Computação vestível

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O Samsung Galaxy Gear é um exemplo de gadget vestível.

O termo “computação vestível” se refere a uma nova abordagem de computação, redefinindo a interação humano-máquina, onde os gadgets estão diretamente conectados com usuário, em termos gerais, o usuário estaria “vestindo seu gadget”. E, além disso, aparelhos vestíveis tem a intenção de tornar o usuário o mais “passivo” possível, focando no próprio ser humano e nas suas necessidades. Computação Vestível é freqüentemente relacionada com a Internet das Coisas. O mercado de computação 'vestível' deve alcançar US$ 19 bilhões em 2018[1] .

Definição e Contexto Histórico[editar | editar código-fonte]

A ideia de computação vestível não é nova. Em 1998, Steve Mann cunhou o termo num artigo intitulado Definition of "Wearable Computer"[2] :

Um computador vestível é um computador que está alocado no espaço pessoal do usuário, controlado pelo usuário, e possui constância de operação e interação, ou seja, está sempre ligado e sempre acessível. Mais notavelmente, ele é um dispositivo que está sempre com o usuário, e permite que o usuário digite comandos ou os execute, enquanto anda ou faz outras atividades
Steve Mann

Ou seja, uma de suas principais características é o fato que o dispositivo precisa estar “sempre funcionando”, sem o usuário se importar com ligar-lo ou desliga-lo, ou até ter que realizar alguma ação com a intenção de que alguma funcionalidade do aparelho funcione.

Exemplos Atuais[editar | editar código-fonte]

Na CES 2014 um dos assuntos de grande destaque foram aparelhos relacionados a Computação Vestível e Internet das Coisas[3] . Um dos exemplos mais conhecidos são o próprio Google Glass, óculos do Google que tem um sistema operacional Android modificado e o Samsung Galaxy Gear, relógio também com Android (onde recentimente foi lançado uma segunda versão[4] do aparelho, rodando o sistema operacional Tizen).

Referências