Corrida Internacional de São Silvestre

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Corrida de São Silvestre
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Detalhes
Esporte Atletismo
Categoria corrida de rua
Criação 1925
Organizador Fundação Casper Líbero
A Gazeta Esportiva
Número de edições 89
Número de participantes ~ 15.000
Frequência anual
Campeões
Primeiro campeão Alfredo Gomes
Atual campeão Edwin Kipsang H
Nancy Kipron M
Maior campeão Paul Tergat H
Rosa Mota M
Ligações externas
Site oficial saosilvestre.com.br
Largada da 1ª Corrida de São Silvestre (1925)

Corrida Internacional de São Silvestre é uma corrida de rua realizada anualmente na cidade de São Paulo, Brasil, no dia 31 de dezembro, dia de São Silvestre (data de morte do Papa da Igreja Católica, canonizado também neste dia, anos depois, no quarto século da Era Cristã) e de onde vem o seu nome.[1]

A corrida, a mais famosa e tradicional do Brasil e a da América do Sul, tem um percurso atual de 15 km pelo centro de São Paulo e é uma corrida mista desde 1975, quando começou a participação oficial das mulheres. Entre 1925, ano de sua criação e 1944, foi disputada apenas por brasileiros. O maior vencedor – e também recordista – da prova é o queniano Paul Tergat com cinco vitórias [2] e, entre as mulheres, a portuguesa Rosa Mota, que com seis vitórias consecutivas nos anos 1980 é a maior vencedora geral.[3] Entre os brasileiros, o título fica com Marílson Gomes dos Santos, com três vitórias.

Alguns dos maiores fundistas da história do atletismo já participaram e venceram a prova. Além de Tergat e Mota, já correram nas ruas de São Paulo campeões e medalhistas olímpicos e recordistas mundiais como Franjo Mihalic, Gaston Roelants, Frank Shorter, Carlos Lopes, Arturo Barrios, Ronaldo da Costa, Priscah Jeptoo, Derartu Tulu e a "Locomotiva Humana", o tcheco Emil Zatopek, campeão em 1953.[4]

A São Silvestre é transmitida ao vivo pela televisão para o Brasil e para o mundo pela TV Gazeta e pela Rede Globo de Televisão desde 1982.

História[editar | editar código-fonte]

Cásper Líbero, um jornalista e advogado paulista milionário que fez fortuna no início do século XX no setor de imprensa, fez uma viagem a Paris e de lá voltou maravilhado com uma corrida realizada à noite, em que os corredores carregavam tochas ao longo do percurso.[5] Entusiasta do esporte e decidido a promover algo semelhante no Brasil, criou uma corrida noturna a ser realizada no último dia do ano de 1925. Estava fundada a Corrida de São Silvestre, que recebeu esse nome em homenagem ao santo do dia.

Em sua primeira edição, de 60 inscritos 48 compareceram para disputar a prova e apenas 37 foram oficialmente classificados, já que as regras exigiam que todos os corredores cruzassem a linha de chegada no máximo 3 minutos após a chegada do vencedor. O primeiro vencedor foi o jogador de futebol Alfredo Gomes, que completou os 8,8 km do percurso em 33:21.[6] Inicialmente aceitando apenas a participação de brasileiros natos, nos anos seguintes a inscrição foi permitida a estrangeiros morando no Brasil, o que permitiu ao italiano Heitor Blasi, radicado em São Paulo, ser convidado a disputá-la e vencer duas das primeiras edições da prova, em 1927 e 1929.[5] Sem grande experiência na organização deste tipo de evento, as primeiras edições impediam os corredores de beberem qualquer tipo de líquido durante a prova, e os atletas muitas vezes nela competiam com os próprios sapatos que usavam para treino no dia a dia e roupas que acumulavam suor.[5]

Ao contrário de outros eventos desportivos tão ou mais antigos, a Corrida de São Silvestre nunca deixou de realizar-se, nem mesmo durante a Revolução Constitucionalista de 1932 ou a Segunda Guerra Mundial. [5]

A partir de 1945, com o fim da guerra, ela passou a contar com a participação de estrangeiros, mas apenas para corredores convidados provenientes de outros países da América do Sul. O sucesso das duas primeiras edições internacionais, no entanto, levou os organizadores a permitirem a participação de corredores de todo o mundo a partir de 1947. Este ano marcou o início de período de 34 anos durante o qual nenhum brasileiro venceria a prova, o que se encerrou somente quando o garçom pernambucano José João da Silva venceu a edição de 1980, feito que repetiria em 1985.[7]

Emil Zátopek, a Locomotiva Humana, vencedor em 1953.

