Convenção Batista do Sul

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A Convenção Batista do Sul é uma denominação cristã com base nos Estados Unidos, em grande parte conservadora.[1] A Convenção se tornou uma denominação separada em 1845 em Augusta, Geórgia, seguindo uma divisão regional com os batistas do norte, em relação à questão da escravidão no Sul do país.

Ela se tornou a maior denominação batista do mundo e o maior grupo protestante (apenas um lembrete, alguns Batistas não se consideram Protestantes, ainda que os grupos Batistas sejam herdeiros da Reforma) da América com mais de 16 milhões de membros em mais de 42.000 igrejas.[2] Os Batistas do Sul põem grande ênfase na experiência da conversão do indivíduo, incluindo a imersão pública na água para o batismo, e uma rejeição correspondente ao batismo infantil.[1] Daí, as estatísticas do quadro de membros não incluem bebês, ou crianças que não receberam o batismo por escolha própria, por crer. As igrejas da Convenção são evangélicas na doutrina e prática. Crenças específicas baseadas na interpretação bíblica podem variar de alguma forma, devido ao sistema de liderança da congregação, que dá autonomia às igrejas Batistas locais individualmente. Historicamente, os batistas têm um papel principal em encorajar a liberdade religiosa e a separação entre Igreja e Estado.

Desde os anos 40, as igrejas da Convenção se espalharam para todos os estados e perderam um pouco de sua identidade regional.[3] Ainda que continuem fortemente concentradas no Sul dos Estados Unidos, a Convenção tem igrejas-membros em todo o país, e possui 42 convenções estaduais filiadas.[1] A Convenção pertencia à Aliança Batista Mundial, mas por questões doutrinárias, se apartou desta, embora mantenha diálogo permanente e cooperação com outras convenções filiadas à Aliança - nesta mesma época, as igrejas que questionaram o fundamentalismo da Convenção criaram outra convenção, ainda ligada à Aliança.

História[editar | editar código-fonte]

Para obter mais detalhes sobre este tópico, veja Batistas nos Estados Unidos.

Chegada na América[editar | editar código-fonte]

A maioria dos primeiros batistas nas colônias vieram da Inglaterra no século XVII quando o rei e a igreja estatal os perseguiram por abraçarem suas visões religiosas diferentes. Batistas como Roger Williams e Dr. John Clarke imigraram para Nova Inglaterra na década de 1630.

A Igreja Batista mais antiga no Sul, a Primeira Igreja Batista de Charleston, na Carolina do Sul, foi organizada em 1682, sob a liderança do reverendo William Screven. Uma igreja Batista foi formada na colônia de Virgínia em 1715 através da pregação de Robert Norden, e uma na Carolina do Norte em 1727 pelo ministério de Paul Palmer. Por volta de 1740, havia cerca de oito igrejas Batistas nas colônias da Carolina do Norte, do Sul e Virgínia, com uma estimativa de 300 a 400 membros[4]

Na Virginia e na maioria das colônias do sul antes da Revolução, a Igreja Anglicana era a igreja estabelecida pelo estado, e apoiada pelas taxas em geral, assim como era na Grã-Bretanha. Ela se opôs ao crescimento rápido dos Batistas no Sul. Particularmente na Virgínia, muitos pregadores batistas foram processados por "perturbar a paz" ao pregar sem licenças da Igreja Anglicana. Tanto Patrick Henry quanto James Madison defendiam pregadores batistas anteriores à Revolução Americana em casos considerados significantes à história da liberdade religiosa. Madison, mais tarde, levou suas idéias sobre a importância da liberdade religiosa à Convenção Constitucional, onde ele assegurou que fossem incorporadas à Constituição. Uma vez começada a Revolução, os batistas logo se tornaram patriotas ativos na causa.

Dores do nascimento[editar | editar código-fonte]

Em meados dos anos 1800, numerosas diferenças sociais, culturais, econômicas e políticas existiam entre os negociantes do Norte, fazendeiros do oeste, e plantadores do Sul. Em torno de 1840 essas diferenças levaram a três sociedades Batistas nacionais: a Convenção Trienal, a Sociedade de Missão Doméstica e Batistas no Sul.

A escravidão era a questão mais crítica entre os Batistas. No início, os Batistas e os evangélicos Metodistas do Sul, antes da Revolução, tinham promovido a visão de igualdade do homem comum perante Deus, o que incluía Afro-americanos. Eles desafiaram as hierarquias de classe e raça, e insistiam que os plantadores abolissem a escravidão.

Os Batistas lutaram para ganhar um ponto de apoio no Sul. A geração seguinte de pregadores Batistas se acomodaram à sociedade. Ao invés de desafiar as pessoas sobre a escravidão, eles começaram a interpretar a Bíblia como apoiando essa prática. Nas duas décadas após a Revolução, os pregadores abandonaram seus apelos de que escravos fossem libertados de seus donos (alforria).[5] Muitos pregadores batistas até mesmo queriam preservar os direitos dos próprios pastores de serem donos de escravos.[6] A Convenção Trienal e a Sociedade de Missões Domésticas reafirmaram suas neutralidades em relação à escravidão.

