Coroa de louros

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Uma coroa de louros dourada, provavelmente do Chipre, século IV a.C. ou século III a.C..
Uma coroa de louros num memorial no Folketing, parlamento nacional da Dinamarca.

Uma coroa de louros. láurea ou coroa triunfal era uma distinção concedida a um general vitorioso que entrava na Antiga Roma em triunfo apoteótico. Consistia em um círculo de ramos, sendo num primeiro momento de louro e posteriormente de ouro.

A origem do uso de uma coroa de louros está no mito de Dafne, uma ninfa que transmutara-se em um pé de louro para fugir de Apolo. O deus, então, fizera com as folhas uma coroa, com a qual passou a ser representado.[1]

Na Grécia Antiga, em vez de receberem as atuais medalhas de ouro, prata e bronze, os atletas eram premiados com as coroas de pequenos ramos de oliveira entrelaçados, que representavam a suprema glória para a alma grega.

Na mitologia grega este era um dos símbolos usados por Apolo, deus da Luz, da Cura, da Poesia, da Música e da Profecia, protetor dos atletas e dos jovens guerreiros.

Em Atenas, a coroa de louros como símbolo de distinção e glória foi substituída pelos ramos de oliveira, considerada a árvore protetora da cidade.

Apesar de não ter valor material, a coroa tinha um significado muito especial para os atletas e para a cidade de onde provinham, que os receberiam com grandes festas e criando estátuas em homenagem aos vencedores.

A coroa de louros, ou láurea, então, passou a simbolizar a vitória,[2] sobretudo nos Jogos Olímpicos. Também é um dos símbolos da Academia Brasileira de Letras.

Referências

  1. louro, acesso em novembro de 2008.
  2. Dicionário Aurélio, verbete coroa

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