiro de 1904, é expressão da força, da criatividade e da rebeldia do movimento associativo aveirense dos primórdios do século XX. Em finais de 1903, numa célebre e conturbada assembleia-geral da Sociedade Recreio Artístico (clube fundado anos antes, em 1896), o mal-estar era manifesto. A cisão, inevitável. Entre os velhos, alguém terá escarnecido: «Onde há galos de fama que vêm galitos cá fazer?!». A reacção não se fez esperar. Os jovens dissidentes, que em dias formaram um grupo de cerca de 130 elementos, maioritariamente simpatizantes da república, fundaram uma nova agremiação – o Clube dos Galitos. Clube que iria marcar o movimento associativo das décadas seguintes, tornando-o marcadamente urbano, cosmopolita, cultural, desportivo, recreativo e assistencial. Não é possível pensar as primeiras décadas do século XX, em Aveiro, sem o Clube do Galitos, em domínios vários.

Considerando que no plano cultural, o Clube dos Galitos empreendeu realizações notáveis como a erecção do Obelisco em Memória dos Mártires da Liberdade, na Praça Joaquim Melo Freitas; a promoção das artes do espectáculo teatral e musical, destacando-se o seu grupo cénico; a criação de secções ligadas à Filatelia, Numismática, Cinema e Fotografia; a publicação de suportes como a Revista Selos e Moedas; na organização do Festival do Cinema Amador e de várias exposições e concursos regionais e nacionais; a realização de conferências dedicadas à Cultura e à Arte, como o Ciclo de Conferências sobre o Romance Português, patrocinado pela Fundação Gulbenkian; e a protecção e estímulo das Artes Plásticas;

considerando que no plano desportivo, o Clube dos Galitos alcançou triunfos a nível nacional e internacional nas mais diversas modalidades, do Futebol ao Andebol, do Basquetebol à Natação, da Vela ao Remo, bastando, neste capítulo, destacar o desempenho dos seus remadores nos Jogos Olímpicos de Helsínquia e nos Jogos Olímpicos de Londres;

considerando que apesar dos factores modernos limitadores da vida associativa, o Clube dos Galitos é uma agremiação com um número apreciável de associados e com várias secções em saudável actividade, que deseja ver cada vez mais frequentadas por crianças e jovens;

considerando que ao longo da sua existência, o Clube dos Galitos se tornou um símbolo permanente da cidade de Aveiro, exprimindo-a e honrando-a nas suas múltiplas realizações;”

Intervenção Cívica[editar | editar código-fonte]

O monumento aos aveirenses que sofreram pela liberdade foi obra do Clube dos Galitos e que foi entregue à Câmara Municipal Em 6 de Dezembro de 1909, o Clube dos Galitos por deliberação da sua Directoria, resolveu erigir um obelisco à memória dos aveirenses que morreram, sofreram e combateram pela Liberdade, associando-se de tal modo às festas comemorativas do primeiro centenário do nascimento de José Estêvão.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Grupo Cénico[editar | editar código-fonte]

Em 1922 constitui-se o "Grupo Cénico do Clube dos Galitos" e ensaia, e leva a cena com o maior êxito, a linda peça policial 20.000 dólares, desempenhada primorosamente por um conjunto de amadores, composto por Aurélio Costa, Abel Costa, António Campos, Antero Machado, Manuel Moreira, José Monteiro, António Ferreira, José de Pinho, Duarte Simão, Augusto Natividade, Cândida Ferreira, Isilda Campos, Humberto Pinto e Ofélia Queirós, e ensaiada pelo primeiro destes amadores. Com esta peça vai a Viana do Castelo e o seu magnífico desempenho arranca os mais frenéticos aplausos dos espectadores. Depois deste triunfo o Grupo mete-se em cavalarias mais altas e põe a ensaios a revista regional A Caldeirada, escrita por Luís Couceiro e musicada pelo Dr. Vasco Rocha. O cenário e guarda-roupa são confeccionados expressamente. O primeiro espectáculo é realizado em 31 de Maio e o sucesso é enorme, repetindo-se com casas passadas com grande antecipação. Vão a Coimbra e ao Porto, onde os êxitos se repetem. Nesta revista entram novos elementos muito valiosos: Carlos Aleluia, Lino Marques, Sebastião Amaral, de esplêndida voz, assim como Celeste Freitas, Conceição Picado e Rita Costa, que são maravilhosas nos seus respectivos papéis, principalmente o da última que era de grande responsabilidade. O "Grupo Cénico dos Galitos", no entanto, continua e apresenta-se em público com A Filha da Caldeirada e arroja-se a representar a Cavalaria Rusticana... Segue-se a revista Ao Cantar do Galo, cujo sucesso retumbante, obtido no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, ainda está na memória de todos, e que em Aveiro foi representada mais de duas dezenas de vezes. A revista "Môlho de Escabeche" levada à cena a partir de 1940 ffoi um retunbante êxito, falam os mais competentes críticos teatrais das duas maiores cidades do País, onde o Grupo Cénico actuou.