Os Batistas na Geórgia decidiram testar e afrimar sua neutralidade, ao recomendar um dono de escravo à Sociedade de Missões Domésticas como missionário no Sul. O quadro diretor da Sociedade recusou apontar um escravagista como missionário, uma decisão que os Batistas do Sul viram como uma violação de seus direitos.[7] A Convenção não renunciou oficialmente o uso da Bíblia como justificativa para a escravidão e supremacia branca até o dia 20 de junho de 1995, quando eles publicaram a "Resolução sobre a Reconciliação Racial.[8] [9]

Uma publicação secundária que incomodou as igreas no Sul foi a percepção de que a Sociedade Batista Americana de Missões Domésticas[10] não apontou um número proporcional de missionários à região sul dos EUA. Esse foi provavelmente um resultado de a Sociedade não ter apontado donos de escravos como missionários.[11]

Batistas de regiões diferentes também preferiam tipos diferentes de organização denominacional. Os do Norte preferiam uma sociedade estruturada mais livremente, composta de indivíduos que pagassem valores anuais, com cada sociedade geralmente focada num único ministério. Os das igrejas do Sul preferiam uma organização mais centralizada de congregações compostas de igrejas padronizadas por suas associações, com uma variedade de ministérios trazidas sob a direção de uma organização denominacional.[12]

Formação[editar | editar código-fonte]

As crescentes tensões e descontentamento dos batistas do Sul em relação a críticas nacionais sobre a escravidão levaram a sua retirada das organizações batistas nacionais. Eles se encontraram na Primeira Igreja Batista em Augusta, Geórgia,[13] em maio de 1845. Nessa reunião histórica eles formaram uma nova convenção, chamando-a de Convenção Batista do Sul. Eles elegeram William Bullein Johnson (1782-1862) como seu primeiro presidente. Ele serviu como presidente da Convenção Trienal em 1841.

As consequências da decisão de se separar dos outros Batistas em defesa da supremacia branca e a instituição da escravidão duraram muito tempo. Uma pesquisa feita pela Home Mission Board da Convenção, em 1968, mostrou que apenas 11% das igrejas Batistas do Sul admitiriam Americanos que fossem descendentes de Africanos.[14] Os afro-americanos logo se juntaram para desenvolver suas próprias igrejas para praticar sua forma distinta do cristianismo americano, longe das tentativas dos brancos no controle. Dentro da denominação Batista, Afro-Americanos estabeleceram associações separadas. Durante a ressurgência conservadora, a Convenção Batista do Sul de 1995 escolheu adotar uma resolução renunciando suas raízes racistas e se desculpando pela sua defesa da escravidão no passado.[15] A resolução de se arrepender do racismo marcou o primeiro conhecimento formal da denominação de que o racismo tinha seu lugar em história no início. Hoje, há um número crescente de igrejas etnicamente diversificadas dentro da convenção.

Controvérsias Históricas[editar | editar código-fonte]

Durante sua História, a Convenção Batista do Sul teve vários períodos de importantes controvérsias internas. A falta de uma forma de governo hierárquico na denominação leva a própria denominação a exposições públicas de discórdias.

  • O Landmarkismo, que levou à formação das Gospel Missions e da Associação Batista Americana, bem como muitas igrejas independentes não-afiliadas.
  • A "Controvérsia de Whitsitt"(1896–1899),[16] em que o Dr. William H. Whitsitt, professor no Southern Baptist Theological Seminary, publicou sua teoria de que os batistas ingleses não começaram a batizar por imersão até 1641, quando uma parte dos Anabatistas, como eram chamados, começaram a praticar a imersão.
  • A "Ressurgência Conservadora da Convenção Batista do Sul/Tomada de Posse Fundamentalista" - Em 1979, a mais recente e notável discórdia que prendeu a atenção nacional.[17] A ressurgência foi descrita por um líder batista[18] como tendo fragmentado a sociedade dos Batistas do Sul e como sendo "muito mais séria que uma controvérsia". Esse líder escreveu que "foi uma briga auto-destrutiva, contenciosa e unilateral, que por vezes tomava características de combate." Os Batistas do Sul se polarizaram em dois grupos - moderados e conservadores. Após 1979, todos os líderes das agências Batistas do Sul foram substituídos por líderes fundamentalistas, já que a maioria dos mensageiros (representantes) na reunião anual da Convenção votaram desse modo.[19]
  • Os "Escândalos de Abusos Sexuais pelo Clero da Convenção", que alguns relatórios alegam ser mais comuns que os infames escândalos de abusos sexuais do clero da Igreja Católica Romana.[20] Apesar do lobby de grupos de defesa das vítimas como o SNAP (Survivors Network of those Abused by Priests - Rede de Sobreviventes dos Abusados por Sacerdotes) e o stopbaptistpredators.org, o debate ainda existe dentro da Convenção sobre se um banco de dados deveria ser feito, com os pastores condenados ou acusados de credibilidade. Recentemente, em 2008, o comitê executivo da Convenção Batista do Sul rejeitou uma proposta de criar tal banco de dados.[21]

Hoje[editar | editar código-fonte]

A Convenção tem crescido, saindo de suas raízes regionalistas para se tornar uma força maior no Cristiansmo americano e internacional. Há congregações dos Batistas do Sul em todos os estados e territórios dos Estados Unidos, ainda que a maioria esteja nos estados do Sul, sua fortaleza tradicional.

