Coritiba Foot Ball Club

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Nota: Se procura pela cidade, consulte Curitiba.


Coritiba
Nome Coritiba Foot Ball Club
Alcunhas Coxa
Verdão
Glorioso
Cori
Torcedor Coritibano
Coxa-Branca
Mascote Vovô Coxa[1]
Fundação 12 de outubro de 1909 (99 anos)
Estádio Major Antônio Couto Pereira
Capacidade 37.182[2]
Localização Curitiba - PR, Brasil
Presidente Bandeira do Brasil Jair Cirino
Treinador Bandeira do Brasil Rene Simoes
Patrocinador Bandeira do Brasil

Bandeira do Brasil

Material Esportivo Lotto
Competição Campeonato Paranaense
 Campeonato Brasileiro
Bandeira do Brasil Copa do Brasil
Copa Sul-Americana
Divisão 2009 3º Colocado
Divisão 2008 Campeão
Bandeira do Brasil 9º colocado
Ranking nacional 16º lugar, 1.419 pontos
Website Coritiba.com.br
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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O Coritiba Foot Ball Club é um clube de futebol brasileiro, da cidade de Curitiba, no Estado do Paraná. É o mais antigo clube do estado, um dos principais e o maior (de acordo com o ranking da FIFA, o Coritiba está na posição 14), sendo carinhosamente chamado de Coxa, Verdão, Glorioso Verdão ou Alviverde.

Suas principais conquistas são o Campeonato Brasileiro de 1985, e trinta e três campeonatos estaduais.

Índice

[editar] História

[editar] Fundação

No ano de 1909, diversos jovens se reuniam no Clube Ginástico Teuto-Brasileiro para suas exibições de ginástica. No entanto, a atração de uma das reuniões de Setembro acabou sendo outra. A atenção de todos estava voltada para Frederico Fritz Essenfelder, importante membro do grupo, que apareceu no local com uma bola de couro na mão. Após alguns cabeceios e embaixadas, Essenfelder apresentou o objeto aos colegas, explicando que se tratava de uma bola de futebol.

O grupo de jovens se encantou com o novo esporte, e passou a promover partidas entre eles no campo do Quartel da Força Pública. Em pouco tempo, todos estavam completamente apaixonados e decidiram fundar um clube para a prática do futebol, primeiramente chamado de Coritibano Football Club. A fundação ocorreu no antigo Teatro Hauer, na noite de 12 de Outubro de 1909.

Faltava agora apenas um campo para jogar, problema que foi resolvido quando os fundadores conseguiram autorização para usar a área do Jóquei Clube Paranaense. A área foi reformada com obras de terraplanagem, gramado e construção de cercas de arame. O clube jogou ali até 1916, quando passou a mandar seus jogos no Parque Graciosa.

A primeira assembléia foi realizada em 21 de Abril de 1910, após o clube ter solicitado todas as regras do esporte no Rio de Janeiro e em São Paulo. Nessa assembléia, o nome do clube foi alterado para Coritiba, antigo nome da capital paranaense e que foi mantido mesmo com a mudança de nome da cidade. Foi nessa assembléia também que aconteceu a votação para a primeira diretoria, composta pelo presidente João Viana Seiler e seu vice Arthur Hauer, primeiro e segundo secretário José Júlio Franco e Leopoldo Obladen respectivamente, primeiro e segundo tesoureiro Walter Dietrich e Alvim Hauer respectivamente e capitão Fritz Essenfelder.

Na época, a capital do Paraná apresentava o nome com duas grafias: "Coritiba", grafia européia, e "Curytiba", grafia tupi-guarani, ambas estavam corretas. Muitas cartas, jornais e documentos daquela época, até hoje existentes na biblioteca de Curitiba, usavam normalmente a grafia Coritiba e esta foi a adotada para o nome do clube. Também as cores, verde e branco, são uma referência às da bandeira do estado.

[editar] Primeira partida

No dia 23 de outubro de 1909 (onze dias após a fundação), foi realizada a primeira partida oficial do alviverde. Um time de funcionários da estrada de ferro de Ponta Grossa recebeu os atletas Coxas-Brancas. A partida terminou 1 a 0 para os donos da casa. O time base do Coritiba naquele primeiro confronto era formado pelos próprios fundadores do Clube: Artur Hauer, Alfredo Labsch, Leopoldo Obladen, Robert Juchsch, Carlos Schlender, Fritz Essenfelder, Carl Maschke, Waldemar Hauer, Rudolf Kastrup, Adolpho Müller, Emílio Dietrich, Erothides Calberg e Arthur Iwersen.

Em 1915 João Viana Seiler, volta a comandar o clube, que participa do Campeonato da Cidade, primeira competição oficial do Coritiba. No ano seguinte Constante Fruet é o presidente do título do Campeonato da Cidade, vencido em 24 de dezembro. O primeiro título do Coritiba teve Maxambomba como grande destaque. O título estadual de 1916 foi conquistado apenas no dia 21 de janeiro de 1917, na vitória sobre o Britânia. Neste ano, também leva o Torneio Afonso Camargo. O Coritiba passa a jogar no Parque Graciosa, no Juvevê.

[editar] A origem do apelido

Em função da sua origem germânica, os times do Coritiba no início de sua história eram formados basicamente por descendentes de alemães, que com suas peculiares aparências (altos, fortes e claros), eram alvos fáceis para as provocações vindas das torcidas adversárias.

