Copa do Mundo FIFA de 1978
| Copa do Mundo FIFA de 1978 Argentina '78 |
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| Dados | ||
| Participantes | 16 | |
| Organização | {{{organização}}} | |
| Anfitrião | ||
| Período | 1 de junho – 25 de junho | |
| Gol(o)s | 102 (média de 2,68 por partida) | |
| Jogos | ||
| Média | gol(o)s por partida | |
| Campeão | ||
| Vice-campeão | ||
| 3º colocado | ||
| Campeão do interior | {{{interior}}} | |
| Melhor marcador | ||
| Melhor ataque (fase inicial) | 07 golos: | |
| Melhor defesa (fase inicial) | nenhum gol: | |
| Maiores goleadas (diferença) |
Alemanha Ocidental Estádio Chateau Carreras, Córdoba 06 de junho |
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| Argentina Estádio Gigante de Arroyito, Rosário 21 de junho |
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| Público | 1.546.151 (média de 40.688 por partida) | |
| Média | pessoas por partida | |
| Outras divisões | ||
|---|---|---|
| {{{segunda_divisão}}} | {{{campeão_segunda}}} | |
| {{{terceira_divisão}}} | {{{campeão_terceira}}} | |
| {{{quarta_divisão}}} | {{{campeão_quarta}}} | |
| Premiações | ||
| Melhor jogador | {{{melhorjogador}}} | |
| Melhor goleiro | {{{melhorgoleiro}}} | |
| Melhor jogador jovem | {{{melhorjovem}}} | |
| Melhor treinador | {{{melhortreinador}}} | |
| Melhor árbitro | {{{melhorárbitro}}} | |
| Fair play | {{{fair_play}}} | |
| ◄◄ |
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A Copa do Mundo FIFA de 1978 foi a 11ª Copa do Mundo disputada, e contou com a participação de 16 países. 107 países participaram das eliminatórias. O campeonato ocorreu na Argentina.
Foi uma copa cercada de polêmicas. Muito se deveu ao clima político vivido na Argentina. O país vivia uma brutal ditadura imposta pelos militares, que viram na organização do torneio a oportunidade ideal para popularizar o regime e promover a distração nacional dos problemas políticos e econômicos. Uma autêntica política de "pão e circo".
O craque holandes, Johan Cruijff, se recusou a jogar a Copa, supostamente como forma de protesto contra o regime militar. A organização também apresentou muitas falhas. Os estádios ficaram, em alguns lugares, prontos na última hora, e por isso os gramados recém-plantados se soltavam sob os pés dos jogadores.
Enquanto a Argentina sediou quase todos os seus jogos em Buenos Aires, os principais rivais faziam um "tour" pelo país, se desgastando com longas viagens.
No grupo da Argentina, a Itália roubou a cena e venceu os seus três jogos da primeira fase. Com um gol de Bettega, despachou os donos da casa, 1 x 0. Era a geração de Paolo Rossi, Conti e Scirea começando a brilhar. A Argentina venceu Hungria e França, ambas por 2 x 1 e ficou com a segunda vaga. O bom time francês não levou sorte e acabou eliminado. Craques como Rocheteau, Platini, Tigana e Six brilhariam mais quatro anos depois (Marques, Armando - 2002 - "Todas as Copas do Mundo").
No grupo do Brasil, outro drama pós-70. A seleção canarinho, perdida em meio aos malabarismos táticos do técnico Cláudio Coutinho, não empolgava. O time era lento, apático e não se encontrava. Possuía dois jogadores da verdadeira linhagem de camisas 10, Zico e Roberto Rivellino (tricampeão em 1970), mas nenhum dos dois brilhou. No primeiro jogo, o Brasil empatou com a Suécia por 1 x 1. Neste jogo uma curiosidade: no último lance do jogo, há um escanteio a favor do Brasil. A bola é centrada na área e Zico marca um gol de cabeça. Mas o árbitro galês Clive Thomas anulou o gol, argumentando que encerrou o jogo com a bola no ar, após o córner. O Brasil ainda empatou com a Espanha em 0 a 0. E só se classificou ao vencer a Áustria no terceiro jogo, 1 x 0, gol de Roberto Dinamite. Mesmo com a derrota, a Áustria, que vencera os dois primeiros jogos, ficou com a outra vaga.