O escopo nacional da Convenção inspirou alguns membros a sugerirem uma mudança no nome. Em 2005, propostas forma feitas na Reunião Anual da Convenção, sobre a mudança do nome, do que parecia muito regional '"Convenção Batista do Sul"' para algo que parecesse mais nacional, como "Convenção Batista Norte-Americana" ou "Convenção Batista das Escrituras" (para manter as iniciais, em inglês, SBC). As propostas foram derrotadas.[22]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Membresia[editar | editar código-fonte]

A Convenção afirma ter mais de 16,6 milhões de membros, em 44.000 igrejas por todo Estados Unidos. Um estudo interno feito pela Convenção mostra que, em média, 38% da membrasia (6.138.776 membros, convidades e crianças não-membros) assistem aos cultos de adoração principais de suas igrejas.[23]

A Convenção tem 1200 associações locais e 41 convenções estaduais e sociedades, cobrindo todos os 50 estados e territórios dos Estados Unidos. Através de seu "Programa Cooperativo", os Batistas do Sul apóiam milhares de missionários no país e ao redor do mundo. Eles respondiam por mais de 10.000 missionários em 2005.

Declínio nítido na quantidade de membros[editar | editar código-fonte]

Dados de fontes das igrejas e pesquisas independentes indicam que, desde 1990, o número de membros das igrejas da Convenção tem caído na proporção com a população estadunidense.[24] No histórico, a Convenção cresceu até seu limite máximo em 2007, quando a membrasia decresceu em torno de 40.000 membros.[25] Adicionalmente, os batismos dentro da Conveção diminuíram a cada ano, em sete dos últimos oito anos, e, com números de 2008, chegaram ao seu nível mais baixo desde 1987.[26] Esse declínio no número de membros e batismos tem levado alguns pesquisadores da Convenção a descrevê-la como uma "denominação em declínio".[27] Frank Page, ex-presidente da Convenção, declarou que se as condições atuais continuarem, metade das igrejas da Convenção fecharão as portas permanentemente em torno do ano 2030.[28] Essa afirmativa é apoiada por uma pesquisa recente das igrejas da Convenção, que indicou que 70% de todas essa igrejas estão em declínio ou estão estacionadas em relação ao número de membros.[29]

Ano Membros
1845 350.000
1860 650.000
1875 1.260.000
1890 1.240.000
1905 1.900.000
1920 3.150.000
1935 4.480.000
1950 7.080.000
1965 10.780.000
1980 13.700.000
1995 15.400.000
2000 15.900.000
2005 16.600.000
2006 16.306.246
2007 16.266.920
Fontes[30] [31]

Teologia e prática[editar | editar código-fonte]

A perspectiva teológica geral das igrejas da Convenção Batista do Sul é representada na Mensagem e Fé Batista (em inglês, Baptist Faith and Message - BF&M).[32] A primeira versão da BF&M era de 1925. Ela foi revisada significantemente em 1963 e novamente em 2000, sendo a última revisão sujeita a muita controvérsia. A BF&M não é considerada um "credo", tal como o Credo Niceno-Constantinopolitano. Os membros não têm que aderir a ela. As igrejas pertencentes à Convenção não têm que usá-la como "Declaração de Doutrina" (embora muitas o façam, em vez de criarem suas próprias Declarações). Embora a BF&M não seja um "credo", faculdades e seminários da Convenção e missionários que solicitam servir através das várias agências missionárias da Convenção devem "afirmar" que suas práticas, doutrina e pregação são consistentes com a BF&M.

Afirmações de Posicionamento[editar | editar código-fonte]

O site oficial da Convenção Batista do Sul lista dez "Afirmações de Posicionamento" sobre várias questões contemporâneas.[33]

  • O sacerdócio de todos os crentes - os leigos têm o mesmo direito que ministros ordenados à comunicação com Deus, interpretação das Escrituras, e ministração em nome de Cristo[34]
  • Competência da Alma - a responsabilidade de cada pessoa perante Deus.[35]
  • Credos e confissões - afirmativas de crença podem ser revistas à luz das Escrituras. A Bíblia é a palavra final.[36]
  • Mulheres no ministério - Mulheres participam em igualdade com os homens no sacerdócio de todos os crentes. Seu papel é crucial, sua sabedoria, graça e compromisso são exemplares. Mulheres são parte integral dos quadros dos Batistas do Sul, de faculdades, equipes missionárias, grupos de escritores e profissionais. O papel de pastor, contudo, é reservado especificamente para os homens.[37]
  • Igreja e estado - igreja livre num estado livre. Nenhum dos dois deve controlar os negócios do outro.[38]
  • Missões - Nós honramos os princípios nativos nas missões. Não podemos, no entanto, comprometer a doutrina ou abrir mão de quem somos para ganhar o favor daqueles que tentamos alcançar, ou daqueles com quem desejamos trabalhar.[39]
  • Autonomia da igreja local — Afirmamos a autonomia da igreja local.[40]
  • Cooperação - O Programa Cooperativo de missões é integral para a capacidade da Convenção.[41]
  • Sexualidade — Afirmamos o plano de Deus para o casamento e a intimidade sexual - um homem e uma mulher, para toda a vida. A homossexualidade não é um estilo de vida alternativo válido.[42]
  • Santidade de Vida - No momento da concepção, um novo ser entra no Universo, um ser humano, um ser criado à imagem de Deus.[43]

Ordenanças[editar | editar código-fonte]

Os Batistas do Sul observam duas ordenanças: a Ceia do Senhor e o Batismo.[32] A denominação faz distinção teológica entre suas "ordenanças" e o termo mais conhecido "sacramentos", já que este teria relação com a salvação das pessoas, e as "ordenanças" não.

