Coronel Fabriciano

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Município de Coronel Fabriciano
"Fabri"
"Fabriciano"
"Coração do Vale"
"Terra Mãe do Vale do Aço"
Acima, à esquerda, o monumento pórtico e abaixo desta imagem um trecho da Avenida Magalhães Pinto. Ao meio o Monumento Terra Mãe, à direita a Fazendinha e abaixo desta o comércio da Rua Coronel Silvino Pereira. Logo abaixo destas uma vista panorâmica da cidade a partir do Alto Giovannini e depois fotos do Colégio Angélica (à esquerda) e da Catedral São Sebastião (à direita). Na parte de baixo da montagem uma vista noturna do monumento "Os 5 Elementos da Natureza", na Praça da Estação, e do Sobrado dos Pereira.

Acima, à esquerda, o monumento pórtico e abaixo desta imagem um trecho da Avenida Magalhães Pinto. Ao meio o Monumento Terra Mãe, à direita a Fazendinha e abaixo desta o comércio da Rua Coronel Silvino Pereira. Logo abaixo destas uma vista panorâmica da cidade a partir do Alto Giovannini e depois fotos do Colégio Angélica (à esquerda) e da Catedral São Sebastião (à direita). Na parte de baixo da montagem uma vista noturna do monumento "Os 5 Elementos da Natureza", na Praça da Estação, e do Sobrado dos Pereira.
Bandeira de Coronel Fabriciano
Brasão de Coronel Fabriciano
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 20 de janeiro de 1949 (65 anos)
Fundação 27 de dezembro de 1948
Gentílico fabricianense
Lema Deus, Pax Et Prosperitas
"Deus, Paz e Prosperidade"
Padroeiro(a) São Sebastião
Prefeito(a) Rosângela Mendes (PT)
(2013–2016)
Localização
Localização de Coronel Fabriciano
Localização de Coronel Fabriciano em Minas Gerais
Coronel Fabriciano está localizado em: Brasil
Coronel Fabriciano
Localização de Coronel Fabriciano no Brasil
19° 31' 08" S 42° 37' 44" O19° 31' 08" S 42° 37' 44" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Vale do Rio Doce IBGE/2013[1]
Microrregião Ipatinga IBGE/2013[1]
Região metropolitana Vale do Aço
Municípios limítrofes Oeste: Ferros;
Norte: Joanésia e Mesquita;
Leste: Ipatinga;
Sudoeste: Antônio Dias;
Sul: Timóteo.
Distância até a capital 198 km[2]
Características geográficas
Área 221,252 km² [3]
Área urbana 17,02 km² Eixo de Ordenamento Territorial RMVA/2014[4]
Distritos Coronel Fabriciano (Sede) e Senador Melo Viana
População 108 843 hab. (MG: 27º) –  estatísticas IBGE/2014[5]
Densidade 491,94 hab./km²
Altitude 250 m [2]
Clima tropical quente semiúmido Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,755 alto PNUD/2010[6]
PIB R$ 937 250 mil IBGE/2011[7]
PIB per capita R$ 8 996,97 IBGE/2011[8]
Página oficial
Prefeitura www.fabriciano.mg.gov.br
Câmara www.camarafabriciano.mg.gov.br

Coronel Fabriciano é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Pertence à Mesorregião do Vale do Rio Doce e à Microrregião de Ipatinga e localiza-se a leste da capital do estado, distando desta cerca de 200 km.[2] Ocupa uma área de 221,252 km², sendo 17,0 km² em perímetro urbano,[4] e sua população em 2014 era de 108 843 habitantes, sendo então o 27º mais populoso do estado mineiro.[5]

O começo do povoamento ocorreu em meados do século XIX, associado ao fluxo de tropeiros, levando à formação do povoado de Santo Antônio de Piracicaba na região do atual Melo Viana e à posterior criação do distrito em 1923.[9] Na mesma ocasião, a localidade passa a ser atendida pela EFVM e é construída a Estação do Calado, ao redor da qual se estabeleceu o núcleo urbano que corresponde ao Centro de Fabriciano. O desenvolvimento observado em função da vinda de complexos siderúrgicos culminou na criação do município, emancipado de Antônio Dias em 1948.[10] [11] Sediou os núcleos industriais da Aperam South America (antiga Acesita) e Usiminas, que foram essenciais para a evolução da cidade.[12] Mas, com a emancipação de Ipatinga e Timóteo na década de 60, as empresas passaram a pertencer a estes municípios, respectivamente.[13]

A manutenção da atividade siderúrgica contribuiu para a formação da Região Metropolitana do Vale do Aço, que corresponde ao segundo maior pólo urbano-industrial do estado,[14] apesar do comércio e da prestação de serviço terem se transformado nas principais fontes econômicas em Fabriciano.[15] A sede tem uma temperatura média anual de 21,6 °C[16] e na vegetação original do município predomina a Mata Atlântica. Com 98% da população vivendo na zona urbana,[17] o município contava, em 2009, com 42 estabelecimentos de saúde.[18] O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,755, classificado como alto em relação ao estado.[6]

Tradições culturais como as marujadas, o artesanato e de celebrações religiosas como as festas de São Sebastião, da Semana Santa e de Corpus Christi se fazem presentes no município, bem como os monumentos de valor histórico e patrimonial da Igreja Matriz de São Sebastião, uma das primeira igrejas da cidade, o Colégio Angélica, fundado em 1950 e conhecido por sua arquitetura eclética, e o Monumento Terra Mãe, marco-zero fabricianense.[19] [20] Na Serra dos Cocais se concentram diversos atrativos naturais como cachoeiras, trilhas e montanhas propícias a escaladas, destacando-se também na prática de esportes radicais como mountain bike, rapel, trekking, saltos de paraquedas e trilhas 4x4.[21]

História[editar | editar código-fonte]

Origens e povoamento[editar | editar código-fonte]

O desbravamento da região do atual município de Coronel Fabriciano tem início na segunda metade do século XVI. Expedições como a de Fernandes Tourinho, em 1572, seguiam pelos chamados Sertões do Rio Doce à procura de metais preciosos. O local se encontrava em uma via de escoamento das pedras preciosas extraídas na região central mineira, que ligava a Estrada Real ao Litoral do Espírito Santo, no entanto o povoamento e a abertura de novas trilhas pela região do Vale do Rio Doce foram proibidos na primeira metade do século XVII, a fim de evitar o contrabando de ouro por meio do Rio Doce e seus afluentes, como o Piracicaba.[22]

Canoeiros no Rio Piracicaba entre Coronel Fabriciano e Timóteo.

O povoamento foi liberado em 1755, após Minas Gerais passar por um declínio na produção de ouro. Nesta mesma ocasião, é aberta uma estrada ligando Vila Rica (atual Ouro Preto, então capital da Província de Minas Gerais) a Cuieté, visando ao transporte do ouro extraído na região do atual município de Conselheiro Pena, cujo metal viria a se esgotar após 1780. Associada ao fluxo do transporte pelos rios, a partir da existência dessa estrada é que surgem os primeiros focos de colonizadores no interior do Vale do Rio Doce[22] e por volta de 1800, estabelece-se em área fabricianense Francisco Rodrigues Franco. Na mesma ocasião, José Assis de Vasconcelos, oriundo de Santana do Alfié, toma posse de terras nas proximidades do atual núcleo industrial da Usiminas.[11]

Em 1825, uma estrada foi aberta por Guido Marlière ligando Antônio Dias ao Rio Santo Antônio, nas proximidades de Naque, cruzando a Serra dos Cocais por onde depois surgiria o povoado de São José dos Cocais.[23] Assim, o fluxo de tropeiros entre os povoamentos, intensificado ao longo do século XIX, que cruzavam a região vindos de Antônio Dias, Ferros, Santana do Paraíso, Mesquita e Joanésia, levou à formação de um pequeno aglomerado, mais tarde denominado Santo Antônio do Gambá, também conhecido como Santo Antônio de Piracicaba, no atual bairro Melo Viana. O firmamento de pequenos proprietários de terra implicou no desenvolvimento do povoamento em função da agropecuária.[9] [24] Em 11 de setembro de 1831, Francisco de Paula e Silva (conhecido por Chico Santa Maria, por ser natural de Santa Maria de Itabira) se estabeleceu juntamente com sua família e numerosos escravos nas proximidades do atual bairro Alegre, em Timóteo. Francisco desenvolveu a agricultura na região e sua propriedade servia como ponto de parada para os viajantes.[11]

Francisco Romão era o encarregado pelo transporte de pessoas e mercadorias através dos rios Piracicaba, Doce e Santo Antônio, interligando São Domingos do Prata, Antônio Dias, Mesquita e Joanésia.[11] Na foz do Córrego Caladão, havia um movimento associado à presença de um pequeno porto, onde as mercadorias transportadas pela estrada embarcavam rumo às localidades vizinhas por meio do Rio Piracicaba.[24] O local passou a ser conhecido como Barra do Calado, devido à disposição entre os dois cursos hidrográficos, sendo o termo "Calado" uma provável referência ao silêncio necessário para não se chamar atenção de índios escondidos naquela área, ainda no começo do século XIX.[9] Em 1919, João Teixeira Benevides trouxe de Ferros a primeira professora (sua sobrinha, Maria de Lourdes de Jesus) e doou terrenos para a construção da primeira escola, o primeiro cemitério e para a igreja de Santo Antônio de Piracicaba,[11] observando-se nesta ocasião um crescimento do comércio e a formação do núcleo urbano.[25]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Originalmente, a localidade fez parte da Vila de Itabira, criada em 1833 ao ser desmembrada de Caeté e elevada à condição de cidade em 1848,[26] e em 1911 o povoamento passa a pertencer a Antônio Dias.[27] Na década de 1920, após a retomada da construção da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), paralisada em Belo Oriente, observa-se um desenvolvimento populacional em função do estabelecimento de trabalhadores incumbidos da obra, na Barra do Calado.[28] Pela lei estadual nº 823, de 7 de setembro de 1923, é criado o distrito com a denominação de Melo Viana, tendo a sede em Santo Antônio de Piracicaba,[10] e a Estação do Calado é inaugurada em 9 de junho de 1924.[29] O nome "Melo Viana" é uma referência ao ex-senador, secretário de interior e vice-presidente da república Fernando de Melo Viana.[23]

Vista parcial de Coronel Fabriciano, na época Calado, em 1940.
Vista parcial de Coronel Fabriciano, na época Calado, em 1940.

Ao redor da estação, começaram a ser levantadas as primeiras moradias — pequenos barracos — do atual Centro de Fabriciano, mas somente em 1928 é que foi construída, além da estação, a primeira casa coberta com cerâmica e assoalhada; o Sobrado dos Pereira, que ainda existe na esquina das atuais ruas Pedro Nolasco e Coronel Silvino Pereira, sendo também o primeiro estabelecimento comercial da cidade.[30] Também em 1928, é instalada a Escola Rural Mista, que foi a primeira escola regular, dirigida pela professora Mariana Roque Pires.[13] Devido à distância até o terminal ferroviário, o Cartório do Melo Viana foi transferido para o Calado em 1933, alterando-se então a sede do distrito.[28]

Expansão econômica[editar | editar código-fonte]

No começo da década de 1930, instala-se no Calado um escritório da Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira (atual ArcelorMittal Aços Longos), que buscava centralizar a exploração de madeira e produção de carvão da região do Rio Doce com objetivo de alimentar os fornos de suas usinas em João Monlevade.[28] A empresa foi a responsável pela abertura de ruas, construções de casas de alvenaria e estabelecimentos, bem como a instalação do Hospital Siderúrgica (atual Hospital São Camilo), que foi necessária devido à grande incidência de febre amarela e outras doenças tropicais.[28] Pelo decreto-lei estadual nº 88, de 30 de março de 1938, Melo Viana passa a denominar-se Coronel Fabriciano, perdendo espaço para a criação do distrito de Timóteo em 17 de dezembro do mesmo ano.[10] Seu nome é uma homenagem a Fabriciano Felisberto Carvalho de Brito, que foi um dos políticos mais influentes de Antônio Dias, tendo recebido do então Imperador do Brasil Dom Pedro II, em 1888, o título de Tenente-coronel da Guarda Nacional para a Comarca de Piracicaba.[31]

Em 1944, instala-se a Acesita (atual Aperam South America), impulsionando o crescimento populacional e econômico do lugar, e em 15 de agosto de 1948 é criada a Paróquia São Sebastião, primeira instituição religiosa do Vale do Aço.[13] Pela lei estadual nº 336, de 27 de dezembro de 1948, decretada pelo então governador Milton Campos, Coronel Fabriciano deixa de pertencer a Antônio Dias e se emancipa, sendo instalada em 1º de janeiro de 1949 e constituída pelos distritos de Barra Alegre e Timóteo, além da sede.[10] O aniversário da cidade, no entanto, é comemorado em 20 de janeiro, em homenagem ao dia do padroeiro da cidade, São Sebastião. Em 15 de março de 1949, tomaram posse o primeiro prefeito Rubens Siqueira Maia, vice-prefeito coronel Silvino Pereira e vereadores Nicanor Ataíde, Lauro Pereira, Ary Barros, José Anatólio Barbosa, Wenceslau Martins Araújo, Sebastião Mendes Araújo, José Paula Viana, Raimundo Martins Fraga e José Wilson Camargo.[13]

Configuração administrativa[editar | editar código-fonte]

Vista do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (antiga Universidade do Trabalho) no começo da década de 90.