Filatelia[editar | editar código-fonte]

Um grupo de filatelistas aveirenses tomou a iniciativa de, em 1957, se constituir em Comissão Organizadora, que levou à criação, na vertente Cultural, da Secção Filatélica e Numismática do Clube dos Galitos em 12 de Maio de 1958 sob a presidência do ilustre aveirense Dr. José Pereira Tavares. Eram as figuras marcantes da Filatelia Aveirense da altura os protagonistas da iniciativa, entre outros: José da Purificação Morais Calado, Dr. David Cristo, Coronel Diamantino Antunes do Amaral, Eng. Paulo Seabra Ferreira, José Maria Fialho de Macedo, Carlos da Rocha Leitão, Álvaro Júlio dos Santos Magalhães, Alberto Casimiro Ferreira da Silva... Morais Calado é considerado o fundador da Revista " SELOS & MOEDAS", órgão especializado e informativo da Secção, de que o primeiro número viu a luz do dia em Dezembro de 1962, e se impôs rapidamente, pela sua isenção, rigor e excelente conteúdo. O seu prestígio a nível nacional e internacional é notório; à custa de muito trabalho, dedicação e sacrifícios, e graças a um excelente leque de colaboradores que a honram com os seus artigos, tem sido possível fazer chegar a Revista, gratuitamente, aos sócios e entidades várias, não só em Portugal, como no estrangeiro. Por outro lado, é justo destacar, desde já, o nome do Eng. Paulo Seabra Ferreira, já falecido, que muito fez pela nossa Secção; era possuidor de uma extraordinária colecção de selos clássicos de Portugal, muito premiada, que chegou a ser considerada na sua época a melhor do mundo. Graças ao empenhado trabalho dos seus dirigentes dos primeiros anos, a actividade da Secção de Filatélica e Numismática começou a desenvolver-se logo após a sua criação. Em Dezembro daquele ano de 1958 levou a efeito uma exposição filatélica, a I Exposição Filatélica Inter-Sócios, a que se segui a I Exposição Filatélica de Aveiro, em 1959, integrada nas Festas do Milenário e Bi-Centenário da Cidade de Aveiro, que obteve assinalável êxito, tendo nela participado alguns dos maiores filatelistas dos portugueses. A estas primeiras exposições a nível aveirense, seguiram-se outras primeiríssimas iniciativas a nível nacional e não só. Assim, em estilo telegráfico, que a isso nos obriga o espaço disponível, temos: - I Congresso Nacional de Filatelia, realizado em 1966 em Aveiro, congregando cerca de 180 congressistas de todo o espaço português e ainda representantes do Brasil e da França. - I Exposição Filatélica Nacional Temática - "Aveiro 66" integrou-se no I Congresso Nacional de Filatelia e foi a primeira exposição de âmbito nacional, dedicada à Filatelia Temática. - Um volumoso livro, dedicando às e teses e comunicações do Congresso, foi publicado na altura. - A IV Exposição Filatélica Luso-Brasileira - "LUBRAPEX 72", que foi a primeira exposição filatélica bilateral realizada em Portugal Continental, aconteceu em Aveiro, em 1972, organizada pela nossa Secção. - Em conjunto com esta exposição, a Secção orgulha-se também de outra iniciativa inédita: o I Congresso Luso-Brasileiro de Filatelia, fez história nas relações filatélicas dos dois países irmãos. - Referimos ainda duas outras importantes exposições filatélicas; a XIV Exposição Filatélica Nacional - " Aveiro 85", a maior exposição de âmbito nacional até hoje realizada em Portugal, destacando-se uma inédita reconstituição histórica de um "Correio a Cavalo" do século XIX, entre a Mala-posta e Aveiro, que se revestiu de um enorme sucesso; e com reconhecido êxito, em 1991 realizou-se a Exposição Filatélica Regional - "Aveiro 91". Nesta breve resenha foram mencionadas algumas iniciativas mais marcantes do historial da Secção; é claro que nestes seus quase quarenta e seis anos de vida muitos outros acontecimentos, nos vários campos da Filatelia, mereceriam destaque. Aliás, muitos carimbos comemorativos concedidos pelos Correios perpetuam tais acontecimentos. O "galo dos Galitos", motivo central de muitos desses carimbos, segurando a "rolha" com firmeza e altivez, encontra-se, desta maneira, difundido por todo o Mundo Filatélico! Mas, para além do galo - imagem carismática - , existem pelo menos três peças filatélicas mais directamente relacionadas com o Clube em si: um carimbo comemorativo, datado de 20 de dezembro de 1970, assinala a inauguração da nova sede, reproduzindo o edifício; um bilhete-postal dos Correios, ilustrado, comemorativo da "LUBRAPEX 76" - Exposição Filatélica Luso-Brasileira, evoca no seu motivo a "LUBRAPEX 72", realizada em Aveiro e que já referimos, podendo ver-se ao fundo, com toda a nitidez, a sede. Por outro lado, os 75 e os 80 anos do Clube dos Galitos foram assinalados filatelicamente com dois esplêndidos carimbos: no carimbo dos 75 anos vê-se um galo de feição modernista, enquanto que no carimbo comemorativo do 80º aniversário mostra-se o primitivo e histórico emblema do Clube. Finalmente, e como o Clube dos Galitos não pára - não pode parar! -, no carimbo do Centenário, a mais importante de todas as efemérides, também o galo - sempre o galo - vai ainda ver-se numa figuração mais moderna!...( Jorge Luís P. Fernandes)