Em um Atletiba, no ano de 1939, o ainda torcedor Jofre Cabral e Silva que depois se tornaria presidente do C.A.Paranaense, exaltado ao extremo, começou a berrar com o zagueiro Hans Breyer, chamando-o de “quinta-coluna”, percebendo que Breyer não lhe dava ouvidos começou a gritar incessantemente: “Coxa-Branca, Coxa-Branca”.

O apelido acabou pegando e, em um primeiro instante, todos os Alviverdes ficaram incomodados. Com o passar do tempo, porém, ele foi assimilado e até hoje a expressão Coxa-Branca é utilizada para se falar dos torcedores e jogadores do Coritiba, que em razão disto também é carinhosamente chamado de “Coxa” por todos que a ele se referem.

[editar] Estádio Belfort Duarte e a seqüência de vitórias

Em 1920 o time é campeão do Torneio Início, e novamente no ano seguinte, assim como também no Torneio da Cruz Vermelha e do Torneio de Tiradentes. Em 1927, já com Antônio Couto Pereira como presidente, o Cori vence o Campeonato da Cidade e a Taça Fox. Em 2 de janeiro, Staco marca sete gols na vitória de 9 a 0 sobre o Savóia. O Coritiba foi campeão do Torneiro Início em 1930 e 1932 e do Campeonato da Cidade e do Campeonato Paranaense de Futebol de 1931. Da mesma maneira, o clube foi campeão em 1932 do Torneio dos Cronistas Esportivos. No mesmo ano foi inaugurado em 19 de novembro o estádio Belfort Duarte.

Segue então uma fase de vitórias em vários campeonatos, contando com Campeonato da Cidade (1933, 1935 e 1939), campeonato estadual (1933, 1935 e 1939), Torneio Arthur Friedenreich (1934) e Torneio do Início (1939).

Em 1941, durante um Atletiba, o futuro presidente do Clube Atlético Paranaense, Jofre Cabral e Silva, foi tomado pelas emoções do grande clássico e não parou de berrar contra o zagueiro alviverde. Primeiro o chamou de "quinta coluna", em referência a ameaça nazista. Depois, com os nervos ainda mais à flor da pele, engatou de pertinho do campo um grito incandescente: "Coxa Branca! Coxa Branca!".

O apelido acabou "pegando", e no início incomodava não só o presidente Couto Pereira, como toda a torcida alviverde. Com o tempo, porém, o clube passou a contratar jogadores de todas as partes do Brasil e acabou perdendo a velha característica germânica. Com isso, o apelido Coxa acabou sendo adotado também pela torcida do Coritiba e é hoje uma forma carinhosa de se referir ao Verdão.

No começo da década de 1940 o time repete os títulos de 1939, sendo marcados pelos primeiros bicampeonatos do Coritiba. Neno marca sete gols na vitória de 10 a 2 sobre o Jacarezinho em 1 de fevereiro de 1942. Venceram os torneios Imprensa e Luís Aranha em 1943, e o torneio Getúlio Vargas no ano seguinte. Em 1945 conquistam o torneio Cidade de Curitiba. Na mesma época Couto Pereira deixa a presidência do clube após dois mandatos e treze anos no comando do time. O alviverde venceu o Campeonato da Cidade e o campeonato estadual em 1946 e 1947. Em 12 de julho 1949 realizou o primeiro amistoso entre um clube paranaense e uma equipe estrangeira, vencendo o Rapid de Viena por 4 a 0 na Vila Capanema.

O time conquista em 1950 o torneio Triangular de Curitiba, e tanto em 1951 quanto no ano seguinte o torneio Início e o campeonato estadual. São campeões em 1953 dos torneios Quadrangular Interestadual e Quadrangular de Londrina. Tanto em 1954 quanto 1956 e 1957 o Coritiba é campeão paranaense, em 1956 já sob o comando de Aryon Cornelsen, que permeneceu na presidência até 1963. Em 1957 o time ainda ganha o torneio Início.

[editar] A fase "Evangelino da Costa Neves"

Em 1959 e 1960 o Coxa é bicampeão paranaense. Nessa época o time perdeu o célebre jogo da moeda para o Grêmio, pela Taça Brasil de 1960. Evangelino da Costa Neves é eleito em 1967 presidente do clube, permanecendo por mais de vinte anos, em três mandatos. Em 1968 o time é campeão paranaense após oito anos de jejum. Também vence o Torneio Internacional de verão (que levaria também em 1970 e 1971). Também enfrentou (com a camisa da Federação) a seleção brasileira, resultando em 2-1 para o Brasil, partida essa realizada em 13 de novembro.

Em 1969 o Coritiba é bicampeão estadual e faz a primeira excursão para o exterior. No ano seguinte, querendo agitar a torcida e reunir recursos para aumentar o Belfort Duarte, Evangelino usa a estratégia do concorrente Atlético e passa a fazer contratações de vulto. Na primeira leva chegam Rinaldo (ex-Palmeiras), Joel Mendes (ex-Santos) e Hidalgo (ex-XV de Piracicaba), que faria história como capitão da equipe. O time então faz nova excursão à Europa e África.

Em 1971 o Coxa assume a hegemonia definitiva do futebol paranaense na chamada década de ouro. O título estadual abre a série do hexacampeonato. É o quinto lugar na primeira edição do campeonato brasileiro. Em 1972, na terceira excursão internacional, consegue invencibilidade e recebe a Fita Azul, sendo também coroado campeão paranaense. No ano seguinte vence o Torneio do Povo e o campeonato estadual. No período entre 1974 e 1976, os três títulos estaduais finalizam a maior seqüência de vitórias na história do profissionalismo no futebol paranaense. Conquistam ainda o Quadrangular de Goiás em 1975 e a Taça Cidade de Curitiba em 1976 e 1978.