A corrida permaneceria restrita a homens até 1975, quando as Nações Unidas declararam aquele ano como o Ano Internacional da Mulher. Os organizadores da São Silvestre aproveitaram o momento para realizar a primeira corrida feminina no mesmo ano.[5] O evento feminino começou já com livre participação internacional, e a primeira mulher a vencê-lo foi a alemã-ocidental Christa Vahlensieck, o que fez duas vezes seguidas.[8] A primeira vitória brasileira ocorreria somente vinte anos depois, quando a brasiliense Carmem de Oliveira venceu em 1995.[9]

Além de Tergat e Rosa Mota, outros grandes campeões na história da São Silvestre são o belga Gaston Roelants, recordista mundial e campeão olímpico dos 3.000 m c/ obstáculos em Tóquio 1964 e o equatoriano Rolando Vera, os dois quatro vezes vencedores da prova, sendo Vera o único a vencê-la por quatro vezes consecutivas entre os homens, nos anos 1980.[10] A queniana Lydia Cheromei a venceu três vezes entre 1999 e 2004.

Já famosa em toda a América Latina e na Europa desde 1953, quando a presença e a vitória do multicampeão olímpico tcheco Emil Zatopek a transformou num evento realmente internacional de ponta,[6] em 1970 a São Silvestre começou a chamar a atenção da imprensa especializada dos Estados Unidos, quando o norte-americano Frank Shorter, futuro campeão olímpico da maratona em Munique 1972, veio ao Brasil e a venceu. A vitória de Shorter provocou uma posterior invasão de corredores americanos na prova, que veria Dana Slater ser bicampeã entre as mulheres em 1978–79 e o fundista Herb Lindsay vencê-la em 1979, ano em que a vitória no masculino e no feminino pertenceu aos Estados Unidos, feito nunca mais repetido.[8] O Brasil repetiria o mesmo feito na edição de 2006, com a vitória de Franck Caldeira no masculino e Lucélia Peres no feminino.[11]

Até 1988, a corrida era realizada à noite, geralmente iniciando-se às 23:30, de forma que os primeiros classificados cruzavam a linha de chegada por volta da meia-noite, mas o ano de 1989 foi marcado por sensíveis modificações no formato do evento. O objetivo era cumprir as determinações da Federação Internacional de Atletismo – IAAF. O horário de início da corrida foi alterado, passando às 15 horas para mulheres e às 17 horas para homens; a distância a ser percorrida, que variava quase que anualmente (geralmente entre 6,5 e 8,8 km) foi definitivamente fixada em 15 km em 1991, o mínimo exigido pelas regras da Federação. Em 1989, a São Silvestre foi oficialmente reconhecida e incluída no calendário internacional da IAAF.[6]

Milhares de corredores anônimos cruzam a linha de chegada da 87ªSS em 2011.

Em 2011, pela primeira vez desde sua criação, a São Silvestre teve o tradicional local de chegada alterado. Ao invés da Avenida Paulista, ela passou a ser no Parque do Ibirapuera. A modificação viu a queniana Priscah Jeptoo, vice-campeã olímpica da maratona em Londres 2012, vencer a prova feminina em 48:48, recorde e a primeira vez que uma mulher completou os 15 km da São Silvestre em menos de 50 minutos.[12] Esta edição também assistiu a uma das maiores tragédias da história da corrida, com a morte do atleta paraolímpico Israel Cruz de Barros, que, disputando a divisão de cadeira de rodas, perdeu o controle na descida da Rua Major Natanael, de acentuado declive, e chocou-se com o muro em volta do Estádio do Pacaembu, morrendo no hospital.[13]

Crescendo e sendo prestigiada através dos anos não apenas por atletas de elite mas também pelos corredores amadores, os números da São Silvestre fazem dela a maior corrida de massas da América do Sul, também em quantidade. Os 48 participantes da edição inicial em 1925 transformaram-se em cerca de 2 mil ainda no fim da década de 50, mais de 10 mil por edição nos anos 80, até alcançar um recorde de cerca de 25 mil participantes na edição de 2011.[14]

Além do prestígio nacional e internacional, financeiramente a São Silvestre também compensa para seus campeões: em 2013, o vencedor recebeu R$60 mil (US$30 mil), o segundo colocado R$35 mil (US$17 mil) e o terceiro colocado R$20 mil (US$10 mil).[15]