A Holanda, sem Cruijff, não era a mesma e também teve dificuldades em se classificar. Venceu o fraco Irã por 3 a 0, depois empatou com o Peru 0 a 0 e perdeu da Escócia por 3 a 2. O Peru foi a grande sensação do grupo, com seu futebol clássico e técnico, que tinha Teófilo Cubillas como seu principal artífice. Venceu, ainda na primeira fase, a Escócia por 3 a 1 e goleou o Irã por 4 a 1.
Alemanha Ocidental e Polônia dividiram as vagas de seu grupo entre si sem maiores dificuldades. Neste grupo, a Tunísia fez história ao conquistar a primeira vitória de uma seleção africana em copas, 3x1 no México.
Estavam na segunda fase: Argentina, Peru, Brasil e Polônia no Grupo A e Alemanha, Itália, Países Baixos e Áustria no grupo B.
Na segunda fase, a "Laranja Mecânica" reencontrou seu melhor futebol e embalou na Copa: goleou a Áustria por 5 x 1; empatou com a Alemanha Ocidental em 2 x 2 e ganhou da favorita Itália 2 x 1, conseguindo uma vaga para a final.
No grupo de Brasil e Argentina, o maior escândalo da história das Copas. O Brasil, modificado com as entradas de Rodrigues Neto, Jorge Mendonça e Roberto Dinamite nos lugares de Edinho, Zico e Reinaldo, se recuperou da apatia da 1ª fase e venceu o Peru por 3 a 0. A Argentina passou pela Polônia por 2 a 0. Em Rosário, argentinos e brasileiros duelaram uma verdadeira batalha, mas o jogo ficou no 0 a 0. Foi jogo nervoso, pois Coutinho escalou o jogador Chicão (falecido em 2008) para intimidar os argentinos com um jogo duro e de marcação. Mas este empate seria fatal para o Brasil. Na última rodada, a equipe venceu tranquilamente a Polônia por 3 a 1. Com este resultado, restava à Argentina vencer o Peru por 4 gols de diferença. Uma vantagem considerável, pois desde que César Luis Menotti se tornara técnico da seleção, os alvi-celestes jamais tinham vencido um jogo por mais de 3 gols. O Peru, literalmente, abriu mão do direito de jogar, e levou suspeitíssimos 6 a 0. Uma curiosidade: o goleiro peruano, Ramón Quiroga, era argentino de nascimento, e falhou em vários gols.
Ao Brasil, restou vencer a Itália na decisão de 3º lugar com um golaço de Nelinho, onde a bola fez uma curva improvável e surpreendeu o experiente goleiro Dino Zoff. O outro gol foi marcado por Dirceu, o grande destaque verde-amarelo no torneio.
Na grande final, num Estádio Monumental de Nuñez lotado, os donos da casa queriam a revanche de 1974 e o título em 78! A Argentina pressiona e Mario Kempes abre o placar. Os holandeses empatam com um belo gol de cabeça de Dirk Nanninga. Aos 45 do segundo tempo, um susto para os argentinos: Rensenbrink acerta a trave de Fillol, para alívio geral nas arquibancadas. Na prorrogação, a Argentina atropela os Laranjas com dois gols - Kempes, de novo, e Bertoni, vingando a derrota de 4 x 0 sofrida na Copa de 74. Para encerrar o controvertido certame, o emblemático Coutinho, treinador da seleção brasileira, soltou mais um de seus malabarismos linguísticos: "Nós somos os campeões morais desta Copa!". Todavia, o título real ficou mesmo com a Argentina.
Índice |
[editar] Curiosidades
- Pela primeira vez, as seleções ostentaram o logotipo do fabricante no uniforme.
- A primeira Copa em que a Argentina usou o escudo da AFA, Associação de Futebol Argentino no uniforme, nas Copas anteriores a camisa albiceleste estava sem o devido escudo.
- Foi a última Copa em que 16 seleções participariam da fase final. A partir do Mundial da Espanha, em 1982, seriam 24 seleções.
- O Brasil utilizou dezessete dos 22 jogadores inscritos. Apenas quatro disputaram todos os jogos completos: Leão, Oscar, Amaral e Batista.
- Para disputar suas sete partidas, o Brasil percorreu 4.659 quilômetros pela Argentina. Já a Argentina percorreu apenas 618.
- A Seleção Francesa tentou, sem êxito, boicotar a sua ida a Copa em resposta ao assassinato de freiras francesas por parte do Regime Militar.
- Na decisão entre as seleções da Argentina e Holanda, um torcedor de 49 anos sofreu um ataque cardíaco no momento em que atacante neerlandês Rob Rensenbrink acertara a trave do goleiro argentino Ubaldo Fillol, porém foi socorrido a tempo de festejar a conquista inédita do título.