Pela lei estadual nº 1.039, de 12 de dezembro de 1953, é criado o distrito de Ipatinga e em 1955 é instalada a Comarca de Coronel Fabriciano.[13] Um novo núcleo industrial estava em formação com a construção da Usiminas,[22] no entanto a emancipação de Ipatinga e Timóteo é decretada pela lei estadual nº 2.764, de 30 de dezembro de 1962, o que incluiu os territórios das indústrias. Os complexos industriais da Usiminas e Acesita passam a pertencer a estes municípios, respectivamente, e pelo mesmo decreto Barra Alegre passa a fazer parte de Ipatinga e é criado o distrito Senador Melo Viana.[10] Vários trabalhadores das siderúrgicas, entretanto, continuaram a morar em Fabriciano, enquanto as receitas tributárias e a maior parte das ações sociais promovidas pelas indústrias eram destinadas às cidades vizinhas, que as sediam.[12]

A expansão populacional implicou na formação de novos bairros e conjuntos habitacionais, principalmente entre as décadas de 1960 e 80, criados a partir de loteamentos de áreas que anteriormente eram ocupadas por sítios ou fazendas.[23] Em 1972, instala-se a Universidade do Trabalho (UT), atual Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste), constituindo um dos maiores núcleos universitários do leste mineiro,[22] e em 1979, ocorre o fechamento da Estação do Calado, devido ao crescimento urbano do Centro de Fabriciano. O terminal veio a ser demolido alguns anos mais tarde e no local foi construído o Terminal Rodoviário, inaugurado em setembro de 1988.[30] A manutenção da atividade siderúrgica na vizinhança contribuiu para a formação da Região Metropolitana do Vale do Aço, que corresponde a um dos principais pólos urbano-industriais do estado,[14] apesar do comércio e da prestação de serviço terem se transformado nas principais fontes econômicas em Coronel Fabriciano.[15]

Geografia[editar | editar código-fonte]

A área do município é de 221,252 km², representando 0,0377% do estado de Minas Gerais, 0,0239% da Região Sudeste do Brasil e 0,0026% de todo o território brasileiro.[32] Desse total, 17,02 km² estão em perímetro urbano.[4]

Relevo e hidrografia[editar | editar código-fonte]

Vista da cidade a partir da Serra dos Cocais.

No município predomina um relevo montanhoso; cerca de 80% do território fabricianense é formado de mares de morros, enquanto que 15% são de terras onduladas e nos 5% restantes o terreno é plano. A composição do relevo é resultado de uma dissecação fluvial atuante nas rochas granito-gnáissicas do período Pré-Cambriano.[33] A Serra dos Cocais é a principal unidade geológica de Coronel Fabriciano e corresponde à zona rural municipal, onde a altitude média varia entre 500 e 800 metros e as terras são formadas por blocos contínuos de granito que sofreram interferência da pressão e temperatura em idade superior a 600 milhões de anos.[34] A sede de Fabriciano tem altitude média de 250 metros, sendo que o ponto culminante do município está na Serra dos Cocais, que atinge os 1 260 metros.[2]

Além da importância geológica, a Serra dos Cocais ainda divide três grandes bacias hidrográficas: a do Rio Piracicaba, do Rio Santo Antônio e do Rio Doce, abrigando também centenas de nascentes.[34] O Rio Piracicaba banha a cidade, na divisa com Timóteo, e é onde se encontra a altitude mínima de 220 metros.[2] [35] O perímetro urbano de Coronel Fabriciano é cortado de norte a sul pelo Córrego Caladão, que nasce na Serra dos Cocais e deságua no Piracicaba. O ribeirão sofre gravemente com a degradação ambiental, principalmente com o despejo de lixo e esgoto ao longo de seu curso, assoreamento das margens, poluição hídrica com esgotos domésticos e de pequenas indústrias, oficinas ou matadouros, e erosão.[36] O município ainda possui muitos pequenos ribeirões e riachos ao longo de seu território, sendo os principais o Córrego dos Cocais, o Córrego dos Gouveia, o Córrego São Domingos, o Córrego Timirim, o Ribeirão Caladinho e o Ribeirão Cocais Pequeno.[37] [38]

Municípios limítrofes e região metropolitana[editar | editar código-fonte]

Imagem de satélite mostrando Coronel Fabriciano (ao meio da imagem) e parte de suas vizinhas Ipatinga (acima) e Timóteo (abaixo).

O município de Coronel Fabriciano faz limites com os municípios de Joanésia e Mesquita a norte, Ferros a oeste, Antônio Dias a sudoeste, Ipatinga a leste e Timóteo a sul,[2] sendo que é muito ligado principalmente às duas últimas cidades citadas, havendo uma conurbação entre estas.[39] O intenso crescimento da região tem tornado inefetivas as fronteiras políticas entre seus municípios, formando-se a Região Metropolitana do Vale do Aço, envolvendo, além de Coronel Fabriciano, as cidades de Ipatinga, Santana do Paraíso e Timóteo, além dos outros 24 municípios que fazem parte do chamado colar metropolitano.[14]

A região se tornou conhecida internacionalmente em virtude das grandes empresas que se encontram na região, a exemplo da Cenibra (em Belo Oriente), Aperam South America (em Timóteo) e Usiminas (Ipatinga), todas com um crescente volume de produtos exportados, e corresponde ao segundo maior pólo urbano-industrial do estado.[14] Segundo estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os quatro principais municípios reuniam, em 2014, um total de 481 486 habitantes.[5]

Clima[editar | editar código-fonte]

Chuva forte associada à chegada de uma frente fria se aproximando da cidade, na região do Unileste em uma tarde de outubro, quando normalmente são registrados os primeiros temporais da estação das chuvas.

O clima fabricianense é caracterizado, segundo o IBGE, como tropical quente semiúmido (tipo Aw segundo Köppen),[40] tendo temperatura média anual de 21,6 °C com invernos secos e amenos (raramente frios) e verões chuvosos com temperaturas moderadamente altas.[41] [42] Os meses mais quentes, fevereiro e março, têm temperatura média de 23,9 °C, sendo a média máxima de 29,2 °C e a mínima de 18,5 °C. E o mês mais frio, julho, de 18,1 °C, sendo 24,8 °C e 11,5 °C as médias máxima e mínima, respectivamente. Outono e primavera são estações de transição.[16] De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), durante os períodos de 1960–1964 e 2000–2002 a temperatura mínima registrada na cidade foi de 7,0 °C, no dia 18 de julho de 2000,[43] enquanto que a máxima foi de 39,5 °C, no dia 3 de fevereiro de 2001.[44]

A precipitação média anual é de 1 254,6 mm, sendo julho o mês mais seco, quando ocorrem apenas 11,4 mm. Em dezembro, o mês mais chuvoso, a média fica em 257,1 mm.[16] Nos últimos anos, entretanto, os dias quentes e secos durante o inverno têm sido cada vez mais frequentes, especialmente entre julho e setembro. Em julho e setembro de 1998, por exemplo, a precipitação de chuva em Fabriciano não passou de 0 mm.[45] Em alguns dias do ano, durante a época das secas ou em longos veranicos, a qualidade do ar fica irregular, por conta da poluição e da baixa umidade relativa.[46]

Entre 1940 e 2002, o maior acumulado de chuva em menos de 24 horas foi de 179,2 mm, registrado no dia 18 de novembro de 1953.[47] Outros grandes acumulados foram de 168,4 mm, no dia 23 de março de 1991;[48] 134,5 mm, em 23 de novembro de 1962;[49] 123,0 mm, em 2 de abril de 1941;[50] 120,7 mm, em 2 de novembro de 1992;[51] e 112,3 mm, no dia 27 de janeiro de 1953.[52] Em 15 de dezembro de 2005, entretanto, uma estação meteorológica situada em Timóteo, na divisa com Fabriciano, registrou 200,2 mm de chuva.[53] Naquele dia o forte temporal provocou enchentes e deslizamentos de terra por toda a cidade, deixando-a em estado de calamidade pública. Houve registros de mortes e feridos e alguns bairros ficaram isolados.[54] O município também foi um dos mais afetados pelas enchentes de 1979, que deixaram alguns bairros às margens do Córrego Caladão e do Rio Piracicaba inundados durante alguns dias,[55] e pelas chuvas de dezembro de 2013, que provocaram enchentes e enxurradas às margens dos cursos hidrográficos e deslizamentos de terra que desalojaram dezenas de pessoas e deixaram bairros e ruas inteiras cobertas de lama.[56] [57]

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Coronel Fabriciano Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima registrada (°C) 36,3 39,5 36,1 36,0 36,0 31,5 34,0 33,0 35,5 37,2 35,5 35,5 39,5
Temperatura máxima média (°C) 29,0 29,2 29,2 27,6 26,1 25,1 24,8 26,0 26,7 27,4 27,8 28,0 27,2
Temperatura mínima média (°C) 18,3 18,5 18,5 16,7 14,3 12,4 11,5 12,5 14,5 16,9 18,0 18,3 15,9
Temperatura mínima registrada (°C) 16,5 15,5 14,5 13,0 10,0 8,0 7,0 7,5 9,5 12,5 14,5 15,5 7,0
Precipitação (mm) 200,5 130,0 152,2 81,5 29,8 14,0 11,4 17,0 47,0 112,8 201,3 257,1 1 254,9
Fonte: Tempo Agora (médias climatológicas entre 1961 e 1990)[16]
Fonte #2: Portal de Tecnologia da Informação Para Meteorologia (recordes de 1960 a 1964 e de 2000 a 2002)[58]


Ecologia e meio ambiente[editar | editar código-fonte]

Vista do Cachoeirão, queda-d'água situada em meio à Mata Atlântica nativa em contraste com plantações de eucalipto ao redor.

A vegetação nativa pertence ao domínio florestal Atlântico (Mata Atlântica), porém a monocultura de reflorestamento com eucalipto ocupa área maior que o bioma original, tendo como finalidades a produção de matéria-prima para a fábrica de celulose da Cenibra e a produção de carvão vegetal para as siderúrgicas locais, como a Aperam South America e a Usiminas.[59] Em 2009, os plantios de eucalipto ocupavam 13 129,08 hectares ou 59,13% da área de Coronel Fabriciano. Neste mesmo ano, 50,1 hectares (0,23%) eram cobertos por cursos hídricos e 1 246,78 hectares (5,61%) eram áreas urbanizadas.[60]

Em meio às áreas reflorestadas e desmatadas, ainda são encontradas algumas diversidades em ilhas não devastadas, como espécies de bromélias e orquídeas, além da palmeira-indaiá, ipê-amarelo, embaúbas, quaresmeiras e samambaias, dentre outras. Na época das secas (abril–outubro) é comum o amarelamento de áreas com muito mato e poucas árvores, devido à escassez de chuva.[35] Na fauna, por sua vez, também podem ser observadas espécies típicas de áreas do domínio da Mata Atlântica, bem como em várias regiões do próprio estado de Minas Gerais, a exemplo do jacu; aves de rapina, como o gavião e o carcará; mamíferos como o lobo-guará, a onça-pintada e macaco da cara-branca; além de algumas espécies de serpentes.[35] Fabriciano conta com três Áreas de Proteção Ambiental (APAs), sendo elas a APA Serra dos Cocais, a APA do Recanto Verde e a APA Mata da Biquinha.[61]

Alguns dos principais problemas ambientais que a cidade sofre são as enchentes, que no período chuvoso provocam grandes estragos nas áreas mais baixas e populosas,[62] e os deslizamentos de terra nos morros e encostas.[63] As causas destes problemas muitas vezes são as construções de residências em encostas de morros e áreas de risco, além do lixo e do esgoto despejado nos córregos e ribeirões.[64] [65] As queimadas florestais destroem a mata nativa, comprometendo a qualidade do solo e prejudicando ainda a qualidade do ar, sendo que já há uma grande concentração de poluentes devido aos gases emitidos pelas usinas do Vale do Aço.[66] A construção do Parque Linear do Córrego Caladão aumenta a capacidade do Córrego Caladão em receber as águas das chuvas[67] e recorrentemente são realizados programas de arborização em logradouros[68] e campanhas de conscientização ecológica nas escolas.[69]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Vista da região central da cidade a partir do bairro Santa Terezinha.

Em 2010, a população do município foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 103 694 habitantes.[17] Segundo o censo daquele ano, 50 035 habitantes eram homens e 53 659 habitantes eram mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 102 395 habitantes viviam na zona urbana e 1 299 na zona rural.[17] Já segundo estatísticas divulgadas em 2014, a população municipal era de 108 843 habitantes, sendo o 27º mais populoso do estado.[5] Da população total em 2010, 24 078 habitantes (23,22%) tinham menos de 15 anos de idade, 71 949 habitantes (69,39%) tinham de 15 a 64 anos e 7 667 pessoas (7,39%) possuíam mais de 65 anos, sendo que a esperança de vida ao nascer era de 76,9 anos e a taxa de fecundidade total por mulher era de 1,9.[70]

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Coronel Fabriciano é considerado alto, segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no ano de 2010. Seu valor era de 0,755, sendo então o 35° maior de todo o estado de Minas Gerais e o 453º maior do Brasil.[6] Por causa da pouca disponibilidade de lotes e imóveis à venda na área central da cidade e dos problemas de trânsito e falta de estacionamento, os investidores comerciais e residenciais estão migrando cada vez para os bairros do distrito Senador Melo Viana. Com isso, a população da região central fabricianense apresenta taxas de crescimento inferiores às do distrito.[71]

Evolução demográfica do município de Coronel Fabriciano[4] [72]

Pobreza e desigualdade[editar | editar código-fonte]

Residências de padrão regular no Aparecida do Norte.

De 2000 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até meio salário mínimo reduziu em 56,2% e em 2010, 91,2% da população vivia acima da linha de pobreza, 5,5% encontrava-se na linha da pobreza e 3,3% estava abaixo[73] e o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, era de 0,498, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor.[74] A participação dos 20% da população mais rica da cidade no rendimento total municipal era de 53,7%, ou seja, 13 vezes superior à dos 20% mais pobres, que era de 4,2%.[73] Também em 2010, 19,7% da população vivia em favelas, aproximadamente 21 mil habitantes, sendo a maior parcela de habitantes vivendo em aglomerados subnormais dentre os municípios mineiros.[75] Em 2014, segundo cadastro da prefeitura, também havia 34 moradores de rua.[76]

Na época da implantação das grandes siderúrgicas na cidade houve um grande crescimento populacional desordenado na região e em 1964 os municípios de Ipatinga e Timóteo se desmembraram, o que incluiu os territórios das indústrias.[12] Vários trabalhadores dessas empresas, entretanto, continuaram a morar em Coronel Fabriciano, enquanto as receitas de impostos e a maior parte das ações sociais promovidas pelas indústrias foram destinadas às cidades vizinhas, que as sediavam.[12] A partir disso, Fabriciano ficou carente de recursos e estrutura para promover as políticas públicas necessárias.[77] O crescimento urbano do município não foi acompanhado pelo desenvolvimento econômico e social que fosse capaz de suprir às necessidades da população[78] e projetos de expansão das empresas podem acarretar novas ondas de desenvolvimento sem distribuição.[77] A Prefeitura mantém vários projetos habitacionais, de regularização fundiária e de aquisição de lotes em andamento, realizados através da participação popular e de parcerias com diversas organizações governamentais e não-governamentais.[79]

Religião[editar | editar código-fonte]

Catedral São Sebastião, cossede da Diocese de Itabira-Fabriciano e um dos marcos do município.

