Conquista muçulmana do Magrebe

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Conquista muçulmana do Magrebe
Parte das Guerras bizantino-árabes
e Conquistas islâmicas
Caliphate 750-pt.svg
Expansão do Califado no século VII
Data 647699
Local Norte de África
Desfecho Vitória dos muçulmanos
Mudanças
territoriais
O Norte de África foi anexado pelos muçulmanos
Combatentes
Império Bizantino Califado Omíada

A conquista muçulmana do Magrebe, ou conquista árabe ou omíada do Magrebe, foi a continuação da rápida expansão árabe-muçulmana que se seguiu à morte de Maomé em 632 d.C. Em 640 os árabes já detinham o controlo da Mesopotâmia, tinham invandido a Arménia, estavam em vias de concluir a conquista da Síria bizantina e Damasco tinha-se tornado a capital do Califado Omíada. No final de 641, todo o Egito estava em mãos árabes e em 642, com a destruição do exército persa na batalha de Nahavand, a conquista do Império Sassânida ficou praticamente concluída.

Nessa altura, as primeiras expedições militares árabes em territórios norte-africanos a oeste do Egito foram iniciativas locais lançadas a partir deste país, e prolongar-se-iam por diversos anos, resultando na expansão do Islão.

Em 644, Otman (Uthman ibn Affan) sucedeu ao califa Omar em Medina. Durante o reinado de doze anos de Otman, os omíadas conquistaram o Chipre, finalizaram a anexação da Arménia e de todo o Irão e lançaram ataques em larga escala no Afeganistão e no Norte de África. No Mediterrâneo, houve raides marítimos muçulmanos desde Rodes até às costas meridionais da Península Ibérica e a marinha bizantina foi derrotada no Mediterrâneo Oriental.[carece de fontes?]

Fontes para a história das conquistas[editar | editar código-fonte]

Praticamente não há registos contemporâneos das invasões, especialmente das que não dizem respeito ao Egito. Dado que as histórias das guerras são usualmente escritas pelos vencedores, as fontes árabes tendem a predominar e as mais antigas que nos chegaram são as de ibn Abd-el-Hakem, Ahmad al-Baladhuri e Khalifa ibn Khayyat, todas escritos no século IX, aproximadamente 200 anos depois das primeiras invasões. Essas fontes não são muito detalhadas e no caso da mais informativa, a História da Conquista do Egito e do Norte de África e de Espanha, de ibn Abd-el-Hakem, Robert Brunschvig argumentou em 1975 que é uma obra escrita mais para ilustrar alguns aspetos da lei maliquita do que para documentar a história, embora alguns dos eventos descritos sejam provavelmente históricos.[1]

No século XI, académicos de Cairuão começaram a elaborar uma nova versão da história da conquista, a qual foi finalizada por Ibrahim ibn ar-Raqiq (m. ca. 1027). Esta versão da história foi copiada na íntegra e por vezes interpolada por autores posteriores, atingindo o seu zénite no século XIV com académicos como ibn Idhari, ibn Khaldun e al-Nuwayri. Esta versão difere das anteriores não apenas por ser mais detalhada, mas também por apresentar versões contraditórias de alguns eventos.[carece de fontes?]

Há alguma controvérsia no que concerne aos méritos relativos de ambas as versões. Na bibliografia apresentada neste artigo, os autores Brunschvig,[1] Modéran[2] e Benabbès[3] são apoiantes da versão mais antiga, enquanto que Siraj[4] apoia a mais recente.

Primeira invasão (647-648)[editar | editar código-fonte]

Templos capitolinos de Sufetula, a capital do rebelde bizantino auto-proclamado "imperador de África" Gregório, o Patrício, derrotado e morto pelos invasores em 647

A primeira invasão do Norte de África, ordenada pelo califa Otman, foi lançada em 647. Uma força de 20 000 árabes vinda de Medina, na Arábia, juntou-se a outra força de igual número em Mênfis, no Egito, e marcharam sobre o Exarcado Bizantino da África liderados por Abdallah ibn al-Sa’ad, começando por conquistar a Tripolitânia, no que é hoje a Líbia. O Conde Gregório, o governador local bizantino, que tinha declarado a sua independência do Império Bizantino, auto-proclamando-se "imperador de África", juntou os seus aliados e enfrentou os invasores mas foi derrotado na batalha de Sufetula (atual Sbeitla, na Tunísia), cerca de 250 km a sul de Cartago. Com a morte de Gregório, todo o Norte de África ficou subjugado ao Califado Rashidun, ao qual pagava tributo e do qual ficou vassalo. A campanha militar durou 15 meses, tendo o exército de Abdallah regressado ao Egito em 648.[5]

