Comunidade de prática

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Uma Comunidade de Prática designa um grupo de pessoas que se unem em torno de um mesmo tópico ou interesse. Essas pessoas trabalham juntas para achar meios de melhorar o que fazem, ou seja, na resolução de um problema na comunidade ou no aprendizado diário, através da interação regular. O termo foi criado por Etienne Wenger (http://www.ewenger.com/) em conjunto com Jean Lave em 1991.

O conceito de comunidades de prática é utilizado no estudo do capital social nas empresas. Elas facilitam a movimentação horizontal de informações na organização, além de construírem redes de relações, ao reunir as pessoas através de meios que as encorajam a conhecer umas às outras informalmente.[1]

Características básicas[editar | editar código-fonte]

Há três características básicas que definem um grupo como uma comunidade de prática:

  1. O domínio - o membro precisa ter uma identidade definida pelo interesse compartilhado. Ser membro significa um compromisso com o grupo e competências que diferem seus membros de outras pessoas.
  2. A comunidade- precisa proporcionar interação. Para Wenger, o aprender é um ato social. As pessoas na comunidade de prática são atores que buscam, juntas, formas de superar um problema.
  3. A prática - os membros de uma comunidade de prática desenvolvem um repertório de experiências, histórias e ferramentas, as quais os qualificam para enfrentar certas situações que se tornem recorrentes.

A intermediação do conhecimento entre as fronteiras que delimitam as práticas pode ser:[2]

  1. por participação. Algumas pessoas podem pertencer a várias comunidades. Consequëntemente, estão em posição de intermediar o conhecimento entre as diferentes comunidades a que pertencem.
  2. por tradução. Tradutores organizacionais são aqueles que podem estruturar os interesses de uma comunidade em termos da visão de mundo moldada pela prática de outras comunidades.
  3. por objetos de fronteira. Os objetos de fronteria estão nas fronteiras de mais de uma comunidade. Eles são de interesse para a comunidade e podem ser objetos físicos, tecnologias, processos, técnicas.

Notas e Referências

  1. Turner, 1999
  2. Duguid & Brown, 2001