Coritiba Foot Ball Club

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Coritiba
Coritiba FBC (2011) - PR.svg
Nome Coritiba Foot Ball Club
Alcunhas
Coxa-Branca
Coxa
Cori
Verdão
Campeão do Povo
Campeoníssimo
Glorioso
Torcedor/Adepto Coxa-Branca
Coxa
Coritibano
Mascote Vovô Coxa[1]
Fundação 12 de outubro de 1909 (104 anos)
Estádio Estádio Major Antônio Couto Pereira
Capacidade 34.872 pessoas[2]
Localização Brasão de Armas do Município de Curitiba.png Curitiba, Paraná PR, Brasil Brasil
Presidente Brasil Vilson Ribeiro de Andrade
Treinador Brasil Celso Roth
Patrocinador Brasil CAIXA
Brasil Pro Tork[3]
Estados Unidos Coca-Cola[4]
Brasil Dufrio [5]
Brasil Nossa Saúde
Material esportivo Estados Unidos Nike[6]
Competição Paraná Campeonato Paranaense
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana
Paraná PR 2014
Brasil CB 2014
Brasil A 2014
Flags of the Union of South American Nations.gif SA 2014
3º colocado
Em andamento
Em Abril
A classificar
Paraná PR 2013
Brasil CB 2013
Brasil A 2013
Flags of the Union of South American Nations.gif SA 2013
Campeão
2ª Fase
11º colocado
Oitavas
Paraná PR 2012
Brasil CB 2012
Brasil A 2012
Flags of the Union of South American Nations.gif SA 2012
Campeão
Vice-campeão
13ºcolocado
2ª Fase
Ranking nacional Aumento 14º lugar, 11.492 pontos[7]
Website Coritiba.com.br
Kit left arm coxa1314h.png Kit body coxa13h.png Kit right arm coxa1314h.png
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Kit socks.png
Uniforme
titular
Kit left arm coxa13a.png Kit body coxa13a.png Kit right arm coxa13a.png
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Coritiba Foot Ball Club, conhecido apenas por Coritiba, é um clube desportivo brasileiro, da cidade de Curitiba. Popularmente chamado de Coxa, foi fundado em 12 de outubro de 1909 por descendentes de alemães, tornando-se o primeiro time de futebol do Paraná e um dos mais populares do estado. Suas cores tradicionais são o verde e o branco e e seu estádio é o Couto Pereira, o maior do Paraná, inaugurado em 1932.

Foi o primeiro clube do futebol paranaense a conquistar o Campeonato Brasileiro, em 1985, quebrando a hegemonia de equipes de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais que perdurava desde 1971. O alviverde curitibano foi também a primeira equipe paranaense a participar da Copa Libertadores da América, em 1986. Além de ter conquistado 1 Campeonato Brasileiro, o Coxa soma 37 títulos do Campeonato Paranaense, sendo o atual recordista de taças na história do torneio estadual e o detentor de um inédito hexacampeonato. Possui também 2 vice-campeonatos na Copa do Brasil, em 2011 e 2012 e 2 Campeonatos Brasileiros da série B, conquistados em 2007 e 2010. É o clube paranaense que mais jogou a 1ª Divisão do Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil, com 36 e 19 participações respectivamente, e ainda o recordista mundial de vitórias consecutivas (24) em competições oficiais, feito alcançado entre fevereiro e maio de 2011.[8] [9] [10]

Tem como grande rival local o Atlético, com quem faz o clássico Atle-Tiba, uma das grandes rivalidades do futebol brasileiro.[11] Também tem como grande adversário o Paraná Clube, com quem faz o duelo Paratiba. De acordo com a empresa BDO RCS Auditores Independentes, a marca do clube é a décima terceira de maior valor no Brasil, e a de maior valor do Paraná, ultrapassando os 92 milhões de reais.[12] .

Índice

História[editar | editar código-fonte]

Frederico Fritz Essenfelder, fundador do Coritiba

Fundação[editar | editar código-fonte]

No ano de 1909, diversos jovens se reuniam no Clube Ginástico Teuto-Brasileiro Turnverein, local onde os imigrantes e descendentes de alemães que residiam em Curitiba, se reuniam para a prática de esportes. Em uma das reuniões de julho a atenção de todos estava voltada para Frederico "Fritz" Essenfelder, importante membro do grupo, que apareceu no local com uma bola de couro na mão. Fritz apresentou o objeto aos colegas, explicando que se tratava de uma bola de futebol, demonstrou os principais fundamentos daquele novo esporte, além de alguns relatos que deixaram todos entusiasmados. Após aquele dia, Fritz e seus companheiros de clube, começaram a promover partidas entre eles no campo do Quartel da Força Pública.

Cquote1.svg "Fritz fez no Paraná, o que Charles Miller produziu no Brasil: divulgou a bola e o jogo apaixonante. Cquote2.svg
Luiz Geraldo Mazza[13]

Algum tempo depois, chegou o convite para que disputassem uma partida contra um time formado por ingleses e funcionários que trabalhavam na estrada de ferro de Ponta Grossa. Na noite dia 12 de outubro de 1909, Fritz convocou uma reunião no antigo Theatro Hauer, para poderem tomar algumas decisões para a excursão que realizariam até o interior do estado. Foi nessa reunião que decidiram fundar a primeira equipe de futebol do estado, primeiramente chamada de "Teuto-Brasileiro".

A equipe pioneira do Coritiba, em sua primeira partida oficial em 23 de outubro de 1909.

A primeira partida[editar | editar código-fonte]

No dia 23 de outubro de 1909, foi realizada em Ponta Grossa, a primeira partida oficial do Coritiba. O time adversário era chamado de Clube de Foot Ball de Tiro Pontagrossense, formado por ingleses e funcionários da American South Brazilian Engineering Co.. A partida terminou 1 x 0 para os donos da casa com gol do Elias Mota.

O time base do Coritiba naquele primeiro confronto era formado pelos próprios fundadores do Clube: (em pé) Arthur Iwersen, Erothildes Carlberg, Leopoldo Obladen, Arthur Hauer, Alfredo Labsch, Alfredo Hauer e Walter Dietrich; (no meio) Teodoro Obladen, Carlos Schleker e Roberto Juchks; (sentados) Fritz Essenfelder, Johann Maschke, Waldemar Hauer, Alvin Hauer e Rudolf Kaastrup.

O antigo "Theatro Hauer", sede da fundação do Coritiba, o primeiro clube de futebol do estado.

A fundação do Clube[editar | editar código-fonte]

Já no dia seguinte ao jogo em Ponta Grossa, entusiasmados com o novo esporte, os jovens discutiram a possibilidade da criação de um novo clube dedicado exclusivamente a prática do futebol. Como entre os praticantes, que já ultrapassavam 50, havia pessoas de origem não-germânica, a ídeia era também tornar o novo clube independente do Clube Turnverein, que era um clube particular que não permitia a associação de pessoas que não fossem de origem alemã. Em dezembro de 1909 a idéia começou a tomar vulto iniciando-se uma série de reuniões no Theatro Hauer. Após várias reuniões, finalmente no dia 30 de janeiro de 1910 foi fundado o "Coritibano Foot Ball Club", nome pelo qual os jovens foram tratados em Ponta Grossa quando lá jogaram.

A primeira assembléia foi realizada em 21 de abril de 1910, após o clube solicitar todas as regras do esporte no Rio de Janeiro e em São Paulo. Nela aconteceu a votação para a primeira diretoria, composta pelo presidente João Viana Seiler e seu vice Arthur Hauer, primeiro e segundo secretário José Júlio Franco e Leopoldo Obladen respectivamente, primeiro e segundo tesoureiro Walter Dietrich e Alvim Hauer respectivamente, e Fritz como o capitão do time. Foi nessa assembléia que o nome do clube foi alterado para "Coritiba", antiga grafia da capital paranaense, uma vez que já havia na cidade um clube social chamado Coritibano. Com a fundação do Coritiba Foot Ball Club, abria-se o ciclo de futebol no estado do Paraná.

Décadas de 1910 e 1920[editar | editar código-fonte]

Inicia-se então a procura por um campo. O local escolhido foi o hipódromo do Guabirotuba, ex-Jockey Clube do Paraná (até 1955), e atual Puc-PR, que além de ter as arquibancadas necessárias para acomodar os torcedores, possuía no centro da pista de corridas uma grande área que não era utilizada. Após o local ser devidamente adaptado para acomodar as partidas de futebol, o novo estádio passou a ser chamado de Prado do Guabirotuba, e foi aonde o Coritiba jogou até 1917. A inauguração foi no dia 12 de junho de 1910, contra o Ponta Grossa Foot Ball Club (nova denominação do Clube de Foot Ball de Tiro Pontagrossense). Vitória Coritibana por 5 x 3. Está foi a primeira partida de futebol realizada na capital paranaense, sendo assistida por pouco mais de 200 pessoas.[14]

João Viana Seiler (primeiro sentado a esquerda), um dos grandes empresários da época, foi o primeiro presidente do Coritiba.

