Cool Hand Luke

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Cool Hand Luke
O presidiário (PT)
Rebeldia indomável (BR)
 Estados Unidos
1967 • cor • 126 min 
Direção Stuart Rosenberg
Roteiro Donn Pearce
Frank Pierson
Elenco Paul Newman
George Kennedy
J.D.Cannon
Género Drama
Idioma Inglês
Página no IMDb (em inglês)

Cool Hand Luke (br.: Rebeldia Indomável / pt.: O presidiário) é um filme estadunidense de 1967 do gênero Drama dirigido por Stuart Rosenberg, com um forte tom contestatório próprio do inconformismo da sociedade que havia na época do lançamento. O roteiro de Donn Pearce e Frank Pierson adapta a novela homônima de autoria de Pearce. A canção do filme é uma composição de Lalo Schifrin e foi usada em uma versão diferente durante anos por vários programas de noticiário de TV americanos (e também um australiano), tornando-se mais lembrada por isso do que pelo próprio filme.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O ex-soldado condecorado Luke Jackson é aprisionado em uma colônia penal na Geórgia depois de se embriagar e danificar dezenas de parquímetros. Luke não aceita se submeter ao sistema e ao chegar percebe com desagrado que tanto os guardas como seus companheiros de prisão, liderados por Dragline, seguem regras rígidas. Luke e Dragline acabam lutando e os dois se tornam amigos. Depois de Luke blefar num jogo de pôquer e ganhar uma boa grana dos companheiros, Dragline lhe apelida de "Cool Hand" (algo como mão legal), trocadilho com "Full Hand" (mão cheia). Em meio as exaustivas e diárias tarefas forçadas, Luke inventa alguns jogos e apostas para passar o tempo, tais como um insólito desafio no qual diz que vai comer cinquenta ovos em uma hora.

Luke continua tentando cumprir sua pena de dois anos de forma despreocupada até que recebe a notícia de que sua mãe morreu. O capitão o prende na solitária para que ele não fuja para ir ao enterro, como outros fizeram antes. Luke se revolta e foge da prisão por diversas vezes e é sempre recapturado, o que o torna uma lenda entre os presos ao mesmo tempo que os policias que se chamam de "chefes" começam a tentar "quebrar" seu espírito e a submetê-lo a diversas torturas e intimidações. Até que chegará a hora em que Luke terá que se defrontar com o silencioso e perigoso guarda Godfrey "Sem olhos", que está sempre com um óculos de lentes espelhadas e pronto para atirar com seu inseparável rifle de mira telescópica.

Prêmios e homenagens[editar | editar código-fonte]

Cool Hand Luke venceu o Oscar de melhor ator coadjuvante (George Kennedy). Indicado para melhor ator (Paul Newman), melhor canção original e melhor roteiro adaptado.

Em 2003, o AFI elegeu Luke Jackson como o trigésimo maior herói dos filmes americanos. Em 2007, o filme ficou em 71º na lista dos cem filmes mais inspiradores.

A fala, ouvida duas vezes no filme:What we've got here is (a) failure to communicate ("O que nós temos aqui é uma falha de comunicação") se tornou famosa entre o público americano e foi eleita a 11ª entre as 100 mais memoráveis citações ouvidas no cinema americano.

Em 2005, a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos selecionou o filme para preservação por sua importância cultural, histórica e estética.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]