O nome do estádio é alterado para Major Antônio Couto Pereira em 1977, e em 1979 o time é bicampeão estadual. Em 1980 o alviverde é o terceiro colocado do campeonato brasileiro. Após a competição, entra em crise administrativa e financeira que reflete no futebol, e que deixou a equipe sem títulos importantes até 1985.

O time vence em 1981 o Quadrangular do Trabalhador, mas quase cai para a segunda divisão paranaense. Pelas más campanhas no Estadual, participam em 1982 e 1983 da Taça da Prata, a segunda divisão do campeonato brasileiro. Na mesma época vencem o Torneio Ak-Waba. Em 1984 o Coxa volta à primeira divisão e termina o Campeonato Brasileiro em oitavo lugar.

[editar] 1985 - Campeão brasileiro

Em 1985 acontece a maior glória do Coritiba e do futebol paranaense até então. Desacreditada, a equipe comandada por Ênio Andrade suplanta os desafios e conquista o título brasileiro vencendo nos pênaltis o Bangu em pleno Maracanã. Levaram também o torneio Maurício Fruet. No ano seguinte o time participa da Taça Libertadores da América com uma campanha discreta e é campeão paranaense. Dois anos após o título nacional o time é convidado pelo Clube dos 13 e participa da Copa União.

Em 1988 o Coritiba quase cai para a segunda divisão paranaense. Usando os preceitos de Neves, o presidente Bayard Osna reformula a equipe no ano seguinte e conquista o campeonato estadual. Fazia boa campanha no Brasileiro, mas não vai a Juiz de Fora enfrentar o Santos e é suspenso pela CBF com a queda automática para a Série B. O drama do ano anterior ainda abate o clube, que perde o estadual para o Atlético em 1990. Beneficiado pela CBF, que havia extinguido a Terceira Divisão, o Coritiba disputa a segunda divisão, e só cai nas semifinais ante ao Guarani. Em 1995, após uma derrota para o Matsubara, Evangelino Neves é pressionado para deixar o clube. Édison Mauad, Sérgio Prosdócimo e Joel Malucelli assumem o Coritiba e lutam para aplacar as dívidas e montar um bom time. Conseguem, e recolocam o Coritiba na primeira divisão.

[editar] Projeto clube-empresa

Em 1997 o Coxa é campeão do Festival Brasileiro de Futebol. No ano seguinte faz ótima campanha no campeonato nacional, sendo eliminado pela Portuguesa nas quartas-de-final. Em 1999 é sagrado campeão paranaense. Em 2002, depois de um início claudicante, o Coritiba melhora na temporada e brilha como uma das melhores equipes do campeonato brasileiro. Nos próximos dias, lança o projeto de clube-empresa. No ano seguinte, além de ser campeão estadual invicto, o time chega em quinto no Campeonato Brasileiro e conquista o direito de disputar a segunda Libertadores da América de sua história.

O ano de 2004 conquista o bicampeonato estadual ganhando do Atlético Paranaense, na Kyocera Arena, quebrando um jejum de prevalecia desde 1978, após empate em 3x3. Em contrapartida, o Coritiba não consegue manter o seu desempenho nas copas Sul-Americana e Libertadores da América, sendo eliminado já na primeira fase de ambas.

[editar] Série B do Campeonato Brasileiro

Após campanha aquém no Campeonato Brasileiro de Futebol de 2005, o time foi rebaixado para a Série B da competição, assim como Atlético Mineiro, Paysandu e Brasiliense. Naquele ano, o Coritiba teve a quarta maior média de público do campeonato, com 18 688 pessoas.

Em 2006, o time começou sob o comando do técnico Marcio Araújo, e posteriormente Estevam Soares. Após eliminações no Campeonato Paranaense e na Copa do Brasil, Estevam foi demitido, sendo substituído por Paulo Bonamigo. Durante o Campeonato Brasileiro, o Coritiba chegou a liderar a competição por diversas rodadas, mas acabou em sexto lugar, não conseguindo uma das quatro vagas disponíveis para voltar à Serie A.

Com a saída do técnico Bonamigo, João Carlos Vialle foi contratado como diretor de futebol do clube. Após breves passagens de técnicos, Guilherme Macuglia era o novo técnico, assumindo a posição durante o Campeonato Paranaense, a Copa do Brasil e parte do Campeonato Brasileiro. Em junho de 2007 Renê Simões é contratado como novo técnico após demissão de Macuglia. Simões já era reconhecido por ter treinado a Seleção Brasileira de Futebol Feminino e a Seleção Jamaicana de Futebol.

Durante esse período, os jogadores revelados pelas categorias de base do clube destacavam-se no time, como o zagueiro Henrique, os meias Marlos e Pedro Ken e o atacante Keirrison, além de jogadores como Gustavo, Túlio e o goleiro Edson Bastos.

Em 3 de novembro de 2007, no Estádio Major Antônio Couto Pereira e valendo pela 34ª rodada, o Coritiba empatou com o Vitória e garantiu matematicamente o acesso à Serie A do Campeonato Brasileiro[3]. Após possibilidades de obtenção do título do campeonato em partidas contra Avaí em Florianópolis, Portuguesa e Marília em casa, a decisão do campeonato foi adiada para a última rodada, contra o Santa Cruz no Estádio do Arruda. Com a vitória, o time sagrou-se campeão da Série B do Campeonato Brasileiro de 2007[4].