Percurso[editar | editar código-fonte]

Realizada em grande parte pelo centro da cidade de São Paulo, a São Silvestre já teve vários percursos e distâncias diferentes através das décadas. O atual percurso tem 15 km de distância e a seguinte composição: Largada na Avenida Paulista, nas proximidades da Alameda Ministro Rocha Azevedo->Rua Haddock Lobo->Túnel José Roberto Fanganiello Melhem-> Avenida Doutor Arnaldo->Rua Major Natanael->Rua Desembargador Paulo Passalaqua->Avenida Pacaembu->Rua Margarida->Alameda Olga->Rua Tagipuru-> Rua Fuad Naufel->Avenida Auro Soares de Moura Andrade-> Rua Mário de Andrade-> novamente Avenida Pacaembu em direção à Marginal Tietê->Viaduto Pacaembu->Av. Dr. Abraão Ribeiro->Av. Marquês de São Vicente->Rua Norma Pieruccini Giannotti->Avenida Rudge->Viaduto Eng. Orlando Murgel->Av. Rio Branco->Av. Duque de Caxias->Avenida São João->Largo do Arouche->Av. Vieira de Carvalho->Praça da República->Avenida Ipiranga-> novamente Av. São João->Largo do Payssandu->Rua Conselheiro Crispiniano->Praça Ramos de Azevedo->Viaduto do Chá->Rua Líbero Badaró->Largo de São Francisco->Avenida Brigadeiro Luís Antônio->Viaduto Brigadeiro Luiz Antônio->Av. Paulista, com chegada em frente ao prédio da Gazeta Esportiva.[16]

"São Silvestrinha"[editar | editar código-fonte]

Idealizada por Júlio Deodoro, superintendente da Gazeta Esportiva, em 1994 foi criada a primeira versão infantil da São Silvestre, para crianças de ambos os sexos entre 6 e 15 anos de idade, denominada “São Silvestrinha”, com distâncias diferentes. Reveladora de grandes talentos, foi a responsável pelo surgimento para o atletismo de nomes como o do fundista Franck Caldeira, vencedor da edição de 2006 e medalha de ouro na maratona dos Jogos Pan-americanos de 2007 no Rio de Janeiro.[17] A edição de 2012 foi disputada na pista de atletismo do Estádio Ícaro de Castro Mello, com distâncias variáveis entre os 50 e os 600 metros e a participação de cerca de 2 mil crianças.[18]

Vencedores[editar | editar código-fonte]

Nota: recorde da prova (M e F) na distância atual de 15 km estabelecida desde 1991.