Modalidades Desportivas[editar | editar código-fonte]

Basquetebol[editar | editar código-fonte]

Basquetebol : baluarte do clube há 75 anos. Seguindo o ecletismo do Clube, despontou na já longínqua década dos anos 30 a Secção de Basquetebol para nunca mais parar. Ontem como hoje, é um dos expoentes máximos desta instituição centenária, orgulho dos seus devotados pioneiros e seguidores. Fazendo do amadorismo a sua bandeira, no escrupuloso cumprimento dos estatutos do Clube, muitos milhares de atletas vestiram já as suas camisolas, por esse país adiante, granjeando êxitos, fama e prestígio, ajudando, de forma inequívoca, a escrever, a letras de ouro, um quinhão do brilhante historial do Galitos de Aveiro, como é conhecido. Na evocação dos tempos, na pessoa do legendário José Nogueira, envolvemos todos quantos, ao longo de sete décadas defenderam dentro e fora do campo, acerrimamente, os pergaminhos do Clube e foram os verdadeiros responsáveis pela continuação de uma obra sempre inacabada, por ambiciosa. Outrora em pisos térreos, desabrigados, desconfortáveis e impróprios para a prática e desenvolvimento da modalidade, como os velhinhos campos periféricos ao Hospital, passando pelo não menos legendário recinto cimentado do Parque Infante D. Pedro, pelo pavilhão do Indesp, para ter continuidade, finalmente, num pavilhão que, mesmo com alguns pequenos iatos de índole concepcional, é hoje motivo de orgulho. Em casa própria, trabalha-se, dia a dia, desde o Outono de 1997. Uma infra-estrutura que, ampliada, viria a ser cenário de uma das fases do "Mundial" de juniores masculinos, envolvendo as selecções de Portugal, Argentina, Qatar e Croácia. Em pleno Verão de 1999. Um evento desportivo de extraordinária projecção e qualidade e ao qual o nome do Clube ficará para sempre associado, como anfitrião. Longe vão os anos em que, a par com outras instituições prestigiadas, o Clube dos Galitos, também, a criar a Associação de Basquetebol de Aveiro. Foi mais um contributo valioso em pról da defesa, projecção e tutela de uma modalidade em grande evidência e expansão em todo o mundo. Para os compêndios, uma referência final para os muitos e imorredoiros êxitos deste Clube, alcançados com esforço e brilhantismo. Em vários escalões etários e competitivos e com especial ênfase para a longínqua época de 1968/69 com vitórias em todas as provas distritais organizadas pela Associação de Basquetebol de Aveiro Destaque para o escalão de seniores, pela maior e intrínseca visibilidade que proporcionam. Peniche - terra de pescadores e de clausura também, em tempos de vergonha e de má memória para todos nós - irá perdurar como um dos eventos desportivos que mais glória nos trouxe: a conquista (de novo), do título de Campeão Nacional da 2ª Divisão em Seniores Masculinos. Estava-se, então, em pleno Verão de 2001 e os sinais de júbilo, já noite dentro e em plena cidade de "cagaréus" e ceboleiros" são mais um marco do nosso historial e a mola impulsionadora para tantos e tantos outros que porventura os tempos proporcionarão a este centenário Clube nascido, num frio dia de Inverno, no bairro da Beira Mar.