- Os holandeses viraram de costas para o sanguinário ditador Jorge Rafael Videla na hora de receberem as suas medalhas de prata.
- Esta Copa protagonizou o segundo escândalo de doping da história do torneio. O meia escocês Johnstone foi flagrado nos exames antidoping na partida em que sua seleção foi derrotada pelo Peru por 3x1. Johnstone, após o anúncio do doping, e de seu desligamento da delegação, fez as malas, e voltou para casa mais cedo. Depois do episódio, ele nunca mais foi convocado pela Escócia em competições internacionais.
- No jogo Brasil e Suécia na 1ª fase, o jogo estava empatado em 1x1 até os acréscimos no final da partida, quando houve um escanteio a favor do Brasil. Quando o escanteio foi cobrado, o meia brasileiro Zico subiu de cabeça, e marcou o que seria o gol da vitória brasileira. Estranhamente, o juiz galês Clive Thomas encerrou o jogo, para desespero do time brasileiro. Sua alegação foi que ele terminara o jogo com a bola no ar. O time brasileiro entrou com duas representações contra o juiz na Comissão de Arbitragem e no Comitê Disciplinar da FIFA. O juiz foi afastado, e nunca mais apitaria uma partida de Copa.
- Eliminadas na primeira fase, as seleções da França e da Hungria proporcionaram um verdadeiro papelão, sendo que a França, em protesto contra as más arbitragens, entrou também de camisa branca, pois a mesma estava sorteada para os húngaros, o árbitro do jogo, o brasileiro Arnaldo César Coelho, se recusava a começar a partida, enquanto a questão dos uniformes não estivesse resolvida, os jogadores da França acabaram sendo obrigados a jogarem com uniformes verdes listrado de branco, cedidos as pressas por um time amador, o Kimberley, os franceses venceram por 3x1.
- O jornal inglês Sunday Times denunciou que os argentinos estavam fraudando os testes antidoping. Diziam que a urina para os exames após cada partida não era fornecida pelos jogadores, que inferiam fortes doses de anfetaminas. Um homem teria sido contratado só para urinar.
- O jogador Rob Rensenbrink da seleção neerlandesa, marcou o gol 1000 da história da Copa do Mundo, convertendo um penalti, no jogo Escócia 3x2 Países Baixos.
- A seleção da Tunísia tornou-se a primeira seleção africana a ganhar uma partida de Copa do Mundo, batendo o México por 3x1. As Águias de Cartago conseguiram ainda um empate em 0 a 0 com a Alemanha Ocidental, então campeã do mundo.
- O Brasil se autoproclamou "campeão moral" por ter sido a única seleção invicta da Copa e porque o goleiro do Peru, Quiroga, teria facilitado a partida contra a Argentina. A Argentina precisava ganhar de uma diferença superior a quatro gols. Ganhou de 6 a 0. Entretanto, Quiroga nasceu na Argentina e naturalizou-se peruano.
- Atendendo a pedidos das emissoras de TV argentinas que alegaram estarem se adaptando a era do canal a cores, novidade da época na vizinha Argentina, a FIFA repentinamente alterou o horário dos jogos decisivos do Grupo B das semifinais da Copa de 1978: sendo que o jogo Brasil x Polônia seria disputado no horário vespertino, e o jogo Argentina x Peru no horário noturno, o selecionado argentino entrou em campo praticamente com o resultado em mãos.
- Fernando Rodríguez Mondragón, filho de um chefe do tráfico de drogas Colombiano, declarou em 2007 à Rádio Caracol (Colômbia) que o desarticulado cartel de Cáli subornou a seleção do Peru, com uma cifra não revelada, para que deixasse a seleção da Argentina ganhar o decisivo jogo da segunda fase. A Argentina se classificou tendo os mesmos pontos que o Brasil, mas com melhor saldo de gols.
- Foi a única edição da Copa que o Brasil terminou sem ser derrotado e não foi campeão.
- Houve rumores de que a Ditadura Militar argentina desejava o título a todo custo, o que segundo algumas pessoas, explicaria boa parte dos episódios estranhos ocorridos durante a Copa. A comemoração da imensa torcida argentina pela vitória de 6x0 sobre o Peru serviu para acabar com os protestos das Mães da Praça de Maio, que buscavam informações dos filhos desaparecidos, pois os mesmos haviam feito vários protestos contra o governo militar do país.