Todas as conquistas militares foram interrompidas pouco tempo depois devido à guerra civil islâmica que estalou entre fações árabes rivais que resultou no assassinato do califa Otman em 656. Ali ibn Abi Talib (Ali) sucedeu a Otman, mas também ele foi assassinado em 656.[carece de fontes?]

A dinastia omíada, de califas hereditários e seculares em grande medida, estabelceu-se em Damasco. O califa Muawiya I iniciou a consolidação do império omíada, que se estendia desde o Mar de Aral até à fronteira ocidental do Egito. Muawiyah colocou um governador no Egito, em al-Fustat (antecessora do Cairo), criando uma sede de poder subordinado que iria perdurar durante os dois séculos seguintes. Muawiyah prossegiu depois com a invasão de países vizinhos não muçulmanos, atacando a Sicília e a Anatólia em 663 e conquistando Cabul, no Afeganistão, em 664.[carece de fontes?]

Segunda invasão (665-689)[editar | editar código-fonte]

A Grande Mesquita de Cairuão, fundada em 670 por Uqba ibn Nafi, foi o primeiro santuário do ocidente muçulmano e durante séculos foi um importante centro religioso e académico e continua a ser apontada como a mais importante do Norte de África.

Entre 665 e 689 foi lançada outra invasão do Norte de África. Segundo Will Durant, «um exército de 40 000 muçulmanos avançou através do deserto até Barca,[nt 1] conquistou-a, e marchou para os arredores de Cartago», para proteger o Egito de um ataque de flanco pela Cirene bizantina. Um exército defensor bizantino de 30 000 homens foi derrotado nestes combates.[6]

Depois foi formada uma força de 10 000 árabes comandada pelo general árabe Uqba ibn Nafi a que se juntaram alguns milhares de outros soldados de outras proveniências. Partindo de Damasco, o exército marchou para o Norte de África e tomou a vanguarda. Em 670, a cidade de Cairuão (a aproximadamente 160 km a sul da moderna Tunes), que se viria a tornar um dos principais polos da cultura árabe-islâmica da Idade Média, foi criada como um campo de refúgio e base para as operações futuras, que se viria a tornar a capital da província islâmica de Ifriqiya, que seria constituída pelas regiões costeiras do que é atualmente a Líbia ocidental, a Tunísia e a Argélia oriental.

Segundo Edward Gibbon, o temerário general «embrenhou-se no coração do país, atravessou o deserto no qual os seus sucessores erigiram as capitais esplendorosas de Fez e Marrocos,[nt 2] e penetrou até à beira do Atlântico e do grande deserto.»[nt 3] Durante a sua conquista do Magrebe (noroeste de África), Uqba ibn Nafi sitiou a cidade costeira de Bugia e Tingi (Tânger), esmagando militarmente o que era outrora a província romana da Mauritânia Tingitana. No entanto, foi detido e parcialmente rechaçado em Tânger.[7]

Com a sua luta contra os bizantinos e os berberes, os líderes tribais árabes tinham expandido grandemente os seus domínios africanos, e cerca do ano 682 Uqba tinha alcançado as costas do Atlântico, mas não conseguiu tomar Tânger, tendo sido forçado a retirar para as montanhas do Atlas por um homem que viria a ficar conhecido para a história e para a lenda como Conde Julião.
 