[editar] Temporada 2008

Venceu o Campeonato Paranaense de 2008 após uma campanha heróica, repleta de altos e baixos. A final foi disputada contra seu arqui-rival, o Atlético Paranaense.

No Campeonato Brasileiro, o time garantiu sua permanência na Série A. Sem chances de conquistar uma vaga na copa Libertadores o time garantiu uma vaga na Copa Sul-americana, e terminou o campeonato na 9ª colocação após derrota para o Sport na última rodada.

No fim do ano, a diretoria do clube anunciou um projeto de construção do novo estádio, em uma construção começando no final de 2009 e durando dois anos.[5] No começo de novembro o projeto foi apresentado ao então prefeito da cidade, Beto Richa (que rejeitou o projeto em maio de 2009), com planos de um local multiuso para em torno de quarenta mil pessoas, com um orçamento de R$ 200 milhões.[6]

[editar] Títulos

[editar] Nacionais

[editar] Estaduais

[editar] Internacionais

[editar] Outros

[editar] Torneios

[editar] Categorias de base

[editar] Futsal

[editar] Histórico em competições oficiais

Em 38 edições do Campeonato Brasileiro da Série A o Coritiba participou de 29 e não participou de 9. Atualmente o Coritiba está na Campeonato Brasileiro da Série A.

Campeonato Paranaense[7]
Ano 1915 1916 1917 1918 1919
Pos.
Ano 1920 1921 1922 1923 1924 1925 1926 1927 1928 1929
Pos.
Ano 1930 1931 1932 1933 1934 1935 1936 1937 1938 1939
Pos.
Ano 1940 1941 1942 1943 1944 1945 1946 1947 1948 1949
Pos.
Ano 1950 1951 1952 1953 1954 1955 1956 1957 1958 1959
Pos.
Ano 1960 1961 1962 1963 1964 1965 1966 1967 1968 1969
Pos.
Ano 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos.
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 10º 11º
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos.
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos.


Bandeira do Brasil Copa do Brasil
Ano 1989
Pos.
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 12º 15º 19º 37º 16º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 25º 37º 44º 13º 27º 13º 21º


Bandeira do Brasil Campeonato Brasileiro
Ano 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. 10º 19º 22º 49º 18º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. - - - 69º 12º 12º 22º
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. - - - 23º - - 14º 15º 13º
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Pos. 27º 17º 11º 12º 19º - -


Copa Libertadores da América
Ano 1986 2004
Pos. 22º


Copa Sul-Americana
Ano 2004 2009
Pos. 26º


[editar] Presidentes

  • 1909 a 1911 - João Viana Seiler
  • 1912 - Leopoldo Obladen
  • 1913 a 1914 - João Viana Seiler
  • 1915 - Frederico Essenfelder
  • 1916 a 1917 - Constante Fruet
  • 1918 - Cândido Guedes Chagas
  • 1919 - Epaminondas Santos
  • 1920 - Roberto Emilio Naujoks
  • 1921 - João Viana Seiler
  • 1922 a 1925 - João Meister Sobrinho
  • 1926 - Constante Fruet
  • 1927 a 1928 - Antônio Couto Pereira
  • 1929 - Jocelyn de Souza Lopes
  • 1930 - Pedro Nolasco Pizzatto
  • 1931 a 1934 - Antônio Couto Pereira
  • 1935 - João Viana Seiler
  • 1936 - Bernardo Leinig
  • 1937 a 1945 - Antônio Couto Pereira
  • 1945 - Plácido Mattana
  • 1946 - Lauro Schleder
  • 1947 - Antônio da Silva Pereira
  • 1948 - Tércio Rolim de Moura
  • 1949 - Agostinho Pereira Alves
  • 1949 - Ulysses Moro
  • 1950 - Lauro Schleder
  • 1951 - Reinaldo Dacheux Pereira
  • 1952 a 1953 - Amâncio Moro
  • 1954 a 1955 - Antônio Anibelli
  • 1956 a 1963 - Aryon Cornelsen
  • 1963 - Antônio Pattittuci
  • 1963 - Michel Zaidan
  • 1964 a 1965 - Reinaldo Dacheux Pereira
  • 1965 - Leonardo Costódio
  • 1966 a 1967 - Lincoln Hey
  • 1967 a 1979 - Evangelino da Costa Neves
  • 1980 - Amauri Cruz Santos
  • 1980 a 1981 - Edison José Mauad
  • 1982 a 1987 - Evangelino da Costa Neves
  • 1988 a 1989 - Bayard Rachawski Osna
  • 1990 a 1991 - João Jacob Mehl
  • 1992 a 1995 - Evangelino da Costa Neves
  • 1995 a 1996 - Edison José Mauad
  • 1996 a 1997 - Joel Malucelli
  • 1998 a 1999 - João Jacob Mehl
  • 2000 a 2001 - Sérgio Marcos Prosdócimo
  • 2001 a 2002 - Francisco Alberto de Araújo
  • 2002 a 2003 - Giovani Gionédis
  • 2003 a 2004 - Giovani Gionédis
  • 2005 a 2007 - Giovani Gionédis
  • 2008 a 2009 - Jair Cirino dos Santos

[editar] Confrontos

[editar] Atletiba

Atletiba é o nome dado ao confronto entre o time com o Atlético Paranaense, ambos clubes da cidade de Curitiba, que ocorrem desde 8 de Junho de 1924. Inicialmente, a rivalidade tinha base em suas origens, com cada um deles representando uma camada social, sendo o Coritiba marcadamente o clube dos alemães. A própria fundação dos clubes tem certa dose de rivalidade, visto que os fundadores de um dos clubes que deram origem ao Atlético eram dissidentes do Coritibano, que mais tarde tornou-se Coritiba.