Tal qual a variedade cultural verificável em Fabriciano, são diversas as manifestações religiosas presentes na cidade. Embora tenha se desenvolvido sobre uma matriz social eminentemente católica, tanto devido à colonização quanto à imigração — e ainda hoje a maioria dos fabricianenses se declara católica —, é possível encontrar atualmente no município dezenas de denominações protestantes diferentes, assim como as Testemunhas de Jeová e a prática do espiritismo, entre outras. Também são consideráveis as comunidades mórmons e as religiões afro-brasileiras. De acordo com dados do censo de 2010 realizado pelo IBGE, a população fabricianense é composta por: católicos (49,34%), protestantes (38,52%), pessoas sem religião (9,45%), espíritas (0,61%) e 2,08% estão divididas entre outras religiões.[80]

Igreja Católica Apostólica Romana[editar | editar código-fonte]

Segundo divisão feita pela Igreja Católica, o município está situado na Diocese de Itabira-Fabriciano. Desde 1º de junho de 1979, Fabriciano é cossede dessa diocese, que foi criada em 14 de junho de 1965 e tem Marco Aurélio Gubiotti como bispo desde 2013.[81] A cidade também é a sede da chamada Região Pastoral III, que compreende a outros nove municípios e 22 paróquias, sendo que três dessas paróquias fazem parte de Coronel Fabriciano: Santo Antônio, São Francisco Xavier e São Sebastião (cossede),[82] com um total de 43 comunidades distribuídas pelos bairros[83] [84] — exclui-se o Amaro Lanari, que faz parte da Paróquia Nossa Senhora da Esperança, sediada em Ipatinga.[85] A Catedral São Sebastião, que está localizada no bairro Santa Helena, é a co-catedral da circunscrição, sendo também um dos principais monumentos religiosos do município.[20]

Santuário Nossa Senhora da Piedade, santuário diocesano localizado no bairro Córrego Alto.

Além da catedral, destacam-se, por valor histórico ou cultural, outros monumentos ligados diretamente com o Catolicismo em Coronel Fabriciano, como a Igreja Matriz, o Santuário Nossa Senhora da Piedade e o Colégio Angélica.[20] [86] O Carmelo Santíssima Trindade está situado no bairro Contente e abriga as religiosas que vivem conforme a Ordem Carmelita, com atuação contemplativa e que consiste na oração e na imolação com a Igreja e pela Igreja, excluindo qualquer forma de apostolado ativo.[87] Vários bairros do município também têm nomes ligados à religiosidade católica, como Bom Jesus, Nossa Senhora do Carmo, Santo Antônio, Santa Inês, Santa Terezinha, São Cristóvão e São Domingos.[88]

Denominações evangélicas e cristãs[editar | editar código-fonte]

A cidade possui os mais diversos credos protestantes ou reformados, como a Igreja Cristã Maranata, Igreja Luterana, a Igreja Cristã de Nova Vida, a Igreja Universal do Reino de Deus, a Igreja Presbiteriana, a Igreja Metodista, as igrejas batistas, as igrejas Assembleias de Deus, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, a Igreja Mundial do Poder de Deus, a Igreja Universal do Reino de Deus, a Congregação Cristã no Brasil, entre outras.[80] Como citado acima, de acordo com o IBGE, em 2010, 38,52% da população era protestante. Desse total, 24,42% pertenciam às igrejas evangélicas de origem pentecostal, 7,06% às evangélicas de missão e 7,04% pertenciam a outras denominações evangélicas.[80]

Ainda existem cristãos de várias outras denominações reformadas, tais como as Testemunhas de Jeová (que representam 0,53% dos habitantes) e os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (0,03%), também conhecida como Igreja Mórmon.[80]

Etnias e emigração[editar | editar código-fonte]

Vista do bairro Manoel Domingos, cujo nome homenageia o imigrante português Manoel Domingues, que ajudou nas obras da EFVM.

Em 2010, segundo dados do censo do IBGE daquele ano com a autodeclaração de cada fabricianence, a população era composta por 39 754 brancos (38,34%), 10 348 negros (9,98%), 1 033 amarelos (1,00%), 52 387 pardos (50,52%) e 172 indígenas (0,17%).[89] Considerando-se a região de nascimento, 101 263 eram nascidos no Sudeste (97,66%), 144 no Norte (0,14%), 1 529 no Nordeste (1,47%), 247 no Centro-Oeste (0,24%) e 149 no Sul (0,14%). 98 223 habitantes eram naturais do estado de Minas Gerais (94,72%) e, desse total, 57 013 eram nascidos em Coronel Fabriciano (54,98%).[90] Entre os 5 471 naturais de outras unidades da federação, o Espírito Santo era o estado com maior presença, com 1 562 pessoas (1,51%), seguido por São Paulo, com 1 023 residentes (0,99%), e pela Bahia, com 759 habitantes residentes no município (0,73%).[91]

A cidade recebeu influência de imigrantes durante o século XX, nas construções da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), entre as décadas de 1910 e 1920, e das grandes siderúrgicas do Vale do Aço, entre as décadas de 40 e 50.[92] Na época do desbravamento da região o município também recebeu alguns escravos[92] e durante as obras da EFVM vieram ainda nordestinos oriundos, principalmente, da Bahia e de Sergipe.[93] A região do bairro Manoel Domingos, por exemplo, começou a ser povoada na década de 1910, com a chegada do imigrante português Manoel Domingues (a quem o nome do atual bairro homenageia), que ajudava na construção da EFVM. Grande parte dos moradores que povoaram aquela área nos anos seguintes era descendente de seus 28 filhos, sendo que o bairro veio a ser criado oficialmente na década de 50.[92] Já durante as obras das indústrias do Vale do Aço, Fabriciano recebeu principalmente japoneses e descendentes provenientes das lavouras de café do estado de São Paulo, que vieram trabalhar na construção da Usiminas.[94]

Política e administração[editar | editar código-fonte]

Edifício Júlio Sotero Bragança, sede da Prefeitura.

A administração municipal se dá pelos poderes executivo e legislativo.[95] O primeiro representante do poder executivo e prefeito do município foi Rubens Siqueira Maia, eleito nas primeiras eleições realizadas após a emancipação política.[13] Rosângela Mendes, do Partido dos Trabalhadores (PT), é a representante do poder executivo de Coronel Fabriciano eleita nas eleições municipais em 2012, ao conquistar um total de 29 565 votos (52,05% dos eleitores), tendo Bruno Torres como vice-prefeito[96] e sucedendo a Chico Simões, do mesmo partido, que foi eleito em 2004 e reeleito para mais um mandato em 2008.[97]

O poder legislativo, por sua vez, é constituído pela câmara municipal, composta por 17 vereadores eleitos para mandatos de quatro anos (em observância ao disposto no artigo 29 da Constituição[98] ) e está composta por três cadeiras do Partido dos Trabalhadores (PT); três cadeiras do Partido Comunista do Brasil (PCdoB); duas cadeiras do Partido Democrático Trabalhista (PDT); duas cadeiras do Democratas (DEM); uma cadeira do Partido Trabalhista Nacional (PTN); uma do Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB); uma do Partido Socialista Brasileiro (PSB); uma do Partido Social Liberal (PSL); uma do Partido Social Democrático (PSD); uma do Partido Pátria Livre (PPL); e uma do Partido Progressista (PP). Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento participativo (Lei de Diretrizes Orçamentárias).[99]

Fórum Dr. Orlando Milanez.

Em complementação ao processo legislativo e ao trabalho das secretarias, existem também conselhos municipais, cada um deles versando sobre temas diferentes, compostos obrigatoriamente por representantes dos vários setores da sociedade civil organizada.[100] Em 2011, estavam em atividade os conselhos de direitos da criança e do adolescente (criado em 1991), tutelar (1997), de direitos do idoso (2006), de direitos da pessoa com deficiência (2007) e de políticas para mulheres (2003).[101]

O poder judiciário, cuja instância máxima é o Supremo Tribunal Federal, é responsável por interpretar a Constituição. Coronel Fabriciano, não possui assim, constituição própria, em vez disso possui lei orgânica, promulgada em 7 de setembro de 1990.[102] A cidade é a sede da Comarca de Coronel Fabriciano, classificada como de primeira entrância, que também engloba o município de Antônio Dias e tem sede representada pelo Fórum Dr. Orlando Milanez.[103] Havia 79 778 eleitores em agosto de 2014, o que representava 0,523% do total do estado de Minas Gerais.[104] Esse número, por ser inferior a duzentos mil, faz com que não haja segundo turno no município.[105]

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Vista da cidade, em área correspondente ao distrito Senador Melo Viana.

Coronel Fabriciano é composta pelo distrito Senador Melo Viana, que corresponde à parte norte do perímetro urbano, e pelo Distrito-Sede. De acordo com o IBGE em 2010, Senador Melo Viana era o mais populoso, com um total de 55 013 habitantes, enquanto que a sede possuía 48 681 residentes.[38]

Quando emancipado de Antônio Dias, em 27 de dezembro de 1948, o município era formado pelos distritos Barra Alegre e Timóteo, além da sede municipal. Em 1953, foi criado o distrito de Ipatinga e no final da década de 1950 houve a elaboração de um projeto de lei propondo a elevação do território do atual Senador Melo Viana à categoria de município. A área pretendida englobava toda a parte norte da zona urbana até o traçado feito pela Avenida Presidente Tancredo de Almeida Neves, que corta a cidade pelos atuais bairros Caladinho, Bom Jesus e Todos os Santos. Este projeto chegou a ser registrado na Secretaria de Interior do Estado de Minas Gerais, porém não obteve o resultado desejado, tendo conquistado apenas a criação do distrito pela lei estadual nº 2.764, de 30 de dezembro de 1962[106] Mediante este mesmo decreto, Ipatinga e Timóteo se emanciparam e Barra Alegre passou a fazer parte de Ipatinga.[10]

Vista aérea do Amaro Lanari, o bairro mais populoso.[38]

Segundo o IBGE e a prefeitura, no ano de 2008, Coronel Fabriciano também era formada por 63 bairros oficiais, além de loteamentos, assentamentos rurais e bairros não oficiais. A cidade é dividida em seis regiões, nomeadas pela prefeitura de setores,[88] e na zona rural há os povoados de Santa Vitória dos Cocais e São José dos Cocais, além das comunidades Barra de Nova Estrela, Córrego do Cristal, Córrego do Sóter, Córrego dos Avelino, Córrego dos Bertoldo, Córrego dos Cedro, Córrego dos Germano, Córrego dos Machado, Córrego dos Pinto, Córrego dos Vieira, Córrego Timirim, Gouveia, Mandioca Assada e Nova Estrela.[37]

De acordo com o censo 2010 do IBGE, os três bairros mais populosos de Fabriciano eram o Amaro Lanari (com 6 924 habitantes), o Morada do Vale (5 569 habitantes) e o Santa Cruz (5 367 habitantes).[38] Em contraste com o segundo e terceiro colocados, o Amaro Lanari é um dos poucos bairros planejados da cidade, tendo sido projetado pela Usiminas para abrigar os trabalhadores desta empresa.[107] Até a década de 1960, parte das terras fabricianenses (onde atualmente estão bairros como Giovannini, Júlia Kubitschek, São Domingos, Bom Jesus e Santa Cruz) pertencia à Arquidiocese de Mariana, porém com o passar do tempo essas áreas foram vendidas, doadas ou compradas e, posteriormente, loteadas e ocupadas.[108] [109] [110]

Economia[editar | editar código-fonte]

Sobrado dos Pereira, primeiro estabelecimento comercial da cidade, inaugurado em 1928.[111]

No Produto Interno Bruto (PIB) de Coronel Fabriciano, destaca-se a área de prestação de serviços. De acordo com dados do IBGE, relativos a 2011, o PIB do município era de R$ 937 250 mil.[15] Desse total, 81 940 mil eram de impostos sobre produtos líquidos de subsídios. O PIB per capita era de R$ 8 996,97 mil[15] e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de renda, em 2010, era de 0,715.[6]

Em 2010, 63,86% da população maior de 18 anos era economicamente ativa, enquanto que a taxa de desocupação era de 9,98%.[70] Salários juntamente com outras remunerações somavam 234 083 mil reais e o salário médio mensal de todo município era de 2,0 salários mínimos. Segundo o IBGE, 55,25% das residências sobreviviam com menos de salário mínimo mensal por morador, 34,80% sobreviviam com entre um e três salários mínimos para cada pessoa, 4,86% recebiam entre três e cinco salários, 2,54% tinham rendimento mensal acima de cinco salários mínimos e 2,56% não tinham rendimento.[112] Em 2012, havia 2 909 unidades locais e 2 827 empresas atuantes.[113]

Setor primário

A pecuária e a agricultura representam o setor menos relevante na economia de Coronel Fabriciano. Em 2011, 2 276 mil reais eram do valor adicionado bruto da agropecuária,[15] enquanto que em 2010, 1,99% da população economicamente ativa do município estava ocupada no setor.[70] Segundo o IBGE, em 2012 o município possuía um rebanho de 1 260 bovinos, 277 suínos, 182 muares, 115 equinos, 42 caprinos e 3 517 aves, dentre estas 890 galinhas e 2 627 galos, frangos e pintinhos.[114] Naquele ano, foram produzidos 380 mil litros de leite de 300 vacas, 5 mil dúzias de ovos de galinha e 289 quilos de mel-de-abelha.[114] Na lavoura temporária, em 2012 se destacaram as produções de cana-de-açúcar (45 hectares cultivados e 2 160 toneladas produzidas), mandioca (cinco hectares e 55 toneladas), milho (oito hectares e 26 toneladas) e feijão (50 hectares e 13 toneladas),[115] e na permanente as principais foram a banana (seis hectares e 72 toneladas) e a laranja (um hectare e quatro toneladas).[116]

