Connochaetes taurinus

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
A página está num processo de expansão ou reestruturação.
Esta página está a atravessar um processo de expansão ou reestruturação. A informação presente poderá mudar rapidamente, podendo conter erros que estão a ser corrigidos. Todos estão convidados a dar o seu contributo e a editar esta página. Caso esta não tenha sido editada durante vários dias, retire esta marcação.

Esta página foi editada pela última vez por Ger01 (D C) 45 dias atrás. (Recarregar)

Como ler uma caixa taxonómicaGnu-azul
Blue Wildebeest, Ngorongoro.jpg

Estado de conservação
Status iucn3.1 LC pt.svg
Pouco preocupante (IUCN 3.1)
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Bovidae
Género: Connochaetes
Espécie: C. taurinus
Nome binomial
Connochaetes taurinus
(Burchell, 1823)

O gnu-azul (Connochaetes taurinus) é uma das duas espécies de gnu, encontrada no Leste e Sul da África e contando com pelagem cinzenta, mas face e a cauda negras.

Taxonomia e etimologia[editar | editar código-fonte]

O gnu azul foi descrito pela primeira vez pelo naturalista inglês William John Burchell em 1823[1] e ele deu-lhe o nome científico Connochaetes taurinus. Ele compartilha o género Connochaetes com o gnu-preto (C. gnou), e é colocado na família dos bovídeos, ruminantes com cascos fendidos.[2] O nome genérico Connochaetes deriva das palavras gregas κόννος, konnos, "barba", e χαίτη, khaite, "cabelos soltos", "juba".[3] O nome específico taurinus tem origem na palavra grega tauros, que significa um touro ou boi.[4] O nome comum "gnu-azul" refere-se ao notável brilho, azul-prateado do casaco[5] , enquanto o nome alternativo "gnu" origina do nome para estes animais usados ​​pelo povo Khokhoi, uma tribo de pastores nativo do sudoeste da África.[6]

Referências

  1. Pickering, J.. (Outubro de 1997). "William J. Burchell's South African mammal collection, 1810–1815". Archives of Natural History 24 (3): 311–26. DOI:10.3366/anh.1997.24.3.311. ISSN 0260-9541.
  2. Grubb, Peter. In: Wilson, D. E.; Reeder, D. M.. Mammal Species of the World. 3ª ed. [S.l.]: Johns Hopkins University Press, 2005. Capítulo: Order Artiodactyla. p. 676. ISBN 978-0-8018-8221-0
  3. Benirschke, K.. Wildebeest, Gnu Comparative Placentation. Visitado em 6 de setembro de 2014.
  4. Taurus Encyclopaedia Britannica. Merriam-Webster..
  5. Estes, Richard. The Behavior Guide to African Mammals : Including Hoofed Mammals, Carnivores, Primates. 4ª ed. [S.l.]: University of California Press, 2004. p. 150–156. ISBN 0-520-08085-8
  6. Wildebeest Sheppard Software. Visitado em 6 de setembro de 2014.
Ícone de esboço Este artigo sobre artiodáctilos, integrado no Projeto Mamíferos é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.