Com o passar dos anos, a rivalidade foi aumentando, fruto dos inúmeros jogos decisivos que disputaram estes dois rivais e os tornaram as maiores torcidas do Paraná.

A primeira vez que o clássico Atletiba decidiu o Campeonato Paranaense de Futebol foi em 1941, com vitória do Coritiba por 1 a 0. Em 1943, o Atlético deu o troco, com duas vitórias por 3 a 2 nos jogos que lhe deram o bicampeonato paranense em 1942 e 1943 e em 1945 nova vitória atleticana, desta vez por 2 a 1.

Em 1968, um gol de Paulo Vechio no último minuto deu o empate por 1 a 1 que garantiu ao Coritiba o título deste ano e começou a mudar a história deste clássico. Em 1969, o Coritiba foi bicampeão e o Atlético conquistou o Campeonato Paranaense em 1970.

A partir daí, começa um período glorioso para o Coritiba, hexacampeão paranense de 1971 à 1977. Se não tivesse perdido o título conquistado pelo Grêmio Maringá em 1977, o Coritiba teria se sagrado eneacampeão parananense, pois conquistou o título estadual também em 1978 e 1979. Caso o Coritiba tivesse ganho também o campeonato estadual de 1970, teria sido campeão por doze anos seguidos, o que seria o recorde brasileiro de conquistas em estaduais.

Neste período áureo do Coritiba as vitórias sobre o atleticanos só ocorreram em finais de campeonato nos anos de 1972 e 1978. Curiosamente, tanto a decisão de 1972, quanto os três jogos finais de 1978 (no qual ocorreram alguns dos maiores públicos da história deste clássico), tiveram como resultado o 0 a 0. Em 1978, o goleiro Manga garantiu o título para o alviverde depois de defender dois pênaltis, mesmo tendo sofrido uma contusão antes das cobranças. Reza a célebre história que o goleiro do Coritiba enfaixou o joelho que não estava machucado, induzindo os batedores do Atlético ao erro.

Outros dois empates, em 1983 (1 a 1) e em 1990 (2 a 2) deram o título para o Atlético, que ainda conquistou mais dois campeonatos em 1998 e em 2000.

Em 2004 os clubes protagonizaram uma emocionante final. No primeiro jogo, vitória do Coritiba por 2 a 1 no Couto Pereira. No segundo jogo, uma brilhante alternância no placar fez com que o título trocasse de mãos quatro vezes durante o jogo, ficando definitivamente com o Coritiba após empate no final da partida.

E, em 2005, foi a vez do Atlético conquistar o título ganhando no tempo regulamentar por 1 a 0 e depois na decisão por pênaltis, quando venceu por 4 a 2, com o ex-jogador do Coritiba Lima fazendo o gol do título para os atleticanos.

Em 2008 o Coritiba conquistou o título do Campeonato Paranaense em um Atletiba decisivo, 2x0 para o Coritiba no Couto Pereira e na Arena da baixada 2x1 para o Atlético Paranaense. Com esse resultado o título fica para o Coritiba.

[editar] Paratiba

Paratiba é o nome dado ao confronto entre o time com o Paraná Clube, ambos clubes da cidade de Curitiba. É o segundo maior clássico do estado do Paraná, ficando atrás apenas do atletiba em termos de importância e atual relevância.

Os números atuais do confronto ditam 86 jogos, com 32 vitórias do Coritiba, 29 do Paraná e 25 empates. Foram 105 gols do Coxa, e 111 do Paraná.

[editar] Patrimônio

Parte interna do Couto Pereira evidenciando a setor "Mauá" de cadeiras.

[editar] Estádio

O estádio Major Antônio Couto Pereira é o maior do Paraná, foi fundado em 1909 e tem capacidade para 37.182 pessoas. É chamado pelos torcedores e pela mídia simplesmente por Couto Pereira ou ainda Alto da Glória.

O terreno do estádio foi doado por Nicolau Scheffer, ou vendido por um preço simbólico, em razão de impostos. Na época, se tratava de um local longuínquo, sendo que era comum se dizer, a época, que não seria viável, em razão da distância.

O maior público registrado foi de 70.000 pessoas em 5 de Agosto de 1980, na visita do Papa João Paulo II. Já o maior público registrado numa partida de futebol foi de 65.943 pessoas em 15 de maio de 1983.

Em uma reforma ocorrida em 2005 as dimensões do gramado foram ampliadas e as grades de proteção foram removidas, facilitando a visualização do jogo em todos os setores do estádio. Além disso, equipamentos como bancos de reserva, e traves foram modernizados, bem como todo o gramado trocado e feitas reformas nas instalações internas (vestiários e salas).

Intitulado originalmente Estádio Belfort Duarte, seu nome foi modificado para o atual em 1977 após reformas para ampliação, como homenagem a um dos maiores responsáveis por o estádio ter saído do papel para se tornar realidade.

O Nome Belfort Duarte era para ser provisório, até se encontrar um nome difinitivo. Entretanto, o Jogador do Botafogo, que nunca antes havia pisado no estado, acabou batisando o maior estádio do Paraná por várias décadas.[carece de fontes?]

[editar] CT da Graciosa

Em 1988 o presidente Bayard Osna determinou a construção de um centro de treinamento para o Coritiba. Foi adquirido um terreno na antiga estrada da Graciosa, próximo ao trevo do Atuba, cerca de nove quilômetros da sede principal, no Alto da Glória. Mas foi somente em 1995 que o segundo passo foi dado. Joel Malucelli, Sérgio Prosdócimo e Édson Mauad assumiram o Coritiba e deram início às obras.