Em 1915 são disputados pela primeira vez o Campeonato da Cidade e o Campeonato Paranaense, com o Coritiba participando nas duas competições. Já no ano seguinte, sagra-se campeão em ambas as competições. No dia 02 de julho de 1916, a goleada de 7x0 sobre o Spartano pelo campeonato estadual, se torna a primeira grande goleada do clube em jogos oficiais. O destaque do time no ano foi José Bermudes, mais conhecido como Maxambomba, que viria a se tornar o primeiro jogador de uma equipe paranaense a ser convocado para a seleção brasileira.[15] Em 1917 vence também o Torneio Afonso Camargo e passa a jogar no Parque da Graciosa, no Juvevê, onde ergueu um novo estádio no qual ficou até 1932.[16]

A década de 20 foi marcada pelo desaparecimento e fusão de vários times. Viver do futebol naquela época era muito difícil, pois os atletas ganhavam o suficiente apenas para comer. Contudo, mesmo com dificuldades o Coritiba permaneceu vivo. Em 1920 é campeão do Torneio Início. No ano seguinte, vence novamente o Torneio Início, assim como o Torneio da Cruz Vermelha e o Torneio de Tiradentes. No mesmo ano, no dia 15 de agosto, a vitória por 1x0 sobre Seleção Paulista, que era a base da Seleção Brasileira, coloca pela primeira vez o futebol paranaense em evidência a âmbito nacional. O atacante Maxambomba e o meia Gonçalo Pena são convocados para servirem a seleção brasileira no Campeonato Sul-Americano de 1921, atual Copa América. Em 1924 disputa a primeira partida oficial contra aquele que viria a se tornar seu maior rival dentro do estado, o Clube Atlético Paranaense. A partida, disputada no dia 08 de junho, termina na goleada de 6x3 para o Coritiba, com quatro gols de Ninho. No dia 15 de agosto de 1926, vence a Seleção Gaúcha por 3x1. Os gaúchos tiveram seus uniformes roubados e jogaram com a camisa do Atlético-PR. Esta partida gerou o Dia do Atleta Coritibano. No mesmo ano, no dia 07 de novembro, aplica a maior goleada da história do Campeonato Paranaense, 13x1 sobre o Paraná Sports, com cinco gols de Staco. Em 1927, já com Antônio Couto Pereira como presidente, vence o campeonato estadual numa campanha de oito vitórias em nove jogos, e com Staco marcando sete gols na vitória de 9x0 sobre o Savoia. No mesmo ano, vence também o Campeonato da Cidade e a Taça Fox, que da início a rivalidade entre Coritiba e Atlético-PR.

Décadas de 1930 e 1940[editar | editar código-fonte]

Em 1930 o Coritiba é campeão do Torneiro Início. No dia 23 de novembro, a goleada de 7x4 sobre o Atlético-PR, se torna o clássico com maior número de gols da história. No ano seguinte, vence o Campeonato Paranaense e o Campeonato da Cidade. O campeonato estadual de 1931 é um capítulo a parte na história coritibana, principalmente a decisão com o Palestra Itália, que contou com um personagem que está eternizado na história do clube, Moacir Gonçalves, o primeiro negro a vestir a camisa de um clube da capital. Moacir era treinador e jogador do Coritiba, fato comum na época. O que não era comum, eram negros na capital paranaense. Vendo sua equipe perder por 3x1, com o Palestra precisando apenas do empate, Moacir resolveu se escalar para o jogo. Faltando 20 minutos, o Coxa virou a partida, que terminou em 5x4 pro Coxa. Outro importante personagem daquela temporada foi José Fontana, um jovem gandula do Coritiba apelidado pelo capitão do time Pizzatto de "Rei dos Vagabundos", por ficar sempre deitado a espera da bola. Durante os treinos para o jogo de domingo, o goleiro titular se atrasou. Pizzatto então convocou o jovem gandula de 16 anos para o gol. Sua atuação deixou todos atônitos, e no dia seguinte foram registrá-lo na Federação para estrear já na partida de domingo. O jogo em questão, era um Atle-Tiba na Baixada, que terminou em 1x0 pro Coxa. O melhor jogador em campo foi o goleiro, que passou a ser conhecido apenas por Rei e que, posteriormente, se tornaria o primeiro goleiro paranaense a ser convocado para defender a seleção brasileira.[17] Em 1932 vence o Torneio Início e o Torneio dos Cronistas Esportivos. No 07 dia de agosto, vence o Atle-Tiba por 6x1 jogando na casa do rival e com um time composto, na sua maioria, por reservas. No dia 19 de novembro, é inaugurado o estádio Belfort Duarte. O jogo de inauguração foi diante do América-RJ, atual campeão Carioca, que terminou em 4x2 para o time paranaense. Segue então uma fase de vitórias em vários campeonatos, contando com Campeonato da Cidade (1933, 1935 e 1939), campeonato estadual (1933, 1935 e 1939), Torneio Arthur Friedenreich (1934) e Torneio Início (1939).

No dia 23 de janeiro de 1941, o Coritiba realiza a sua primeira partida contra uma equipe estrangeira, empatando com o Gimnasia y Esgrima La Plata da Argentina no Belfort Duarte.[18] Em 1941 e 1942 conquista o seu primeiro bicampeonato estadual, Neno marca sete gols na vitória de 10x2 sobre o Jacarezinho em 1 de fevereiro de 1942. No dia 18 de março, o amistoso que termina na vitória de 4x1 sobre o Avaí, inalgura os refletores do Belfort Duarte e se torna o primeiro jogo noturno do Paraná. No dia 08 de dezembro, o Coritiba aplica a sua primeira grande goleada contra um time de fora do estado, vencendo o Internacional por 7x4 num amistoso no Belfort Duarte.[19] Em 1943 vence o Torneio Imprensa e o Torneio Luis Aranha. Em 1944, vence o Torneio Getúlio Vargas, e no ano seguinte, conquistam o torneio Cidade de Curitiba. Na mesma época Couto Pereira deixa a presidência do clube após dois mandatos e treze anos no comando do time. Em 1946 e 1947 conquista o Campeonato da Cidade e o bicampeonato estadual. Em 1947, por se tornar campeão no aspirante, amador, juvenil eprofissional, é apelidado de campeoníssimo.[19] No dia 12 de julho de 1949, O Coritiba realiza a sua primeira partida contra uma equipe de fora do continente sul-americano, vencendo o Rapid Viena da Áustria por 4x0 na Vila Capanema.[18] O Rapid Viena era o atual campeão austríaco.

  • Pizzato: Um dos grandes zagueiros da história do clube. Dificilmente perdia uma dividida de bola e sempre vencia nas bolas aéreas.
  • Pizzattinho, o "Cabelos de Fogo": Para as gerações mais antigas, não houve nada igual ao meia no futebol paranaense. Carrasco atleticano, marcou 15 gols no arquirrival.[20]
  • Moacyr Gonçalves: Atuando pelo clube no início da dédaca de 30, se tornou o primeiro negro a jogar e treinar um time da capital paranaense.
  • Neno, Ídolo do clube e herói da pátria: Muito forte, era um pesadelo para os zagueiros, que não conseguiam impedi-lo de chutar a gol. Artilheiro dos quatro primeiros campeonatos estaduais disputados com a camisa do Coritiba. Na FEB, durante a 2° Guerra, lutou contra o nazismo e o fascismo.[21]
  • Rei, o "Rei dos Vagabundos": De gandula preguiçoso (que ficava esperando a bola deitado no gramado) à goleiro do time, se tornaria o primeiro goleiro paranaense a jogar na Seleção Brasileira.[17] [22]

Décadas de 1950 e 1960[editar | editar código-fonte]

Em 1950 o Coritiba conquista o Torneio Triangular de Curitiba, e em 1951 e 1952 o Torneio Início e o bicampeonato estadual. É campeão em 1953 dos Torneios Quadrangular Interestadual e Quadrangular de Londrina. Tanto em 1954 quanto 1956 é campeão estadual. Em 1956, já sob o comando de Aryon Cornelsen, que permaneceu na presidência até 1963. No ano seguinte, é bicampeão paranaense e ganha também o Torneio Início. Em 1959 é novamente campeão estadual, terminando a década de 50 com seis títulos estaduais conquistados.

Em 1960 o Coxa é bicampeão paranaense. No mesmo ano, perdeu o célebre jogo da moeda para o Grêmio, pela Taça Brasil. Após três empates sucessivos entre as equipes, a vaga foi decidida no cara ou coroa. Em 1967 Evangelino da Costa Neves é eleito presidente do clube, permanecendo por mais de vinte anos, em três mandatos. No dia 06 de agosto, vence o Atlético de Madrid da Espanha no Belfort Duarte, por 3 x 2, com 3 gols de Walter.[18] No dia 12 de dezembro, vence a seleção da Hungria, por 1 x 0 no Belfort Duarte.[18] A Hungria venceu a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1966.

Em 1968 o Coxa é campeão paranaense após oito anos de jejum, e também vence o Torneio Internacional de Verão. No dia 02 de junho enfrentou o Nápoli da Itália, no Belfort Duarte.[18] No dia 13 de novembro, o time do Coritiba enfrentou, com a camisa da Federação, a seleção brasileira no Belfort Duarte, resultando em 2 x 1 para o Brasil.[23]

Em 1969 o Coritiba é bicampeão estadual e faz sua primeira excursão para o exterior, participando de jogos amistosos na Alemanha, Áustria, Bulgária, Holanda e Bélgica,[24] participa também do III Torneio Cidade de Murcia, na Espanha,[24] e conquista a Taça Pierre Colon, na França.[24] Durante estes torneios, o Coxa enfrentou as principais equipes de cada país, o Valência da Espanha, o Borússia Dortmund da Alemanha, o Bordeaux da França, o Feyenoord da Holanda, o Áustria Viena da Áustria, o Levski da Bulgária, e o Anderlecht da Bélgica.

