Copenhaga

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Copenhaga (português europeu) ou Copenhague (português brasileiro)
No sentido horário: A Igreja de Mármore, Castelo Rosenborg, Jardins de Tivoli, Pequena Sereia, Nyhavn, Palácio de Amalienborg, Operaen, Strøget, Metro
No sentido horário: A Igreja de Mármore, Castelo Rosenborg, Jardins de Tivoli, Pequena Sereia, Nyhavn, Palácio de Amalienborg, Operaen, Strøget, Metro
Brasão oficial de Copenhaga (português europeu) ou Copenhague (português brasileiro)
[[Brasão de Copenhaga (português europeu) ou Copenhague (português brasileiro)|Brasão]]
Apelido: "Cidade dos Pinaculos"
A localização de Copenhaga (Copenhagen), na Dinamarca destacada em letras garrafais.
A localização de Copenhaga (Copenhagen), na Dinamarca destacada em letras garrafais.
País  Dinamarca
Região da Capital
prefeito Frank Jensen (PSD)
Área  
  Total 88,25 km²
População  
  Cidade 557,920
    Densidade   6,300/km2/km²
  Urbana 1,213,822[1] [2]
  Metro 1 935 746
   -Densidade metropolitana   643/km2/km²
  (2012)
Website: www.kk.dk

Copenhaga (português europeu) ou Copenhague (português brasileiro) (em dinamarquês Loudspeaker.svg? København [kʰøb̥ənˈhɑʊ̯ˀn, kʰøb̥m̩ˈhɑʊ̯ˀn], que significa "porto do mercador") é a capital e maior cidade da Dinamarca, com uma população urbana de 1,213,822 habitantes (2012)[1] e uma população metropolitana de 1 935 746 habitantes (2012)[2] . Copenhague situa-se nas ilhas da Zelândia e Amager.

História[editar | editar código-fonte]

O estreito de Oresund entre Malmö e Copenhague com Malmö em primeiro plano e a ilha de Amager e parte do sul de Copenhague em segundo plano

Pela primeira vez documentada no século XI, Copenhague tornou-se a capital da Dinamarca no início do século XV, e durante o século XVII, sob o reinado de Cristiano IV, tornou-se um importante centro regional.

Muitos historiadores acreditam que a cidade remonta à era Viking, quando já existia um vilarejo de pescadores de nome "Havn" (porto) no local. A partir de meados do século XII, a vila cresceu em importância após passar às mãos do Arcebispo Absalão, que a fortificou em 1167, ano tradicionalmente mencionado com o da fundação de Copenhaga. O excelente porto incentivou o seu crescimento até tornar-se um centro comercial importante. Copenhaga sofreu repetidos ataques da Liga Hanseática, quando os alemães começaram a interessar-se pelo local. Em 1254, foi elevada à categoria de cidade durante o bispado de Jakob Erlandsen.

No período entre 1658 e 1659, enfrentou um forte cerco promovido pelos suecos, sob o comando de Carlos X. Em 1801, uma frota britânica comandada pelo almirante Parker travou a batalha de Copenhaga contra a marinha dinamarquesa, no porto da cidade. O bombardeio da cidade em 1807 (a segunda batalha de Copenhaga) por uma força expedicionária britânica causou danos intensos e centenas de mortos.

Nos anos 1850, as muralhas da cidade foram abertas para permitir o desenvolvimento urbano, com a construção de novos edifícios. Em 1901, a cidade expandiu-se novamente, de modo a incorporar comunidades com 40 000 habitantes, o que tornou Frederiksberg um enclave dentro de Copenhaga.

A cidade foi ocupada por tropas alemãs entre 9 de abril de 1940 e 4 de maio de 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, juntamente com o restante do país. Copenhaga expandiu-se consideravelmente após a guerra.

Desde 2000, as cidades de Copenhaga e Malmö são ligadas por uma ponte/túnel (a ponte do Øresund), utilizada por veículos rodoviários e ferroviários.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Pouco depois de sua fundação, a cidade foi batizada com o simples nome hafnæ , que, em dinamarquês, significa "porto". Eventualmente, o nome tornou-se mais complicado com o passar do tempo, dando lugar ao nome Køpmannæhafn, que significa "Baía dos Mercadores", dando lugar ao presente nome de København, "porto do mercador". Copenhague tem sido mencionada desde o século XI também pelo nome Hafnia, forma em latim que deriva do nome original da cidade, já o nome em português deriva do alemão Kopenhagen. A bactéria Hafnia leva o nome da cidade, após ser descoberta em 1954 pelo dinamarquês Vagn Møller, do Statens Serum Institut, em Copenhague. O elemento químico háfnio também foi batizado desta forma em homenagem à cidade.