Gibbon escreveu sobre Uqba: «este Alexandre maometano, que ansiou por novos mundos, não foi capaz de preservar as suas conquistas recentes. Devido à deserção em massa dos gregos e dos africanos, ele retirou das costas atlânticas.» As suas forças foram postas a combater diretamente a rebelião. Numa dessas batalhas, o general omíada foi cercado e morto por insurgentes. Após isso, o terceiro general ou governador de Ifriqiya, Zuheir, tentou vingar o desaire do seu antecessor mas teve a mesma sorte deste — apesar de ter vencido os nativos em muitas batalhas, acabou por ser derrotado por um poderoso exército enviado de Constantinopla pelos bizantinos para defender Cartago.[7]

Entretanto decorria outra guerra civil na Arábia e na Síria entre os rivais da monarquia muçulmana, a qual resultou numa série de quatro califas entre a morte de Muawiya em 680 e a ascensão de Abd el-Melek (Abd al-Malik ibn Marwan) em 685. A guerra civil só terminou em 692 com a morte do líder rebelde.[9]

Terceira invasão (692-700)[editar | editar código-fonte]

O fim da guerra civil trouxe de volta a ordem interna, o que permitiu ao califa retomar a conquista muçulmana do Magrebe, a qual recomeçou com a reconquista de Ifriqiya.

Hassan, o governador do Egito, foi encarregue da importante missão, e usando os rendimentos daquele reino vassalo, foi formado um exército de 40 000 homens. As províncias interiores tinham sido alternadamente tomadas e perdidas pelos sarracenos durante as vicissitudes da guerra, mas a costa permanecia nas mãos dos gregos. Os antecessores de Hassan tinha respeitado a fama e as fortificações de Cartago; e uma parte considerável dos seus defensores foi recrutado entre os fugitivos de Trípoli e Cabes. As tropas de Hassan foram mais corajosas e mais afortunadas: destruíram e pilharam as metrópoles de África; e a menção de escadas de escalada pode justificar a suspeita que Hassan tivesse evitado, através de um assalto súbito, a operação mais prolongada de um cerco regular.
 
Tradução livre da descrição de Gibbon[7] .
Vista aérea de 1950 das ruínas da Basílica de São Cipriano, em Cartago

Os bizantinos responderam aos ataques com tropas de Constantinopla, às quais se juntaram soldados e navios da Sicília e um poderoso contingente de visigodos da Hispânia. Isso forçou o exército árabe invasor a retirar para Cairuão. Depois, segundo Gibbon, «os cristãos desembarcaram; os cidadãos aclamaram a insígnia da cruz, e o inverno foi passado indolentemente no sonho da vitória ou libertação.»[7]

Na primavera seguinte os árabes lançaram um novo assalto por terra e por mar, forçando os bizantinos e os seus aliados a evacuar Cartago. Os árabes incendiaram e destruíram completamente a cidade, deixando a área abandonada durante os dois séculos seguintes. Outra grande batalha ocorreu em Útica, na qual os árabes foram novamente vitoriosos, forçando os bizantinos a abandonar de vez aquela parte de África.[carece de fontes?] Seguiu-se uma revolta berbere contra os novos senhores árabes.

Sob o estandarte da sua rainha Cahina, as tribos independentes adquiriram alguma união e disciplina; e como os mouros respeitavam nas suas mulheres o carácter de uma profetisa,[nt 4] eles atacaram os invasores com um entusiasmo similar ao sue próprio. Os bandos veteranos de Hassan foram ineficazes para a defesa de África: as conquistas de uma era foram perdidas num só dia; e o chefe árabe, esmagado pela torrente, retirou para os limites do Egito.
 
Gibbon[7] .

Passaram cinco anos até Hassan receber tropas frescas do califa. Entretanto o povo das cidades do Norte de África exasperaram sob um reino de destruição berbere, pelo que Hassan foi bem recebido no seu regresso. Gibbon escreve «os amigos da sociedade civil conspiraram contra os selvagens da terra; e a profetisa foi massacrada na primeira batalha.».[7] Em 698 os árabes tinham conquistado a maior parte do Norte de África aos bizantinos. A área foi dividida em três províncias: O Egito, com o seu governador em al-Fustat, Ifriqiya, com o seu governador em Cairuão, e o Magrebe (constituído por o que é hoje Marrocos e a Mauritânia, com o governador em Fez.[carece de fontes?]Musa ibn Nusair, um general iemenita de sucesso na campanha, foi nomeado governador de Ifriqiya e foi encarregado de esmagar uma nova rebelião berbere e de converter a população ao Islão. Musa e os seus dois filhos venceram os rebeldes e escravizaram 300 000 cativos, dos quais 60 000 foram oferecidos ao califa, que os vendeu. Outros 30 000 cativos foram integrados no serviço militar. Musa também teve que lidar com o constante assédio da marinha bizantina, pelo que criou a sua própria marinha com a qual conquistou as ilhas cristãs de Ibiza, Maiorca e Minorca. Avançando para a Argélia, as suas tropas tomaram Argel em 700.[carece de fontes?]

