Cognitivismo (psicologia)

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Em psicologia, cognitivismo é uma abordagem teórica para o entendimento da mente que ganhou relevância nos anos 1950. O movimento foi uma resposta ao behaviorismo, que, segundo os cognitivistas, negligencia a cognição. A psicologia cognitiva deriva seu nome do latim cognoscere ('conhecer') e é, em parte, derivada de antigas tradições de investigação acerca do pensamento e de processos de resolução de problemas.[1] [2] Os behavioristas reconhecem a existência do pensamento mas este é identificado como um comportamento. Os cognitivistas argumentam que o modo como as pessoas pensam tem impactos sobre seu comportamento; portanto, o modo de pensar não pode ser um comportamento em si. Posteriormente, os cognitivistas defenderam que o pensamento é tão essencial à psicologia que o estudo do pensamento seria o seu próprio campo de estudo.[2]

Para entender a mente, a abordagem cognitivista emprega métodos quantitativos, positivistas e científicos que descrevem as funções mentais como modelos de processamento de informação. Também incorpora elementos da teoria dos sistemas , das ciências da computação, da cibernética, da teoria da informação e da robótica. Todos essas novas abordagens e avanços tecnológicos, além da insatisfação com o behaviorismo, impulsionaram o surgimento do cognitivismo e sua abordagem do processamento da informação. Os psicólogos cognitivistas que adotam essa abordagem geralmente analisam a maneira como as pessoas solucionam difíceis tarefas mentais e constroem modelos para essas explicações. Esses modelos podem tomar a forma de programas de computador, de gráficos ou outras esquematizações do fluxo de processamento cognitivo durante a realização de tarefas. [3]

Referências

  1. Mandler, G. (2002). Origins of the cognitive (r)evolution. Journal of the History of the Behavioral Sciences, 38, 339-353
  2. a b Lilienfeld, S.; Lynn, S. J.; Namy, L.; Woolf, N. (2010), Psychology: A Framework for Everyday Thinking, Pearson, pp. 24–28, ISBN 978-0-205-65048-4 
  3. Cognitivismo

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