Natação[editar | editar código-fonte]

O Clube dos Galitos, desde praticamente a sua fundação aos nossos dias, dedicou, à natação, grande interesse. Os associados motivaram-se durante este primeiro século de existência do nosso Clube, para que a modalidade nele tivesse um lugar de destaque. Este esforço e entusiasmo tem sido intermitente durante as mais de dez décadas de vida do Clube dos Galitos mas teve em algumas ocasiões os seus momentos de glória. O Clube dos Galitos iniciou-se na natação em 1922 com um grupo de atletas em que pontificou o nadador aveirense Tobias de Lemos que nadava um estilo agora desaparecido e que se chamava "traçado". Até meados da década de vinte, o Galitos continuou bastante activo tendo-se também destacado nesses anos Francelino (Franklim) Costa que para além da natação praticou saltos para a água e mais tarde remo no nosso clube. Existem refrencias de deslocações deste atkletas Só nos finais da década de cinquenta e início da de sessenta a secção é reactivada. Uns anos de actividade em que se destaca o empenho de Carlos Coelho, como treinador de alguns atletas de categoria nacional, como António Lorival (campeão nacional 200bruços em 1961) e e João José Pinheiro que representaram o clube nessa época. Famosa ficou a travessia da ria em mariposa, que Carlos Coelho "carbatti" efectuou, mas todo esse entusiasmo veio a esmorecer pelo que a natação no clube volta a parar. O Passado mais recente: a história mais recente da secção é contemporâneo da revolução de Abril de 1974. É com efeito, próximo dessa data que a natação dos Galitos reaparece graças ao empenho de um grupo de sócios em que se destaca João Pires da Rosa. Conseguiram-se alguns êxitos desportivos, mas fruto das dificuldades de então, acabou por suspender a actividade em 1979. No entanto alguns atletas dessa época e aveirenses amantes da natação reactivaram em pleno a actividade da secção em 1981 de onde se destaca a participação de Óscar Costa, António Granjeia, Francisco Amado e João Vicente Fereira. O Clube é fundador da Associação de Natação de Aveiro e contribuiu desde essa data para a decisiva implantação da modalidade na cidade. É essa geração de aveirenses, que ainda hoje se encontra à frente da secção de natação hoje felizmente acrescida de nomes já marcantes da nossa história mais recente como Paulo Rodrigues, Gustavo Pinto Basto. As últimas duas décadas de natação no Clube, permitiram, quer pelos resultados desportivos, quer pelo modelo de gestão adoptado, guindar a secção a uma modalidade de importância estratégica para o Clube dos Galitos a par do Remo e do Basquetebol. Neste lapso de tempo os resultados desportivos foram aparecendo, destacando-se entre muitos, os títulos nacionais mais recentes, os recordes nacionais batidos, as diversas presenças em finais principais de campeonatos nacionais e torneios internacionais e os muitos títulos regionais quer individuais e colectivos. O Clube dos Galitos, chega ao virar do século de existência, como o Clube mais representativo do Concelho e do Distrito de Aveiro na natação e aquele que mais títulos conquistou para Aveiro. Também na formação o Clube é uma referência fundamental. É a agremiação aveirense que há mais anos consecutivos ensina natação na cidade e pelas suas escolas já passaram seguramente mais de 15000 nossos concidadãos. Muitos destes foram atletas de eleição e connosco viveram as alegrias que o só desporto pode oferecer. Passados mais de 100 anos de existência a natação alcança em 2006 o patamar máximo ao conseguir ter um nadador, Diogo Carvalho a competir nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008 tornando-se também uma das maiores referencia da natação nacional da actualidade.

Remo[editar | editar código-fonte]

O remo terá surgido na região de Aveiro no final do século XIX, com as primeiras regatas a serem efectuadas com embarcações de banco fixo. A Secção Náutica do Clube dos Galitos é posterior à fundação do clube, tendo-se inscrito na Federação Portuguesa de Remo em Julho de 1937. O seu primeiro título de Campeão Nacional, ocorreu com uma equipa júnior de “Shell de quatro” em 1941. Foi o início da construção de uma equipa, que durante a década de quarenta dominou o remo em Portugal, conquistando inúmeros títulos de campeão nacional, títulos ibéricos em “shell” de quatro e “shell” de oito em 1942 e 1945 respectivamente, culminado com duas participações nas Olimpíadas de Londres em 1948 e Helsínquia em 1952. Renovando a equipa, seguiram-se mais sete anos de êxitos, já obtidos na Pista do Rio Novo de Príncipe. Em 1959 são derrotados pelos seus eternos rivais de Caminha. Desfaz-se aqui a mais brilhante equipa de remo aveirense e uma das mais fortes de sempre em Portugal. A geração que substituiu os olímpicos teve tudo contra. Na década de sessenta assiste-se ao declínio da modalidade a nível nacional, apesar da participação de uma equipa no Campeonato da Europa, em França. Os jovens chamados às Forças Armadas iam para África, enquanto outros tinham de estudar nos grandes centros, abandonando cedo a modalidade. Apesar da crise, o clube não parou de somar títulos nacionais em todas as camadas. Em 1964 obteve ainda uma vitória em Shell de oito. A construção da nova sede por parte do clube e os anos de turbulência que antecederam o 25 de Abril, também não foram favoráveis à secção, vendo-se até obrigada a participar em provas, com barcos emprestados. Reestrutura-se em 1978 e regressando às vitórias e às participações internacionais. Nos dias de hoje, esta modalidade continua a trazer títulos nacionais todos os anos, com especial destaque na categoria de Pesos Ligeiros (Seniores Masculinos). Com o avanço do projecto Pólis, esta secção mantém-se em disputa pela manutenção do seu posto náutico na zona onde se encontra.