A Ceia do Senhor[editar | editar código-fonte]

Os Batistas do Sul observam a Ceia do Senhor sem uma frequência estabelecida. Cada igreja local decide se a prática será mensal, quinzenal, etc. As igrejas tendem a usar copos individuais pequenos, ao invés de uma "taça comum". O suco de uva não-alcoólica é mais freqüentemente servido que o vinho. Tanto o pão fermentado quanto o não-fermentado podem ser servidos, mas o não-fermentado é usado com mais frequência.

Batismo[editar | editar código-fonte]

Os Batistas do Sul mantêm a prática histórica batista de ministrar o batismo somente a pessoas que tenham atingido a "idade da responsabilidade",[44] e que fizeram um compromisso pessoal com Jesus Cristo como Senhor e Salvador (crentes). Eles mantêm a crença histórica dos Batistas de que a imersão é o único modo válido de batismo. Os candidatos a serem membros numa igreja da Convenção deve já ser ou se tornar um crente batizado. Algumas congregações da Convenção aceitam batismos prévios por imersão de outras denominações como válidos, considerando que foram efetuadas após um indivíduo ter aceitado Cristo para a salvação.

Papéis baseados no gênero sexual[editar | editar código-fonte]

A Convenção votou, em 2000, revisar sua declaração de fé, conhecida como a Mensagem e Fé Batista (BF&M). Entre as mudanças notáveis estão duas afirmativas em relação a papéis dos gêneros sexuais tanto no ministério quanto no casamento.[32] Embora visões similares tenham influenciado grupos batistas no passado,[45] [46] essas adições à Mensagem e Fé Batista representam a primeira vez que tais afirmações são integradas à declaração de fé de um grande grupo Batista nos Estados Unidos.

Pastorado[editar | editar código-fonte]

Citação: Enquanto tanto os homens quanto as mulheres têm o dom para o serviço na igreja, o ofício de pastor é limitado aos homens, como qualificado nas Escrituras. escreveu: «Tradução do Artigo VI. - A Igreja.»

Ao definir explicitamente o ofício pastoral como um domínio exclusivo masculino, a provisão da BF&M de 2000 se torna a primeira posição oficial da Convenção Batista do Sul contra o pastorado de mulheres.

As congregações locais autônomas não são obrigadas a adotar apenas pastores homens como posição teológica. Nem a BF&M e nem a Convenção proveem mecanismos para acionar a expulsão automática de congregações que adotem práticas ou teologias contrárias à BF&M. Contudo, ir contra o protocolo oficial Convenção sobre os gêneros, que a Convenção defende com bases bíblicas, deixa a congregação aberta a severas críticas e até mesmo penalidades posteriores. Algumas igrejas da Convenção, e que contrataram mulheres como pastoras, foram excluídas da sociedade e não são mais contadas como membros de associações locais de igrejas batistas. Cada vez menos desse tipo de expulsão vêm acontecendo nas reuniões anuais das convenções estaduais.[47]

Embora essa linguagem de "pastores masculinos" seja nova na BF&M, ela não representa uma inovação no pensamento Batista do Sul. Quando houve a revisão dessa declaração doutrinária, em 2000, apenas 0,08% de todas as igrejas da COnvenção eram pastoreadas mulheres. As restrições de gênero da BF&M desencorajam inerentemente o aumento dessa porcentagem.[48] (Em contraste, 6.2% das igrejas da Sociedade Batista Cooperativa (CBF) e 9.1% das igrejas da (ABC-USA) são pastoreadas por mulheres.)[49]

Casamento[editar | editar código-fonte]

A BF&M de 2000 descreve a família deste modo:

Citação: O marido e a esposa são de valor igual perante Deus, já que ambos forma criados à sua imagem. O relacionamento do casamento modela a maneira que Deus se relaciona com seu povo. Um marido deve amar sua esposa como Cristo amou a igreja. Ele tem a responsabilidade dada por Deus de prover, proteger, e liderar sua família. Uma esposa deve se submeter graciosamente à liderança servil de seu marido, como a igreja protamente se submete à autoridade de Cristo. Ela, estando na imagem de Deus, como é seu marido, e então igual a ele, tem a responsabilidade dada por Deus de respeitar seu marido e servir como sua auxiliadora em gerenciar os negócios domésticos e cuidar da geração seguinte. escreveu: «Tradução do Artigo XVIII. A Família.»

Cultos de Adoração[editar | editar código-fonte]

A maioria dos Batistas do Sul observam uma forma de adoração em igreja baixa, que é menos formal e não usa uma liturgia estática. Os cultos de adoração geralmente seguem uma liturgia "revivificadora", incluindo: hinos; orações; canto coral, cantado por um côro, solista ou ambos; leitura das Escrituras; coleta de ofertas; um sermão; e um convite a responder ao sermão; Recentemente, muitas igrejas incorporaram vários instrumentos e estilos de música em seus cultos. As pessoas podem responder durante o convite, aceitando a Jesus Cristo como Senhor e Salvador, e começar no discipulado Cristão, entrar num ministério vocacional, juntar-se à igreja, ou fazer algum outro tipo de decisão pública.

Política e organização[editar | editar código-fonte]

Como é fato entre a maioria dos batistas, a forma típica de governo dos Batista do Sul é congregacionalista: cada igreja local é autônoma, sem linhas formais de responsabilidade em níveis organizacionais de autoridades superiores. Diáconos de cada igreja são eleitos pela congregação. Em algumas congregações Batistas, os diáconos agem como um quadro de diretores ou comitê executivo autorizado a fazer decisões importantes, embora essas congregações geralmente retenham o direito de votar em decisões principais, tais como compra ou venda de propriedades, gastos maiores e a contratação ou demissão de pastores e outros ministros pagos.