Administração[editar | editar código-fonte]

Nyhavn com sua arquitetura do século XVII, um dos pontos mais visitados da cidade

Copenhaga está situada no leste da Ilha Zelândia, com uma parte da cidade na Ilha de Amager. A cidade é plana com pequenos desníveis devido às glaciações que provocaram extremo intemperismo na Escandinávia. Em Copenhaga a parte mais plana está na Zelândia, o Norte e o Sul da cidade possuem um terreno mais acidentado. No noroeste da cidade (nas proximidades de Søborg e Høje Gladsaxe) existe uma grande cadeia montanhosa com colinas, cujo a altura pode chegar a 50 metros acima do nível do mar. A água acumulada entre as colinas forma lagos exuberantes. O ponto mais elevado da cidade está dentro da Floresta Rude Skov. O ponto mais alto chega a 91 metros. Já pode ser encontrada a 10 metros abaixo da superfície uma camada de Rocha Cálcaria (formada pela Glaciação) causando grandes problemas para cidade.

Distritos oficiais[3] Outras zonas
  • 1. Indre By
  • 2. Østerbro
  • 3. Nørrebro
  • 4. Vesterbro/Kongens Enghave
  • 5. Valby
  • 6. Vanløse
  • 7. Brønshøj-Husum
  • 8. Bispebjerg
  • 9. Amager Øst
  • 10. Amager Vest
  • Slotsholmen
  • Frederiksstaden
  • Islands Brygge
  • Holmen
  • Christiania (bairro autônomo)
  • Carlsberg
  • Sluseholmen
  • Amagerbro
  • Ørestad
  • Nordhavnen
  • Bellahøj
  • Brønshøj
  • Ryparken
  • Vigerslev

Distritos oficiais

Demografia[editar | editar código-fonte]

Quartel-general da polícia

Com a conclusão da transnacional Ponte de Oresund em 2000, Copenhague se tornou o centro da crescente integração da Região Transnacional de Oresund. Dentro desta região, Copenhague e a cidade sueca de Malmö estão em processo de conurbação em uma área metropolitana comum. Com cerca de 2,7 milhões de habitantes num raio de 50 km, Copenhague é uma das áreas mais densamente povoadas no norte da Europa. Copenhague é a cidade mais visitada dos países nórdicos, com 1,3 milhão de turistas internacionais em 2007.[4]

Já não há cálculos estatísticos para o total da população da Grande Copenhaga. A recém-criada Região da Hovedstaden, não inclui os subúrbios no sul da Greve Kommune, Solrod e Koge. Estatísticas da Dinamarca revelam valores distintos para a população da cidade de Copenhaga, e se você tomar os valores da Região da Hovedstaden - 1973 km², 1 603 008 habitantes e 812 habitantes / km² - e colocá-las juntamente com dados de Greve Kommune, você obterá uma população de 1 835 467 em uma área de 2673 km² (2008) de acordo com o órgão. Isto dá uma densidade populacional de 686 habitantes por km². Os 18 municípios da área metropolitana da Grande Copenhaga, de acordo com as estatísticas, formam a maior área metropolitana do país.

Economia[editar | editar código-fonte]

Sede da Møller & Maersk, uma das maiores empresas do país

Como principal centro de comércio da Dinamarca, Copenhaga controla as exportações e importações do país através do seu porto marítimo, que é um porto franco.

A cidade comercializa sobretudo produtos derivados do leite, da e do gado. As suas indústrias são variadas e incluem a têxtil, a química, a de motores, a de construção naval, a de relógios, a de artigos de pele, a do tabaco, a do mobiliário, a do chocolate, refinarias de açúcar, a de licores, destilarias e a de instrumentos musicais. No entanto, as mais famosas são a de artigos de porcelana (a Fábrica Real de Copenhaga foi fundada há 200 anos) e a de prata artesanal.

Embaixada suiça em Copenhague

Copenhaga possui uma universidade que data do século XV, a Real Universidade Veterinária e Agrícola e a Universidade Técnica da Dinamarca. É o centro de arte e literatura no contexto da Europa do Norte. Possui um teatro real desde 1874, com um consagrado ballet e uma biblioteca real com 600 000 livros.

