Corona (geologia planetária)

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Em geologia planetária, uma corona (plural: coronae) é um acidente geográfico com forma oval. Coronae aparecem em Vênus e na lua de Urano Miranda e pode ser formado por afloramento de material quente abaixo da superfície.

Coronae em Vênus[editar | editar código-fonte]

Em Vênus, coronae são acidentes geográficos vulcânicos grandes (tipicamente com centenas de quilômetros de diâmetro), parecidos com coroas.

Coronae foram identificadas pela primeira vez em 1983, quando equipamento de imagens de radar a bordo da Venera 15 e Venera 16 produziu imagens em alta resolução de algumas formações que pensava-se que eram crateras de impacto.

Acredita-se que coronae são formadas quando plumas de material quente no manto puxa a crosta para cima formando uma forma de cúpula, que então colapsa no centro enquanto o magma esfria e vaza nos lados, deixando uma estrutura com forma de coroa: a corona.

A maior corona em Vênus se chama Artemis Corona, que tem 2100 km de diâmetro.

Coronae em Miranda[editar | editar código-fonte]

A lua de Urano Miranda contém estruturas ovoides que são bem grandes em relação ao tamnho da lua. Elas podem ser formadas por diapiros: afloramento de gelo quente.[1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. R., Pappalardo; Greeley, R. (1993). "Structural evidence for reorientation of Miranda about a paleo-pole". In Lunar and Planetary Inst., Twenty-Fourth Lunar and Planetary Science Conference. Part 3: N-Z: 1111–1112. Página visitada em 05/08/2006. 
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