Nas décadas recentes, muitas congregações têm alterado o papel dos diáconos, mudando o papel de "quadro de diretores" para responsabilidades pastorais e educação. Um modelo desse tipo é o "Deacon Family Ministry Plan" (Plano Diaconal de Ministério de Famílias), em que o número de famílias de uma igreja local é dividida entre o número de diáconos ativos. Cada diácono recebe a responsabilidade de prover auxílio pastoral e outras atenções espirituais às famílias designadas.[50] [51] [52]

Devido ao fato de as igrejas batistas acreditarem fortemente na autonomia da igreja local, a Convenção é concebida como uma associação cooerativa, pela qual as igrejas podem agrupar recursos, ao invés de um órgão que tenha controle administrativo sobre as igrejas locais. Ela possui uma organização administrativa central em Nashville, Tennessee. O Comitê Executivo, como é chamado, não tem autoridade alguma sobre as convenções estaduais afiliadas, associações locais, igrejas individuais, nem membros. Ela exerce autoridade e controle sobre seminários e outras instituições cujo dono é a Convenção Batista do Sul.

A declaração de fé da Convenção, a Baptist Faith and Message, não é obrigatória para igrejas ou membros. Política e culturalmente, os Batistas do Sul tendem a ser conservadores. A maioria não bebe álcool e em geral eles se opõem ao aborto e direitos homossexuais, e votam nos Republicanos.

Há quatro níveis de organização da Convenção Batista do Sul: a congregação local, a associação local, a convenção estadual e a convenção nacional.

Pastor e diácono[editar | editar código-fonte]

Geralmente, os batistas reconhecem somente dois ofícios através das Escrituras: o pastor-professor e o diácono. Na maioria das igrejas da Convenção, esses trabalhos são reservados para os homens, baseado na interpretação de certas passagens do Novo Testamento (I Tim 2:11-14, I Tim 3:1-13, e Tito 1:6-9).

Congregação local[editar | editar código-fonte]

Toda congregação é independente e autônoma, exceto algumas "igrejas de missão". Assim, cada congregação local é livre para:

  • associar-se ou desassociar-se da Convenção (e/ou de suas afiliadas) a qualquer momento
  • determinar o nível de apoio que ela provê aos programas e/ou grupos da Convenção (embora, para se afiliar a uma associação local ou estadual, ou nacional, seja pedido um nível mínimo de ajuda/ofertas)
  • conduzir seus próprios negócios internos (como contratar e demitir, determinar sua declaração doutrinária, e qualificações para membrasia, criar a ordem e formato dos seus cultos, e outros assuntos) sem aprovação de qualquer entidade superior

Certas congregações menores, chamadas de "igrejas de missão", são patrocinadas por uma ou mais congregações maiores ou associações Batistas. O objetivo comum é para que cada igreja de missão se torne auto-sustentável, e assim se tornar uma igreja independente e autônoma. Uma igreja de missão geralmente é criada para alcançar um grupo demográfico em particular, tal como residentes de uma nova localidade em desenvolvimento, um grupo étnico ou famílias jovens.

Associação local[editar | editar código-fonte]

A maioria das congregações individuais escolhem se afiliar a associações batistas, que são, geralmente, organizadas dentro de certas áreas geográficas em um estado (como, por exemplo, um condado). O regra geral anterior era de que apenas uma associação deveria existir por área, que não cruzassem fronteiras estaduais (a menos que uma convenção estadual fosse formada por vários estados), e que não aceitassem igrejas de fora daquela área.

Por muitos anos, em particular nas áreas metropolitanas, várias associações batistas existiram dentro do mesmo condado. Enquanto alguns creem que a tomada conservadora da Convenção nos anos 80 tenha servido como catalisadora para muitas associações, o paradigma na Convenção existia antes de 1980.

O objetivo primário de muitas associações é o evengelismo e a plantação de igrejas (i. e., auxiliar igrejas a começar "igrejas de missão"). Mesmo com ministérios relacionados, tais como despensas de comidas ou centros de crises da gravidez, voluntários da associação e equipes que conduzem os ministérios frequentemente compartilham uma mensagem evangelística junto com o material de a assintência prática.

Uma associação não pode dirigir os assuntos das igrejas-membros, mas podem criar requerimentos para que continuem membros. Por exemplo, uma associação pode iniciar a "desassociação" (ou expulsão) de qualquer igreja com que ela discorde, geralmente em áreas de prática ou doutrina contenciosas, tais como: doutrina carismática; uma ordenação de uma mulher ao pastorado da igreja local ou aprovação da homoxessualidade (tais como a ordenação, ou a "bênção" de uniões de mesmo sexo de qualquer forma); ou aceitação de "imersão alienígena" (aceitação de membros de denominações cirstãs que foram batizados com um método, tal como a aspersão, não consistente com o requerimento típico batista da imersão).

As reuniões da associação geralmente ocorrem anualmente. A associação é livre para definir o tempo e local, bem como determinar o número de delegados (chamados "mensageiros") que cada igreja pode enviar. A cada igreja é permitido um número mínimo; a prática geral é que (tanto a nível da associação quanto a níveis mais altos) igrejas maiores, que proveem mais apoio financeiro, têm direitos a mais mensageiros.