O engenheiro José Arruda, na época Vice-Presidente do clube, foi à pessoa que ficou responsável e se lançou nesse desafio com confiança e determinação, contando com o apoio de uma competente comissão de obras. A maior parte do dinheiro que viabilizou a construção veio de contribuições mensais do Conselho Deliberativo, presidido na época por Manoel Antonio de Oliveira.

O CT da Graciosa foi inaugurado no dia 20 de Dezembro de 1997. Após muita dedicação e trabalho de todos que ajudaram, o sonho se tornou realidade. Em 2002, Giovani Gionédis assumiu o clube e começou um planejamento estrutural arrojado, que se iniciou com a ampliação e modernização do patrimônio Alviverde.

Hoje, o Centro de Treinamento Bayard Osna se tornou uma das referências de modernidade e de espaço para o trabalho dos profissionais do futebol. O trabalho sério fez do Coritiba um dos clubes do país com uma das melhores estruturas. Nela, está galgado o trabalho de aperfeiçoamento da base e a cada ano craques despontam nos seus gramados, sempre com acompanhamento dos melhores profissionais, até chegarem à equipe profissional e tornarem-se ídolos coxa-brancas.

O CT conta com cinco campos oficiais de futebol (70x110m), com diferenciados gramados. Além disso, três vestiários, piscina térmica, estacionamento, comitê de imprensa. Para a área médica existe uma moderna clínica de fisiologia, uma completa academia, além de clínicas de fisioterapia, psicologia e nutrição.

[editar] Torcida

Torcida Organizada Império Alviverde reunida uma hora antes da partida entre Coritiba e Ceará pela Série B do Brasileiro no Estádio Couto Pereira.
Torcida do Coritiba contra o CRB em 2007.

Em 2004, estiveram presente, pela Copa Libertadores da América, em todos os países no qual o Coritiba disputou o torneio, tais como Peru, Paraguai e Argentina. Sua principal torcida organizada é a Império Alviverde, e também há a Mancha Verde.[carece de fontes?]

Desde a sua fundação, em 12 de outubro de 1909, o Coritiba sempre foi um dos dois clubes mais populares do Paraná. Já em 15 de janeiro de 1935, o jornal Gazeta do Povo publicou resultado parcial de uma enquete (os votos eram depositados em urnas) que ajuda a compreender o porte das torcidas do Paraná e de Curitiba naquela época. Computados mais de 5.400 votos, os resultados apontavam: Coritiba 86,2%; Londrina 5,9%; Britânia 3,1%; Atlético 2,8 %; outros clubes 3%.[carece de fontes?]

Na edição de 2 de dezembro de 1985, a revista Placar publicou pesquisa feita, em Curitiba, pelo Instituto Paranaense de Estatísticas. O resultado já indicava uma tendência de crescimentos das torcidas rivais na ordem das maiores torcidas da cidade: Coritiba 73%; Atlético 26%; e outros 1%. Na faixa entre 10 e 17 anos, o Coritiba já liderava com 86% contra 14% do rival Atlético.

Tamanho da Torcida do Coritiba O Coritiba possui a 13ª maior torcida do Brasil, segundo pesquisa do IBOPE em 2008 encomendada pela GLOBOSAT com 1,65%.

Inventário da Torcida Coxa:

  • 38% da torcida da cidade de Curitiba (Instituto Bonilha,2004) equivale a 680 mil torcedores;
  • 34% da torcida da região metropolitana de Curitiba (Instituto Bonilha, 2004) equivale 1 milhão de torcedores (incluso capital);
  • 20% da torcida no Estado do Paraná (Instituto Bonilha, 2008) equivale 1.820.000 torcedores;
  • 8% da torcida na Região Sul (Placar, 2001) equivale a 1.880.000 torcedores;
  • 1% da torcida no Estado de Santa Catarina (Placar, 2001) equivale a 60.000 torcedores;
  • 0,1% da torcida no Estado de São Paulo (Datafolha, 2008) equivale a 40.000 torcedores;
  • 0,1% da torcida na Região Sudeste (Datafolha, 2008) equivale 80.000 torcedores;
  • 0,1% da torcida na Região Nordeste (Datafolha) equivale 50.000 torcedores;
  • 2% da torcida no estado de Alagoas (Placar 2001);
  • 0,1% da torcida nas Regiões Norte e Centro-Oeste (Datafolha) equivale a 30.000 torcedores.

Em algumas cidades:

  • O Coritiba possui 19% em Bocaiúva do Sul e Campo Magro (Paraná Pesquisas, 2008)
  • O Coritiba possui 18% em Colombo e Pinhais (Paraná Pesquisas, 2008)
  • O Coritiba possui 17% em Contenda e Itaperuçu (Paraná Pesquisas, 2008)
  • O Coritiba possui 16% em Campo Largo (Paraná Pesquisas, 2008)
  • O Coritiba possui 14% em São Jose dos Pinhais e Mandirituba (Paraná Pesquisas, 2008)
  • O Coritiba possui 13% em Morretes e Lapa (Paraná Pesquisas, 2008)
  • O Coritiba possui 12% em Londrina (divulgado Jornal Folha de Londrina)
  • O Coritiba possui 10% em Matinhos e Pontal do Paraná (Paraná Pesquisas, 2008)
  • O Coritiba possui 7% em Guaratuba (Paraná Pesquisas, 2008)
  • O Coritiba possui 6% em S. J. do Triunfo (Paraná Pesquisas, 2008)
  • O Coritiba possui 5% em Paranaguá, Palmeira e São Mateus do Sul (Paraná Pesquisas, 2005 e 2008)
  • O Coritiba possui 2% em Ponta Grossa, Castro, Tomazina, Prudentópolis, Irati e Rebouças (Paraná Pesquisas, 2008)
  • O Coritiba possui 1% em Maringá, Ivaiporá, Ibaiti, Jaguariaíva, Telêmaco Borba, Pitanga, Pato Branco e Dois Vizinhos, (Paraná Pesquisas, 2008)
  • O Coritiba possui 0,5% em Foz do Iguaçu, Cascavel, Toledo, Umuarama e Apucarana (Paraná Pesquisas, 2005 e 2008)
  • O Coritiba possui 0,2% em Campinas (Instituto Datacorp)