Setor secundário
Vista parcial do Distrito Industrial, que foi criado em 1995.[117]

A indústria é o segundo setor mais relevante para a economia fabricianense. 147 627 mil reais do PIB municipal são do valor adicionado bruto do setor secundário[15] e grande parte deste valor é originado no Distrito Industrial. É administrado pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), sendo composto por cerca de 40 empresas de diferentes ramos em uma área de 182 970 m², empregando diretamente cerca de 850 pessoas.[118] No anel viário da BR-381, na divisa com Antônio Dias, foi construído em 2011 o Distrito Industrial II, o chamado Parque Industrial Vale do Aço, composto inicialmente por 220 lotes com extensão de 2 mil m².[119]

A Região Metropolitana do Vale do Aço é conhecida por ser a sede de algumas importantes empresas na área siderúrgica. Na cidade residem funcionários diretos de algumas dessas empresas, como a Usiminas, a Aperam South America, a Usimec e a Cenibra, além de tantos outros empregados de empreiteiras que atuam nas áreas das grandes empresas da região.[118] O município também atua como fornecedor de mão-de-obra e matéria prima, com destaque à extração de madeira, em especial do eucalipto, para suprir à demanda das siderúrgicas.[59] Em 2012, de acordo com o IBGE, foram extraídos 54 197 m³ de madeira em toras, sendo 99% desta quantidade destinada à produção de papel e celulose,[120] e segundo estatísticas do ano de 2010, 0,48% dos trabalhadores de Coronel Fabriciano estavam ocupados no setor industrial extrativo e 19,76% na indústria de transformação.[70]

Setor terciário
Lojas na Rua Coronel Silvino Pereira, no Centro de Fabriciano.

Em 2010, 9,57% da população ocupada estava empregada no setor de construção, 1,02% nos setores de utilidade pública, 17,52% no comércio e 41,82% no setor de serviços[70] e em 2011, 705 407 reais do PIB municipal eram do valor adicionado bruto do setor terciário.[15] O setor terciário atualmente é a maior fonte geradora do PIB fabricianense, destacando-se na área comercial. Segundo estatísticas da prefeitura, o comércio engloba 3 561 estabelecimentos registrados, dos mais variados ramos. O setor prestador de serviços envolve 3 275 nomes registrados com destaque ainda para o ramo de hotelaria: são cerca de 1 800 acomodações, sendo que 400 delas se enquadram nas categorias "três" e "quatro estrelas".[118]

O Centro de Fabriciano constitui um dos núcleos comerciais mais movimentados da região. Além de grandes lojas, como as Casas Bahia, Magazine Luiza e Ricardo Eletro, possui pequenas e médias empresas com sede no próprio município ou na região. Assim como no resto do país o maior período de vendas é o Natal.[121] [122] Cerca de 70% das vendas no comércio local estão concentradas no centro da cidade, segundo dados da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Coronel Fabriciano (Acicel) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), órgãos que coordenam o desenvolvimento logístico e mercantil municipal. Os 30% restantes são representados pelos bairros Caladinho e do distrito Senador Melo Viana, que apresentam movimento comercial crescente.[123]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Saúde[editar | editar código-fonte]

Entrada principal do Hospital São Camilo (antigo Hospital Siderúrgica) após reformas, em 2012.

Coronel Fabriciano possuía, em 2009, 49 estabelecimentos de saúde, sendo 30 deles privados, 18 municipais e um estadual entre hospitais, pronto-socorros, postos de saúde e serviços odontológicos. Neles a cidade possuía 180 leitos para internação.[18] Em 2013, 98,2% das crianças menores de 1 ano de idade estavam com a carteira de vacinação em dia.[124] Em 2012, foram registrados 1 469 nascidos vivos,[74] sendo que o índice de mortalidade infantil neste ano foi de 15 óbitos de crianças menores de cinco anos de idade a cada mil nascidos vivos.[124] Em 2010, 3,29% das mulheres de 10 a 17 anos tiveram filhos, sendo 0,16% delas entre 10 e 14 anos e a taxa de atividade nesta faixa etária de 4,24%.[70]

Em 2013, 80,8% das crianças do município foram pesadas pelo Programa Saúde da Família em 2012, sendo que 0,3% delas estava desnutrida.[73] Em 2010, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da longevidade em Fabriciano era de 0,715.[6] O Hospital São Camilo, principal hospital público da cidade, está localizado no bairro Santa Helena e foi inaugurado em 1936, sendo fechado em 15 de julho de 2011 por problemas financeiros e burocráticos[125] [126] e reinaugurado em 30 de agosto de 2012, após passar por reformas e reestruturação interna.[127] O Hospital Unimed Vale do Aço, antigo Hospital Nossa Senhora do Carmo, é o outro hospital de Coronel Fabriciano, e se situa no Centro.[128] O Unimed não atende pelo SUS, servindo apenas à população que conte com planos de saúde conveniados ou aos que paguem pelo atendimento particular. E está em construção em Fabriciano o Hospital Metropolitano Unimed, que realizará atendimentos de alta complexidade.[129]

Educação[editar | editar código-fonte]

Na área da educação, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) médio entre as escolas públicas de Coronel Fabriciano era, no ano de 2011, de 5,1 (numa escala de avaliação que vai de nota 1 à 10), sendo que a nota obtida por alunos do 5º ano foi de 5,7 e do 9º ano foi de 4,5; o valor das escolas públicas de todo o Brasil era de 4,0.[130] Em 2010, 1,86% das crianças com faixa etária entre sete e quatorze anos não estavam cursando o ensino fundamental.[70] A taxa de conclusão, entre jovens de 15 a 17 anos, era de 63,1% e o percentual de alfabetização de jovens e adolescentes entre 15 e 24 anos era de 99,1%. Em 2013, a distorção idade-série entre alunos do ensino fundamental, ou seja, com idade superior à recomendada, era de 4,4% para os anos iniciais e 18,4% nos anos finais e, no ensino médio, a defasagem chegava a 23,3%.[130] Dentre os habitantes de 18 anos ou mais, em 2010, 58,57% tinham completado o ensino fundamental e 38,84% o ensino médio, sendo que a população tinha em média 9,29 anos esperados de estudo.[70]

Em 2010, de acordo com dados da amostra do censo demográfico, da população total, 29 413 habitantes frequentavam creches e/ou escolas. Desse total, 474 frequentavam creches, 3 500 estavam no ensino pré-escolar, 1 704 na classe de alfabetização, 299 na alfabetização de jovens e adultos, 13 107 no ensino fundamental, 4 526 no ensino médio, 805 na educação de jovens e adultos do ensino fundamental, 896 na educação de jovens e adultos do ensino médio, 342 na especialização de nível superior, 3 674 em cursos superiores de graduação e 86 em mestrado. 74 281 pessoas não frequentavam unidades escolares, sendo que 8 974 nunca haviam frequentado e 65 307 haviam frequentado alguma vez.[131] O município contava, em 2012, com 20 355 matrículas nas instituições de educação infantil e ensinos fundamental e médio da cidade,[132] sendo que dentre as 42 escolas que ofereciam ensino fundamental, 14 pertenciam à rede pública estadual, 15 à rede municipal e 13 às redes particulares. Dentre as 12 instituições de ensino médio, sete pertenciam à rede pública estadual e cinco eram escolas privadas.[132] O valor do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da educação era de 0,696 no ano de 2010.[6]

Coronel Fabriciano possui um dos maiores centros universitários de Minas Gerais. O Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste) foi fundado em 1969 pela Congregação Padres do Trabalho e se desenvolveu até se estabelecer como o maior complexo educacional da Região Metropolitana do Vale do Aço. [133] Em 2013, foi anunciada a instalação de um campus da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) na cidade, em uma área que pertencia à Secretaria Estadual de Saúde no bairro Bom Jesus, sendo o primeiro Instituto Federal de educação do município.[134]

Educação de Coronel Fabriciano em números (2012)[132]
Nível Matrículas Docentes Escolas (total)
Ensino pré-escolar 2 548 176 28
Ensino fundamental 13 496 719 42
Ensino médio 4 311 261 12

Habitações e serviços[editar | editar código-fonte]

Estação de tratamento de água da Copasa no Amaro Lanari, onde é extraída e tratada a água fornecida a boa parte do Vale do Aço.

Coronel Fabriciano conta com água tratada, energia elétrica, esgoto, limpeza urbana, telefonia fixa e telefonia celular.[35] [135] No ano de 2010, Coronel Fabriciano possuía 31 615 domicílios. Desse total, 28 076 eram casas, 131 casas de vila ou em condomínio, 3 195 apartamentos e 213 eram habitações em casas de cômodos ou cortiço. Do total de domicílios, 22 718 eram próprios, sendo que 21 872 eram próprios já quitados; 846 próprios em aquisição e 6 519 eram alugados; 2 317 imóveis foram cedidos, sendo que 82 havia sido cedidos por empregador e 2 235 foram cedidos de outra maneira. 61 foram ocupados de outra forma.[136]

O serviço de abastecimento de água e coleta de esgoto da cidade é feito pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa),[2] sendo que em 2008 havia 34 280 unidades consumidoras e eram distribuídos em média 13 188 m³ de água tratada por dia.[137] Em 2010, segundo o IBGE, 88,02% dos domicílios eram atendidos pela rede geral de abastecimento de água e 86,83% possuía esgotamento sanitário.[136] A água extraída para o suprimento da região do Vale do Aço é originada de um aquífero aluvionar localizado no subsolo.[138] Fabriciano não conta com estação de tratamento de água e o esgoto coletado na cidade é liberado diretamente para o Córrego Caladão ou o Rio Piracicaba, entretanto está sendo planejada a implantação de uma, que deverá ser construída nas proximidades do bairro Amaro Lanari ou do Aldeia do Lago, porém moradores próximos destes lugares temem fortes odores, o que causou a paralisação do projeto.[139] O Parque Linear do Córrego Caladão também ajuda a combater o lançamento de esgoto no Córrego Caladão.[140]

O serviço de abastecimento de energia elétrica é feito pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), que atende ainda a boa parte do estado de Minas Gerais. No ano de 2003, existiam 25 070 consumidores e foram consumidos 517 318 580 KWh de energia,[2] sendo que em 2010, 99,80% dos domicílios possuía acesso à rede elétrica, de acordo com o IBGE. Cerca de 97,63% do município é atendido pelo serviço de coleta de lixo,[136] que é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma) e do Grupo Ápia.[30] Nas avenidas Tancredo Neves e Magalhães Pinto a coleta é realizada de segunda-feira a sábado, enquanto que no restante da cidade é feita três vezes por semana,[141] sendo coletada uma média de 50 toneladas diariamente. Há um sistema de coleta seletiva de lixo, que funciona através de uma parceria entre a prefeitura, os estabelecimentos comerciais e os catadores de lixo e foi reestruturado em novembro de 2013.[142] A Sesuma ainda é a encarregada pela varrição e capina de vias públicas.[143]

Segurança pública e criminalidade[editar | editar código-fonte]

Homicídios em Coronel Fabriciano
Ano Número
2006 26[144]
2007 16[144]
2008 17[144]
2009 18[145]
2010 24[145]
2011 36[145]
2012 48[146]
2013 54[147]

A provisão de segurança pública de Coronel Fabriciano é dada por diversos organismos. A Prefeitura mantém uma Guarda Municipal, que foi criada em 2004 e tem a função de proteger bens, serviços e instalações do Município e colaborar com o órgão de fiscalização municipal.[148] O Conselho Municipal de Defesa Civil (Comdec) se responsabiliza por ações preventivas, assistenciais, recuperativas e de socorro em situações de risco público e foi criado em 2003.[149] A Coordenadoria da Juventude elabora políticas públicas de proteção e combate à violência contra os jovens.[150] A Polícia Militar, uma força estadual, é a responsável pelo policiamento ostensivo, o patrulhamento bancário, ambiental, prisional, escolar e de eventos especiais, além de realizar ações de integração social. Fabriciano faz parte da 12ª Região da Polícia Militar e sedia a 178ª Companhia Especial,[151] [152] que é subordinada ao 58º Batalhão, implantado em 25 de abril de 2013 e que também responde pela segurança pública dos municípios de Timóteo, Jaguaraçu, Marliéria e Antônio Dias com um efetivo de 245 homens.[153] Já a Polícia Civil tem o objetivo de combater e apurar as ocorrências de crimes e infrações.[154]

O Poder Público estadual e municipal têm realizado diversas atividades para melhorar a segurança da cidade, como ampliando o quadro de efetivos em dias de comércio movimentado,[155] mas ainda há vários problemas afetando o setor. O Presídio de Fabriciano, inaugurado em 2008 para substituir o antigo,[156] já foi denunciado como um local de tortura a apenados e já vivenciou mortes,[157] e os índices de criminalidade estão em alta. Segundo pesquisa divulgada no ano de 2008, de 1999 a 2004 a taxa de homicídios registrados na cidade cresceu 35%, um dos maiores aumentos do país.[158] Em 2012, a taxa de homicídios foi de 36,3 mortes para cada 100 mil habitantes, ficando no 32° lugar a nível estadual e no 532° lugar a nível nacional.[159] Já em relação à taxa de óbitos por acidentes de transito, o índice foi de 4,8 para cada 100 mil habitantes, ficando no 68° lugar a nível estadual e sendo o 1538° colocado a nível nacional.[160] Em 2009, a cidade chegou ocupar a segunda menor posição do índice de ocorrências de crimes graves em cidades acima de 100 mil habitantes em Minas Gerais, perdendo apenas para o município de Pouso Alegre,[161] porém de 2009 a 2013 a ocorrência de homicídios triplicou no município.[145] [147]

Comunicações[editar | editar código-fonte]

Agência dos Correios do bairro Giovannini.