Convenções estaduais[editar | editar código-fonte]

As congregações individuais e associações podem escolher se afiliar em convenções estaduais.

Com a exceção de Texas e Virgínia, que têm duas convenções, cada estado possui apenas uma. Alguns estados menores, em termos de número de congregaçõesda Convenção, são afiliadas em uma convenção maior englobando vários estados.

Como é com as associações, o objetivo primário é o evangelismo e a plantação de igrejas. As convenções estaduais apoiam instituições educacionais, frequentemente de ensino secundário, e podem apoiar asilos e lares de crianças.

De forma semelhante às associações, a convenções estaduais não podem dirigir os assuntos individuais das igrejas mas podem definir requerimentos para a afiliação. Ela pode "desassociar" igrejas de acordo com seu julgamento. A convenção estadual geralmente se reúne anualmente, define o tempo e local, e determina o número de "mensageiros" (delegados) permitidos por igreja.

As convenções estaduais associadas à Convenção Batista do Sul incluem:[53]

Reunião Anual da Convenção Batista do Sul[editar | editar código-fonte]

A Reunião Anual da Convenção Batista do Sul consiste de representantes, chamados "mensageiros", das igrejas cooperantes. Eles se reúnem para conferir e determinar os programas, políticas e orçamento da Convenção. Cada igreja pode ser representada por até 10 mensageiros, sendo o número exato determinado pelo número de membros da igreja e das contribuições à organização nacional da Convenção.[61]

A seguinte citação da Constituição da Convenção Batista do Sul explica a membrasia e a descrição dos "mensageiros" em cada reunião anual:

'Citação: 'Artigo III. Membrasia: A Convenção deverá consistir de mensageiros que são membros de igrejas Batistas missionárias cooperantes com a Convenção como a seguir:

  1. Um mensageiro de cada igreja que (a) esteja em cooperação amistosa com a Convenção e simpática com suas propostas e trabalho. Entre as igrejas não em cooperação com a Convenção estão igrejas que agem em afirmar, aprovar ou endossar comportamentos homossexuais; e (b) tenha sido um contribuidor de boa-fé aos trabalhos da Convenção durante o ano fiscal anterior.
  2. Um mensageiro adicional de cada igreja para cada duzentos e cinquenta membros; ou para cada US$250.00 pagos para o trabalho da Convenção durante o ano fiscal anterior à reunião.
  3. Os mensageiros serão apontados e certificados pelas igrejas à Convenção, mas nenhuma igreja pode apontar mais que dez.
  4. Cada mensageiro será um membro da igreja pela qual ele é apontado.

Artigo IV. Autoridade: Enquanto independente e soberana em sua esfera, a Convenção não reivindica e nunca tentará exercer qualquer autoridade sobre outra entidade Batista, seja igreja, organização auxiliar, nem convenção. escreveu: «tradução da Constituição da Convenção Batista do Sul[62] »

Organizações Afiliadas[editar | editar código-fonte]

Agências Missionárias[editar | editar código-fonte]

A Convenção Batista do Sul foi organizada em 1845 primariamente para o propósito de criar uma junta missionária, para apoiar o envio de missionários Batistas. O North American Mission Board, ou NAMB (Junta Norte-Americana de Missões), (fundado como Junta de Missões Domésticas, e mais tarde como Junta de Missões em Casa), em Alpharetta, Geórgia, serve missionários envolvidos no evangelismo e plantação de igrejas nos EUA e Canadá, enquanto que o Junta Internacional de Missões, ou IMB (originalmente Junta de Missões do Exterior), em Richmond, Virgínia, patrocina missionários no resto do mundo.

Dentre as organizações mais visíveis no NAMB está o Alívio a Desastres Batista do Sul. Em 1967, um pequeno grupo de voluntários dos Batistas do Sul do Texas ajudaram as vítimas do furacão Beulah, servindo comida quente, cozinhados em pequenos fogareiros, ou fogueiras de acampamento (em inglês, conhecidos como "buddy burners"). Em 2005, os voluntários atenderam a 166 desastres, prepararam 17.124.738 refeições, repararam 7.246 casas, e removeram ruínas de 13.986 quintais. O Alívio a Desastres Batista do Sul provê muitos diferentes tipos de ajuda: comida, água, cuidados infantis, comunicação, banhos, lavanderia, consertos, reconstruções, ou outros itens essenciais tangíveis que contribuem para a continuidade da vida após a crise - e a mensagem do Evangelho. Toda a assitência é dada a indivíduos e comunidades, de graça. As cozinhas voluntárias do Alívio a Desastres proveem mais de 80% da comida distribuída pela Cruz Vermelha em desastres principais. Os voluntários são facilmente reconhecidos em suas camisetas e chapéus de amarelo claro, e são frequentemente os primeiros a chegarem no evento do desastre.

Seminários teológicos da Convenção[editar | editar código-fonte]

Existem seis seminários teológicos da Convenção Batista do Sul, voltados à instrução religiosa e à preparação ministerial.