Ano Homens País Tempo Mulheres País Tempo Distância
2013
Edwin Kipsang
Quénia 43:48
Nancy Kipron
Quénia 51:58 15 km
2012
Edwin Kipsang
Quénia 44:04
Maurine Kipchumba
Quénia 51:41 15 km
2011
Tariku Bekele
Etiópia 43:35
Priscah Jeptoo
Quénia 48:48 15 km
2010
Marílson Gomes dos Santos
Brasil 44:03
Alice Timbilili
Quénia 50:19 15 km
2009
James Kipsang
Quénia 44:40
Pasalia Chepkorir
Quénia 52:30 15 km
2008
James Kipsang
Quénia 44:43
Yimer Ayalew
Etiópia 51:37 15 km
2007
Robert Cheruiyot
Quénia 44:43
Alice Timbilili
Quénia 51:24 15 km
2006
Franck Caldeira
Brasil 44:06
Lucélia Peres
Brasil 51:24 15 km
2005
Marílson Gomes dos Santos
Brasil 44:22
Olivera Jevtić
Sérvia e Montenegro 51:38 15 km
2004
Robert Cheruiyot
Quénia 44:43
Lydia Cheromei
Quénia 53:01 15 km
2003
Marílson Gomes dos Santos
Brasil 43:50
Margaret Okayo
Quénia 51:24 15 km
2002
Robert Cheruiyot
Quénia 44:59
Marizete Rezende
Brasil 54:02 15 km
2001
Tesfaye Jifar
Etiópia 44:15
Maria Zeferina Baldaia
Brasil 52:12 15 km
2000
Paul Tergat
Quénia 43:57
Lydia Cheromei
Quénia 50:33 15 km
1999
Paul Tergat
Quénia 44:35
Lydia Cheromei
Quénia 51:29 15 km
1998
Paul Tergat
Quénia 44:47
Olivera Jevtić
Jugoslávia 51:35 15 km
1997
Émerson Iser Bem
Brasil 44:40
Martha Tenorio
Equador 52:04 15 km
1996
Paul Tergat
Quénia 43:50
Roseli Machado
Brasil 52:32 15 km
1995
Paul Tergat
Quénia 43:12
Carmem Oliveira
Brasil 50:53 15 km
1994
Ronaldo da Costa
Brasil 44:11
Derartu Tulu
Etiópia 51:17 15 km
1993
Simon Chemwoyo
Quénia 43:20
Hellen Kimayio
Quénia 50:26 15 km
1992
Simon Chemwoyo
Quénia 44:08
Maria Del Carmen Diaz
México 54:00 12,64 km
1991
Arturo Barrios
México 44:47
Maria Luisa Servin
México 54:02 15 km
1990
Arturo Barrios
México 35:57
Maria Del Carmen Diaz
México 43:16 12,64 km
1989
Rolando Vera
Equador 36:45
Maria Del Carmen Diaz
México 43:52 12,63 km
1988
Rolando Vera
Equador 36:23
Aurora Cunha
Portugal 42:12 12,63 km
1987
Rolando Vera
Equador 39:02
Martha Tenorio
Equador 46:27 13,04 km
1986
Rolando Vera
Equador 36:45
Rosa Mota
Portugal 43:25 12,64 km
1985
José João da Silva
Brasil 36:48
Rosa Mota
Portugal 43:00 12,64 km
1984
Carlos Lopes
Portugal 36:43
Rosa Mota
Portugal 43:35 12,64 km
1983
João da Mata de Ataíde
Brasil 37:39
Rosa Mota
Portugal 43:31 12,64 km
1982
Carlos Lopes
Portugal 39:41
Rosa Mota
Portugal 47:21 13,54 km
1981
Víctor Mora
Colômbia 23:30
Rosa Mota
Portugal 26:45 8,9 km
1980
José João da Silva
Brasil 23:40
Heide Hutterer
Alemanha Ocidental 27:48 8,9 km
1979
Herb Lindsay
Estados Unidos 23:26
Dana Slater
Estados Unidos 29:07 8,9 km
1978
Radhouane Bouster
França 23:51
Dana Slater
Estados Unidos 28:55 8,9 km
1977
Domingo Tibaduiza
Colômbia 23:55
Loa Olafsson
Dinamarca 27:15 8,9 km
1976
Edmundo Warnke
Chile 23:50
Christa Vahlensieck
Alemanha Ocidental 28:36 8,9 km
1975
Víctor Mora
Colômbia 23:13
Christa Vahlensieck
Alemanha Ocidental 28:39 8,9 km
1974
Rafael Angel Perez
Costa Rica 23:58
x
x
x
8,9 km
1973
Víctor Mora
Colômbia 23:25
x
x
x
8,7 km
1972
Víctor Mora
Colômbia 23:24
x
x
x
8,7 km
1971
Rafael Palomares
México 23:47
x
x
x
8,7 km
1970
Frank Shorter
Estados Unidos 24:27
x
x
x
8,9 km
1969
Juan Martinez
México 24:02
x
x
x
8,7 km
1968
Gaston Roelants
Bélgica 24:32
x
x
x
8,7 km
1967
Gaston Roelants
Bélgica 24:55
x
x
x
8,7 km
1966
Álvaro Mejía
Colômbia 29:57
x
x
x
9,2 km
1965
Gaston Roelants
Bélgica 21:20
x
x
x
7,4 km
1964
Gaston Roelants
Bélgica 21:37
x
x
x
7,4 km
1963
Henry Clerckx
Bélgica 21:55
x
x
x
7,4 km
1962
Hamoud Ameur
França 22:08
x
x
x
7,4 km
1961
Martin Hyman
Reino Unido 21:24
x
x
x
7,4 km
1960
Osvaldo Suarez
Argentina 22:02
x
x
x
7,4 km
1959
Osvaldo Suarez
Argentina 21:55
x
x
x
7,4 km
1958
Osvaldo Suarez
Argentina 21:40
x
x
x
7,4 km
1957
Manuel Faria
Portugal 21:37
x
x
x
7,4 km
1956
Manuel Faria
Portugal 21:58
x
x
x
7,4 km
1955
Kenneth Norris
Reino Unido 22:18
x
x
x
7,4 km
1954
Franjo Mihalic
Jugoslávia 23:00
x
x
x
7,3 km
1953
Emil Zatopek
Tchecoslováquia 20:30
x
x
x
7,3 km
1952
Franjo Mihalic
Jugoslávia 21:38
x
x
x
7,3 km
1951
Erich Kruzicky
Alemanha 22:26
x
x
x
7,3 km
1950
Lucien Theys
Bélgica 22:37
x
x
x
7,3 km
1949
Viljo Heino
Finlândia 22:45
x
x
x
7,3 km
1948
Raul Inostroza
Chile 22:18
x
x
x
7 km
1947
Oscar Moreira
Uruguai 21:45
x
x
x
7 km
1946
Sebastião Alves Monteiro
Brasil 21:57
x
x
x
7 km
1945
Sebastião Alves Monteiro
Brasil 21:54
x
x
x
7 km
Fase Nacional (só masculino)
1944 Joaquim Gonçalves da Silva Brasil 17:40 5,5 km
1943 Joaquim Gonçalves da Silva Brasil 17:31 5,5 km
1942 Joaquim Gonçalves da Silva Brasil 17:02 5,5 km
1941 José Tibúrcio dos Santos Brasil 22:12 7 km
1940 Antônio Alves Brasil 22:14 7 km
1939 Antônio Alves Brasil 22:14 7 km
1938 Armando Martins Brasil 23:38 7,6 km
1937 Mario de Oliveira Brasil 23:50 7,6 km
1936 Mario de Oliveira Brasil 23:26 7,6 km
1935 Nestor Gomes Brasil 23:51 7,6 km
1934 Alfredo Carletti Brasil 24:10 7,6 km
1933 Nestor Gomes Brasil 25:50 8,8 km
1932 Nestor Gomes Brasil 25:23 8,8 km
1931 José Agnello Brasil 26:05 8,8 km
1930 Murilo de Araújo Brasil 25:35 8,8 km
1929 Heitor Blasi [i] Itália 28:39 8,8 km
1928 Salim Maluf Brasil 29:11 6,2 km
1927 Heitor Blasi [i] Itália 23:00 6,2 km
1926 Jorge Mancebo Brasil 22:35 6,2 km
1925 Alfredo Gomes Brasil 33:21 8,8 km
  • Nota↑i Heitor Blasi era um italiano que morava no Brasil. Recebeu permissão para participar da prova, na época ainda sem participação de estrangeiros, e venceu duas vezes.