Em dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em setembro de 2011 Coronel Fabriciano possuía 20 736 telefones fixos instalados (referentes apenas às concessionárias da STFC)[162] e 448 orelhões.[163] O código de área (DDD) de Fabriciano é 031[164] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) da cidade vai de 35170-001 a 35176-999.[165] Em janeiro de 2009, a Região Metropolitana do Vale do Aço passou a ser servida pela portabilidade, assim como as outras cidades de mesmo DDD.[166]

O serviço postal é atendido por cinco agências da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos funcionando na cidade nos bairros Caladinho, Giovannini, Centro, Melo Viana e Santa Vitória dos Cocais,[167] e também há coberta por uma rede wireless (sem fio) em alguns pontos.[168] Há sinal de diversas emissoras de televisão aberta em Very High Frequency (VHF) e Ultra High Frequency (UHF), dentre as quais RedeTV! MG (RedeTV!), TV Cultura Vale do Aço (Rede Minas), Band Minas (Band), TV Alterosa Leste (SBT), TV Leste (Record) e InterTV dos Vales (Rede Globo).[169]

A Rádio Educadora foi a primeira emissora de rádio tanto de Fabriciano quanto do Vale do Aço, indo ao ar pela primeira vez em 12 de junho de 1966 e tendo hoje transmissões com modulação em amplitude (AM) e modulação em frequência (FM).[170] Com sede na cidade, ainda destaca-se a Nativa FM Vale do Aço (antiga Rádio Galáxia), criada em 15 de julho de 1983 e que em 2010 passou a ser emissora da Nativa FM.[171] Também há jornais em circulação, sendo que no ano de 2000, eram cinco no total.[2] O primeiro a ser fundado e a circular no município foi "O Progresso" (1948), que trazia notícias regionais e que foi extinto algum tempo depois. Outros fabricianenses com abrangência regional foram "O Programa" (1954), "A Verdade Impressa" (1962), "O Ipatinga" (1963), "O Vale do Aço" (1967), "Diário da Manhã" (1969) e "O Popular" (1973). Em 16 de setembro de 1978, foi criado na cidade o Jornal Diário do Aço, que atualmente tem sede em Ipatinga e é um dos principais da região.[172]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Ferroviário[editar | editar código-fonte]

Trem de passageiros na Estação Mário Carvalho, em Timóteo.

Coronel Fabriciano possuía uma estação ferroviária, a Estação Ferroviária do Calado, mas com o crescente desenvolvimento da região central da cidade foi necessário o deslocamento da Estrada de Ferro Vitória a Minas da área e a estação foi fechada no dia 29 de janeiro de 1979. Logo depois, nesse local foi construída a estação rodoviária.[173]

A EFVM ainda cruza o município (fora do centro), mas a estação ferroviária se encontra dentro do município de Timóteo e é denominada Estação Ferroviária de Mario Carvalho. Apesar do deslocamento, a estação ainda é mais próxima do Centro da cidade do que de qualquer bairro residencial timotense, por se encontrar logo à margem do Rio Piracicaba, que divide o centro fabricianense do distrito industrial vizinho. Dentre as alternativas de transporte coletivo regulares, a EFVM ainda é a via de viagem mais barata possível para Belo Horizonte, Vitória e outras cidades com estações.[174]

Rodoviário e urbano[editar | editar código-fonte]

Vista da Avenida Tancredo Neves, importante logradouro municipal.

O município possui fácil acesso a várias cidades mineiras e do Brasil por rodovias de relevância nacional ou vicinais, como a BR-458, a MG-425 e a BR-381.[2] Esta cortava a cidade através da Avenida Presidente Tancredo de Almeida Neves, cujo trecho foi municipalizado após a transferência da rodovia para fora do perímetro urbano, passando pelo interior do município de Timóteo.[175] A Estrada Municipal da Serra dos Cocais liga a zona urbana à Serra dos Cocais e às comunidades rurais que lá se encontram, tendo pavimentação em chão batido. Fabriciano também possui a maior estação rodoviária do Vale do Aço, o Terminal Rodoviário de Coronel Fabriciano, que está localizado na região central da cidade e atende à região com saídas diárias regulares para as principais cidades de Minas Gerais e mesmo para fora do estado.[30]

O transporte coletivo do município é de responsabilidade do Consórcio Fabri Fácil, por meio das concessionárias Autotrans e Viação Acaiaca, sendo que a Autotrans ainda atende aos municípios vizinhos (Ipatinga e Timóteo).[176] Através do terminal de integração, que foi construído para a baldeação de linhas, é possível pegar dois ônibus dessas empresas pagando apenas uma passagem.[177] A Acaiaca liga o Centro da cidade aos bairros da região do Caladinho, além de manter as linhas Caladão–Caladinho e Santa Cruz–Caladinho,[178] e a Autotrans liga os bairros do distrito Senador Melo Viana à região central, além de manter a linha Centro–Cocais, com duas saídas diárias para a zona rural.[179] Ainda há a Univale, que interliga todo o Vale do Aço e parte do colar metropolitano. Com a Univale, os moradores do Centro da cidade têm o acesso às vizinhas Ipatinga e Timóteo facilitado, com linhas regulares com intervalos de cerca de 20 minutos entre uma e outra. O acesso ao Centro-Norte de Timóteo (região mais desenvolvida da cidade vizinha) pela linha Fabriciano–Acesita é mais barato do que qualquer ônibus interno das duas cidades.[180]

Em 2013, a frota de veículos em Coronel Fabriciano era de aproximadamente 41 678 veículos, sendo 24 015 automóveis, 1 265 caminhões, 153 caminhões-trator, 2 418 caminhonetes, 879 caminhonetas, 10 831 motos, 556 ônibus, 489 motonetas, 181 micro-ônibus, 126 utilitários, oito tratores de rodas e 681 de outros tipos.[181] O crescimento do número de veículos de Coronel Fabriciano, principalmente nos últimos dez anos, está causando um tráfego cada vez mais lento de carros, em especial na sede do município.[182] Além disso, tem se tornado difícil encontrar vagas para estacionar no Centro da cidade, o que vem gerando ainda prejuízos no comércio. De acordo com a prefeitura, a frota de carros cresce em média 10% ao ano na cidade.[183]

Entrada do Terminal Rodoviário.
Ônibus urbanos padronizados da Autotrans na Integração de Transporte Coletivo Urbano.
Ônibus urbanos padronizados da Autotrans na Integração de Transporte Coletivo Urbano.

Ciclístico[editar | editar código-fonte]

Trecho da ciclovia da Avenida Tancredo Neves no bairro Caladinho.

Em função de seu relevo acidentado, Coronel Fabriciano não é uma cidade com condições ideais para a prática do ciclismo, além de que as principais vias são estreitas, não suportando a passagem de carros, caminhões, ônibus, motocicletas e bicicletas ao mesmo tempo, e muitas ruas paralelas são asfaltadas com paralelepípedos, dificultando o trajeto. Diariamente são registrados vários acidentes envolvendo ciclistas nas principais avenidas da cidade, especialmente na Avenida Magalhães Pinto, que liga a região mais populosa até o Centro e às siderúrgicas do Vale do Aço.[184]

O município conta com apenas uma ciclovia, que começa nas proximidades do Centro e segue margeando a Avenida Tancredo Neves até a divisa com Ipatinga, continuando pela Avenida Pedro Linhares Gomes e terminando na região da Usipa.[185] Porém, com as obras do Parque Linear do Córrego Caladão, deverá ser construída uma ciclovia às margens do ribeirão, desafogando o tráfego de ciclistas nas avenidas movimentadas.[184]

Aeroviário e hidroviário[editar | editar código-fonte]

Coronel Fabriciano não conta com grandes aeroportos comerciais em seu território, entretanto o Aeroporto da Usiminas (IATA: IPNICAO: SBIP) encontra-se no município de Santana do Paraíso, a 18 km do centro da cidade, na mesma Região Metropolitana do Vale do Aço, atendendo a região com voos diários para Belo Horizonte e outros destinos.[118] [186]

Também não há em Coronel Fabriciano ou em qualquer município do Vale do Aço transporte hidroviário satisfatório, limitando-se aos canoeiros informais do Rio Piracicaba. Esses canoeiros, desde a chegada dos primeiros colonizadores até a região entre os séculos XIX e XX, fazem o transporte de mercadoria e pessoas principalmente entre o município e a cidade de Timóteo, localizada no outro lado da margem do rio.[11]

Cultura e lazer[editar | editar código-fonte]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Coronel Fabriciano faz parte do Circuito Turístico Mata Atlântica de Minas Gerais, que foi criado em julho de 2001 e reestruturado em dezembro de 2009 pela Secretaria de Estado de Turismo com o objetivo de estimular o turismo ecológico e cultural na região do Vale do Aço e colar metropolitano.[187] A Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico (Sedetur), criada em janeiro de 2005, é o órgão municipal encarregado de coordenar o setor turístico de Coronel Fabriciano. É composta principalmente por turismólogos treinados para dar informações sobre os atrativos do município.[30]

Atrativos rurais[editar | editar código-fonte]

Montanhas da Serra dos Cocais próximas a chácaras no Contente.

A Serra dos Cocais concentra diversos atrativos ecoturísticos, dentre as diversas trilhas, montanhas e cachoeiras, como a Pedra Dois Irmãos, cujo acesso é feito por trilha íngreme e de mata fechada, sendo possível visualizar as três cidades do Vale do Aço de seu topo; a Pedra dos Cem Homens, que também é constantemente utilizada para escaladas; a Pedra do Caladão, localizada próxima ao bairro de mesmo nome, possível de ser avistada de vários pontos da cidade; a Cachoeira do Escorregador, cujas pedras da queda formam uma espécie de tobogã natural; o Cachoeirão, que possui cerca de 120 metros e é constantemente utilizado para a prática de trekking, sendo cercado por um cinturão verde remanescente da Mata Atlântica; e a Biquinha de Santa Vitória, que é uma fonte natural de água potável localizada nas proximidades do povoado Santa Vitória dos Cocais. Ainda há as cachoeiras da Limeira e da Manoela, o Escorregador do Zé Martins e as Trilhas da Mamucha.[30] [188]

No povoado de São José dos Cocais, a Igreja São José, é uma das edificações mais antigas do município que ainda mantém suas características arquitetônicas originais. Passou por reestruturação em 2007 e seu altar, juntamente com várias de suas imagens, é moldado em madeira.[30] A Serra dos Cocais dispõe ainda de mirantes, de onde é possível se ter visões panorâmicas da serra, de Fabriciano e ainda de parte das cidades vizinhas.[188] Fora dos Cocais, próxima ao perímetro urbano da cidade, nas proximidades do Distrito Industrial, a APA da Biquinha é outro dos principais atrativos naturais do município. Além de reserva ecológica, também é utilizada para caminhadas e passeios.[86] A Cachoeira Salto das Pedras, que está localizada próxima à APA do Recanto Verde, conta com área de churrasco.[30]

Atrativos urbanos[editar | editar código-fonte]

Casa de Hóspedes do Unileste, a "Fazendinha".
Casa de Hóspedes do Unileste, a "Fazendinha".

Além das atrações naturais da Serra dos Cocais, Coronel Fabriciano ainda possui vários monumentos e atrativos urbanos, com valor histórico e cultural, a exemplo do Santuário Nossa Senhora da Piedade, do Sobrado dos Pereira, do Escola Estadual Professor Pedro Calmon e da Capela Nossa Senhora Auxiliadora, no Hospital São Camilo.[86] [19] A fachada da Igreja Bom Pastor, no bairro Giovannini, apresenta um grande mosaico feito em cerâmica que retrata a figura de Jesus com um rebanho de ovelhas.[30] Em outubro de 2014, foi inaugurado o Museu José Avelino Barbosa, que é o primeiro museu público do município, composto inicialmente por cerca de 200 itens dentre documentos, fotografias, quadros e peças e cujo nome referencia o empresário e comerciante que foi um dos pioneiros da cidade.[189]

No Unileste, a Casa de Hóspedes e sede da reitoria da instituição, a "Fazendinha", foi construída inspirada nas antigas sedes de fazendas. Tem estilo rústico, destacando-se pelo uso de madeiras nobres e raras.[19] O interior da instituição abriga ainda o Museu Padre Joseph Cornélius Marie de Man, construído em formato de círculo e cujo acervo é constituído de documentos, fotografias e objetos que contam a história da cidade e da entidade; o Teatro João Paulo II, no andar térreo do Colégio Padre de Man, que tem capacidade para 520 espectadores e é um dos maiores do Vale do Aço;[19] e a Biblioteca Dom Serafim Cardeal Fernandes Araújo (Biblioteca Central), que possui um dos maiores acervos bibliográficos da região.[190] Na cidade, destacam-se também:[20] [19]

  • Igreja Matriz de São Sebastião: Foi inaugurada em 1949 para substituir a antiga, que havia desmoronado, e está situada no Centro de Fabriciano. Suas fachadas laterais são simétricas e sua torre, destacada do corpo da edificação, possui planta quadrada, com detalhes em relevo, e cobertura em laje inclinada, tendo um sino no topo.[20] [30]
Fachada do Colégio Angélica.
Fachada do Colégio Angélica.
Vista da Praça da Estação, inaugurada em 2008.
Vista da Praça da Estação, inaugurada em 2008.
  • Colégio Angélica: Foi inaugurado em 26 de setembro de 1950, mantendo em sua fachada todo o projeto original de autoria do arquiteto Josué Teodoro de Souza, em estilo eclético, com influências neoclássica e colonial. Os elementos de sua frente se repetem de forma simétrica e as janelas cobrem quase todos os planos da fachada e possuem estrutura em madeira.[20] [30]
  • Catedral São Sebastião: Está situada no bairro Santa Helena e foi inaugurada em 4 de julho de 1993 pelo então pároco padre Élio, sendo a cossede da Diocese de Itabira-Fabriciano. Sua arquitetura é baseada em estilo oriental, inspirada na Catedral de Tóquio, e abriga em seu exterior uma miniatura da Estação do Calado.[20] [30]
  • Monumento Terra Mãe: Está localizado no Trevo Pastor Pimentel e simboliza a união entre Coronel Fabriciano e o Vale do Aço, sendo considerado como o marco zero do município. Foi planejado pela escultora Wilma Noel e construído em pó de granito e inox, tendo sido inaugurado em 1999, em homenagem aos 50 anos de Fabriciano.[20] [30]
  • Praça da Estação: Foi inaugurada em outubro de 2008, como parte das homenagens aos 60 anos de Coronel Fabriciano, sendo também utilizada para a organização de eventos de médio e grande porte, com capacidade para suportar até 15 mil pessoas. Seu nome é uma referência à antiga estação ferroviária do município, que foi fechada em 1979 e demolida em 1982 para dar lugar ao terminal urbano da cidade e mais tarde à praça.[20] [30] [86] Nela está situado o monumento "Os Cinco Elementos da Natureza", que representa a população juntamente aos quatro elementos básicos da natureza (fogo, terra, água e ar) e também foi planejado pela escultora Wilma Noel, feito de pó de granito revestido com aço inoxidável, medindo 9,6 metros.[30]

Artes e folclore[editar | editar código-fonte]

Vista da Igreja Matriz, que, assim como a Catedral, leva o nome do padroeiro da cidade: São Sebastião.