- Quatro seleções retornam após um longo hiato:
Áustria : Após 20 anos (A última foi em 1958).
Espanha ,
França e
Hungria : Após 12 anos (A última foi em 1966).- 2 nações faziam sua primeira participação em copas:
Tunísia e
Irã
[editar] Sorteio
| Cabeças de Chave | Europa | América do Sul/América do Norte/África/Ásia |
|---|---|---|
[editar] Primeira Fase
[editar] Grupo 1
| Time | Pts | J | V | E | D | GF | GC | SG |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 6 | 3 | 3 | 0 | 0 | 6 | 2 | 4 | |
| 4 | 3 | 2 | 0 | 1 | 4 | 3 | 2 | |
| 2 | 3 | 1 | 0 | 2 | 5 | 5 | 0 | |
| 0 | 3 | 0 | 0 | 3 | 3 | 8 | -5 |
| 2 de junho de 1978 13:45 |
2–1 | Mar del Plata, Estádio José María Minella Árbitro: Rainea (Romênia) Público: 38,100 |
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| Paolo Rossi 29' Zaccarelli 54' |
Lacombe 1' |
| 2 de junho de 1978 19:15 |
2–1 | Buenos Aires, Estádio Monumental de Núñez Árbitro: Garrido (Portugal) Público: 71,615 |
||
| Luque 14' Bertoni 83' |
Csapó 9' |
| 6 de junho de 1978 13:45 |
3–1 | Mar del Plata, Estádio José María Minella Árbitro: Barreto (Uruguai) Público: 26,533 |
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| Paolo Rossi 34' Bettega 35' |
A. Tóth 81' (pen) |
| 6 de junho de 1978 19:15 |
2–1 | Buenos Aires, Estádio Monumental de Núñez Árbitro: Dubach (Suíça) Público: 71,666 |
||
| Passarella 45' (pen) Luque 73' |
Platini 60' |
| 10 de junho de 1978 (13:45)[1] |
3–1 | Mar del Plata, Estádio José María Minella Árbitro: Coelho (Brasil) Público: 23,127 |
||
| López 23' Berdoll 38' Rocheteau 42' |
Zombori 41' |
| 10 de junho de 1978 19:15 |
0–1 | Buenos Aires, Estádio Monumental de Núñez Árbitro: Klein (Israel) Público: 71,712 |
||
| Bettega 67' |
[editar] Grupo 2
| Time | Pts | J | V | E | D | GF | GC | SG |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 5 | 3 | 2 | 1 | 0 | 4 | 1 | 3 | |
| 4 | 3 | 1 | 2 | 0 | 6 | 0 | 6 | |
| 3 | 3 | 1 | 1 | 1 | 3 | 2 | 1 | |
| 0 | 3 | 0 | 0 | 3 | 2 | 12 | -10 |
| 1 de junho de 1978 15:00 |
0–0 | Buenos Aires, Estádio Monumental de Núñez Árbitro: Coerezza (Argentina) Público: 67,579 |
||
| 2 de junho de 1978 16:45 |
3–1 | Rosário, Estádio Gigante de Arroyito Árbitro: Gordon (Escócia) Público: 17,396 |
||
| Kaabi 55' Ghommidh 79' Dhouib 87' |
Vázquez Ayala 45' (pen) |
| 6 de junho de 1978 16:45 |
6–0 | Córdoba, Estádio Chateau Carreras Ref: Bouzo (Síria) Público: 35,258 |
||
| D. Müller 15' H. Müller 30' Rummenigge 38', 73' Flohe 44', 89' |
| 6 de junho de 1978 16:45 |
1–0 | Rosário, Estádio Gigante de Arroyito Árbitro: Martínez (Espanha) Público: 9,624 |
||
| Lato 43' |
| 10 de junho de 1978 16:45 |
0–0 | Córdoba, Estádio Chateau Carreras Árbitro: Orosco (Peru) Público: 30,667 |
||
| 10 de junho de 1978 16:45 |
3–1 | Rosário, Estádio Gigante de Arroyito Árbitro: Namdar (Irã) Público: 22,651 |
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| Boniek 43', 84' Deyna 56' |
Rangel 52' |
[editar] Grupo 3
| Time | Pts | J | V | E | D | GF | GC | SG |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 4 | 3 | 2 | 0 | 1 | 3 | 2 | 1 | |
| 4 | 3 | 1 | 2 | 0 | 2 | 1 | 1 | |