  • Krüger, o "Flecha Loira": Uma lenda viva do Coritiba. Rápido como uma flecha, chegou a ficar entre a vida e a morte quando sofreu uma trombada com o goleiro do Água Verde, em 1970. Retornou e conquistou outros vários títulos pelo clube.[25]
  • Fedato, o "Estampilla Rubia": Foi o maior zagueiro da história do Coritiba e do futebol paranaense. Ganhou destaque por ter uma postura leal em campo. Ficou 80 jogos sem receber cartões (amarelo ou vermelho).[26]
  • Duílio: Foi o maior artilheiro da história do Coritiba e do Campeonato Paranaense.[27]
  • Miltinho: Chegou ao clube com 18 anos e durante 13 anos foi titular absoluto do Coritiba e de todas as Seleções Paranaenses que foram formadas. Dono de um futebol de encher os olhos, encantava a torcida e irritava os adversários com a facilidade que chegava ao gol e com seus passes precisos.[28]

Década de 1970[editar | editar código-fonte]

Em 1970, querendo agitar a torcida e reunir recursos para aumentar o Belfort Duarte, Evangelino usa a estratégia do concorrente Atlético e passa a fazer contratações de vulto. Na primeira leva, chegam Rinaldo (ex-Palmeiras), Joel Mendes (ex-Santos) e Hidalgo (ex-XV de Piracicaba), que faria história como capitão da equipe. O time parte então novamente numa excursão internacional, participando de jogos amistosos na França, Iugoslávia, Argélia, Romênia e Portugal,[29] chegando a enfrentar durante a competição a seleção da Argélia e o Sporting de Portugal. Conquista também em 1970 e 1971 o Torneio Internacional de Verão.

Em 1971 o Coxa assume a hegemonia definitiva do futebol paranaense na chamada década de ouro. O título estadual abre a série do hexacampeonato (1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976), a maior sequência de vitórias na história do profissionalismo no futebol paranaense. No dia 18 de janeiro do mesmo ano, vence a seleção da França por 2 x 1 no Belfort Duarte.[18] Dias antes a França havia vencido a seleção Argentina.

Em 1972, na terceira excursão internacional, participando de jogos amistosos na Argélia e Marrocos,[30] participa também do Triangular na Turquia.[30] Durante a excursão, o Coxa chega a enfrentar o Fenerbahçe e as seleções da Turquia e de Marrocos. Ao retornar invicto ao Brasil, recebe a Fita Azul. No mesmo ano, enfrenta no Belfort Duarte o Benfica de Portugal e as seleções da Hungria e do Congo.[18]

Em 1973 o Coritiba vence o Torneio do Povo, se tornando a primeira equipe do sul do Brasil a conquistar um torneio de âmbito nacional. No dia 18 de junho do mesmo ano, vence a seleção do Paraguai por 1 x 0 no Belfort Duarte.[18] Conquista ainda o Quadrangular de Goiás em 1975 e a Taça Cidade de Curitiba/Taça Clemente Comandulli em 1976 e 1978. Em 1977 o nome do estádio Belfort Duarte é alterado para Major Antônio Couto Pereira, e nos anos de 1978 e 1979 o time é bicampeão estadual, terminando a década de 70 com oito títulos estaduais conquistado. Ainda em 1979, termina o campeonato nacional em terceiro lugar.

  • Jairo, o "Pantera": Foi o jogador que mais vestiu a camisa do clube.[31]

Década de 1980[editar | editar código-fonte]

Em 1980 o Coxa é o quarto colocado do campeonato brasileiro, tendo aplicado duas goleadas de 7 x 1 durante a competição, uma no Ferroviário e outra no Desportiva.[32] Contudo, após a competição entra em crise administrativa e financeira que reflete no futebol, e que deixou a equipe sem títulos importantes até 1985.

Em 1981 vence o Quadrangular do Trabalhador, e devido as más campanhas no Estadual, participa em 1981 e 1983 da Taça da Prata, a segunda divisão do campeonato brasileiro. Em 1983 vence o Torneio Ak-Waba, na Costa do Marfim. Neste torneio o Coritiba chegou a enfrentar a seleção da Bulgária duas vezes, pois os búlgaros, inconformada com a derrota sofrida dias antes por 2 x 0, desafiam o Coritiba para uma partida revanche que terminaria empatada em 1 x 1. Em 1984 o Coxa volta à primeira divisão e termina o Campeonato Brasileiro em oitavo lugar.

1985 - Campeão Brasileiro[editar | editar código-fonte]

Em 1985 acontece a maior glória do Coritiba e do futebol paranaense até então. Desacreditada, a equipe comandada por Ênio Andrade suplanta os desafios e conquista o título brasileiro vencendo nos pênaltis o Bangu em pleno Maracanã. Torcedores de Vasco, Flamengo, Fluminense e Botafogo foram apoiar o Bangu, somando mais de 91 mil pagantes. Mesmo sendo campeão, o Coritiba terminou o Campeonato Brasileiro de 1985 com saldo de gols negativo. Devido a somatória da péssima primeira fase, com as fases subsequentes do Campeonato de 1985, o Coritiba é o único time do mundo que foi campeão de uma competição nacional com saldo de gols negativo, apesar de ter tido saldo negativo apenas na primeira fase.

No mesmo ano do título nacional, o Coxa conquista também o Torneio Maurício Fruet e participa de dois amistosos contra a equipe do Cerro Porteño, empatando a primeira partida por 0 x 0 em Assunción (Paraguai), e vencendo a segunda por 2 x 0 no Couto Pereira.[18]

Em 1986 o Coxa participa da Copa Libertadores da América se tornando o primeiro time paranaense a disputar a competição. No mesmo ano é campeão paranaense. No mesmo ano é rebaixado para a série B do Campeonato Brasileiro, entrando para a seleta lista de times que sofreram o rebaixamento portando o título de Campeão Brasileiro. Em 1987 é convidado para integrar o Clube dos 13 e participa da Copa União(Campeonato Brasileiro), mesmo tendo sofrido o rebaixamento em 1986, devido ao fato da CBF ter reorganizado o Campeonato Brasileiro naquele ano.

Em 1989 conquista o campeonato estadual. No mesmo ano, fazia boa campanha no Brasileiro, mas se nega a aceitar uma mudança de calendário que fazia com que o time jogasse um dia antes do Vasco da Gama – seu adversário no grupo. O Coxa então não compareceu ao jogo contra o Santos em Juiz de Fora e foi punido pela CBF com a derrota por 1 x 0, a perda de mais 5 pontos e a queda automática para a Série B. No dia 18 de junho, o Coxa vence a seleção do Japão por 1 x 0 no Couto Pereira.[18]

Década de 1990[editar | editar código-fonte]

Em 1990 o drama do ano anterior ainda abate o clube, que entra em uma nova crise que se propaga por toda a primeira metade da década. Ainda assim, o time conseguiu um bom desempenho na Copa do Brasil de 1991, chegando às semi-finais. Após dois anos amargando a segundona, em 1992 o Coxa consegue retornar para a primeira divisão do campeonato nacional, porém torna a cair em 1993. Em 1995, após uma derrota para o Matsubara, Evangelino Neves é pressionado a deixar o clube. Édison Mauad, Sérgio Prosdócimo e Joel Malucelli assumem o Coritiba e lutam para aplacar as dívidas e montar um bom time. Conseguem o vice campeonato da Série B, vendo seu maior rival Atlético Paranaense ser campeão, e recolocam o Coritiba na primeira divisão.

Em 1997 o Coxa é campeão do Festival Brasileiro de Futebol. No ano seguinte, no dia 19 de janeiro, vence por 3 x 1 a simpática porém limitada seleção da Jamaica, que participaria, meses depois, da Copa do Mundo.[18] No Brasileiro de 1998, o time faz uma grande campanha, acabando a primeira fase em terceiro lugar. Na fase de mata-mata, porém, é eliminado pela Portuguesa, terminando a competição na sexta colocação. Vale mencionar que no jogo da eliminação o Coritiba foi valente, vencia o jogo e poderia ter ampliado com o atacante Claudinho, que perdeu o gol da classificação tentando encobrir o goleiro da Portuguesa com dois companheiros ao lado.

Em 1999, o clube volta a ser campeão paranaense após um jejum de nove anos.

  • Alex, "O Menino de Ouro": Uma das maiores revelações da história do clube. Ídolo e craque de marca maior, retornaria para o clube que o revelou e do qual é torcedor, após 15 anos.
  • Pachequinho: Um dos atletas mais lembrados. Atuou nos anos negros do clube. Tão bom jogador que ganhou status de ídolo secular sem sequer conquistar um título pelo Coxa.
  • Cléber Arado: Após "fugir" da concentração do maior rival para assinar contrato com o Coritiba, se tornaria o artilheiro e um dos principais responsável pela conquista do Campeonato Estadual após um jejum de nove anos.

Década de 2000[editar | editar código-fonte]

Em 2001, o clube teve um bom primeiro semestre, sendo vice-campeão da Copa Sul-Minas e chegando à semi-final da Copa do Brasil. Porém no campeonato estadual acabou eliminado nas semi-finais mais uma vez pelo carrasco Paraná, após massacrar o jogo inteiro, acabou levando o gol da desclassificação aos 48 minutos do segundo tempo, do volante Fernando Miguel. Esse gol é lamentado até hoje pela grande partida feita pelos guerreiros coxas branca.

Em 2002, depois de um início claudicante, o Coritiba melhora na temporada e brilha como uma das melhores equipes do campeonato brasileiro. Porém, o Coxa acabou derrotado pelo já rebaixado Gama na fase de classificação, por 4 a 0 no Distrito Federal, dando adeus à possibilidade de disputar o título brasileiro. Nos próximos dias, lança o projeto de clube-empresa. Em 2003, além de ser campeão estadual invicto, chega em quinto no Campeonato Brasileiro, o primeiro de pontos corridos da história, conquistando o direito de disputar a Libertadores da América no ano seguinte. Em 2004, conquista o bicampeonato estadual e participa das copas Sul-Americana e Libertadores da América.