A cidade possui um folclore rico e diversificado. Uma de suas principais manifestações culturais é a Marujada dos Cocais, um tradicional grupo de marujada que canta marchas em homenagem à Nossa Senhora do Rosário em ocasiões festivas da cidade e da comunidade Santa Vitória dos Cocais, onde está a sede do grupo.[191] [192] Durante o ano, destacam-se as manifestações religiosas católicas da Festa de São Sebastião, juntamente ao aniversário de Fabriciano, em janeiro; a Semana Santa, quando são realizadas procissões e a encenação da Paixão de Cristo da Paróquia São Sebastião, com rituais, vestes e indumentárias da década de 1940;[191] o Corpus Christi, com tapetes de serragem colorida confeccionados nas ruas dos bairros Santa Helena e Professores, pela Paróquia São Sebastião, bem como no distrito Senador Melo Viana pela Paróquia Santo Antônio;[193] a Festa do Rosário, realizada na comunidade São José dos Cocais, com apresentações da Marujada; e a Festa das Marias e dos Josés, também em São José dos Cocais.[191] Ainda cabem ser ressaltadas as festas juninas, muitas vezes realizadas pelas escolas nos bairros.[194] O artesanato das comunidades rurais também está entre as formas mais espontâneas da expressão cultural local. Normalmente é feito com materiais naturais encontrados na região e extraídos de plantas, como a palha de palmeira-indaiá, cabaça e sementes, além da presença de bordados e pintura em tecido, e vendido em feiras artesanais tradicionais na própria cidade.[191]

Em relação à culinária, são pratos típicos o arroz carreteiro, feijão inteiro, mamões verdes refogados com carne moída, couve rasgada refogada com angu e taioba, além de farofa mineira. Outros destaques são: bananas verdes fritas, canjiquinha com costela de porco, frango caipira com broto de samambaia e ora-pro-nobis com angu e torresmo. Também são comuns doces como o de mamão e o canjicão.[191] Cabe ser ressaltada a realização do Concurso Gastronômico Rota dos Sabores, que é organizado desde 2005 e visa a valorizar a culinária local, levando a população a eleger os melhores bares e restaurantes de Fabriciano.[195] O encerramento é marcado por espetáculos musicais e uma praça de alimentação com pratos da culinária local.[196] Historicamente, o Centro de Fabriciano concentrou entre as décadas de 60 e 80 dezenas de bares e restaurantes que agitaram a vida noturna fabricianense e atendiam aos trabalhadores das siderúrgicas locais, atraindo por vezes frequentadores até mesmo da capital mineira.[197] Após a década de 1990, o fluxo observou uma considerável redução, migrando do Centro para a Avenida Magalhães Pinto.[198]

Fachada do Centro de Arte, Cultura e Educação de Coronel Fabriciano, no bairro Melo Viana.

Quanto às artes, o maior agente organizador é a Prefeitura, através de sua Secretaria de Educação e Cultura. No Centro de Arte e Cultura do município, localizado no bairro Melo Viana, ocorrem regularmente atividades artísticas voltadas para a comunidade, com palestras, projeção de filmes, espetáculos musicais e teatrais e atividades de incentivo à leitura.[199] Segundo informação da Prefeitura, em 2009 mais de trinta mil pessoas frequentaram o Centro.[200] A Prefeitura também organiza ações integradas com o governo estadual e outras prefeituras e associações para fomento à cultura e às artes locais,[201] e o Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste),[202] através de seus cursos superiores, promove seminários e outros eventos relacionados à arte.[203] Outra instituição importante é o Centro Cultural Usiminas, que mesmo tendo sede em Ipatinga, tem uma abrangência regional e leva para Coronel Fabriciano uma programação diversificada. A cidade também conta com um Centro de Dança, cultivando os gêneros eruditos do balé clássico e contemporâneo, e ritmos populares como jazz, dança do ventre e Hip hop. A coordenadora Bia Antunes considera que a realização de espetáculos deste nível evidencia o amadurecimento de Coronel Fabriciano no cenário artístico regional.[204] [205] [206] Em 2009, a Lei Estadual de Incentivo à Cultura aprovou oito projetos de Coronel Fabriciano, cidade que integra, segundo a visão de membros da comissão que administra a aplicação da Lei, o segundo maior pólo cultural do estado.[207]

Esportes[editar | editar código-fonte]

Entrada principal do Estádio Louis Ensch, com as cores do Social Futebol Clube, em 2011.

Nas montanhas da Serra dos Cocais, destaca-se a prática de esportes radicais, como escaladas, mountain bike, rapel, trekking e saltos de paraquedas, sendo também bastante comum a prática de automobilismo off Road, com veículos 4x4.[21] O Jipe Clube local, Jipe Clube Vale do Aço, sediado no bairro Bom Jesus,[208] frequentemente organiza passeios de jipe e competições nas trilhas da Serra dos Cocais.[209] Ocasionalmente, Fabriciano é anfitriã de etapas do Campeonato Mineiro de Rally de Regularidade.[21] [210] [211]

O futebol municipal também tem se destacado nos últimos anos.[212] O clube mais bem sucedido é o Social Futebol Clube, fundado em 1º de outubro de 1944, tendo como mascote desde 1981 o Saci. Embora o Social tenha se destacado por muitos anos no futebol amador local a equipe raramente disputa-os na atualidade, em qualquer categoria, devido a sua prioridade para o futebol profissional. Com isso, as equipes que mais se destacam atualmente no Campeonato Fabricianense são o Avante Esporte Clube, o Mangueiras e o Rosalpes,[213] sendo boa parte delas equipada com bons estádios.[214] Fundado em 1950, o principal estádio da cidade é o Estádio Louis Ensch, com capacidade para cerca de 6 mil pessoas, que pertence ao Social e é usado com frequência por outros times, em partidas importantes dos campeonato amadores locais.[214] Existem vários outros estádios na cidade, uns com estrutura razoável e outros com deficiências, como falta de arquibancadas. Destaque para o campo do Avante, o Estádio Josemar Soares, que possui cabine de rádios, vestiários e uma modesta arquibancada, além de boa arborização. Outros campos muito utilizados são o do Mangueiras, no bairro homônimo, e o do Clube Atlético Florestal (CAF), no Industrial.[215]

Fachada do Clube Casa de Campo (CCC), o primeiro da cidade.

Regularmente, Fabriciano é palco de competições de outras modalidades esportivas, como o Troféu de Taekwondo;[216] a Copa de Futsal;[217] o Festival de Esportes da Corpo Ativo, que envolve ginástica artística, balé, futsal e judô;[218] e a Corrida Criançada, realizada todo dia 12 de outubro desde 2001 pela Associação de Corredores de Rua de Fabriciano (Acorf), onde crianças disputam uma corrida de rua com percursos menores, em comemoração ao dia das crianças.[219] Os Jogos Escolares de Fabriciano (JEF), organizados pela Secretaria de Educação e Cultura do município, reúnem anualmente cerca de mil alunos de escolas públicas e particulares que se enfrentam em partidas de diversos esportes, como basquete, handebol, vôlei e xadrez.[220]

Também há vários locais (quadras ou ginásios) próprios para a prática de diversos esportes, como o Ginásio Leôncio Arantes (o Centro Social Urbano), no bairro Floresta, que ainda serve para organização de festas;[30] [221] o Centro Esportivo Aldir Castro Chaves, no bairro Universitário, que é particular e é administrado pelo Unileste;[222] o Clube Casa de Campo (CCC), no bairro Santa Helena, que é o clube mais antigo da cidade, fundado em 5 de setembro de 1966, e possui quadras de tênis, peteca e futsal, além de piscinas e campos de futebol;[30] além das quadras esportivas que estão situadas em escolas públicas e particulares de vários bairros fabricianenses.[220]

Feriados[editar | editar código-fonte]

Em Coronel Fabriciano há quatro feriados municipais e oito feriados nacionais, além dos pontos facultativos.[223] Segundo a prefeitura, os feriados municipais são: o dia da emancipação de Coronel Fabriciano e de São Sebastião (padroeiro do município), em 20 de janeiro; o Corpus Christi, que em 2014 é comemorado no dia 19 de junho; a Assunção de Nossa Senhora, em 15 de agosto; e o dia de finados, em 2 de novembro.[223] De acordo com a lei nº 9.093 de 12 de setembro de 1995, os municípios podem ter no máximo quatro feriados municipais de âmbito religioso, já incluída a Sexta-Feira Santa.[224] [225]

Panorama da região central do município.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Livros da Wikipédia