| 3 | 3 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 0 | |
| 1 | 3 | 0 | 1 | 2 | 1 | 3 | -2 |
| 3 de junho de 1978 13:45 |
2–1 | Buenos Aires, Estádio José Amalfitani Árbitro: Palotai (Hungria) Público: 40,841 |
||
| Schachner 9' Krankl 76' |
Dani 21' |
| 3 de junho de 1978 13:45 |
1–1 | Mar del Plata, Estádio José María Minella Árbitro: Thomas (País de Gales) Público: 32,569 |
||
| Reinaldo 45' |
Sjöberg 37' |
| 7 de junho de 1978 13:45 |
0–1 | Buenos Aires, Estádio José Amalfitani Árbitro: Corver (Países Baixos) Público: 41,424 |
||
| Krankl 42' (pen) |
| 7 de junho de 1978 13:45 |
0–0 | Mar del Plata, Estádio José María Minella Árbitro: Gonella (Itália) Público: 34,771 |
||
| 11 de junho de 1978 13:45 |
0–1 | Buenos Aires, Estádio José Amalfitani Árbitro: Biwersi (Alemanha Ocidental) Pública: 46,765 |
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| Asensi 75' |
| 11 de junho de 1978 13:45 |
1–0 | Mar del Plata, Estádio José María Minella Árbitro: Wurtz (França) Público: 35,221 |
||
| Roberto Dinamite 40' |
[editar] Grupo 4
| Time | Pts | J | V | E | D | GF | GC | SG |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 5 | 3 | 2 | 1 | 0 | 7 | 2 | 5 | |
| 3 | 3 | 1 | 1 | 1 | 5 | 3 | 2 | |
| 3 | 3 | 1 | 1 | 1 | 5 | 6 | -1 | |
| 1 | 3 | 0 | 1 | 2 | 2 | 8 | -6 |
| 3 de junho de 1978 16:45 |
3–1 | Córdoba, Estádio Chateau Carreras Árbitro: Eriksson (Suécia) Público: 37,927 |
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| Cueto 43' Cubillas 72', 77' |
Jordan 14' |
| 3 de junho de 1978 16:45 |
3–0 | Mendoza, Estádio Ciudad de Mendoza Árbitro: Archundía (México) Público: 33,431 |
||
| Rensenbrink 40' (pen), 62', 79' (pen) |
| 7 de junho de 1978 16:45 |
1–1 | Córdoba, Estádio Chateau Carreras Árbitro: N'Diaye (Senegal) Público: 7,938 |
||
| Eskandarian 43' (g.c.) | Danaeifard 60' |
| 7 de junho de 1978 16:45 |
0–0 | Mendoza, Estádio Ciudad de Mendoza Árbitro: Prokop (Alemanha Oriental) Público: 28,125 |
||
| 11 de junho de 1978 16:45 |
4–1 | Córdoba, Estádio Chateau Carreras Árbitro: Jąrguz (Polônia) Público: 21,262 |
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| Velásquez 2' Cubillas 36' (pen), 39' (pen), 79' |
Rowshan 41' |
| 11 de junho de 1978 16:45 |
3–2 | Mendoza, Estádio Ciudad de Mendoza Árbitro: Linemayr (Áustria) Público: 35,130 |
||
| Dalglish 44' Gemmill 47' (pen), 68' |
Rensenbrink 34' pen Rep 71' |
[editar] Segunda Fase
[editar] Grupo A
| Time | Pts | J | V | E | D | GF | GC | SG |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 5 | 3 | 2 | 1 | 0 | 9 | 4 | 5 | |
| 3 | 3 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 0 | |
| 2 | 3 | 0 | 2 | 1 | 4 | 5 | -1 | |
| 2 | 3 | 1 | 0 | 2 | 4 | 8 | -4 |
| 14 de junho de 1978 13:45 |
5–1 | Córdoba, Estádio Chateau Carreras Árbitro: Gordon (Escócia) Público: 25,050 |
||
| Brandts 6' Rensenbrink 35' (pen) Rep 36', 53' W. van de Kerkhof 82' |
Obermayer 79' |
| 14 de junho de 1978 13:45 |
0–0 | Buenos Aires, Estádio Monumental de Núñez Árbitro: Maksimović (Iugoslávia) Público: 67,547 |
||
| 18 de junho de 1978 16:45 |