Em 2005, após uma campanha aquém no Campeonato Brasileiro, o time é rebaixado para a Série B da competição. Naquele ano, o Coritiba teve a quarta maior média de público do campeonato, com 18.688 pessoas por jogo. Em 2006, o time começou sob o comando do técnico Marcio Araújo, e posteriormente Estevam Soares. Após eliminações no Campeonato Paranaense e na Copa do Brasil, Estevam foi demitido, sendo substituído por Paulo Bonamigo. Durante o Campeonato Brasileiro, o Coritiba chegou a liderar a competição por diversas rodadas, mas acabou em sexto lugar, não conseguindo uma das quatro vagas disponíveis para voltar à Série A.

Em 2007, Guilherme Macuglia era o novo técnico, assumindo a posição durante o Campeonato Paranaense, a Copa do Brasil e parte do Campeonato Brasileiro. Em junho de 2007, Renê Simões é contratado como novo técnico após demissão de Macuglia. Durante esse período, os jogadores revelados pelas categorias de base do clube destacavam-se no time, como o zagueiro Henrique, os meias Marlos e Pedro Ken e o atacante Keirrison, além de jogadores como Gustavo, Túlio e o goleiro Edson Bastos. No dia 3 de novembro, com quatro rodadas de antecedência, o Coritiba garantiu matematicamente o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro ao empatar com o Vitória no Couto Pereira.[33] No dia 24 de novembro, valendo pela última rodada, com a vitória sobre a equipe do Santa Cruz no Estádio do Arruda, o Coxa sagrou-se campeão da Série B do Campeonato Brasileiro de 2007.[34]

Em 2008, vence o campeonato estadual, e no campeonato brasileiro garante uma vaga na Copa Sul-Americana. No fim do ano, a diretoria do clube anunciou um projeto do novo estádio, em uma construção começando no final de 2009 e durando dois anos.[35] No começo de novembro o projeto foi apresentado ao então prefeito da cidade, Beto Richa (que rejeitou o projeto em maio de 2009), com planos de um local multiuso para em torno de quarenta mil pessoas, com um orçamento de R$ 200 milhões.[36]

A Temporada 2009[editar | editar código-fonte]

Na temporada 2009, foi comemorado o centenário do clube, mas no primeiro semestre, a equipe perdeu o campeonato estadual para o maior rival, o Atlético Paranaense e derrotado nas semifinais da Copa do Brasil.

No Campeonato Brasileiro, o clube se manteve basicamente na zona intermediária, chegando à última rodada com chances de ser rebaixado. O jogo era em casa, contra o Fluminense, e o Coritiba precisava apenas de uma vitória para evitar o descenso. O jogo terminou empatado e a combinação deste resultado com a vitória do Botafogo perante o Palmeiras por 2 a 1, resultou no rebaixamento do clube.[37] Alguns vândalos, insatisfeitos, protagonizaram cenas de violência: invadiram o gramado para tentar agredir o árbitro e agrediram policiais, arremessando objetos. Em razão da irrefletida conduta desses vândalos, o STJD puniu o clube com a perda do mando de campo de 10 jogos e multa de 5 mil reais.[38] [39] [40] [41] O time cumpriu a íntegra da sanção desportiva, jogando mais do que um turno inteiro do Brasileirão da Série B, de 2010, longe do Estádio Couto Pereira, mandando seus jogos na Arena Joinville, situada na cidade de Joinville de onde se despediu em 07 de setembro de 2010, com vitória de 3x1 sobre a equipe do Náutico.[42]

Temporadas de 2010/2011/2012 : Dois vice-campeonatos da Copa do Brasil e supremacia no Estadual[editar | editar código-fonte]

Em 2010, o Coritiba conquista o campeonato estadual e a torcida alviverde comemora o título antecipado em cima do maior rival com vitória por 2 a 0 no Couto Pereira, com gols de Marcos Aurélio e Geraldo.[43] Durante o Campeonato Brasileiro, o time não era considerado um favorito ao título, devido ao exílio de 10 jogos em Santa Catarina, mas o clube se mostrou forte, e mesmo longe de "casa", se saiu muito bem, voltou ao Couto Pereira como líder da competição. Voltando a jogar em seu estádio no dia 18 de setembro, na vitória por 2 a 0 sobre a Portuguesa, com os 30.414 torcedores presentes (28.134 pagantes) fazendo uma grande festa.[44]

No dia 9 de novembro de 2010, com três rodadas de antecedência, o Coritiba garantiu definitivamente a volta à Série A do Campeonato Brasileiro após vencer o Duque de Caxias por 3 a 2 em São Januário.[45] No dia 20 de novembro, ao empatar com o Icasa no Romeirão, o Coxa sagrou-se campeão da Série B do Campeonato Brasileiro de 2010 com uma rodada de antecedência.[46] O time ainda mostrou uma superação incrível no ano de 2010, pois muitos acharam que após o episódio de 6 de dezembro de 2009 o time não teria chances de se recuperar em tão pouco tempo.

Em 24 de abril de 2011, precisando apenas de um empate para levar o título com uma rodada de antecedência, o Coritiba sagrou-se mais uma vez Campeão Paranaense de Futebol, ao golear por 3 a 0 Atlético Paranaense, em jogo disputado na Arena da Baixada. O bicampeonato estadual foi conquistado de forma invicta, com apenas dois empates.[47]

No dia 28 de abril, ao vencer o Caxias por 1 a 0 em jogo válido pelas oitavas-de-final da Copa do Brasil de 2011, o clube entrou para a história do Futebol Brasileiro ao bater o recorde de vitórias seguidas, que até então o clube dividia com o Palmeiras de 1996, que conseguiu 21 vitórias em série, e que passa a ser do Coxa.[48] . Com a vitória sobre o Cianorte, fechando invicto o Campeonato Paranaense de 2011, e a goleada por 6 x 0 contra o Palmeiras, pela Copa do Brasil, o Coxa atingiu a marca de 24 vitórias seguidas.

Ainda em 2011, o Coritiba se classificou para a final da Copa do Brasil de 2011, após vencer o Ceará, feito inédito para um clube do estado. Na final, contra o Vasco da Gama, perdeu o primeiro jogo por 1 a 0 e ganhou o segundo, em casa, por 3 a 2, perdendo a disputa no critério de gols marcados fora de casa.

Em 2012, o Coxa venceu novamente o Campeonato Paranaense, vencendo o time Sub-23 do Atlético Paranaense e atingindo o tricampeonato e também se classificou novamente para a final da Copa do Brasil. Porém, na decisão do torneio nacional, mais uma vez ficou em segundo lugar, novamente diante de sua torcida, com um empate (1 a 1) contra o Palmeiras[49] . O clube paranaense já havia sido derrotado na primeira partida ante a equipe palestrina por 2 a 0, em Barueri[50] . Na Copa Sul-Americana, eliminação precoce: derrota por 1 a 0 para o Grêmio em Porto Alegre[51] e vitória por 3 a 2 no Couto Pereira[52] classificaram a equipe gaúcha para a fase final da competição pelo critério dos gols marcados como visitante.

Cronologia[editar | editar código-fonte]

Cronologia do Coritiba Foot Ball Club

Títulos[editar | editar código-fonte]

HONRARIAS
Competição Títulos Temporadas
Guinness World Records Logo.png Recorde mundial de vitórias consecutivas 1 2011Cscr-featured.png
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Cbf brazilian championship trophy.svg Campeonato Brasileiro 1 1985
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro - Série B 2 2007 e 2010
Brasil Torneio do Povo 1 1973
Brasil Festival Brasileiro 1 1997Cscr-featured.png
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Paraná Campeonato Paranaense 37 1916, 1927, 1931, 1933, 1935Cscr-featured.png, 1939, 1941, 1942, 1946, 1947, 1951, 1952, 1954, 1956, 1957, 1959, 1960, 1968, 1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 1979, 1986, 1989, 1999, 2003Cscr-featured.png, 2004, 2008, 2010, 2011Cscr-featured.png, 2012 e 2013
Paraná Torneio Início do Paraná 10 1920, 1921, 1930, 1932, 1939, 1941, 1942, 1951, 1952 e 1957
CAMPANHAS EM DESTAQUE
Competição Títulos Temporadas
CBF Brazilian Cup.png Vice-campeão da Copa do Brasil 2 2011 e 2012
Mapa Regiao Sul do Brasil (somente).PNG Minas Gerais Vice-campeão da Copa Sul-Minas 1 2001

Cscr-featured.png Invicto

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

Últimas dez temporadas
Brasil Nacionais Flags of South American Conmebol Members.gif Internacionais Paraná Estaduais
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Continental Campeonato Paranaense
Div Pos Pts J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Div Pos
2004 A 12º 62 46 15 17 14 53 48 CL SA 1ª Fase 1ª Fase Ouro
2005 A 19º 49 42 13 10 19 51 60 Oitavas-de-final Ouro
2006 B 59 38 16 11 11 64 51 2ª Fase Ouro
2007 B 69 38 21 6 11 54 41 Oitavas-de-final Ouro
2008 A 53 38 14 11 13 55 48 2ª Fase Ouro
2009 A 17º 45 38 12 9 17 48 60 Semifinal SA 1ª Fase Ouro
2010 B 71 38 21 8 9 69 49 2ª Fase Ouro
2011 A 57 38 16 9 13 57 41 Final Ouro
2012 A 13º 48 38 14 6 18 53 60 Final SA 2ª Fase Ouro
2013 A 11º 48 38 12 12 14 42 45 2ª Fase SA Oitavas-de-final Ouro
2014 A A disputar A disputar Ouro


Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Classificado à Copa Libertadores da América
     Classificado à Copa Sul-Americana
     Rebaixado à Série B
     Acesso à Série A

Clube[editar | editar código-fonte]

Simbolos[editar | editar código-fonte]

Nome[editar | editar código-fonte]

Seu nome remete a capital do Paraná, segundo a grafia adotada na época: Coritiba. A ortografia atual e oficial da cidade foi estabelecida em 1919, dez anos após a fundação do clube. Mas em nome de uma velha e honrada tradição, o clube manteve sua grafia original. O mesmo ocorre com os vocábulos foot ball e club, incorporados em inglês por não existir, na época, correspondentes semelhantes na língua portuguesa.