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Metro de Copenhague
Casas modernas na marina de Copenhague
A Biblioteca Real da Dinamarca

Copenhague é um importante centro regional de cultura, negócios, mídia e ciência. Em 2008, Copenhague ficou na 4ª posição pela revista, de propriedade do Financial Times, fDi Magazine em sua lista de "Top 50 Cidades Europeias do Futuro", depois de Londres, Paris e Berlim.[5] No Índice de Centros Mundiais de Comércio de 2008, publicado pela MasterCard, Copenhague foi classificada 14ª posição no mundo e na 1ª na Escandinávia.[6] No Índice de Cidades Globais de 2008, Copenhague foi classificada na 36ª posição no mundo, 15ª na Europa e 2ª na Escandinávia.[7] Ciências da vida, tecnologias de informação e de navegação são importantes sectores de pesquisa e desenvolvimento que desempenham um papel importante na economia da cidade.

Sua localização estratégica e excelente infraestrutura, com o maior aeroporto da Escandinávia,[8] situado a 14 minutos de trem do centro da cidade, tornou-a um pólo regional e um local popular para a sedes regionais de empresas,[9] bem como anfitriã de convenções internacionais. Como resultado, Copenhague é classificada na 3ª posição na Europa Ocidental e na 1ª posição entre os países nórdicos para atrair sedes de empresas e órgãos internacionais.[10]

Copenhague tem sido repetidamente reconhecida como uma das cidades com melhor qualidade de vida do planeta[11] [12] [13] e em 2008 foi apontada como a cidade mais habitável do mundo pela revista internacional Monocle no seu "Top 25 de Cidades mais Habitáveis" de 2008.[14] Também é considerada uma das cidades mais ecológicas do mundo, com a água no interior do porto da cidade sendo tão limpa que pode ser usada para a natação, além de 36% de todos os cidadãos da cidade irem de bicicleta ao trabalho todos os dias.

Desde a virada do milênio, a cidade tem visto um forte desenvolvimento urbano e cultural e tem sido descrita como uma cidade em crescimento.[15] Isto é parcialmente devido a investimentos maciços em equipamentos culturais, bem como infraestrutura e uma nova onda de sucesso de designers, chefs e arquitetos.[16] Viajantes apontaram Copenhague como a cidade mais limpa da Europa.[17]

Transportes[editar | editar código-fonte]

A cidade de Copenhaga possui uma infraestrutura moderna de transportes que faz da cidade uma das mais modernas da Europa setentrional nestes parâmetros.

Rodoviário[editar | editar código-fonte]

Copenhague dispõe de uma grande rede de rodovias e estradas públicas que conectam a capital dinamarquesa a diversas cidades locais, como a moderna Malmö na Suécia.[18] Porém, a quantidade de estradas está se tornando um critério obsoleto em relação ao tráfego crescente e aos congestionamentos contínuos na cidade.

Ciclismo[editar | editar código-fonte]

Bryggebroende, uma ponte exclusiva tanto para pedestres quanto para ciclistas em Copenhague, onde 37% da população montam em suas bicicletas todos os dias

Durante as horas de pico, cerca de 37% da população de Copenhaga utilizam bicicletas para evitar os congestionamentos cada vez mais frequentes na cidade, fazendo com que Copenhaga seja reconhecida como uma das cidades com maior número de ciclistas no mundo.[19] Essa porcentagem deve subir para 40% até 2012 e para 50% até 2015. O governo de Copenhaga também investe bastante na construção e manutenção de vias de ciclismo.

Como resultado, foi criado o termo Copenhagenize para descrever a política de incentivos da governo dinamarquês à construção de vias de ciclismo. Em reconhecimento a essa política de Copenhaga, a cidade foi escolhida pela União Ciclística Internacional como a primeira Bike City.