2–2 | Córdoba, Estádio Chateau Carreras Árbitro: Gordon (Escócia) Público: 25,050 |
||
| Abramczik 3' D. Müller 70' |
Haan 27' R. van de Kerkhof 84' |
| 18 de junho de 1978 16:45 |
1–0 | Buenos Aires, Estádio Monumental de Núñez Árbitro: Rion (Bélgica) Público: 66,695 |
||
| Paolo Rossi 14' |
| 21 de junho de 1978 13:45 |
3–2 | Córdoba, Estádio Chateau Carreras Árbitro: Klein (Israel) Público: 38,318 |
||
| Vogts 59' (g.c) Krankl 66', 87' |
Rummenigge 19' Hölzenbein 72' |
| 21 de junho de 1978 13:45 |
2–1 | Buenos Aires, Estádio Monumental de Núñez Árbitro: Martínez (Espanha) Público: 67,433 |
||
| Brandts 10' Haan 75' |
Brandts 18' (g.c.) |
[editar] Grupo B
| Time | Pts | J | V | E | D | GF | GC | SG |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 5 | 3 | 2 | 1 | 0 | 8 | 0 | 8 | |
| 5 | 3 | 2 | 1 | 0 | 6 | 1 | 5 | |
| 2 | 3 | 1 | 0 | 2 | 2 | 5 | -3 | |
| 0 | 3 | 0 | 0 | 3 | 0 | 10 | -10 |
| 14 de junho de 1978 16:45 |
3–0 | Mendoza, Estádio Ciudad de Mendoza Árbitro: Rainea (Romênia) Público: 31,278 |
||
| Dirceu 15', 28' Zico 73' (pen) |
| 14 de junho de 1978 19:15 |
2–0 | Rosário, Estádio Gigante de Arroyito Árbitro: Eriksson (Suécia) Público: 37,091 |
||
| Kempes 16', 71' |
| 18 de junho de 1978 13:45 |
1–0 | Mendoza, Estádio Ciudad de Mendoza Árbitro: Partridge (Inglaterra) Público: 35,288 |
||
| Szarmach 65' |
| 18 de junho de 1978 19:15 |
0–0 | Rosário, Estádio Gigante de Arroyito Árbitro: Palotai (Hungria) Público: 37,326 |
||
| 21 de junho de 1978 16:45 |
3–1 | Mendoza, Estádio Ciudad de Mendoza Árbitro: Cavanna (Chile) Público: 39,586 |
||
| Nelinho 12' Roberto Dinamite 57', 63' |
Lato 45' |
| 21 de junho de 1978 19:15 |
6–0 | Rosário, Estádio Gigante de Arroyito Árbitro: Wurtz (França) Público: 37,315 |
||
| Kempes 21', 46' Tarantini 43' Luque 50', 72' Houseman 67' |
[editar] Disputa de 3º Lugar
| 24 de junho de 1978 15:00 |
2–1 | Buenos Aires, Estádio Monumental de Núñez Árbitro: Klein (Israel) Público: 69,659 |
||
| Nelinho 64' Dirceu 72' |
Causio 38' |
[editar] Final
| 25 de junho de 1978 15:00 |
1–3 (Prorrogação) | Buenos Aires, Estádio Monumental de Núñez Árbitro: Gonella (Itália) |
||
| Nanninga 82' | Kempes Bertoni |
-
Mario Kempes marcando seu primeiro gol na final de 1978 -
Kempes (à esquerda), comemorando após seu segundo gol; Daniel Bertoni celebra buscando a bola nas redes
[editar] Grupos
[editar] Grupo 1
[editar] Grupo 2
[editar] Grupo 3
[editar] Grupo 4
[editar] Premiações
| Campeã da Copa do Mundo FIFA de 1978 |
|---|
Argentina Primeiro Título |
[editar] Individuais
| Bola de Ouro | Bola de Prata | Bola de Bronze | Premio Yashin | FIFA Prêmio Fair Play |
|---|---|---|---|---|
| Chuteira de Ouro | Chuteira de Prata | Chuteira de Bronze | Melhor Jogador Jovem |
|---|---|---|---|
[editar] All-Star Team
| Goleiros/Guarda-Redes | Defensores/Defesas | Meias/Médios | Atacantes/Avançados |
|---|---|---|---|
[editar] Artilharia
Referências
- ↑ Partida atrasada para 14:30 devido aos dois times terem vido com uniformes semelhantes, com camisas brancas. Após 45 minutos de atraso, os franceses usaram as camisas de um time local, Club Atlético Kimberley.