Xadrez[editar | editar código-fonte]

O xadrez é relativamente recente no clube e conta com cerca de três anos de funcionamento regular embora tenha tido actividade anterior de carácter recreativo.

Ciclismo[editar | editar código-fonte]

A modalidade iniciática no Galitos voltou em 2007 na vertente de BTT. Depois de um ano de sustentação o ano de 2009 viu a secção ter o seu primeiro título nacional e realizar o seu primeiro grande evento em Aveiro.

Triatlo[editar | editar código-fonte]

A modalidade mais recente a surgir no Clube dos Galitos. Começa em 2009 e nesse mesmo ano arranca em competição.

Coordenador: Miguel Lopes Tesoureiro: Rui Ferreira Vogal: Josué Oliveira Treinadores: Nuno Troia - Agostinho Oliveira - Paulo Gonçalves - José Gonçalves

Equipa:

Actualmente o Clube dos Galitos é Campeão Nacional Sénior de Aquatlo e vice-campeão regional de Triatlo.

Prestação em campeonatos nacionais:

- João Pereira - Miguel Lopes - Paulo Barradas - CAMPEÕES NACIONAIS AQUATLO SENIORES

- Paula Vizinho - Medalha de bronze - campeonato nacional de duatlo - age-groups - Marina Silva - Medalha de prata - campeonato nacional de duatlo - age-groups

Prestação no campeonato zona norte:

- Bruno Pereira - Jorge Figueiredo - João Pereira - VICE-CAMPEÕES TRIATLO NORTE - Jorge Figueiredo - Campeão Zona Norte Sénior - Bruno Pereira - Vice-campeão Zona Norte Junior

Modalidades já Praticadas[editar | editar código-fonte]

  • Atletismo - iniciou a actividade em 1955 e fez a primeira prova oficial em 9 de junho de 1956 no Estádio do Lima, no Campeonato Regional de principiantes. Grande referencia foi Luís Robalo de Almeida tendo sido recordista nacional no Campeonato Nacional de Principiantes, realizado em 29 de junho de 1957, no Estádio das Antas, nos 1000 metros, novo recorde nacional com 2 m. e 36 s. Na década de 80 o atletismo voltou ao Clube pela mão do treinador Júlio Cirino tendo obtido bons resultados e atletas entre as quais se destaca Teresa Machado que veio a ser uma referência no lançamento do peso e do disco nacional ao serviço do Sporting Clube de Portugal.
  • Andebol – iniciou a actividade em 1954 e funcionou até à década de 70.
  • Badminton
  • Futebol – Nas décadas de 1920/30 o Galitos marcou inconfundível presença no futebol do Centro e Norte do País.
  • Hóquei em Patins – Primeiro jogo oficial 1 de Outubro de 1950 com a Académica de Espinho. A secção teve grande actividade extinguindo-se no final da década de 60.
  • Pesca Desportiva

Emblema e lema[editar | editar código-fonte]

Legenda do emblema oficial

“em campo branco, um galo vermelho em atitude de cantar, apoiado apenas numa das patas e tendo debaixo da outra uma rolha, com o propósito nítido de chamar a atenção para a lei da rolha”

Lema

Para marcar e evidenciar o espírito de independência e verticalidade do Clube dos Galitos foi adoptada a legenda “Nunca se faz a mordaça para a consciência humana” e Uma referência clara à fundação do Clube que ainda hoje os seus dirigentes gostam de ouvir dizer “nunca naquele campo branco caiu a mais ligeira nódoa e nunca o galo vermelho emudeceu porque, nunca deixou de calcar a rolha com que o queriam calar”

Distinções Honoríficas[editar | editar código-fonte]