[editar] Consulados

O dia 19 de dezembro de 2008 foi marcado pelo reconhecimento oficial por parte do clube dos consulados. Junto com a oficialização, os cônsules ganharão benefícios nos jogos do Coxa desde que atendam os requisitos para serem oficializados pela diretoria do Coritiba Foot Ball Club.

A grande torcida do Coritiba continua mostrando o quanto é forte e que o amor pelo Coritiba não tem fronteiras, já são 123 consulados.

Os 123 Consulados da Torcida Coxa representam a nação Coxa-Branca em 22 países, sendo 39 consulados no exterior. Aqui no Brasil são 84 Consulados espalhados em 17 estados. No Paraná são 41 Consulados, 15 em Santa Catarina, e seis em São Paulo.

[editar] Torcidas organizadas

  • Torcida Organizada Império Alviverde
  • Mancha Verde do Coritiba
  • Torcida Jovem do Coritiba
  • Povão Coxa-Branca
  • Cornetas do Fosso
  • Coxaceiros
  • ONG Coritiba Eterno
  • A Turma do Vô Coxa
  • Coxa Metal
  • Movimento Cori Ação
  • Cotxas

[editar] Mascote

O time do Coritiba é representado por um simpático velhinho, o Vovô Coxa. O Clube é o mais antigo do Paraná, tendo completado 99 anos no dia 12 de outubro de 2008. O mascote representa assim toda a tradição do Coritiba no estado do Paraná.

[editar] Uniformes 2009/2010

[editar] Jogadores

  • 1º - Branco com 2 listras horizontais verdes;
  • 2º - Verde com listras horizontais em outro tom verde.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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2º Uniforme

[editar] Uniformes dos goleiros

  • Preta com detalhes dourados;
  • Amarela com detalhes pretos;
  • Azul com detalhes brancos.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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[editar] Uniformes de treino

  • Azul com detalhes amarelos;
  • Amarela com detalhes azuis.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
 
Comissão técnica

[editar] Jogadores

[editar] Ídolos

Segue uma lista dos jogadores que fizeram a história do Coritiba e alguns jogadores da seleção brasileira:

[editar] Seleção alviverde

Torcedores de diferentes gerações escolhem os maiores craques da história alviverde.

Goleiros
Bandeira do Brasil G Rafael Camarota
Defesa
Bandeira do Brasil D Fedato
Bandeira do Brasil D Oberdan
Bandeira do Brasil D Hermes
Bandeira do Brasil D Hidalgo
Bandeira do Brasil D Nilo
Meio
Bandeira do Brasil M Krüger
Bandeira do Brasil M Alex
Bandeira do Brasil M Tcheco
Atacantes
Bandeira do Brasil A Zé Roberto
Bandeira do Brasil A Keirrison

[editar] Elenco atual

Última atualização: Junho de 2009 (UTC).

Goleiros
1 Bandeira do Brasil Edson Bastos G
12 Bandeira do Brasil Vanderlei G
22 Bandeira do Brasil Wanderson G
24 Bandeira do Brasil Antônio Carlos G
Zagueiros
3 Bandeira do Brasil Pereira Z
4 Bandeira do Brasil Felipe Z
27 Bandeira do Brasil Cleiton Z
32 Bandeira do Brasil Lucas Mendes Z
34 Bandeira do Brasil Leandro Silva Z
38 Bandeira do Brasil Demerson Z
Laterais
2 Bandeira do Brasil Rodrigo Heffner LD
13 Bandeira do Brasil Márcio Gabriel LD
6 Bandeira do Brasil Guarú LE
26 Bandeira do Brasil Vicente LE
16 Bandeira do Brasil Rodrigo Crasso LE
Volantes
8 Bandeira do Brasil Douglas Silva V
15 Bandeira do Brasil Willian V
17 Bandeira do Brasil Rodrigo Pontes V
21 Bandeira do Brasil Dirceu V
30 Bandeira do Brasil Leandro Donizete V
33 Bandeira do Brasil Jaílton V
Meias
7 Bandeira do Brasil Pedro Ken M
10 Bandeira do Brasil Carlinhos Paraíba M
19 Bandeira do Brasil Adriano M
28 Bandeira do Brasil Renatinho M
29 Bandeira do Brasil Ramon M
31 Bandeira do Brasil João Henrique M
40 Germán Segovia M
Atacantes
9 Bandeira do Brasil Marcelinho Paraíba A
11 Bandeira do Brasil Leozinho A
20 Bandeira do Brasil Marcos Aurélio A
25 Bandeira do Brasil Hugo A
37 Ariel Nahuelpan A
39 Bandeira do Brasil Bruno Batata A
35 Bandeira do Brasil Thiago Gentil A
Técnico
Bandeira do Brasil Renê Simões



