Constantino III (usurpador)

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Síliqua com efígie de Constantino III

Constantino III (em latim: Flavius Claudius Constantinus) auto-proclamou-se Imperador do Ocidente em Britannia,em 407 estabeleceu-se na Gália, foi reconhecido em 409 pelo imperador Honório, e com o colapso do apoio militar, ele foi executado em 18 de Setembro 411.

Após a retirada gradual das tropas romanas da Grã-Bretanha nas últimas décadas do século IV, diversos generais subiram ao poder como imperadores no solo britânico. Lendas, particularmente perpetradas por Geoffrey de Monmouth, afirmam que os povos britânicos escolheram os seus primos, na Bretanha, para tal liderança. O rei Aldrien da Bretanha recusou o trono britânico, mas ofereceu o seu irmão mais novo, Constantino, em seu lugar. Constantino desembarcou na Inglaterra com 2.000 homens e derrotou os bárbaros, que já invadiam as praias da Ilha, e se torna "alto-rei" como Constantino II, o Libertador (em galês: Custennin II Waredwr).

Constantino foi por diversas vezes identificado com um dos vários homens contemporâneos a aparecer em antigas genealogias reais galesas: o irmão do rei Aldrien da Bretanha, de Geoffrey de Monmouth; um filho do imperador Magno Máximo; ou um rei da Dumnonia, no sudoeste da Inglaterra. Este último é talvez o mais popular, mas também o mais improvável, com base em seu neto Arthur e associações com Somerset e Cornwall. Seu nome alternativo de Constantino Fendigaid (o Bem-aventurado), pode-se ter surgido através da confusão com um desses homens.

Parece provável que esse homem foi baseado na memória de um imperador histórico britânico que foi elevado ao trono imperial por suas próprias tropas em 407. Desencantado com o governo do legítimo imperador Honório, o exército romano restante na Grã-Bretanha já tinha por duas vezes auto-nomeado imperadores em um único ano. Preocupados com as renovadas invasões bárbaras no continente, decidiram promover a usurpação de um terceiro, na forma do imperador Constantino III. De sua base na Grã-Bretanha, Constantino foi capaz de levar, talvez, a última das tropas romanas no país para a Gália. Aqui ele fortaleceu as defesas ao longo do Reno e foi capaz de afastar os bárbaros que, dois anos depois, viraram-se para o sul da Espanha. Constantino mandou seu tenente, chamado Gerontius, para conter seu movimento, mas Gerontius se rebelou contra seu imperador e incentivou os bárbaros em seus esforços. Apesar deste ataque renovado, Constantino ganhou reconhecimento imperial do imperador Honório. No entanto, sua posição foi logo desacreditada e Zósimo nos diz como os britânicos foram forçados a jogar fora os grilhões do governo imperial e olhar para sua própria defesa contra a invasão saxã. Constantino tentou afirmar a sua autoridade, mais uma vez invadindo a Itália em 411. Ele foi capturado por Honório em Arles, levado de volta para Ravena e executado. É possível que enquanto tudo isso estava acontecendo no continente, Constantino foi deposto na Grã-Bretanha por seu conselheiro traiçoeiro, Vortigern, como relatado por Geoffrey de Monmouth.


Precedido por
Prisco Átalo
Imperador de Romano do Ocidente
Sucedido por
Jovino
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