Aeroportuário[editar | editar código-fonte]

Christiansborg, a única construção do mundo que abriga simultaneamente os três poderes

O porto de Copenhaga tem perdido sua influência e reconhecimento como porto industrial. Em 2001, o porto de Copenhaga se fundiu com o porto de Malmö para criar o Copenhagen Malmö Port, que se destaca atualmente como destino de cruzeiros. Em 2007, o Porto Copenhaga-Malmö Port recebeu 286 cruzeiros e 420 000 passageiros.[20] Em 2008, o porto recebeu cerca de 310 navios e mais de 560 00 passageiros.[21]

O Aeroporto de Copenhagen é o principal aeroporto da cidade, sendo também o maior da Escandinávia e um dos 17 maiores da Europa. O aeroporto localiza-se na ilha de Amager, a cerca de quinze minutos do centro da cidade. A localização também faz com que o aeroporto sirva a região sul da Suécia. O Aeroporto de Copenhaga ganhou o prêmio de "o melhor aeroporto da Europa" quatro vezes e de "o melhor aeroporto do mundo" duas vezes, sendo considerado um dos sete melhores aeroportos do mundo e o melhor da Europa.

Áreas verdes[editar | editar código-fonte]

O Jardim do Rei, do Castelo Rosenborg

Copenhague é uma cidade verde, com muitos parques de pequeno ou grande porte. Foi institucionalizada uma lei municipal em Copenhague, em 2015, que todos os cidadãos devem ter um parque ou praia a menos de 15 minutos de casa a pé.[22] Em conformidade com esta lei, vários novos parques, incluindo o inovador Superkilen, foram concebidos ou estão em desenvolvimento em áreas carentes de espaços verdes. O Jardim do Rei, do Castelo Rosenborg, é o parque mais antigo e mais visitado em Copenhague. Seu paisagismo foi iniciado por Christian IV em 1606. Todos os anos, o parque recebe mais de 2 500 000 visitantes.

Também localizado no centro da cidade está o Jardim Botânico, particularmente notável pelo grande numero de estufas do século XIX que concentra-se lá, doadas pelo fundador da cervejaria Carlsberg J.C Jacobsen. O Fælledparken, com 58 hectares, é o maior parque da cidade, sendo popular para a prática de esportes e por sediar eventos anuais como a ópera ao ar livre, além de outros concertos e o Grande Prêmio de Copenhague, uma corrida de carros antigos. Muitos dos cemitérios da cidade são também usados como parques, assim como em várias cidades europeias: seus labirintos, gramados e avenidas arborizadas são usadas para atividades mais calmas como banho de sol ou meditação. O maior deles é o Vestre Kirkegaard, com 54 hectares.

Copenhague também conta com três praias, com um total aproximado de 8 quilômetros de praias de areia a 30 minutos de bicicleta do centro da cidade.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Rua do centro antigo de Copenhague

Copenhague passou por uma forte transformação cultural que a colocou na lista dos destinos culturais e artísticos mais procurados, junto com Amsterdão e Barcelona.[23] Este crescimento no âmbito cultural é resultado de investimentos pesados na melhoria da infra-estrutura e na cultura dinamarquesa, além da valorização dos arquitetos dinamarqueses na arquitetura mundial. Copenhague também acolheu o pintor Paul Gauguin.

A popular praia Amager Strandpark
O moderno Koncerthuset
Lago Søerne

Museus[editar | editar código-fonte]

A cidade de Copenhague possui uma grande variedade de museus a nível internacional. O Museu Nacional da Dinamarca (Nationalmuseet) é o maior museu de arqueologia e história natural do país. O Museu Nacional de Arte da Dinamarca também é destacado no âmbito de história da arte e abriga obras nacionais e internacionais que datam desde o início do século XII.

Drama, Dança e Música[editar | editar código-fonte]

Na música, destaca-se o Koncerthuset (Copenhagen Concert Hall). Projetado por Jean Nouvel, esta estrutura gigantesca possui quatro salas além do auditório principal com capacidade para 1800 pessoas. O Copenhagen Concert Hall abriga a Orquestra Sinfônica Nacional da Dinamarca e é considerado, junto com o Walt Disney Concert Hall de Los Angeles, o auditório mais caro já construído.[24]

A Casa de Ópera de Copenhague (Operaen), inaugurada em 2005 através dos projetos de Henning Larsen, é a casa da Ópera Nacional da Dinamarca e figura entre as casas de ópera mais modernas do mundo. O também arrojadoSkuespilhuset inaugurado em 2008 é um premiado edifício, notável por sua arquitetura, situado em frente ao porto, no centro da cidade. Ele foi criado como um local especialmente dedicado a atuações dramáticas, comédias e recitais.

