Codex Hierosolymitanus

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Codex Hierosolymitanus (também chamado de Manuscrito de Bryennios ou Códice de Jerusalém), geralmente chamado apenas de "H" em textos acadêmicos, é um manuscrito grego do século XI d.C., escrito por um escriba conhecido apenas por Leão, que o datou em 1056.

Descoberta e conteúdo[editar | editar código-fonte]

Ele foi descoberto originalmente por Philotheos Bryennios, o metropolita da Nicomédia, em 1873 na biblioteca do metóquio[a] da Igreja do Santo Sepulcro em Constantinopla.

O códice contém o Didaquê, a Epístola de Barnabé, as duas epístolas de Clemente de Roma (I Clemente e II Clemente), a versão longa das Epístolas de Inácio, a Epístola de Policarpo aos Filipenses e uma lista de livros da Bíblia seguindo a ordem de João Crisóstomo.

Bryennios publicou o texto das duas epístolas de Clemente, já conhecidas, em 1875, deixando de lado o Didaquê. Adolf Hilgenfeld então se utilizou do Codex Hierosolymitanus para sua primeira versão impressa deste texto, antes quase desconhecido, em 1877.

Notas[editar | editar código-fonte]

[a] ^ Metochion é uma embaixada de uma igreja em outra cidade. Neste caso, a embaixada do Santo Sepulcro (em Jerusalém) em Constantinopla, a "Igreja mãe" do Patriarcado de Jerusalém. Veja «Metochion» na Wikipédia em inglês.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]