Vencedores por nações[editar | editar código-fonte]

  • Nota↑i 11 desde que a corrida se tornou internacional.

Galeria de vencedores[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Corrida Internacional de São Silvestre BrasilEscola. Visitado em 28/04/2013.
  2. São Silvestre: de Rosa Mota a Paul Tergat, os grandes campeões abril.com. Visitado em 28/04/2013.
  3. São Silvestre: de Rosa Mota a Paul Tergat, os grandes campeões abril.com. Visitado em 28/04/2013.
  4. São Silvestre: de Rosa Mota a Paul Tergat, os grandes campeões abril.com. Visitado em 28/04/2013.
  5. a b c d e A História da Corrida de São Silvestre r7 História do Mundo. Visitado em 28/04/2013.
  6. a b c Curiosidades sobre a São Silvestre Pulso - O Globo. Visitado em 28/04/2013.
  7. A vida de Zé João jjseventos.com.br. Visitado em 28/04/2013.
  8. a b Campeões 1970's saosilvestre.com.br. Visitado em 28/04/2013.
  9. Campeões 90's saosilvestre.com.br. Visitado em 28/04/2013.
  10. São Silvestre: de Rosa Mota a Paul Tergat, os grandes campeões abril.com. Visitado em 28/04/2013.
  11. resultados 2006 UOL Esportes. Visitado em 28/04/2013.
  12. Queniana vence a São Silvestre 2011 quebrando o recorde da prova globoesporte.com. Visitado em 28/04/2013.
  13. A tragédia e a insensibilidade na São Silvestre Espiírito Olímpico. Visitado em 28/04/2013.
  14. Inscrições da São Silvestre terminam com recorde de participantes saosilvestre.com.br. Visitado em 28/04/2013.
  15. Pé no chão: quenianos vão investir prêmio da São Silvestre nos treinos globoesporte.com. Visitado em 26/03/2014.
  16. percurso saosilvestre.com.br. Visitado em 27/04/2013.
  17. A Prova gazeta esportiva. Visitado em 28/04/2013.
  18. São Silvestrinha reúne 2 mil crianças e já projeta festa de 20 anos gazeta esportiva. Visitado em 28/04/2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]