Coletivismo

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O coletivismo é uma doutrina ou sistema social em que os bens de produção e consumo são igualmente distribuídos por cada membro da coletividade. O ato de "trabalhar e produzir para consumirmos juntos" é a principal característica do coletivismo.

Críticas ao colectivismo sob uma ótica libertarianista [editar]

Friedrich Hayek criticou o colectivismo em seu livro O Caminho da Servidão, publicado em 1944 e traduzido em vinte línguas. Ayn Rand, fundadora do objectivismo, também foi uma notável crítica do colectivismo, por acreditar que sua filosofia levava ao totalitarismo. Ela argumentava que "colectivismo significa a submissão do indivíduo a um grupo" e que "através da história, nenhum tirano chegou ao poder a não ser afirmando representar o bem comum." Ela afirma ainda que "horrores que nenhum homem poderia considerar para si próprio são perpetrados com uma clara consciência pelos altruístas que se justificam pelo próprio bem-comum"."1 .

Ludwig von Mises escreveu:

Por outro lado, a aplicação das ideias básicas do colectivismo não podem resultar em nada senão desintegração social e a perpetuação do conflito armado. É verdade que os colectivismos prometem paz eterna, começando pelo dia de sua vitória decisiva, e a exterminação de todas as outras ideologias e seus defensores. (...) Assim que uma facção tiver conquistado o apoio da maior parte das pessoas e tiver tomado conta da máquina estatal, ela está livre para negar todos os direitos democráticos das minorias pelos mesmos meios que conquistou a supremacia.

Referências

  1. Rand, Ayn. "The Only Path to Tommorow", Readers Digest, January 1944, pp. 88-90
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