Collembola

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Como ler uma caixa taxonómica Collembola
Isotoma Habitus.jpg

Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Subfilo: Hexapoda
Classe: Entognatha
Ordem: Collembola
Lubbock, 1869
Ordens
Poduromorpha

Entomobryomorpha
Neelipleona
Symphypleona

A ordem Collembola (colêmbolos) é constituída por pequenos artrópodes ápteros e hexápodes, encontrados em todo o mundo, podendo viver no folhiço, no solo, em árvores, em troncos em decomposição etc. Possui aproximadamente 7.900 espécies.

Caracterização[editar | editar código-fonte]

São animais ametábolos pequenos, geralmente medindo de 0.25 mm (Sminthurides sp.) a 8 mm (Tetrodontophora gigas). O tipo básico de mandibula dos colêmbolos é mastigador, em forma de estilete e escondida na cabeça (entognatos). A cápsula cefálica dispõe de omatídeos laterais, com no máximo oito lentes circulares em cada lado da cabeça. Possui antenas com 4 artículos. Há diferentes padrões de distribuição das cerdas, e cerdas expeciais chamadas "tenent-hair".

O nome é derivado do grego colla ou latim kolla = cola, grude + do latim embolon ou grego embolou = alavanca, êmbolo e significa "projeção que adere ao substrato", pois seu apêndice traseiro funciona como uma espécie de catapulta — a fúrcula — impulsionando o corpo para um grande salto. O abdome possui, no máximo, 6 segmentos; no lado ventral do primeiro segmento abdominal, existe uma estrutura em forma de tubo bilobado, conhecida como colóforo, cuja função é a de absorção de água. Ainda outras estruturas de valor taxonômico são utilizadas como órgão pós-antenal, clípeo-labrum, unguis, unguiculus, tenáculo, abertura anal, abertura genital, e cutícula.

São conhecidos por atuarem como dispersores de fungos, auxiliando na decomposição da matéria orgânica, juntamente com outros invertebrados. Alimentam-se também de bactérias, fezes de artrópodos, pólen, algas, entre outros tipos de matéria orgânica. Pode haver canibalismo.

Referências[editar | editar código-fonte]

Zeppelini, D. & Bellini, B. Introdução ao estudo dos Collembola. Ed. Universitária, UFPB, 82 p., 2004.

Sites[editar | editar código-fonte]

[1] (Reúne todas publicações científicas e demais informações)

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