A palavra Curitiba recebeu durante a história diversas ortografias diferentes, como Coritiba e Curityba. Isso em consequência da língua tupi, na época, ser transmitida apenas foneticamente, recebendo então diversas adaptações livres para o português. Coritiba era a grafia adotada pelos imigrantes europeus, enquanto Curityba era uma grafia mais "abrasileirada". Tanto a grafia Curityba quanto Coritiba, eram consideradas corretas, e tinham por finalidade exprimir, em tupi-guarani, o termo "muito pinhão" ou "muito pinheiro". O pinheiro e o pinhão, por sua abundância, são dois dos símbolos oficiais do estado do Paraná.

Muitas cartas, jornais e documentos da época, até hoje existentes na biblioteca de Curitiba, usavam normalmente a grafia Coritiba. Hoje em dia, a grafia tupi oficial para o termo é Core-é-Tuba.[53]

Cores[editar | editar código-fonte]

Bandeira do Estado do Paraná.

Suas cores, o verde e o branco, remetem às cores da bandeira do estado do Paraná.

Fundado em 12 de outubro de 1909, o Coritiba é o clube "alviverde" mais antigo do futebol brasileiro, e um dos mais antigos do mundo.

Escudo[editar | editar código-fonte]

Conforme o 9º parágrafo do Capítulo II do Estatuto do clube[54] , o emblema é constituído por um círculo, simbolizando o globo terrestre; nas partes superior e inferior, desenho raiado, lembrando calotas polares em visual de alto relevo; em torno do círculo, no interior de duas linhas paralelas periféricas, está grafado o nome CORITIBA FOOT BALL CLUB, por extenso, com a grafia PARANÁ no espaço inferior; e, com destaque no centro de globo, as iniciais CFC.

O Itabaiana Coritiba Foot Ball Clube de Sergipe, o Comercial Futebol Clube de Alagoas e o São Bento Futebol Clube de Santa Catarina, bem como o Olaria [55] , equipe de futebol amador de Curitiba, tiveram seus escudos inspirados no do Coritiba.

Bandeira[editar | editar código-fonte]

Está lá, no Capítulo II, Artigo 8º do Estatuto do Clube: “O pavilhão do Coritiba tem o seu emblema situado em destaque no ângulo superior esquerdo, de onde saem traços representando raios alternados nas cores verde e branca, ocupando o espaço todo”.

A bandeira se tornou uma imagem do Coritiba, que vale toda a tradição e grandeza que faz do Coxa uma das grandes forças do futebol no nosso país.

O pavilhão do Coritiba é uma das marcas mais bonitas na vida do Clube, seja por sua origem ou representatividade. Por onde vai, o torcedor coxa-branca leva orgulhoso a sua bandeira, marca de amor ao seu Clube. Assim como há mais de um século, a bandeira do nosso Glorioso ostenta o mesmo significado em nossas vidas: “Coritiba, tu és o sol que ilumina o meu caminho”.

Mascote[editar | editar código-fonte]

O clube mais tradicional do Paraná não poderia ter mascote diferente. O time do Coritiba é representado por um simpático velhinho de descendência alemã, carinhosamente chamado de "Vovô Coxa" em homenagem ao fotógrafo e torcedor do clube Max Kopf. O clube é o mais antigo do Paraná, tendo completado 100 anos no dia 12 de outubro de 2009. O mascote representa assim a origem e toda a tradição do Coritiba e do futebol no estado do Paraná.

Apelido (Coxa-Branca)[editar | editar código-fonte]

Devido aos primeiros times do Coritiba serem formados basicamente por descendentes de alemães, isso virou alvo para as provocações vindas das torcidas adversárias.

Em 1941, durante um Atle-Tiba decisivo, o então torcedor e futuro presidente do Atlético Paranaense, Jofre Cabral e Silva, tomado pelas emoções do clássico, não parou de gritar, "Alemão, quinta coluna!", "Coxa-Branca, quinta coluna!", entre outros xingamentos contra o zagueiro alviverde Hans Egon Breyer. Breyer, nascido na Alemanha, veio com a família para o Brasil aos seis anos de idade, e estreou em 1939 no Coritiba.

A ofensa preconceituosa vinda dos torcedores rivais acabou "pegando". No início incomodava não só o presidente Couto Pereira como toda a torcida coritibana. O apelido ganhava um tom ainda mais pejorativo pois era um período onde a Segunda Guerra Mundial acontecia. A alcunha tanto mudou a vida de Breyer que foi graças a ela que o jogador se desgostou do futebol e acabou deixando o clube em 1944, com 24 anos.[56]

Desde a década anterior, quando o nazismo ganhou força, o clube convivia com insinuações de preconceito racial. Acusações que o presidente Couto Pereira rebatia prontamente. Seu exemplo preferido era o negro Moa­­cyr Gonçalves, jogador e técnico nos anos 30, o primeiro negro a vestir a camisa de um clube da capital. Citava também o capitão Anibal, Biguazinho e os irmãos Bananeiro e Janguinho, que atuaram nos anos 40. Históricamente, quatro dos cinco jogadores que mais vestiram a camisa do Coritiba em toda a sua história são negros: Jairo, Nilo, Reginaldo Nascimento e Édson Bastos.

Apesar de sua origem germânica, até a data em questão já haviam passado pelo Coritiba imigrantes e descendentes de italianos, poloneses, espanhóis, holandeses, dinamarqueses, entre outros. O próprio presidente do clube, Couto Pereira, era cearense, e o fundador, "Fritz" Essenfelder, argentino. Históricamente, é o primeiro clube paranaense a ter no elenco um jogador europeu (alguns dos fundadores do clube em 1909), um jogador latino-americano (Fritz, da Argentina, em 1909), um jogador oriental (Kazu, do Japão, em 1989) e um jogador africano (Geraldo, de Angola, em 2009).

Apesar do preconceito sofrido, a própria história do Coritiba o descaracteriza como um clube racista ou única e exclusivamente de alemães. Curiosamente, o rival que tanto insinuava que o clube coritibano era racista, foi ter seu primeiro jogador negro no elenco apenas 33 anos após o primeiro negro vestir a camisa do Coritiba.[57]

Com o tempo, o torcedor coritibano viu que não havia motivos para sentir-se envergonhado com sua origem germânica, e adotou com orgulho a alcunha de coxa-branca. A colônia germânica é a segunda maior do Paraná (em números, atrás apenas da italiana), e foi muito importante para o crescimento social, econômico e cultural da capital paranaense. Hoje em dia a expressão já perdeu seu caráter pejorativo, e passou a ser utilizada para se falar dos torcedores e jogadores do Coritiba, que em razão disso também é chamado de "Coxa".

Não há registo exato, mas a comemoração do título estadual de 1969 é apontado como marco para a união entre torcida e apelido. Vem daquela partida contra o Água Verde, no Estádio Oresthes Thá, o registro dos primeiros gritos da arquibancada de "Coxa, Coxa, Coxa!".[58] [59]

Hino[editar | editar código-fonte]

Torcida[editar | editar código-fonte]

Além de ser o clube mais tradicionais do estado, a torcida Coxa Branca é também uma das mais tradicionais do Paraná. Já em 1939, Pinha (Luis Vila), ex-goleiro do Coxa, criou a primeira torcida organizada do estado do Paraná, que contava com batucadas e cantos de incentivo, se diferenciando das rivais.[60]

Em 1986 e 2004, estiveram presentes, pela Copa Libertadores da América, em todos os países no qual o Coritiba disputou o torneio, tais como Peru, Paraguai e Argentina. Sua principal torcida organizada é a Império Alviverde,[61] e também há a Mancha Verde.

Os torcedores ainda compareceram nos 10 jogos do time em Joinville durante a severa punição imposta ao clube, levando um total de 33.156 torcedores e com uma média de 3.315 pessoas por jogo mesmo jogando 130 quilômetros longe de Curitiba, demonstrando que a força e paixão pelo clube não tem limites.[62]

Tradicional em todo o Sul do Brasil, a torcida do Coxa está entre as maiores entre os clubes sulistas.[63] [64] Uma pesquisa feita pelo IBOPE em 2010, aponta o clube paranaense como a 4º maior torcida do estado do Rio Grande do Sul.[65] [66] A torcida coritibana ainda possui as maiores médias de público no campeonato estadual, dono da maior média em 14 dos últimos 20 anos (1994 á 2013).

A torcida do Coritiba é também conhecida por realizar no Couto Pereira um dos espetáculos mais belos do futebol, o Green Hell (Inferno Verde) que leva os torcedores a inovarem cada vez mais em pirotecnia, fumaça, papel e luminosos, seja durante a noite ou dia.