  • Instituição de Utilidade Publica.
  • Cavaleiro da Ordem de Benemerência.
  • Colar de Honra ao Mérito Desportivo (despacho nº03/SEDR/2005)
  • Medalha de Ouro da Cidade de Aveiro (Acta CM de 12 de Maio de 2004)
  • Medalha de Prata da Cidade de Aveiro
  • Medalha de Ouro da Junta de Freguesia da Glória (Janeiro de 2010)
  • Medalha de Bons Serviços Desportivos
  • Medalha de Honra da Federação Portuguesa de remo
  • Diploma de Honra Olímpico — 1948
  • Medalha Olímpica do Comité Olimpico Português — 1952

Património[editar | editar código-fonte]

Sede do Clube – Inaugurada em 29 de novembro de 1970 às Pontes Praça com a presença do Ministro da Educação Dr. José Veiga Simão e das Obras Públicas Dr. Rui Alves Da Silva Sanches.

Pavilhão Desportivo – O secretário de Estado do Desporto, Miranda Calha, inaugurou, no dia 10 de Outubro de 1997, em Aveiro, o Pavilhão Gimnodesportivo do Clube dos Galitos na zona da Forca.

Pavilhões Náuticos – Dois pavilhões na zona da antiga lota para armazenamento de barcos e ginásio com a área coberta de 1600m2.

Piscinas – Gestão por comodato da Piscina do IDP. Um tanque de 25m e um de 16m.

Personalidades[editar | editar código-fonte]

Presidentes[editar | editar código-fonte]

  • 1904:????:Eugénio Ferreira Da Costa
  • 1905:????: Informação Não Disponível
  • 1909  : Pompeu Da Costa Pereira
  • 1909:1936: Informação Não Disponível
  • 1937:1937:Francisco Ferreira Da Encarnação
  • 1938:1938:José Maria Da Costa Monteiro
  • 1939:1939:Alberto Casimiro Da Silva
  • 1940:1940:Henrique Dos Santos Rato
  • 1941:1942:Augusto Marques Da Cunha
  • 1943:1943:Carlos De Pinho Das Neves Aleluia
  • 1944:1944:João Antonio De Morais Sarmento
  • 1945:1946:Luis Regala
  • 1947:1947:Pompeu Alvarenga
  • 1948:1948:José De Pinho
  • 1949:1949:João Ferreira De Macedo
  • 1950:1950:Remigio Sacramento
  • 1951:1951:Alberto Casimiro Ferreira Da Silva
  • 1952:1952:João Batista Marques
  • 1953:1953:Antonio Da Costa Ferreira
  • 1954:1954:José De Pinho
  • 1955:1958:Alberto Casimiro Ferreira Da Silva
  • 1959:1962:Mário Gaioso Henriques
  • 1963:1963:Pedro Grangeon Ribeiro Lopes
  • 1964:1973:Mário Gaioso Henriques
  • 1973:1975:Victor Eusébio Dos Santos Falcão
  • 1976:1981:Carlos Alberto S. Jerónimo
  • 1982:2000:Joaquim Armando Silva Mendonça
  • 2001:2003:Carlos Alberto S. Jerónimo
  • 2003:2004:Jaime Borges
  • 2005:????:Antonio Manuel de Carvalho Serra Granjeia

Atletas Olimpicos[editar | editar código-fonte]

XIV Olimpíada – Londres 1948[editar | editar código-fonte]

O Clube esteve representado nos Jogos Olímpicos de 1948 em Londres na modalidade de Remo com uma tripulação de shell 8+.(8 com timoneiro) alcançando as meias finais.

  • Luís da Naia Machado
  • Felisberto Naia Fortes
  • João Naia Lemos
  • Carlos Roque da Benta
  • José da Naia Machado
  • Ricardo Santos da Benta
  • Albino Simões Neto
  • Carlos Roque
  • João Dias de Sousa

XV Olimpíada – Helsínquia 1952[editar | editar código-fonte]

O Clube esteve representado nos Jogos Olímpicos de 1952 em Helsínquia na modalidade de Remo com uma tripulação de shell 8+.(8 com timoneiro) alcançando as meias finais.

  • José Matos Pinheiro
  • Felisberto Naia Fortes
  • João Naia Lemos
  • Carlos Roque da Benta
  • Manuel da Cruz Regala
  • João Rodrigues Paula
  • Albino Simões Neto
  • Zacarias Sarrazola Andias
  • João da Silva Cravo

XXIX Olimpíada Pequim 2008[editar | editar código-fonte]

Volvidos 56 anos após a última participação de atletas de Aveiro nos Jogos Olímpicos o Clube dos Galitos volta a ter um atleta convocado para a mais importante competição planetária mas agora na disciplina de natação em Pequim.