Conclusão da conquista[editar | editar código-fonte]

Em 709 todo o Norte de África estava sob o controlo do califado árabe, possivelmente à exceção de Ceuta, na Coluna Africana de Hércules.

Nessa era, como no presente, os reis de Espanha tinham a posse da fortaleza de Ceuta [...] Musa, no orgulho da vitória, foi repelido das muralhas de Ceuta pela vigilância e coragem do Conde Julião, o general dos godos.
 
Gibbon[7] .

Outras fontes sustentam que Ceuta representava o último reduto bizantino em África e Julião, a quem os árabes chamavam Ilyan, era um exarco (governador provincial) bizantino. Garcia de Valdeavellano avançou outra possibilidade: «parece mais provável que ele tenha sido um berbere que era o líder da tribo católica de La Gomera[8] De qualquer forma, sendo um diplomata hábil, era conhecedor profundo das políticas dos visigodos, berberes e árabes, Julião pode também ter negociado com Musa condições de rendição que lhe permitiram manter o seu título e comando.[carece de fontes?]

Nesse tempo, a população de Ceuta incluía muitos refugiados de uma guerra civil visigoda que tinha estalado na Hispânia. Entre estes encontravam-se familiares e confederados no rei Vitiza (morto em 710), cristãos arianistas fugidos à conversões forçadas da Igreja Católica Visigótica e judeus perseguidos. Talvez tivessem sido esses refugiados que, através do Conde Julião tenham pedido ajuda aos muçulmanos do Norte de África para derrubarem Rodrigo, o novo rei dos visigodos.[carece de fontes?]

Segundo Gibbon, Musa recebeu uma mensagem inesperada de Julião, «oferecendo a sua cidade, a sua pessoa e a sua espada» ao comandante muçulmano em troca de ajuda na guerra civil. Embora as propriedades de Julião «fossem amplas, os seus seguidores audazes e numerosos», ele tinha «pouco a esperar muito a temer do novo reino» e demasiado débil para desafiar Rodrigo diretamente, pelo que procurou o apoio de Musa.[carece de fontes?]

Musa ordenou alguns raides iniciais à costa sul da Península Ibérica em 710. Na primavera desse ano, Tárique (Tariq ibn Ziyad), um escravo libertado berbere e general muçulmano, tomou Tânger. Musa nomeou-o governador dessa cidade e deu-lhe o comando de um exército de 1 700 homens. No ano seguinte, 711, Musa ordenou a Tárique que invadisse a Hispânia para o Islão. Desembarcando em Ceuta em navios providenciados por Julião, Tárique embrenhou-se na Península Ibérica, derrotou Rodrigo e marchou sobre Toledo, a capital visigótica, que sitiou. Além disso também tomou Córdova (Espanha), Écija, Granada, Málaga, Sevilha e outras cidades. Mais do que apoiar um dos lados da guerra civil visigótica, Tárique conquistou a Ibéria para o Islão e com isso tornou evidente que Ceuta, o último reduto cristão no Norte de África, era agora parte do império árabe. A conquista omíada da Hispânia encerrou assim a conquista da totalidade do Norte de África.[carece de fontes?]

Destino dos cristãos indígenas do noroeste de África após a conquista árabe[editar | editar código-fonte]

Segundo a perspectiva histórica convencional, a conquista islâmica do Norte de África pelo Califado Omíada entre 647 e 709 acabou de forma efetiva com o catolicismo em África durante vários séculos. A teoria mais aceite é que a Igreja desse tempo ainda não era sustentada numa tradição monástica e ainda sofria com a ressaca de heresias, entre as quais a donástica, e isso contribuiu para a extinção rápida da Igreja no atual Magrebe.[10] Alguns historiadores realçam o contraste dessa situação com a do Egito, onde se considera que a forte tradição monástica copta foi um fator determinante para a sobrevivência da cristianismo como um credo maioritário no país até depois do século XIV.[carece de fontes?]