Uma antiga e folclorica tradição da torcida coxa-branca, é vestir com a faixa de campeão o Homem Nu, localizado na Praça 19 de Dezembro, no centro de Curitiba, como parte da comemoração pelas conquistas do clube. A estátua feita em granito, é de autoria dos artistas Erbo Stenzel e Umberto Cozzo.

Média de Público no Campeonato Paranaense[editar | editar código-fonte]

Abaixo a média de público da torcida coritibana no Campeonato Paranaense.[67] [68] [69] [70] [71] [72]

Ano Pos. Média Geral Média de Público
1994 8.121
1995 9.588
1996 9.881
1997 9.865
1998 10.218
1999 10.775
2000 10.536
2001 sem registro*
2002 sem registro
2003 11.281
2004 sem registro*
2005 sem registro*
2006 sem registro*
2007 5.569
2008 11.977
2009 16.211
2010 5.537
2011 11.188
2012 8.787
2013 10.940

Não foram encontrados registros dos anos anteriores ao de 1994.

(*) O clube com a maior média de público do ano foi o Altético Paranaense.

Média de Público no Campeonato Brasileiro[editar | editar código-fonte]

Abaixo a média de público da torcida coritibana no Campeonato Brasileiro.[73] [74] [75] [76] [77] [78] [79] [80] [81] [82] [83] [84] [85] [86]

Ano Pos.

Média Geral Séries A B C D

Pos.

Média Geral Clubes do PR

Média de Público
1971 sem registro
1972 sem registro
1973 sem registro
1974 sem registro
1975 sem registro
1976 sem registro
1977 sem registro
1978 sem registro
1979 sem registro
1980 21.754
1981 sem registro
1982 sem registro
1983 sem registro
1984 sem registro
1985 sem registro
1986 8.062
1987 9.680
1988 4.954
1989 sem registro
1990 sem registro
1991 sem registro
1992 5.857
1993 5.857
1994 sem registro
1995 sem registro
1996 7.317
1997 9.335
1998 11.996
1999 12.640
2000 3.262
2001 16° 8.819
2002 13° 11.306
2003 15° 7.735
2004 7.393
2005 18.688
2006 10.715
2007 17.377
2008 19.254
2009 11° 16.929
2010 8.239
2011 17.749
2012 14° 12.579
2013 10° 14.651

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Patrimônios[editar | editar código-fonte]

Estádio[editar | editar código-fonte]

O estádio Major Antônio Couto Pereira é o maior do Paraná, foi fundado em 1932 e tem capacidade para 37.182 pessoas. É chamado pelos torcedores e pela imprensa simplesmente de Couto Pereira ou ainda Alto da Glória.

O terreno do estádio foi doado por Nicolau Scheffer, ou vendido por um preço simbólico, em razão de impostos. Na época, se tratava de um local longínquo, sendo que era comum se dizer, à época, que não seria viável, em razão da distância.

Parte interna do Couto Pereira evidenciando o setor "Mauá" de cadeiras.

Em uma reforma ocorrida em 2005 as dimensões do gramado foram ampliadas e as grades de proteção foram removidas, facilitando a visualização do jogo em todos os setores do estádio. Além disso, equipamentos como bancos de reserva e traves foram modernizados, bem como todo o gramado trocado e feitas reformas nas instalações internas (vestiários e salas).

Intitulado originalmente Estádio Belfort Duarte, seu nome foi modificado para o atual em 1977 após reformas para ampliação, como homenagem a um dos maiores responsáveis por o estádio ter saído do papel para se tornar realidade.

CT da Graciosa[editar | editar código-fonte]

Em 1988 o presidente Bayard Osna determinou a construção de um centro de treinamento para o Coritiba. Foi adquirido um terreno na antiga estrada da Graciosa, próximo ao trevo do Atuba, a cerca de nove quilômetros da sede principal, no Alto da Glória. Mas foi somente em 1995 que o segundo passo foi dado. Joel Malucelli, Sérgio Prosdócimo e Édson Mauad assumiram o Coritiba e deram início às obras.

O engenheiro José Arruda, na época vice-presidente do clube, foi escolhido como responsável para enfrentar esse desafio e o fez com confiança e determinação, contando com o apoio de uma competente comissão de obras. A maior parte do dinheiro que viabilizou a construção veio de contribuições mensais do Conselho Deliberativo, presidido na época por Manoel Antonio de Oliveira.

O CT da Graciosa foi inaugurado no dia 20 de dezembro de 1997. Após muita dedicação e trabalho de todos que ajudaram, o sonho se tornou realidade. Em 2002, Giovani Gionédis assumiu o clube e começou um planejamento estrutural arrojado, que se iniciou com a ampliação e modernização do patrimônio alviverde.

Hoje, o Centro de Treinamento Bayard Osna se tornou uma das referências de modernidade e de espaço para o trabalho dos profissionais do futebol. O trabalho sério fez do Coritiba um dos clubes do país com uma das melhores estruturas. Nela, está galgado o trabalho de aperfeiçoamento da base e a cada ano craques despontam nos seus gramados, sempre com acompanhamento dos melhores profissionais, até chegarem à equipe profissional e tornarem-se ídolos coxa-brancas.

O CT conta com cinco campos oficiais de futebol (70x110m), com diferenciados gramados. Além disso, três vestiários, piscina térmica, estacionamento, comitê de imprensa. Para a área médica existe uma moderna clínica de fisiologia, uma completa academia, além de clínicas de fisioterapia, psicologia e nutrição.

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Jogadores[editar | editar código-fonte]

  • 1º - Camisa branca com duas listras horizontais verdes, calção preto e meias brancas.
  • 2º - Camisa verde com listras verticais brancas, calção branco e meias verdes.
  • 3º - Camisa preta com listras horizontais verdes, calção preto e meias pretas.
  • 4º - Camisa amarela, calção verde e meias verdes.
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1º Uniforme
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2º Uniforme
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3º Uniforme
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4º Uniforme

Uniformes dos goleiros[editar | editar código-fonte]

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Uniformes de treino[editar | editar código-fonte]

  • Verde com detalhes brancos; calção preto; meias pretas.
  • Branco com detalhes pretos; calção azul marinho; meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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Comissão Técnica

Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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2º Uniforme
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3º Uniforme
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1º Uniforme
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2º Uniforme
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3º Uniforme
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1º Uniforme
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2º Uniforme
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3º Uniforme
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1º Uniforme
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2º Uniforme
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1º Uniforme Centenário
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2º Uniforme Centenário
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1º Uniforme
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3º Uniforme
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4º Uniforme
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1º Uniforme
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1º Uniforme
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1º Uniforme
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2º Uniforme
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2º Uniforme
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Patrocinadores[editar | editar código-fonte]

Material Esportivo
Período Fornecedor
2012- atualidade Estados Unidos Nike
2008-2011 Itália Lotto
2006-2007 Itália Diadora
1997-2005 Brasil Penalty
1990-1996 Inglaterra Umbro
1989-1990 Brasil Campeã
1987-1988 Brasil Arcal - Umbro
1981-1987 Alemanha Adidas
1980 Brasil Penalty
Patrocinador
Período Patrocinador
2013 Brasil Caixa
Brasil Netshoes
Brasil Pro Tork
Estados Unidos Coca-Cola
2012 Brasil BMG
Brasil IRA Motoparts
Brasil Netshoes
Brasil Limagrain-Guerra
Estados Unidos Coca-Cola
2011 Brasil BMG
Brasil IRA Motoparts
Brasil JMalucelli
Brasil Limagrain-Guerra
Estados Unidos Coca-Cola
2010 Brasil BMG
Brasil IRA Motoparts
2009 Brasil Positivo Informática
Brasil Lupo
2007-2009 Brasil Previsul Seguradora
2007 Brasil Mastercorp Ribbons
2006 Brasil Radial
Brasil Vale Fértil
2004-2005 Brasil Claro
2001-2002 Itália Tim
1995-2000 Japão Sanyo
1994 Brasil Renner Herrmann S.A.
1993 Brasil Bauducco
1987-1991 Estados Unidos Coca-Cola
1987 Brasil Müller
1986 Brasil Romani S.A.
1985 Brasil Britânia

Jogadores[editar | editar código-fonte]

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Última atualização: 30 de junho de 2014 (UTC).

Legenda
  • Prata da casa: Prata da casa (Jogador da Base)
  • Capitão : Capitão
  • Suspenso : Jogador suspenso
  • Jogador Lesionado : Jogador lesionado
  • Emprestado : Jogador emprestado


Goleiros
Jogador
1 Brasil Vanderlei
12 Brasil Vaná Prata da casa
32 Brasil William M.
38 Brasil Samuel Prata da casa
Defensores
Jogador Pos.
3 Brasil Luccas Claro Prata da casa Z
4 Brasil Welinton Emprestado pelo Flamengo (BRA) Z
14 Brasil Bonfim Prata da casa Z
44 Brasil Leandro Almeida Z
2 Brasil Reginaldo LD
40 Brasil Norberto LD
6 Brasil Dener LE
30 Brasil Carlinhos LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Brasil Baraka V
8 Brasil Gil V
25 Brasil Chico V
26 Brasil Misael V
34 Brasil Maranhão Prata da   casa V
35 Brasil Sergio Manoel V
48 Brasil Germano Emprestado pelo Londrina (BRA) V
85 Brasil Hélder Emprestado pelo Bahia (BRA) V
10 Brasil Alex Prata da casa Capitão M
17 Brasil Elber Emprestado pelo Cruzeiro (BRA) M
20 Brasil Robinho M
28 Brasil Zé Rafael M
37 Brasil Dudu Prata da casa M
Atacantes
Jogador
7 Brasil Zé Love
9 Brasil Keirrison Prata da casa Emprestado pelo Barcelona (ESP)
11 Argentina Alejandro Martinuccio Emprestado pelo Fluminense (BRA)
19 Brasil Anderson Aquino
45 Angola Geraldo Prata da casa Seleção de Angola
99 Brasil Júlio César