  • Diogo Carvalho 200 estilos em 2:00.66 , obtendo o 18º lugar no ranking da competição.
  • Élio Terrível - treinador da selecção nacional de natação

XXX Olimpíada Londres 2012[editar | editar código-fonte]

O Clube dos Galitos repete a presença de um atleta nos [[Jogos Olimpicos)) mas agora em duas competições- Mais uma vez o nosso atleta ficou à beira duma semi-final.

  • Diogo Carvalho 200 estilos em 2:00.40 obtendo o 18º lugar no ranking da competição.
  • Diogo Carvalho 400 estilos em 4:23.06 obtendo o 28º lugar no ranking da competição.
  • Élio Terrivel - treinador da selecção nacional de natação

Palmarés mais significativo[editar | editar código-fonte]

Basquetebol[editar | editar código-fonte]

Resultados Nacionais

  • 2006/07 - Vice-Campeão Nacional de Iniciados Masculinos
  • 2005/06 - Vice-Campeão Nacional de Juniores A Masculinos
  • 2002/03 - Vice-Campeão Nacional de Seniores Masculinos da I Divisão
  • 2001/02 - Campeão Nacional de Seniores Masculinos da II Divisão A
  • 1999/00 - Vice-Campeão Nacional de Juniores B Masculinos
  • 1997/98 - Vice-Campeão Nacional de Cadetes Masculinos
  • 1993/94 - Vencedor da Taça Nacional de Cadetes Masculino
  • 1987/88 - Vice-Campeão Nacional da III Divisão e Subida à II Divisão de Seniores Masculinos
  • 1980/81 - Vice-Campeão Nacional da II Divisão e Subida à I Divisão de Seniores Femininos
  • 1970/71 - Campeão Nacional de Seniores Masculinos da II Divisão
  • 1970/71 - Vice-Campeão Nacional de Juniores Masculinos
  • 1969/70 - Vice-Campeão Nacional de Juniores Masculinos
  • 1968/69 - Vice-Campeão Nacional de Juniores Masculinos
  • 1967/68 - Vice-Campeão Nacional de Juniores Masculinos
  • 1966/67 - Campeão Nacional de Juvenis Masculinos
  • 1955-56 - Vice-Campeão Nacional de Infantis Masculinos

Títulos Regionais (Apresentados por Escalão Etário)

  • Seniores Masculinos (12)

1937/38; 1942/43; 1951/52; 1955/56; 1957/58; 1958/59; 1959/60; 1960/61; 1965/66; 1968/69; 1969/70; 1970/71

  • Seniores Femininos (6)

1972/73; 1978/79; 1979/80; 1980/81; 1981/82; 1982/83

  • Juniores A Masculinos - Sub-22 (5)

2000/01; 2004/05; 2005/06; 2006/07; 2008/09

  • Juniores Masculinos - Sub-19 (10)

1966/67; 1967/68; 1968/69; 1969/70; 1970/71; 1971/72; 1972/73; 1976/77; 1977/78; 1979/80

  • Juniores Masculinos - Sub-18 (8)

1953/54; 1955/56; 1956/57; 1957/58; 1960/61; 1961/62; 1962/63; 1963/64

  • Juniores B Masculinos - Sub-18 (4)

1998/99; 1999/00; 2003/04; 2004/05

  • Juvenis Masculinos - Sub-17 (7)

1966/67; 1968/69; 1969/70; 1970/71; 1975/76; 1976/77; 1986/87

  • Cadetes Masculinos - Sub-16 (2)

1997/98; 2001/02

  • Infantis Masculinos - Sub-16 (7)

1953/54; 1954/55; 1955/56; 1958/59; 1959/60; 1960/61; 1964/65

  • Infantis Masculinos - Sub-15 (4)

1967/68; 1968/69; 1971/72; 1973/74

  • Iniciados Masculinos - Sub-14 (1)

2006/07; 2008/09

Natação[editar | editar código-fonte]

  • Campeão Nacional 3ª Divisão Feminina

1996/1997 e 2007/2008

  • Campeonato nacional Clubes 2ª Divisão Masculino

2008/2009 3º lugar

  • Campeão Regional de Clubes

2001/02,2002/03,2004/05,2005/06,2006/07,2007/08,2008/09

  • Campeão Regional de Fundo

1997/98, 1998/99, 2004,05

  • Clube do Ano

2001/2002, 2006/2007, 2007/2008

  • Taça da ANA

1998/99, 2001/02, 2002/03, 2004/05, 2006/07

Hóquei em patins[editar | editar código-fonte]

  • Taças de Honra de 1952 e 1953

Remo[editar | editar código-fonte]