Esse ponto de vista é contestado por novos académicos atualmente. Há registos de que o catolicismo persistiu na região desde a Tripolitânia, no que é hoje a Líbia, até o que é atualmente Marrocos durante vários séculos após a conquista árabe de 700. Sabe-se da existência de uma comunidade cristã em Qal'a, na Argélia central, em 1114 e há provas da de peregrinações religiosas ocorridas depois de 850 aos túmulos dos santos católicos fora da cidade de Cartago, além de evidências de contactos religiosos com cristãos da Ibéria muçulmana (al-Andalus). Outro indício é o facto das reformas de calendário adotadas na Europa terem sido disseminadas entre os cristãos de Tunes, o que não teria sido possível se não houvesse contactos com Roma.[carece de fontes?]

O catolicismo local ficou sob pressão quando o fundamentalismo chegou ao poder muçulmano com os almóadas e dos almorávidas, havendo relatos de ordens para que os cristãos de Tunes fossem convertidos ao Islão. Há também registo de habitantes cristãos e de um bispo na cidade de Cairuão, a capital administrativa dos omíadas durante a conquista, cerca de 680.[carece de fontes?] Uma carta encontrada nos arquivos católicos do século XIV mostra que ainda havia então quatro dioceses no Norte de África, em contraste acentuado com as 400 existentes antes da invasão árabe. Em Tunes e Nefzaoua, na sudoeste da Tunísia, continuaram a viver berberes cristãos até ao início do século XV e há notícias que os cristão locais de Tunes, apesar de muito assimilados, ampliaram a sua igreja, talvez porque os últimos cristãos de todo o Magrebe se tenham juntado nessa cidade.[11]

Em 1830, quando os franceses chegaram como potência colonialista à Argélia e à Tunísia, o catolicismo local já estava extinto. O crescimento do catolicismo na região depois da anexação francesa deveu-se aos colonizadores europeus e quando esses países se tornaram independentes quase todos os imigrantes europeus e os descendentes dos colonizadores mais antigos abandonaram a região.[carece de fontes?]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Atual Al Marj, na Líbia.
  2. O nome "Marrocos" foi usada no passado para designar não só o que é atualmente o país com esse nome, mas também a cidade de Marraquexe.
  3. Saara.
  4. Prophetess no original em inglês. Embora a tradução literal do termo seja "profetisa", ele pode também pode ser usado para designar a líder ou porta-voz feminina de um movimento.

Referências

  1. a b Brunschvig 1975
  2. Modéran 2005
  3. Benabbès 2005
  4. Siraj 1995
  5. Rodd 1925, p. 731-732
  6. Durant
  7. a b c d e f g Gibbon
  8. a b Garcia de Valdeavellano 1968
  9. Armstrong 2002
  10. Speel 1960
  11. The last christians of North-West Africa: Some lessons for orthodox today (em inglês) Ortodox England on the net (www.orthodoxengland.org.uk) St John's Orthodox Church, Colchester. Visitado em 19 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 17 de julho de 2011.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Benabbès, A.. Les premiers raids arabes en Numidie Byzantine: questions toponymiques. [S.l.: s.n.].
  • Modéran, Yves. Kusayla, l'Afrique et les Arabes. [S.l.: s.n.].
  • Brunschvig, Robert. (1975). "Ibn Abd al-Hakam et la conquète de l'Afrique du Nord par les arabes" (em francês). Al-Andalus (40): 129–179.
  • Clark, J. Desmond; Fage, J. D.; Oliver, Roland; Gray, Richard; Flint, John E.; Sanderson, G. N.; Roberts, A. D.; Crowder, Michael. The Cambridge history of Africa. Cambridge: Cambridge University Press, 1989. 858 pp. vol. 2:From c. 500 BC to AD 1050. ISBN 9780521215923.
  • Gibbon, Edward. History of the Decline and Fall of the Roman Empire. [S.l.: s.n.]. Capítulo: 51.
  • Rodd, Francis. (1925). "Kahena, Queen of the Berbers: A Sketch of the Arab Invasion of Ifrikiya in the First Century of the Hijra" (em inglês). Bulletin of the School of Oriental Studies 3 (4). Universidade de Londres.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]