Já o antigo Teatro Real da Dinamarca que data de 1748 ainda funciona como um cenário suplementar ao circuito de espetáculos na cidade. O Teatro Real é também a casa do Balé Real Dinamarquês. Fundado em 1748, juntamente com o teatro, figura entre uma das mais antigas companhias de balé da Europa. E ainda é casa para o método August Bournonville de aprendizagem.

Restaurantes e cafés[editar | editar código-fonte]

O primeiro café inaugurado em Copenhague foi o do tradicional Hotel D'Angleterre em 1831, no entanto a cultura de cafés espalhados por toda cidade só deu inicio no ano de 1976, com a abertura do Café Sommersko. Atualmente, existem cerca de 300 cafés espalhados por toda a cidade principalmente nos distritos de Indre By, Østerbro e Vesterbro, onde há uma grande concentração deles.

A partir do início do século XXI, vários dos restaurantes em Copenhague têm sido reconhecidos entre os melhores do mundo. O restaurante Noma, que detém duas estrelas no Guia Michelin (2007-12), foi eleito o melhor restaurante do mundo por três vezes. A cidade ainda tem mais 11 de seus restaurantes com uma estrela no aclamado guia, o que faz de Copenhague a cidade nórdica com o maior acúmulo de estrelas por vários anos.

Fazem parte, da cultura da cidade, os pølsevogn (carrinhos de cachorro-quente), que têm sido tradicionalmente os locais favoritos para fast food, mas que, agora, enfrentam grande concorrência por parte de hamburguerias, pizzarias, sushi-bares, entre outros.

Copenhague é também a capital onde o alimento orgânico tem a maior quota de mercado a nível mundial. Uma em cada dez compras é de comida orgânica. Um dos objetivos do governo municipal é que até 90% da comida servida em casas de repouso e instituições municipais sejam de origem orgânica.

Um pølsevogn

Esportes[editar | editar código-fonte]

Copenhague possui vários times de futebol, dos quais se destacam o Brøndby IF e o FC Copenhague. O Brøndby IF joga no Brøndby Stadion e o FC Copenhague manda seus jogos no Estádio Parken.

Em 2011, Copenhague será a sede do UCI Road World Championships, ou, em português, Mundial de Estrada (Ciclismo).

Pontos turísticos[editar | editar código-fonte]

O Palácio de Amalienborg, onde reside a Família real dinamarquesa, e a igreja de mármore Frederikskirke ao fundo

Referências

  1. a b http://statistikbanken.dk/statbank5a/default.asp?w=768
  2. a b http://www.kk.dk/FaktaOmKommunen/Internationalt/~/media/FD4632CE69FE4809B8AC103890E72FA7.ashx
  3. Københavns bydele. Københavns Kommune. Página visitada em 31 December 2012.
  4. Top 150 City Destinations: London Leads the Way
  5. Top 50 European City of the Future 2008/09. Página visitada em 2009-01-05.
  6. Worldwide Centers of Commerce Index. Página visitada em 2009-01-05.
  7. The 2008 Global Cities Index (2008). Página visitada em 2 August 2009.
  8. Copenhagen Airport. Página visitada em 2009-01-06.
  9. Copenhagen Region Ranks 3rd in Western Europe for Attracting Head Offices (2009-01-06). Página visitada em 2009-07-24.
  10. Danish Trade Council - China
  11. A great place to live. Página visitada em 2009-01-06.
  12. Copenhagen is Scandinavia's most desirable city. Página visitada em 2009-01-09.
  13. Europe's 10 Best Places To Live. Página visitada em 2009-01-06.
  14. Copenhagen. Página visitada em 2009-01-05.
  15. Cool Boom Towns. Página visitada em 2009-01-06.
  16. Copenhagen is Scandinavia's most desirable city. Página visitada em 2009-01-06.
  17. Copenhagen Capacity
  18. Logistics. Página visitada em 2009-01-05.
  19. 11 most bicycle-friendly cities in the world. Página visitada em 2009-01-05.
  20. Ny rekord i 2007: 286 krydstogtskibe til København. Página visitada em 2009-01-06.
  21. Cruise Season 2008: New companies and larger ships. Página visitada em 2009-01-06.
  22. En grøn og blå storby. Københavns Kommune. Página visitada em 5 January 2009.
  23. Cool Boom Towns. Página visitada em 2009-01-09.
  24. DRs koncerthus - et af verdens dyreste. Página visitada em 2009-01-09.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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