  • 1941 Campeão Nacional de Juniores em shell de quatro
  • 1942 Campeão Nacional de Seniores em Shell de quatro
  • 1942 Campeão Ibérico em Shell de quatro na Figueira da Foz. Fazem parte da tripulação : Manuel de Matos, João D de Sousa, Amadeu Lemos Moreira, José da Naia Velhinho e Francelino Costa (Tim.)
  • 1943 Participa na Campeonato Ibérico tendo a sua embarcação afundado
  • 1944 Vence os campeonatos Nacionais em Shell de quatro em Juniores e Seniores
  • 1945 Campeão Nacional de Shell de oito
  • 1945 Campeão Ibérico em Shell de oito em Viana do Castelo. Fazem parte da tripulação : Manuel de Matos, João Carlos Cunha, António Mateus Júnior, Carlos Roque, João D de Sousa, José da Naia Velhinho, Albino Simões Neto, Amadeu Moreira, Edgar Teixeira Lopes (Tim.).
  • 1947 Vence os campeonatos nacionais em Shell de oito sénior e Shell de quatro júnior
  • 1948Vence os campeonatos nacionais em todas as categorias
  • 1948 Participa nos Jogos Olímpicos de Verão de 1948 em Londres; Fazem parte desta representação: José da Naia Velhinho, Ricardo dos Santos Benta, José da Naia Machado, Carlos do Roque, João Alberto Lemos, João de Sousa, Albino Simões Neto, Felisberto Fortes, Luís da Naia Machado, Manuel Matos e António Pinheiro (Treinador).
  • 1949 Vence os Campeonatos nacionais em Shell de quatro e Shell de oito
  • 1950 Vence os Campeonatos nacionais em Shell de quatro e Shell de oito
  • 1950 Participa em Itália (1950) e em França (1951) no Campeonato de Europa
  • 1951 Vence os Campeonatos nacionais em Shell de quatro e Shell de oito
  • 1951Vence a regata Internacional de “ Castelgandolfo” em Shell de oito
  • 1952 Vence os Campeonatos nacionais em Shel de quatro e Shel de oito.
  • 1952 Participa nos Jogos Olímpicos de Verão de 1952 em Helsínquia; Fazem parte desta representação: João da Silva Cravo, João Rodrigues da Paula, Carlos do Roque da Benta, João Alberto Lemos, Zacarias Sarrazola Andias, Manuel Regala, Albino Simões Neto, Felisberto Fortes, José Pinheiro, Mário Teles.
  • 1953 a 1956 No Rio Novo de Príncipe, vence os campeonatos nacionais de shell de quatro e shell de oito
  • 1957 Vence o campeonato Nacional de Shell de quatro
  • 1958 Vence os campeonatos nacionais de Shell de quatro e Shell de oito
  • 1958 Conquista a Taça Salazar
  • 1990 - 2008 Inúmeras vitórias em várias categorias e em vários escalões.
  • 2008 Campeão Nacional de Veteranos em Doublescull (Campeonato Nacional de Inverno)
  • 2008 Campeão Nacional de Seniores em Quadriscull ligeiro (Campeonato Nacional de Verão)
  • 2008 Campeão Nacional de Seniores em Shell de oito ligeiro (Campeonato Nacional de Verão)
  • 2008 Campeão Nacional de Veteranos em Doublescull (Campeonato Nacional de Verão)
  • 2008 Vencedor da Taça de Portugal em Skiff
  • 2009 Cammpeão Nacional 2- sem
  • 2009 Campeão Nacional 2x juv fem
  • 2009 Campeão nacional veterano Shell 4+

Triátlo[editar | editar código-fonte]

2009 Rui Ferreira – Campeão Região Norte Categoria V1

Ciclismo[editar | editar código-fonte]

2009 BTT Andreia Moço - Campeã Nacional de Maratonas Elite

Xadrez[editar | editar código-fonte]

  • 2007/08 João Pedro Menezes Andias - Campeão Nacional Sub12 em partidas clássicas (Março 2008 - Figueira da Foz)
  • 2008/09 Henrique Aguiar – Campeão Nacional Sub12 em Semi-rápidas (Novembro 2008 - Peniche)
  • 2008/09 Ana Raquel Bastos – Campeã Nacional Sub10 Feminina em Semi-rápidas (Novembro 2008 - Peniche)
  • 2008/09 Carolina Santos – Campeã Nacional Sub12 Feminina em partidas clássicas (Março 2009 – Portimão)

Referências[editar | editar código-fonte]

Bibliografia e «links»[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Clube dos Galitos. Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. Página visitada em 16 de fevereiro de 2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]