Comissão Técnica[editar | editar código-fonte]

Comissão Técnica
Nome Função
Brasil Celso Roth Treinador
Brasil Beto Ferreira Auxiliar-técnico
Brasil Édison Borges Auxiliar-técnico
Brasil Tcheco Auxiliar-técnico
Brasil Anderson Barros Gerente de Futebol
Brasil Mario André Mazzuco Superintende de Futebol
Brasil Paulo Paixão Seleção Brasileira Preparador físico
Brasil Glydiston Ananias Auxiliar-preparador físico
Brasil Alexandre Lopes Auxiliar-preparador físico
Brasil Antônio Carlos Pracidelli Seleção Brasileira Preparador de Goleiros
Brasil Zé Carlos Observador-técnico
Brasil Pachequinho Observador-técnico


Transferências para a temporada 2014[editar | editar código-fonte]

Legenda

Volta de Empréstimo : Jogadores que voltam de empréstimo
Emprestado : Jogadores emprestados
Prata da casa: Prata da casa (Jogador da Base)


Ídolos[editar | editar código-fonte]

Década de 1910 Fritz Essenfelder - Maxambomba

Década de 1920 Ninho - Pizzatto - Staco

Década de 1930 Pizzattinho - Emílio - Rei

Década de 1940 Neno - Merlin - Tonico - Breyer

Década de 1950 Miltinho - Duílio Dias - Fedato - Lanzoninho - Carazzai

Década de 1960 Krüger - Nico - Bequinha - Cláudio - Nilo - Dirceu - Paulo Vecchio

Década de 1970 Jairo - Dirceu - Tião Abatiá - Hidalgo - Aladim - Pedro Rocha - Zé Roberto - Paquito - Hermes - Pescuma - Dreyer - Duílio - Negreiros - Oberdan

Década de 1980 Rafael - Dida - Tostão - Lela - André - Índio - Toby - Heraldo - Almir - Marildo - Chicão - Ademir Alcântara- Milton- Vavá

Década de 1990 Alex - Pachequinho - Ronaldo Lobisomem - Reginaldo Nascimento - Cléber - Basílio - Auri - Paulo Sérgio - Brandão - Claudiomiro

Década de 2000 Keirrison - Tcheco - Adriano - Edson Bastos - Leandro Donizete

Década de 2010 Rafinha - Emerson - Geraldo - Willian

Maiores atletas[editar | editar código-fonte]

  • O maior artilheiro da história do Coritiba é Duílio, com 202 gols em partidas oficiais. Duílio é também o maior artilheiro da história do Campeonato Paranaense.
  • O maior artilheiro do Coritiba em uma única edição do Campeonato Paranaense é Duílio, que marcou 34 gols em 1960.
  • Os jogadores que mais vezes foram artilheiros do Campeonato Paranaense pelo Coritiba são Duílio, quatro vezes (1955, 1957, 1958 e 1960), e Neno, também quatro vezes (1941, 1942, 1943 e 1944).
  • O maior artilheiro do Coritiba no Campeonato Brasileiro é Zé Roberto, que marcou 33 gols entre 1972 e 1974.
  • O maior artilheiro do Coritiba em uma única edição do Campeonato Brasileiro é Keirrison, com 21 gols marcados em 2008.
  • O maior artilheiro do Coritiba em uma temporada é Keirrison, que em 2008 marcou 41 gols em 51 jogos.
  • O maior artilheiro do Coritiba em uma única partida é Neno, com 7 gols marcados na vitória de 10x2 sobre o Jacarezinho em 1 de fevereiro de 1942.
  • O maior artilheiro do Coritiba em Atle-Tiba é Neno, que marcou 20 gols no arquirrival entre 1941 a 1947 e 1951 a 1953.
  • O maior zagueiro-artilheiro da história do Coritiba é Pereira, com 22 gols marcados entre 2009 e 2013.
  • O jogador que mais atuou pelo Coritiba é o goleiro Jairo, com 440 partidas oficiais.
  • O jogador que por mais tempo atuou pelo Coritiba é Fedatto, que jogou durante 13 anos no clube, de 1946 à 1958.
  • O jogador que mais teve conquistas pelo Coritiba é o goleiro Jairo, campeão Paranaense 7 vezes (1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976 e 1986), campeão do Torneio do Povo de 1973 e Campeão Brasileiro de 1985.
  • O jogador que mais títulos estaduais ganhou pelo Coritiba é Cláudio Marques, campeão 8 vezes (1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1978 e 1979).
  • Dirceu (ex-Atlético de Madrid / aposentado), Alex (ex-Fenerbahçe / Coritiba), Adriano (Barcelona), Rafinha (Bayern de Munique), Ricardinho (Malmö), Lucas Mendes (Olympique de Marseille), Henrique (ex-Barcelona / Palmeiras), Kerrisson (ex-Barcelona / Coritiba), Duílio (ex-Sporting / aposentado), são alguns dos jogadores formados nas categorias de base do Coritiba e que obtiveram reconhecimento ou prestigio internacional.
  • De acordo com pesquisa feita pela Revista Placar em 2000, tanto com a crítica quanto com o público, Dirceu (Olimpíadas de 1972, Copa do Mundo de 1974, 1978 e 1982) foi considerado o maior jogador que já passou pelo clube.

Grandes Times do Coritiba[editar | editar código-fonte]

Algumas revistas especializadas elegeram a melhor equipe do Coritiba de todos os tempos, formada pelos melhores jogadores a vestir a camisa do clube até a data em questão. Os dois únicos jogadores a figurar nas três listas citadas são Fedato e Miltinho. Jairo, Hidalgo, Nilo, Krügger e Zé roberto aparecem em duas das três listas.[87]

Grandes Times Brasileiros (1971) 
Joel - Tonico, Fedato, Pescuma, Carazzai - Miltinho, Hidalgo, Tião Abatiá - Baby, Ivo, Ronald
Lance! - Especial (2005) 
Jairo - Hermes, Fedato, Oberdan, Nilo - Miltinho, Hidalgo, Alex, Krügger - Zé Roberto, Aladim
Placar - Especial (2009) 
Jairo - Ninho, Fedato, Pizzatinho, Nilo - Miltinho, Zé Roberto, Krügger - Lela, Duílio, Pachequinho

Jogadores convocados para Seleções Nacionais[editar | editar código-fonte]

Jogadores que, atuando pelo Coritiba, foram convocados pela Seleção de seus respectivos países:

(por ordem alfabética)

Jogadores estrangeiros[editar | editar código-fonte]

(por ordem alfabética)

  • Alemanha Adolfo Naujoks
  • Paraguai Agapito Sánchez
  • Polónia Anselmo Vendrechovski Junior (Juninho)
  • Uruguai Antonio Adolfo Esmerode Domínguez
  • Argentina Ariel Gerardo Nahuelpan Osten (Ariel Nahuelpan)
  • Alemanha Arthur Iwersen
  • Brasil Itália Artur Guilherme Moraes Gusmão (Artur Moraes)
  • Bolívia Carlos Espiniza Aragonês Seleção do Bolivia
  • Argentina Darío Bottinelli
  • Argentina Eduardo Francisco Dreyer (El Gringo)
  • Paraguai Estanislao Struway Samaniego Seleção do Paraguai
  • Polónia Estanislau Delles (Staco)
  • México Flávio Rogério Ribeiro Seleção Mexicana
  • Argentina Alemanha Frederico Fernando Essenfelder (Fritz)
  • Paraguai German Angel Segovia Riquelme
  • Alemanha Hans Egon Breyer (Coxa-Branca)
  • Angola Hermenegildo da Costa Paulo Bartolomeu (Geraldo) Seleção de Angola
  • Alemanha Johann Maschke
  • Uruguai Jorge Daniel Fossati Lurachi (Jorge Fossati)
  • Uruguai Jorge Fernando Seré Dulcini (Jorge Seré) Seleção do Uruguai
  • Espanha Jose Bermudes
  • Alemanha Kaiser Cornelsen
  • Japão Kazuyoshi Miura (Kazu) Seleção do Japão
  • Alemanha Kurt Friedrich
  • Colômbia León Dario Muñoz Hernandez
  • Brasil Portugal Liédson da Silva Muniz Seleção de Portugal
  • Brasil França Luiz Abram
  • Espanha Juan Luis Bermudes (Ninho)
  • Uruguai Marcelo Lipatin Lopez
  • Uruguai Martín Artigas Taborda de Oliveira
  • Sérvia Miodrag Anđjelković (Andjel)
  • Itália Ognibene Battista Bonato (Gibein)
  • Uruguai Pedro Virgílio Rocha Franchetti (Pedro Rocha) Seleção do Uruguai
  • Alemanha Kaiser Cornelsen
  • Argentina Raúl Alejandro Iberbia
  • Peru Raúl Ruidíaz Seleção Chilena
  • Paraguai Ricardo Sanabria Acuña Seleção do Paraguai
  • Dinamarca Rudolf Kaastrup
  • Argentina Sergio Daniel Escudero
  • Brasil Itália Thiago Gentil
  • Colômbia Victor Hugo Aristizábal Posada Seleção da Colombia
  • Polónia Victorio Delles (Corruíra)
  • Alemanha Wilhelm Haasper (Bahú)

Treinadores estrangeiros[editar | editar código-fonte]

(por ordem alfabética)

  • Uruguai Alfonso Darío Pereyra Bueno
  • Uruguai Felix Magno

Recordes[editar | editar código-fonte]