Outras organizações da Convenção[editar | editar código-fonte]

  • Homens Batistas em Missão (BMEN),[63] antigamente conhecido como Irmandade, a BMEN é a organização missionária masculina das Igrejas Batistas do Sul.
  • Baptist Press[64] o maior serviço de notícias cristãs no país, foi fundado pela Convenção, em 1946.
  • Guidestone Financial Resources[65] (fundado em 1920 como um Junta de Anuidades da Convenção Batista do Sul) existe para prover seguro, aposentadoria, e serviços de investimentos a pastores e empregados das igrejas e agências da Convenção. Passou por uma grave crise financeira nos anos 1930.
  • LifeWay Christian Resources,[66] fundado como a Junta Batista de Escola Bíblica Dominical em 1891, é uma das maiores casas publicadoras na América, e opera a cadeia de livrarias "LifeWay Christian Stores".
  • União Feminina Missionária, fundada em 1888, é um órgão auxiliar da Convenção, e auxilia na facilitação de duas grandes ofertas misisonárias anuais: a oferta Annie Armstrong Easter Offering (na Páscoa), e a Lottie Moon Christmas Offering (no Natal).

Batistas do Sul Proeminentes[editar | editar código-fonte]

Esta lista não assume que todos estão ativos na Convenção, ou vivendo de acordo com os princípios dos Batistas do Sul. Os seguintes indivíduos famosos se identificaram como Batistas do Sul, em algum momento:

Ex-membros[editar | editar código-fonte]

  • Jimmy Carter, ex-Presidente dos Estados Unidos. Carter deixou a Convenção e foi para a Sociedade Batista Cooperativa por causa de suas diferenças com a direção dos líderes da Convenção e suas crenças.
  • Bill Clinton, ex-Presidente dos Estados Unidos. Criado como Batista do Sul, mas deixou a Convenção devido a discórdias com suas posições.[67] Trabalhando com Jimmy Carter para dirigir a reunião "Celebration of a New Baptist Covenant" de mais de 30 denominações e organizações Batistas nos EUA e Canadá, que ocorreu em Atlanta, entre 30 de janeiro e 1 de fevereiro de 2008.[68] [69]
  • Brad Pitt- Ator norte-americano,atualmente agnóstico.[70]
  • Britney Spears-Cantora, convertida à cabala.
  • Ben Cole, ex-pastor da Convenção e franco crítico do ambiente cada vez mais hostil dentro da Convenção em relação aos membros que não compartilham da visão dos líderes mais graduados da Convenção. O pastor Cole criou o site sbcoutpost.com, um recurso especial para pastores da Convenção frustrados com a liderança. Ben Cole anunciou oficialmente sua saída da Convenção em seu blog, no dia 11 de Julho de 2008[71]
  • Al Gore, Vice-Presidente dos EUA (1993–2001); Candidato democrata em 2000. Gore foi criado como um Batista do Sul, mas como Carter e Clinton, deixou a Convenção formalmente devido a seu desacordo com muitas das posições da SBC.
  • Bill Moyers, cresceu como um Batista do Sul, tendo sido educado no Seminário Teológico Batista do Sudoeste. Agora é membro da The Riverside Church em New York, uma congregação com alinhamento duplo com os Batistas Americanos e a Igreja Unida de Cristo. Secretário de imprensa do presidente Lyndon Johnson, depois publicador do Newsday, e jornalista e comentarista de TV famoso (CBS and PBS).

Outros que continuam como membros[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

Inline[editar | editar código-fonte]

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  4. Baker, Robert A. "Southern Baptist Beginnings," 2001 Baptist History and Heritage Society. Online em: http://www.baptisthistory.org/sbaptistbeginnings.htm
  5. Christine Leigh Heyrman, Southern Cross: The Beginning of the Bible Belt", Chapel Hill: University of North Carolina Press, 1998, pp.10-18, 155
  6. The origins of the Southern Baptist Convention: a historiographical.
  7. The Baptist Encyclopedia. Edited by William Cathcart. 2 Vols. Rev. ed. Philadelphia: Louis H. Everts, 1883. Accessible online: http://www.wmcarey.edu/carey/staughton/triennial.htm. Accessed 04–25–2007.
  8. See http://jsr.as.wvu.edu/2002/Reviews/moon.htm
  9. See http://findarticles.com/p/articles/mi_m1058/is_n21_v112/ai_17332136
  10. Organized in 1832
  11. See http://www.encyclopedia.com/doc/1G1-94160891.html.
  12. McBeth, H. Leon. The Baptist Heritage: Four Centuries of Baptist Witness. Nashville: Broadman, 1987.
  13. First Baptist Church building landmark restoration.
  14. The American Baptist Convention and the Civil Rights Movement: Rhetoric and Response, Dana Martin, 1999, page 44.
  15. This Side of Heaven: Race, Ethnicity, and Christian Faith. Edited by Robert J. Priest and Alvaro L. Nieves. Oxford University Press, 2007, pp 275 and 339
  16. History of Kentucky Baptists — 1770-1922.
  17. Flick, David. "How Fundamentalist Myths Changed the SBC." Onine: http://www.baptistlife.com/flick/Kingmaker%20Myth.htm. Accessed July 2, 2007
  18. Dilday, Russell. Higher Ground: A Call for Christian Civility. Macon, Georgia: Smyth and Helwys, 2007. ISBN 1–57312–469–9. Dilday was president of the Southwestern Baptist Theological Seminary from 1978 to 1994.
  19. Humphreys, Fisher. The Way We Were: How Southern Baptist Theology Has Changed and What It Means to Us All. Macon, Georgia: Smyth & Helwys, 2002. ISBN 1–57312–376–5
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  31. Southern Baptist numbers, baptisms drop.
  32. a b c http://www.sbc.net/bfm/bfmcomparison.asp Comparison of 1925, 1963, 2000 versions
  33. Afirmações de Posicionamento.
  34. O sacerdócio de todos os crentes.
  35. Competência da Alma.
  36. Credos e confissões.
  37. Mulheres no ministério.
  38. Church and state (em inglês).
  39. Missions (em inglês).
  40. Autonomy of local church (em inglês).
  41. Cooperation (em inglês).
  42. Sexuality (em inglês).
  43. Sanctity of life (em inglês).
  44. Age of Accountability: the age at which a child is old enough to understand the moral consequences of his or her actions and can be held accountable for sins.
  45. Aldon D. Morris and Shayne Lee. "The National Baptist Convention: Traditions and Contemporary Challenges." Available online: http://www.sociology.northwestern.edu/faculty/morris/docmorrislee-baptist.pdf Northwestern University Website. Accessed 07–19–2007. Pages 27-38 contain a discussion of long-standing attitudes regarding gender and their relationship to ministry.
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  47. Campbell, Kristen. "Baptist Church Ousted for Hiring Woman Pastor." Religion News Service. Available online: http://www.beliefnet.com/story/202/story_20231_1.html Accessed 09-26-2007
  48. Tammi Reed Ledbetter. "SBC and Women Pastors, Comprehensive Report Does Not Sustain Inflated Statistics (October 2000)." Disponível online: http://www.baptist2baptist.net/b2barticle.asp?ID=228 Baptist 2 Baptist Website. Accessed 07-19-07
  49. Campbell-Reed, Eileen R. and Pamela R. Durso. "Assessing Attitudes About Women in Baptist Life (2006)." Disponível online: http://www.bwim.info/index.php/html/main/welcome.html Baptist Women in Ministry Website. Accessed 07-18-2007
  50. Modelos recentes de ministérios diaconais.
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  53. Lista completa de convenções estaduais alinhadas à Convenção Batista do Sul.
  54. Convenção Batista da Flórida.
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  56. Convenção Estadual dos Batistas em Ohio.
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  67. O sermão de Bill Clinton sobre como ser um bom Cristão sem ser republicano - Beliefnet.com.
  68. "Carter & Clinton call for 'New Baptist Covenant.'" Baptist Press," January 10, 2007.
  69. New Baptist Covenant Celebration - News.
  70. www.confrariadecinema.com.br/noticias.jsp?id=2239
  71. Exit Strategy (em inglês).
  72. Baptist Press.