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais (19 de julho de 2013). Divisão Territorial do Brasil Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Visitado em 30 de setembro de 2013.
  2. a b c d e f g h i j Cidades.Net. Coronel Fabriciano - MG. Visitado em 27 de agosto de 2009. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (15 de janeiro de 2013). Área territorial oficial. Visitado em 16 de julho de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  4. a b c d Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI) (20 de agosto de 2014). Região Metropolitana do Vale do Aço - diagnóstico final (volume 1) p. 44-49. Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste). Visitado em 17 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2014.
  5. a b c d Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1º de julho de 2014). Estimativas da população residente nos municípios brasileiros com data em 1º de julho de 2014. Visitado em 29 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 29 de agosto de 2014.
  6. a b c d e f Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Visitado em 1º de agosto de 2013. Cópia arquivada em 1º de agosto de 2013.
  7. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2011). Produto Interno Bruto dos Municípios - 2011 » PIB a preços correntes » Comparação entre os Municípios: Minas Gerais. Visitado em 27 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 27 de dezembro de 2013.
  8. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2011). Produto Interno Bruto dos Municípios - 2011 » PIB per capita a preços correntes » Comparação entre os Municípios: Minas Gerais. Visitado em 27 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 27 de dezembro de 2013.
  9. a b c Revista Caminhos Gerais, nº 21, pag. 17.
  10. a b c d e f Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). Coronel Fabriciano - Histórico Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Visitado em 20 de julho de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  11. a b c d e f Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). Primeiros habitantes. Visitado em 19 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  12. a b c d Plox (20 de janeiro de 2010). Vereador quer alterar nome de avenida em Fabriciano. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  13. a b c d e f Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). A criação do município Prefeitura. Visitado em 19 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  14. a b c d Romerito Valeriano da Silva, Duval Magalhães Fernandes e Elisângela Gonçalves Lacerda (23 de novembro de 2012). Análise da Dinâmica Populacional na Região Metropolitana e no Colar Metropolitano do Vale do Aço (MG) entre 1970 e 2010 Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  15. a b c d e f g Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2011). Produto Interno Bruto dos Municípios 2011. Visitado em 27 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  16. a b c d Tempo Agora. Climatologia de Coronel Fabriciano - MG. Visitado em 29 de agosto de 2009. Cópia arquivada em 27 de dezembro de 2011.
  17. a b c Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). População residente por sexo, situação e grupos de idade - Amostra - Características Gerais da População. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  18. a b Cidades@ - IBGE. Serviços de saúde - 2009. Visitado em 18 de fevereiro de 2010. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  19. a b c d e Assessoria de Comunicação (1º de março de 2012). Patrimônio Cultural Prefeitura. Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  20. a b c d e f g h i Assessoria de Comunicação (7 de agosto de 2009). Sugestão de passeios: roteiro para o meio urbano Prefeitura. Visitado em 16 de fevereiro de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  21. a b c Assessoria de Comunicação (18 de março de 2010). Pesquisa aponta potencial turístico da Serra dos Cocais Prefeitura. Visitado em 22 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  22. a b c d Circuito Turístico Mata Atlântica de Minas Gerais. Coronel Fabriciano. Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  23. a b c Leonardo Gomes. (janeiro 2012). "Grande Guia dos Bairros de Coronel Fabriciano". Revista Nosso Vale (nº 10): pag. 10. Visitado em 9 de junho de 2014.
  24. a b Revista Caminhos Gerais, nº 35, pag. 23.
  25. Jornal Diário do Aço (23 de janeiro de 2011). Distrito tem motivos para comemorar. Visitado em 17 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2014.
  26. Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). Itabira - Histórico Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  27. Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). Histórico - Antônio Dias Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  28. a b c d Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). Organização do município Prefeitura. Visitado em 19 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  29. Centro-Oeste. G1 - Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960. Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  30. a b c d e f g h i j k l m n o p q Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico (Sedetur) (28 de julho de 2009). Inventário turístico 2009 Prefeitura. Visitado em 12 de outubro de 2011.
  31. Revista Caminhos Gerais, nº 18, pag. 7.
  32. Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Dados gerais. Visitado em 3 de dezembro de 2009. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  33. Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce. Caracterização da Bacia Hidrográfica. Visitado em 16 de julho de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  34. a b Jornal Diário do Aço (3 de junho de 2011). Serra dos Cocais pode ganhar título de sítio geológico. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  35. a b c d Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). Dados gerais Prefeitura. Visitado em 9 de setembro de 2009. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  36. Assessoria de Comunicação (19 de outubro de 2009). Expedição traça um retrato do Ribeirão Caladão. Visitado em 13 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  37. a b Assessoria de Comunicação (29 de julho de 2009). Mapa turístico de Fabriciano Prefeitura. Visitado em 16 de julho de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  38. a b c d Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (16 de novembro de 2011). Sinopse por setores. Visitado em 1º de março de 2012.
  39. Agência Minas (28 de abril de 2011). Governo de Minas retoma processo de concretização da Região Metropolitana do Vale do Aço. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  40. World Map of the Köppen-Geiger climate classification. World Map of the Köppen-Geiger climate classification Institute for Veterinary Public Health. Visitado em 22 de agosto de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  41. Portal Brasil (6 de janeiro de 2010). Clima. Visitado em 10 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2011.
  42. Biblioteca IBGE. Brasil - Climas. Visitado em 10 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2011.
  43. Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Temperaturas diárias (Máxima, Média, Mínima) – Coronel Fabriciano (MG) – 07/2000. Visitado em 18 de agosto de 2011. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2011.
  44. Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Temperaturas diárias (Máxima, Média, Mínima) – Coronel Fabriciano (MG) – 02/2001. Visitado em 18 de agosto de 2011. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2011.
  45. Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Chuvas – Médias Mensais – 1998 Agência Nacional de Águas (ANA). Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  46. In360 (6 de setembro de 2010). Cresce o número de queimadas no Vale do Aço. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  47. Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Chuvas – Médias Diárias – 11/1953 Agência Nacional de Águas (ANA). Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  48. Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Chuvas – Médias Diárias – 03/1991 Agência Nacional de Águas (ANA). Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  49. Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Chuvas – Médias Diárias – 11/1962 Agência Nacional de Águas (ANA). Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  50. Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Chuvas – Médias Diárias – 04/1941 Agência Nacional de Águas (ANA). Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  51. Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Chuvas – Médias Diárias – 11/1992 Agência Nacional de Águas (ANA). Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  52. Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Chuvas – Médias Diárias – 01/1953 Agência Nacional de Águas (ANA). Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  53. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). Chuvas – Médias Diárias – 12/2005 Agência Nacional de Águas (ANA). Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  54. Roberta Abreu (16 de dezembro de 2005). Tragédia no Vale do Aço Ministério da Integração Nacional. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  55. Jornal Vale do Aço (2 de dezembro de 2008). A maldição dos anos terminados em 9. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  56. Jornal Diário Popular (27 de dezembro de 2013). Temporal na madrugada arrasa bairros de Fabriciano. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  57. G1 (27 de dezembro de 2013). Após chuvas, Coronel Fabriciano tem cenário de destruição. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  58. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC). Busca por cidade Portal de Tecnologia da Informação Para Meteorologia (Protim). Visitado em 19 de março de 2011.
  59. a b Adilson Ramos da Silva, Glennia G. Gomes. de Souza, Pauliana Freitas Gonçalves e Marleide Marques de Castro (2 de junho de 2012). Memória e identidade coletiva em uma região de monocultura de eucalipto Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste). Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  60. Inventário Florestal de Minas Gerais. Inventário Florestal de Minas Gerais - Consulta por Município. Visitado em 1º de março de 2014.
  61. Jornal Vale do Aço (21 de novembro de 2007). Biquinha: ambientalista diz Área de Proteção Ambiental não garante preservação de recursos naturais. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  62. Jornal Vale do Aço (9 de dezembro de 2011). Chuva de mais de 30 milímetros faz muitos estragos. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  63. Jornal Vale do Aço (27 de dezembro de 2010). Temporais provocam grandes estragos na região. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  64. Assessoria de Comunicação (20 de outubro de 2009). Defesa Civil realiza vistorias e registra ocorrências Prefeitura. Visitado em 14 de fevereiro de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  65. Jornal Vale do Aço (7 de fevereiro de 2008). Nível do Ribeirão Caladão sobe e poderá provocar enchentes. Visitado em 11 de julho de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  66. In360 (4 de outubro de 2011). Dois focos de incêndio foram registrados no Vale do Aço. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  67. Assessoria de Comunicação (23 de março de 2011). Prefeitura inicia obras do Parque Linear Prefeitura. Visitado em 26 de março de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  68. Eliane Prado Cunha Costa Santo; Sandra Paula Ferreira Oliveira; Regina Vieira Souza; Daniela Ribeiro; Ramon Gabriel Cerqueira; Vinicius Souza Gomes; Viviane Nunes Oliveira; Talita Pereira Botelho; Leonardo Teixeira de Souza; Vitor de Castro Alípio (9 de setembro de 2011). Projeto de arborização urbana no bairro Caladinho Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste). Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  69. Jornal Vale do Aço (3 de junho de 2007). Blitz educativa e palestras marcam Semana do Meio Ambiente em Fabriciano. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  70. a b c d e f g h Atlas do Desenvolvimento Humano (2013). Perfil - Coronel Fabriciano, MG Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  71. Jornal Diário do Aço (12 de outubro de 2011). Imóveis registram 100% de valorização em 5 anos. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 24 de novembro de 2011.
  72. Patrícia Falco Genovez e Vagner Bravos Valadares (9 de outubro de 2013). A formação territorial de Coronel Fabriciano (sede) e de Ipatinga (distrito) entre as décadas de 1920 e 1960: afinal, quem são os Estabelecidos e os Outsiders? p. 11–14. Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Visitado em 17 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2014.
  73. a b c Portal ODM (2012). 1 - acabar com a fome e a miséria. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  74. a b Portal ODM (2012). Perfil municipal. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  75. Jornal Vale do Aço (22 de dezembro de 2011). Fabriciano: maior número de moradores em favelas. Visitado em 23 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2011.
  76. Assessoria de Comunicação (27 de agosto de 2014). Fabriciano cadastra pessoas em situação de rua Prefeitura. Visitado em 29 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 29 de agosto de 2014.
  77. a b Jornal Vale do Aço (5 de junho de 2007). Comitiva fabricianense discute com Usiminas os reflexos da expansão. Visitado em 7 de março de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  78. Marcos da Luz (21 de janeiro de 2011). Hora de estruturar a cidade para o futuro Jornal Diário Popular. Visitado em 13 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2011.
  79. Fundação Israel Pinheiro (FIP). Projetos Municipais de Habitação de Interesse Social. Visitado em 13 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2011.
  80. a b c d Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). Tabela 2094 - População residente por cor ou raça e religião. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  81. Catholic Hierarchy (27 de abril de 2013). Diocese of Itabira-Fabriciano (em inglês). Visitado em 1º de agosto de 2013. Cópia arquivada em 1º de agosto de 2013.
  82. Diocese de Itabira-Fabriciano (9 de fevereiro de 2014). Região Pastoral III. Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  83. Jornal Diário do Aço (11 de março de 2011). Melo Viana terá nova paróquia. Visitado em 2 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2011.
  84. Paróquia São Sebastião. (abril 2014). "Nossas comunidades". Boletim Informativo Redentor do Vale (nº 33): pag. 1. Visitado em 9 de junho de 2014.
  85. Jornal Diário do Aço (9 de dezembro de 2009). Clima de Natal no Amaro Lanari. Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  86. a b c d Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). Atrativos turísticos Prefeitura. Visitado em 17 de fevereiro de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  87. Victor Hugo Vieira (14 de julho de 2013). Carmelo Santíssima Trindade e Beata Elisabeth da Trindade: uma vida dedicada à Igreja Portal Ecclesia. Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  88. a b Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). População/Setores Prefeitura. Visitado em 3 de setembro de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  89. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). População de Coronel Fabriciano por raça e cor. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  90. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). Tabela 1505 - População residente, por naturalidade em relação ao município e à unidade da federação - Resultados Gerais da Amostra. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  91. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). Tabela 631 - População residente, por sexo e lugar de nascimento. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  92. a b c Jornal Nosso Vale (30 de setembro de 2010). Manoel Domingos: O bairro de Domingues. Visitado em 2 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2011.
  93. Atlas Escolar Histórico, Geográfico e Cultural de Coronel Fabriciano, 2011, pag. 22.
  94. Revista Caminhos Gerais, nº 21, pag. 26.
  95. Flávio Henrique M. Lima (9 de fevereiro de 2006). O Poder Público Municipal à frente da obrigação constitucional de criação do sistema de controle interno JusVi. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  96. Eleições 2012 (7 de outubro de 2012). Rosângela 13. Visitado em 1º de janeiro de 2013. Cópia arquivada em 1º de janeiro de 2013.
  97. Terra (2008). Prefeito. Visitado em 1º de janeiro de 2013. Cópia arquivada em 1º de janeiro de 2013.
  98. DJI. Constituição Federal - CF - 1988 / Art. 29. Visitado em 10 de julho de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  99. Eleições 2012 (7 de outubro de 2012). Candidatos a Vereador Coronel Fabriciano/MG. Visitado em 1º de janeiro de 2013. Cópia arquivada em 1º de janeiro de 2013.
  100. Assessoria de Comunicação (7 de fevereiro de 2012). Conselhos municipais são renovados em Fabriciano Prefeitura. Visitado em 16 de julho de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  101. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2011). Conselhos municipais. Visitado em 16 de julho de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  102. Câmara Municipal (10 de novembro de 2008). Lei orgânica do município de Coronel Fabriciano. Visitado em 16 de julho de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  103. Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) (21 de julho de 2013). Relação das Comarcas. Visitado em 16 de julho de 2014. Cópia arquivada em 22 de julho de 2013.
  104. Tribunal Superior Eleitoral (TSE) (12 de abril de 2013). Consulta Quantitativo. Visitado em 16 de julho de 2014.
  105. Thales Tácito Pontes Luz de Pádua Cerqueira (3 de julho de 2007). O candidato único precisa de quantos votos para ser eleito prefeito? Portal ClubJus. Visitado em 16 de julho de 2014. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  106. Revista Caminhos Gerais, nº 21, pag. 28.
  107. Jornal Nosso Vale (23 de junho de 2010). Amaro Lanari - Um só povo, uma dupla cidadania. Visitado em 1º de março de 2012. Cópia arquivada em 1º de março de 2012.
  108. Jornal Nosso Vale (8 de agosto de 2011). Prazer em conhecer... Giovannini. Visitado em 1º de março de 2012. Cópia arquivada em 1º de março de 2012.
  109. Jornal Nosso Vale (8 de agosto de 2011). Um bairro em homenagem à Sra. JK. Visitado em 1º de março de 2012. Cópia arquivada em 1º de março de 2012.
  110. Jornal Nosso Vale (19 de junho de 2010). Um passeio na história do Bairro Santa Cruz. Visitado em 1º de março de 2012. Cópia arquivada em 1º de março de 2012.
  111. Revista Caminhos Gerais, nº 21, pag. 24.
  112. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). Domicílios particulares permanentes, por classes de rendimento nominal mensal domiciliar per capita. Visitado em 21 de março de 2014. Cópia arquivada em 21 de março de 2014.
