Concretismo

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Concretismo foi um movimento artístico surgido em 1956, inicialmente na literatura, depois na música e, por fim, na poesia e nas artes plásticas. Defendia a racionalidade e rejeitava o Expressionismo, o acaso, a abstração lírica e aleatória. Nas obras surgidas no movimento, não há intimismo nem preocupação com o tema, seu intuito era acabar com a distinção entre forma e conteúdo e criar uma nova linguagem.

Sua máxima expressão mundial é o grupo concretista de São Paulo, fundador da Revista , na década de 1950, liderado pelos irmãos (Augusto e Haroldo de Campos), Décio Pignatari e José Lino.

A partir da década de 1960, poetas e músicos do movimento passaram a se envolver em temas sociais, surgindo várias tendências pré ou pós concretistas, entre eles Ferreira Gullar, o poema-práxis e Paulo Leminski.

Características principais do Concretismo:

- Elaboração artística em busca da forma precisa;

- Ênfase na racionalidade, no raciocínio e na ciência;

- Uso de figuras abstratas nas artes plásticas.

- União entra a forma e o conteúdo na obra de arte;

- Na literatura, os poetas concretistas buscavam utilizar efeitos gráficos, aproximando a poesia da linguagem do design;

- Envolvimento com temas sociais (a partir da década de 1960);

Ver também[editar | editar código-fonte]