[editar] Transferências em 2009

Saídas
  Jogador Clube de destino
Bandeira do Brasil Alex Silva Fim de contrato
Bandeira do Brasil Tiago Bernardi Bandeira do Brasil Ituano
Bandeira do Brasil Veiga Fim de contrato
Bandeira do Brasil Jailson Bandeira do Brasil Atlético - GO
Bandeira do Brasil Dorival Júnior Bandeira do Brasil Vasco da Gama
Bandeira do Brasil Maurício Bandeira do Brasil Palmeiras
Bandeira do Brasil Rubens Cardoso Bandeira do Brasil Bahia
Bandeira do Brasil Alê Bandeira do Brasil Guaratinguetá
Bandeira do Brasil Ricardinho Malmö FF
Bandeira do Brasil Henrique Dias Fim de contrato
Bandeira do Brasil Arilton Bandeira do Brasil Internacional
Bandeira do Brasil Keirrison Bandeira do Brasil Palmeiras
Bandeira do Brasil Marcos Tamandaré Bandeira do Brasil Santa Cruz
Bandeira do Brasil Marlos Bandeira do Brasil São Paulo
Bandeira do Brasil Rodrigo Mancha Bandeira do Brasil Santos (Em Julho)
Bandeira do Brasil Dinelson Bandeira do Brasil Paraná Clube
Bandeira do Brasil Thiago Silvy Bandeira do Brasil América de Natal
Entradas
  Jogador Clube anterior
Bandeira do Brasil Vicente Bandeira do Brasil Ponte Preta
Bandeira do Brasil Cleiton Bandeira do Brasil Toledo
Bandeira do Brasil Rodrigo Pontes Bandeira do Brasil Barueri
Bandeira do Brasil Márcio Gabriel Bandeira do Brasil Ipatinga
Bandeira do Brasil Pereira Bandeira do Brasil Grêmio
Bandeira do Brasil Adriano Bandeira do Brasil J Malucelli
Bandeira do Brasil Marcos Aurélio Shimizu S-Pulse
Bandeira do Brasil Roger Bandeira do Brasil Categorias de Base
Bandeira do Brasil Tiago Real Bandeira do Brasil Categorias de Base
Bandeira do Brasil Willian Bandeira do Brasil Categorias de Base
Bandeira do Brasil Alisson Bandeira do Brasil Categorias de Base
Bandeira do Brasil Ramon Bandeira do Brasil Figueirense
Bandeira do Brasil Marcelinho Paraíba Bandeira do Brasil Flamengo
Bandeira do Brasil Jaílton Bandeira do Brasil Fluminense
Bandeira do Brasil Bruno Batata Bandeira do Brasil J Malucelli

[editar] Recordes

[editar] Goleadas

Maiores goleadas feitas
  • 1958 - Coritiba 12 x 3 Seleção de Guarapuava
  • 1990 - Coritiba 12 x 0 Prudentópolis
  • 1952 - Coritiba 11 x 0 B.E. Morgenau
  • 1965 - Coritiba 11 x 0 União Olímpico
  • 1942 - Coritiba 10 x 2 Jacarezinho
  • 1926 - Coritiba 11 x 0 Caxias F.C. (Joinville)
  • 1929 - Coritiba 10 x 0 Paranaense F.C.
  • 1929 - Coritiba 10 x 1 Aquidaban S.C.
  • 1947 - Coritiba 10 x 2 S.E. Palmeiras (Curitiba)
  • 1953 - Coritiba 10 x 0 Britânia
  • 1957 - Coritiba 10 x 2 Palestra Itália (Curitiba)
Maiores goleadas sofridas
  • 1942 - Coritiba 3 x 10 Santos
  • 1949 - Coritiba 3 x 8 Fluminense
  • 1948 - Coritiba 2 x 7 C.R. Vasco Da Gama
  • 1957 - Coritiba 4 x 7 S.E. Palmeiras (São Paulo)
  • 1999 - Coritiba 2 x 6 Paraná Clube
  • 2002 - Coritiba 1 x 6 Paraná Clube

[editar] Maiores públicos do Coritiba no Estádio Couto Pereira

  1. Coritiba 0 x 0 Atlético-PR, 55.164 pessoas, em 17 de dezembro de 1978
  2. Coritiba 2 x 0 Colorado-PR, 53.571 pessoas, em 16 de setembro de 1979
  3. Coritiba 3 x 0 Atlético-PR, 52.028 pessoas, 1 de maio de 1990
  4. Coritiba 1 x 0 Corinthians, 51.662 pessoas, 11 de maio de 1980
  5. Coritiba 1 x 1 Vasco, 50.582 pessoas, 12 de dezembro de 1979

Notas e referências

  1. [1]
  2. [2]
  3. UOL Esporte (3 de novembro de 2007). Coritiba empata com Vitória, mas garante promoção à Série A. UOL. Página visitada em 25 de novembro de 2007.
  4. Coritiba marca no fim e é campeão da Série B. Terra Networks (24 de novembro de 2007). Página visitada em 25 de novembro de 2007.
  5. Coritiba pretende iniciar novo estádio no final do ano que vem. UOL Esporte (7 de novembro de 2008). Página visitada em 13 de novembro de 2008.
  6. Coritiba apresenta projeto de estádio de R$ 200 milhões ao prefeito. UOL Esporte (6 de novembro de 2008). Página visitada em 13 de novembro de 2008.
  7. Campeonatos Estaduais (em Português). Federação Paranaense de Futebol. Página visitada em 13 de Dezembro de 2008.

[editar] Ver também

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[editar] Ligações externas

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