Goleadas[editar | editar código-fonte]

Maiores goleadas aplicadas
Contra clubes paranaenses[88]
Data Placar Adversário Local Campeonato
07/11/1926 13x1 Paraná (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1926)
21/06/1952 11x0 Bloco Morgenau (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1952)
28/08/1965 11x0 Olímpico (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1965)
27/06/1953 10x0 Britânia (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1953)
17/03/1940 10x0 Pinheiral (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1939)
11/08/1929 10x0 Paranaense (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1929)
08/09/1929 10x1 Aquibadan (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1929)
01/02/1942 10x2 Jacarezinho (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1941)
09/02/1947 10x2 Palmeiras (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1946)
09/02/1957 10x2 Palestra Itália (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1957)
11/03/2000 9x0 Francisco Beltrão (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (2000)
02/01/1927 9x0 Savóia (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1926)
23/06/1946 9x1 Água Verde (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1946)
09/03/1957 9x1 Bloco Morgenau (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1957)
04/12/1960 9x1 Iraty (PR) Curitiba (PR) Campeonato Paranaense (1960)
Contra clubes de fora do estado[88]
Data Placar Adversário Local Campeonato
16/08/1995 8x0 Ferroviária (SP) Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (2a divisão) (1995)
16/04/1980 7x1 Ferroviário (CE) Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (1980)
04/05/1980 7x1 Desportiva (ES) Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (1980)
08/12/1942 7x4 Internacional (RS) Curitiba (PR) Amistoso (1942)
27/02/2008 6x0 Tuna Luso (PA) Curitiba (PR) Copa do Brasil (2008)
05/05/2011 6x0 Palmeiras (SP) Curitiba (PR) Copa do Brasil (2011)
28/08/1960 5x0 Paula Ramos (SC) Curitiba (PR) Taça Brasil (1960)
12/11/1979 5x0 Mixto (MT) Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (1979)
26/11/1995 5x0 Mogi Mirim (SP) Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (2a divisão) (1995)
10/08/2003 5x0 Flamengo (RJ) Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (2003)
14/06/2009 5x0 Flamengo (RJ) Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (2009)
11/09/2011 5x0 Botafogo (RJ) Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (2011)
01/05/1981 5x1 Cruzeiro (MG) Curitiba (PR) Torneio Dia do Trabalhador (1981)
30/01/1999 5x1 Criciúma (SC) Criciúma (SC) Copa Sul Brasileira (1999)
28/11/2004 5x1 Vitória (BA) Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (2004)
27/10/2006 5x1 Vila Nova (GO) Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (2a divisão) (2006)
22/11/2008 5x1 Santos (SP) Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (2008)
05/06/2011 5x1 Vasco (RJ) Curitiba (PR) Campeonato Brasileiro (2011)

Dez maiores públicos do Coritiba no Estádio Couto Pereira[editar | editar código-fonte]

  1. Coritiba 3 x 0 Atlético-PR, 59.411 pessoas, em 21/05/1980, Campeonato Paranaense
  2. Coritiba 0 x 2 Flamengo, 58.311 pessoas, em 21/05/1980, Campeonato Brasileiro
  3. Coritiba 2 x 0 Colorado-PR, 53.571 pessoas, em 16/09/1979, Campeonato Paranaense
  4. Coritiba 3 x 0 Atlético-PR, 52.028 pessoas, em 01/05/1990, Campeonato Paranaense
  5. Coritiba 1 x 0 Corinthians, 51.662 pessoas, em 11/05/1980, Campeonato Brasileiro
  6. Coritiba 1 x 1 Vasco, 50.582 pessoas, em 12/12/1979, Campeonato Brasileiro
  7. Coritiba 0 x 0 Atlético-PR, 47.307 pessoas, em 13/12/1978, Campeonato Paranaense
  8. Coritiba 2 x 0 Paranavaí, 47.208 pessoas, em 23/03/2003, Campeonato Paranaense
  9. Coritiba 0 x 0 Atlético-PR, 46.217 pessoas, em 10/12/1978, Campeonato Paranaense

Vitórias consecutivas[editar | editar código-fonte]

Atualmente o Coritiba detém o recorde histórico mundial de vitórias consecutivas, feito conquistado durante a temporada de 2011. A tabela a seguir registra as 24 vitórias,sendo a maioria elas no campeonato paranaense.[89]

Sequência Data Confronto Campeonato
1 03/02 Coritiba 5 x 0 Iraty Campeonato Paranaense
2 10/02 Corinthians-PR 1 x 2 Coritiba Campeonato Paranaense
3 06/02 Rio Branco 1 x 4 Coritiba Campeonato Paranaense
4 13/02 Coritiba 3 x 0 Roma Campeonato Paranaense
5 16/02 Ypiranga 0 x 1 Coritiba Copa do Brasil
6 20/02 Coritiba 4 x 2 Atlético-PR Campeonato Paranaense
7 24/02 Coritiba 2 x 0 Ypiranga Copa do Brasil
8 27/02 Cianorte 1 x 2 Coritiba Campeonato Paranaense
9 06/03 Coritiba 3 x 2 Operário Campeonato Paranaense
10 09/03 Paranavaí 0 x 3 Coritiba Campeonato Paranaense
11 13/03 Coritiba 4 x 2 Paraná Campeonato Paranaense
12 17/03 Atlético-GO 1 x 2 Coritiba Copa do Brasil
13 20/03 Cascavel 0 x 3 Coritiba Campeonato Paranaense
14 23/03 Coritiba 2 x 0 Arapongas Campeonato Paranaense
15 26/03 Iraty 2 x 4 Coritiba Campeonato Paranaense
16 30/03 Coritiba 3 x 1 Atlético-GO Copa do Brasil
17 02/04 Coritiba 6 x 2 Rio Branco Campeonato Paranaense
18 10/04 Coritiba 1 x 0 Corinthians-PR Campeonato Paranaense
19 14/04 Coritiba 4 x 0 Caxias Copa do Brasil
20 17/04 Roma 1 x 4 Coritiba Campeonato Paranaense
21 24/04 Atlético-PR 0 x 3 Coritiba Campeonato Paranaense
22 27/04 Caxias 0 x 1 Coritiba Copa do Brasil
23 01/05 Coritiba 2 x 0 Cianorte Campeonato Paranaense
24 05/05 Coritiba 6 x 0 Palmeiras Copa do Brasil

O time-base titular nesta sequência de vitórias era Edson Bastos; Jonas, Pereira, Emerson e Eltinho (Lucas Mendes); Leandro Donizete (William), Léo Gago, Rafinha e Davi; Marcos Aurélio (Anderson Aquino) e Bill. Técnico: Marcelo Oliveira.

Clássicos[editar | editar código-fonte]

Atle-Tiba[editar | editar código-fonte]

Atle-Tiba é o nome dado ao confronto entre o Coritiba e o Atlético Paranaense, ambos clubes da cidade de Curitiba, que ocorrem desde 8 de junho de 1924, quado o Verdão goleou o rival pelo placar de 6 a 3.[90] Com o passar dos anos a rivalidade foi aumentando, atualmente considerada uma das maiores rivalidades da região sul do país, fruto dos inúmeros jogos decisivos que disputaram estes dois rivais, tornando-os os clubes com maiores torcidas do estado do Paraná.

Os números do confronto são favoráveis ao Coritiba. Dos 352 Atletibas disputados, o Coritiba venceu 134, houve 109 empates e 109 vitórias do Atlético. O Coritiba marcou 536 gols e sofreu 482.[90]

A maior do goleada do confronto foi Coritiba 6x0 Atlético, em 14 de novembro de 1959.

Para-Tiba[editar | editar código-fonte]

Para-Tiba é o nome dado ao confronto entre o Coritiba e o Paraná Clube, ambos clubes da cidade de Curitiba. É o segundo maior clássico do estado do Paraná, ficando atrás apenas do Atle-Tiba em termos de importância e atual relevância.

Os números atuais do confronto ditam 93 jogos, com 35 vitórias do Coritiba, 31 do Paraná e 27 empates. Foram 113 gols do Coritiba e 117 do Paraná.[91]

Amistosos e partidas internacionais[editar | editar código-fonte]


Clubes Estrangeiros[editar | editar código-fonte]

(por data das partidas)

Seleções Nacionais[editar | editar código-fonte]

(por data das partidas)

Seleções Estaduais[editar | editar código-fonte]

(por data das partidas)

Coritiba Crocodiles[editar | editar código-fonte]

Mesmo sendo melhor conhecido pelo futebol, o Coritiba é o primeiro time do Sul do Brasil a apoiar o Futebol Americano. Com uma parceria entre o Coritiba e o Barigui Crocodiles surgiu o Coritiba Crocodiles. O Coritiba Crocodiles é pentacampeão estadual, bicampeão da Conferência Sul e campeão brasileiro.

Notas e referências

  1. {{citar web |url=http://www.coritiba.com.br/portal/2008/10/10/mascote/ |título=Conheça um pouco mais sobre o Vovô Coxa|
  2. imagens.cbf.com.br/201308/618519779.pdf
  3. [1]
  4. [2]
  5. [3]
  6. Coritiba estreia uniformes da Nike já no Estadual
  7. Título não preenchido, favor adicionar (15 de Dezembro de 2013). Página visitada em 15 de Dezembro de 2013.
  8. [4]
  9. [5]
  10. [6]
  11. Atletiba, voos cada vez mais altos. FIFA.com. Página visitada em 27 de novembro de 2013.
  12. [7]
  13. [8]
  14. [9]
  15. [10]
  16. [11]
  17. a b [12]
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]