Geral[editar | editar código-fonte]

Fontes primárias[editar | editar código-fonte]

  • Baker, Robert. ed. A Baptist Source Book. Nashville, Tenn.: Broadman Press, 1966.
  • Religious Congregations & Membership in the United States, 2000. Glenmary Research Center

Fontes secundárias[editar | editar código-fonte]

  • Ammerman, Nancy, Baptist Battles: Social Change and Religious Conflict in the Southern Baptist Convention. Rutgers University Press, 1990.
  • Ammerman, Nancy, ed. Southern Baptists Observed University of Tennessee Press, 1993.
  • Baker, Robert. The Southern Baptist Convention and Its People, 1607–1972. Broadman Press, 1974.
  • Barnes, William. The Southern Baptist Convention, 1845–1953 Broadman Press, 1954.
  • Eighmy, John. Churches in Cultural Captivity: A History of the Social Attitudes of Southern Baptists. University of Tennessee Press, 1972.
  • Encyclopedia of Southern Baptists: Presenting Their History, Doctrine, Polity, Life, Leadership, Organization & Work Knoxville: Broadman Press, v 1–2 (1958), 1500 pp; 2 supplementary volumes 1958 and 1962; vol 5 = Index, 1984
  • Farnsley II, Arthur Emery, Southern Baptist Politics: Authority and Power in the Restructuring of an American Denomination; Pennsylvania State University Press, 1994
  • Fuller, A. James. Chaplain to the Confederacy: Basil Manly and Baptist Life in the Old South (2002)
  • Gatewood, Willard. Controversy in the 1920s: Fundamentalism, Modernism, and Evolution. Vanderbilt University Press, 1969.
  • Hankins, Barry. Religion and American Culture. Tuscaloosa and London: University of Alabama Press, 2002. Argues that Baptist conservatives see themselves as cultural warriors critiquing a secular and liberal America
  • Harvey, Paul. Redeeming the South: Religious Cultures and Racial Identities among Southern Baptists, 1865–1925. University of North Carolina Press, 1997
  • Heyrman, Christine Leigh. Southern Cross: The Beginnings of the Bible Belt (1998) 1770–1860
  • Hill, Samuel, et al. Encyclopedia of Religion in the South (2005)
  • Kell, Carl L. and L. Raymond Camp, In the Name of the Father: The Rhetoric of the New Southern Baptist Convention. Southern Illinois University Press, 1999
  • Leonard, Bill J. God's Last and Only Hope: The Fragmentation of the Southern Baptist Convention. Eerdmans Publishing Co., 1990.
  • Lumpkin, William L. Baptist History in the South: Tracing through the Separates the Influence of the Great Awakening, 1754–1787 (1995)
  • Marsden, George. Fundamentalism and American Culture: The Shaping of 20th Century Evangelicalism. Oxford University Press, 1980.
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  • Spain, Rufus B. At Ease in Zion: A Social History of Southern Baptists, 1865–1900 (1961)
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  • Wills, Gregory A. Democratic Religion: Freedom, Authority, and Church Discipline in the Baptist South, 1785–1900. Oxford University Press, 1997

Ligações externas[editar | editar código-fonte]