  113. Cidades@ - IBGE (2012). Estatísticas do Cadastro Central de Empresas 2011. Visitado em 27 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  114. a b Cidades@ - IBGE (2012). Pecuária 2012. Visitado em 27 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  115. Cidades@ - IBGE (2012). Lavoura Temporária 2012. Visitado em 27 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  116. Cidades@ - IBGE (2012). Lavoura Permanente 2012. Visitado em 27 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  117. Jornal Nosso Vale (23 de junho de 2010). Distrito Industrial - Mais renda e desenvolvimento. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  118. a b c d Assessoria de Comunicação. Características Prefeitura. Visitado em 27 de agosto de 2009. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  119. Assessoria de Comunicação (17 de novembro de 2011). Fabriciano apresenta plano diretor do Distrito Industrial II Prefeitura. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  120. Cidades@ - IBGE (2012). Extração vegetal e silvicultura - 2012. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  121. Jornal Vale do Aço (7 de novembro de 2009). Ornamentação de Natal em Coronel Fabriciano. Visitado em 11 de julho de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  122. Jornal Vale do Aço (2 de dezembro de 2009). Acordo para horário de natal também é fechado em Fabriciano e Timóteo. Visitado em 11 de julho de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  123. Jornal Vale do Aço (25 de maio de 2007). Bairros já concentram 30% do comércio de Fabriciano. Visitado em 15 de maio de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  124. a b Portal ODM (2012). 4 - reduzir a mortalidade infantil. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  125. Jornal Vale do Aço (30 de junho de 2011). Ministério da Saúde pode fechar Siderúrgica. Visitado em 20 de julho de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  126. Jornal Diário do Aço (16 de julho de 2011). Cinco mil atendimentos a menos. Visitado em 20 de julho de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  127. Jornal Vale do Aço (31 de agosto de 2012). Hospital São Camilo começa a atender à meia-noite. Visitado em 9 de setembro de 2012. Cópia arquivada em 9 de setembro de 2012.
  128. Unimed Vale do Aço. Unidades Hospitalares. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  129. Unimed Vale do Aço. Estrutura. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  130. a b Portal ODM (2012). 2 - educação básica de qualidade para todos. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  131. Cidades@ - IBGE (2010). Censo Demográfico 2010: Resultados da Amostra - Educação. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  132. a b c Cidades@ - IBGE (2012). Ensino, matrículas, docentes e rede escolar 2012. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  133. Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste). 40 anos de tradição. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  134. Jornal Diário do Aço (15 de maio de 2013). Local para instalação de Centro Federal confirmado em Fabriciano. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  135. Confederação Nacional de Municípios (CNM). Infra-Estrutura - Domicílios Particulares Permanentes e Moradores. Visitado em 26 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  136. a b c Cidades@ - IBGE (2010). Censo Demográfico 2010: Características da População e dos Domicílios: Resultados do Universo. Visitado em 20 de abril de 2012. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  137. Cidades@ - IBGE (2008). Pesquisa Nacional de Saneamento Básico - 2008. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  138. Jornal Vale do Aço (27 de fevereiro de 2010). Falta de chuvas reduziu reservas. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  139. Rádio Educadora (30 de setembro de 2011). Coronel Fabriciano aguarda decisão até o final do ano. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  140. Assessoria de Comunicação (1º de agosto de 2009). Parque Linear: a obra que vai mudar o curso da nossa cidade Prefeitura. Visitado em 14 de fevereiro de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  141. Assessoria de Comunicação (1º de agosto de 2009). Coleta de Lixo em Fabriciano - Tabela Prefeitura. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  142. Jornal Diário do Aço (18 de novembro de 2013). Coleta Seletiva a partir desta terça em Fabriciano. Visitado em 19 de novembro de 2013. Cópia arquivada em 19 de novembro de 2013.
  143. Assessoria de Comunicação (2 de janeiro de 2013). Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente Prefeitura. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  144. a b c Sangari (2011). Número e taxas (em 100 mil) de homicídio nos municípios com 10.000 habitantes ou mais (xls). Visitado em 1º de março de 2014.
  145. a b c d Julio Jacobo Waiselfisz (19 de julho de 2013). Número de homicídios 2009/2011 e taxas 2011 dos 1663 municípios com mais de 20.000 habitantes (xls) Mapa da Violência. Visitado em 1º de março de 2014.
  146. Jornal Diário do Aço (6 de maio de 2013). Ação dura contra homicídios. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2013.
  147. a b Jornal Diário do Aço (4 de janeiro de 2014). Coronel Fabriciano manteve a escalada da violência. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2014.
  148. Câmara Municipal de Coronel Fabriciano (24 de maio de 2004). Lei Ordinária de Coronel Fabriciano-MG, nº 3179 de 24/05/2004 Liz. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  149. Assessoria de Comunicação (25 de junho de 2010). Fabriciano cria Conselho Municipal de Defesa Civil Prefeitura. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  150. Aprendiz.Uol. Por uma política de juventude articulada com o desenvolvimento do Brasil. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  151. Jornal Vale do Aço (2 de outubro de 2011). Conselhos querem Batalhão em Coronel Fabriciano. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  152. Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG). 12ª Região da Polícia Militar. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  153. Jornal Vale do Aço (9 de fevereiro de 2014). Combate ao tráfico é maior desafio de novo Batalhão. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  154. Polícia Civil de Minas Gerais (2007). Serviços. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  155. Jornal Diário do Aço (29 de abril de 2010). Feriado movimenta comércio em Fabriciano. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  156. Departamento de Obras Públicas de Minas Gerais (DEOP) (22 de fevereiro de 2008). DEOP finaliza construção de Presídio em Coronel Fabriciano. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  157. Plox (17 de março de 2011). Morte de adolescente em presídio de Coronel Fabriciano tem forte repercussão. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  158. Naiara Magalhães (23 de janeiro de 2008). Os oásis estão acabando Veja. Visitado em 15 de janeiro de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  159. Julio Jacobo Waiselfisz (2 de julho de 2014). Número e taxas (por 100 mil) de homicídio em municípios com mais de 20.000 habitantes (xls) Mapa da Violência. Visitado em 16 de julho de 2014.
  160. Julio Jacobo Waiselfisz (2 de julho de 2014). Número e taxas (por 100 mil) de óbitos em acidentes de transporte em municípios com mais de 20.000 habitante (xls) Mapa da Violência. Visitado em 16 de julho de 2014.
  161. Assessoria de Comunicação (17 de novembro de 2009). Fabriciano reduz índice de crimes violentos Prefeitura. Visitado em 9 de setembro de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  162. Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) (1º de setembro de 2011). Coronel Fabriciano - Listagem de Telefones Públicos - referentes apenas às concessionárias do STFC. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  163. Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) (1º de setembro de 2011). Coronel Fabriciano - Listagem de Telefones Públicos - referentes apenas às concessionárias do STFC. Visitado em 9 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2011.
  164. Guiatel. Minas Gerais. Visitado em 22 de julho de 2010. Cópia arquivada em 30 de abril de 2011.
  165. Correios. CEP de cidades brasileiras. Visitado em 22 de julho de 2010.
  166. BH Online (5 de janeiro de 2009). Portabilidade de celular chega ao DDD 31 no próximo dia 19. Visitado em 22 de julho de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  167. Correios. Agências. Visitado em 9 de dezembro de 2011.
  168. Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste). Rede sem Fio. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  169. a b Portal BSD. Canais de Coronel Fabriciano - MG. Visitado em 29 de janeiro de 2013. Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2013.
  170. Rádio Educadora MG. 43 anos de pioneirismo. Visitado em 10 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2011.
  171. TudoRádio.com (22 de junho de 2010). Nativa anuncia nova afiliada em MG <crossmidia>. Visitado em 22 de julho de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  172. Revista Caminhos Gerais, nº 21, pag. 32.
  173. Estações Ferroviárias do Brasil (11 de julho de 2009). E. F. Vitória a Minas - Coronel Fabriciano. Visitado em 1º de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  174. Estações Ferroviárias do Brasil (25 de fevereiro de 2006). E. F. Vitória a Minas - Mario Carvalho, município de Timóteo. Visitado em 13 de fevereiro de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  175. Assessoria de Comunicação (12 de janeiro de 2010). Avenida Tancredo Neves é municipalizada Prefeitura. Visitado em 18 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  176. Jornal Diário do Aço (5 de julho de 2013). Catracas eletrônicas em 90 dias. Visitado em 1º de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de março de 2014.
  177. Jornal Vale do Aço (28 de maio de 2008). Fabriciano inaugura novo terminal de integração. Visitado em 29 de fevereiro de 2012. Cópia arquivada em 29 de fevereiro de 2012.
  178. Viação Acaiaca. Sede da Empresa. Visitado em 1º de março de 2010. Cópia arquivada em 29 de fevereiro de 2012.
  179. Jornal Vale do Aço (8 de fevereiro de 2011). Tarifas de ônibus estão entre as mais caras. Visitado em 29 de fevereiro de 2012. Cópia arquivada em 29 de fevereiro de 2012.
  180. Univale Transportes. Linhas e horários. Visitado em 13 de fevereiro de 2010.
  181. Cidades@ - IBGE (2013). Frota 2013. Visitado em 17 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2014.
  182. In 360 (26 de março de 2010). Inter TV flagra falta de educação no trânsito de Coronel Fabriciano. Visitado em 2 de julho de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  183. Plox (30 de abril de 2009). Vereadores de Coronel Fabriciano querem transformar Praça da Estação em estacionamento. Visitado em 11 de julho de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  184. a b Jornal Diário do Aço (6 de maio de 2011). Ciclistas cobram alternativas. Visitado em 24 de junho de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  185. Assessoria de Comunicação (6 de junho de 2011). Prefeitura realizada ações em comemoração ao Dia do Meio Ambiente Prefeitura. Visitado em 24 de junho de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  186. Jornal Vale do Aço (23 de dezembro de 2011). Usiminas entrega aeroporto revitalizado. Visitado em 29 de fevereiro de 2012. Cópia arquivada em 29 de fevereiro de 2012.
  187. Assessoria de Comunicação (6 de maio de 2010). Fabriciano participa do Projeto Escadarias Prefeitura. Visitado em 26 de abril de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  188. a b Assessoria de Comunicação (7 de agosto de 2009). Sugestão de passeios Prefeitura. Visitado em 16 de julho de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  189. Jornal Diário do Aço (17 de outubro de 2014). Museu de Fabriciano será inaugurado dia 22. Visitado em 17 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2014.
  190. Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste). Biblioteca Dom Serafim Cardeal Fernandes Araújo (Biblioteca Central). Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  191. a b c d e Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). Manifestações culturais Prefeitura. Visitado em 23 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  192. Maria das Graças Silvestre Ribeiro (2007). O artesanato e o turismo no povoado de Santa Vitória dos Cocais em Coronel Fabriciano (PDF) Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Visitado em 23 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  193. Jornal Diário do Aço (19 de junho de 2014). Tapetes de Corpus Christi. Visitado em 16 de julho de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2014.
  194. Assessoria de Comunicação (4 de junho de 2014). Escolas realizam festas no ritmo de Copa do Mundo Prefeitura. Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  195. Assessoria de Comunicação (14 de julho de 2009). Onde comer: relação de bares, restaurantes e lanchonetes Prefeitura. Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  196. Assessoria de Comunicação (11 de setembro de 2013). Rota dos Sabores Prefeitura. Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  197. Jornal Diário do Aço (24 de dezembro de 2013). As “frenéticas” noites dos anos 60, 70 e 80 em Coronel Fabriciano. Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  198. Jornal Vale do Aço (2 de dezembro de 2007). Fabriciano lidera estatística de estabelecimentos gastronômicos com perfil turístico no Vale do Aço. Visitado em 9 de junho de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014.
  199. Assessoria de Comunicação (14 de novembro de 2009). Agenda Centro de Arte e Educação Prefeitura. Visitado em 25 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  200. Assessoria de Comunicação (2 de fevereiro de 2010). Retrospectiva 2009 (Vídeo, 5:10-5:30 min.) Prefeitura. Visitado em 25 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  201. Jornal Diário do Aço (4 de fevereiro de 2010). Apoio à cultura local. Visitado em 25 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  202. Jornal Vale do Aço (20 de julho de 2010). Espaço cultural reformado. Visitado em 21 de julho de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  203. Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste) (10 de maio de 2011). Curso de Pedagogia promove III Seminário de Educação Inclusiva. Visitado em 22 de setembro de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  204. Jornal Vale do Aço (18 de março de 2010). Para ver e aprender. Visitado em 25 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  205. Jornal Diário do Aço (10 de dezembro de 2009). Cinco estilos num show. Visitado em 25 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  206. Jornal Vale do Aço (25 de março de 2010). Do delírio ao pesadelo. Visitado em 25 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  207. Jornal Diário do Aço (19 de dezembro de 2009). Região tem 81 projetos culturais aprovados. Visitado em 25 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  208. Jipe Clube Vale do Aço. Estatuto Social (PDF). Visitado em 7 de agosto de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  209. Jipe Clube Vale do Aço (15 de agosto de 2008). Trilha 15/08/08. Visitado em 22 de setembro de 2009.
  210. Jipe Clube Vale do Aço. 12ª Copa Mineira de Rally 4x4 2009. Visitado em 22 de setembro de 2009.
  211. Jipe Clube Vale do Aço. Quem Somos. Visitado em 7 de agosto de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  212. O Gol. Social Futebol Clube - Informações gerais. Visitado em 1º de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  213. Jornal Vale do Aço (26 de julho de 2011). Fabricianense: É hexa!. Visitado em 3 de agosto de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  214. a b O Gol. Dr. Louis Ensch. Visitado em 19 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  215. O Gol. Amaro Lanari Júnior. Visitado em 19 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  216. Assessoria de Comunicação (18 de agosto de 2011). Troféu de Taekwondo e campeonato Bairro a Bairro agitam o domingo Prefeitura. Visitado em 25 de setembro de 2011. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2011.
  217. Assessoria de Comunicação (30 de julho de 2009). Copa de Futsal será decidida nesta sexta Prefeitura. Visitado em 25 de setembro de 2011. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2011.
  218. Jornal Diário Popular (8 de julho de 2011). Ginastas do Unileste-MG abrem Festival em Coronel Fabriciano. Visitado em 25 de setembro de 2011. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2011.
  219. Assessoria de Comunicação (7 de outubro de 2011). 10ª Corrida Criançada movimenta feriado em Fabriciano Prefeitura. Visitado em 7 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2011.
  220. a b Assessoria de Comunicação (8 de setembro de 2011). Mais de mil alunos irão disputar os Jogos Escolares de Fabriciano Prefeitura. Visitado em 25 de setembro de 2011. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2011.
  221. Jornal Diário do Aço (5 de março de 2011). Atrações para o Carnaval na região. Visitado em 25 de setembro de 2011. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2011.
  222. Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste) (13 de junho de 2011). Educação Física faz dobradinha de vitórias na Copa Intercursos Unileste. Visitado em 25 de setembro de 2011. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2011.
  223. a b Assessoria de Comunicação (19 de janeiro de 2011). Relação de Feriados Municipais e Feriados Nacionais Prefeitura. Visitado em 11 de março de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  224. Sérgio Ferreira Pantaleão. Carnaval - é ou não feriado? folga automática pode gerar alteração contratual Guia Trabalhista. Visitado em 14 de julho de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  225. Guia Trabalhista. Lei Nº 9.093, de 12 de setembro de 1995. Visitado em 14 de julho de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Secretaria Municipal de Educação e Cultura. Atlas Escolar Histórico, Geográfico e Cultural de Coronel Fabriciano (em português). Belo Horizonte - MG: Editora Cultural Brasileira Ltda., 2011. 88 pp.
  • Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Coronel Fabriciano: Diagnóstico Municipal (em português). Belo Horizonte - MG: [s.n.], 1995. 80 pp.
  • Diário do Aço. Vale do Aço 2000: Um século de história (em português). Ipatinga - MG: Empresa Jornalística Revisão Ltda, 1999. 147 pp.
  • Click Idéias Assessoria Ltda.. Vale do Aço - Perfil Histórico, Cultural e Informativo - Coronel Fabriciano, Ipatinga e Timóteo (em português). 98º ed. João Monlevade - MG: [s.n.], 1998. 206 pp.
  • Revista Caminhos Gerais. (abril 2010). "Coronel Fabriciano - 61 anos de história" (em português): pags. 15–39.
  • Revista Caminhos Gerais. (fevereiro 2013). "A história do comércio em Coronel Fabriciano" (em português): pags. 21–38.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ouça o artigo (info)
Este áudio foi criado a partir da revisão datada de 27 de julho de 2013 e pode não refletir mudanças posteriores ao artigo (ajuda com áudio).

Mais artigos audíveis
Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikcionário Definições no Wikcionário
Wikilivros Livros e manuais no Wikilivros
Commons Imagens e media no Commons
Commons Categoria no Commons
Wikinotícias Notícias no Wikinotícias
Wikinotícias Categoria no Wikinotícias
Jornais regionais
Mapas