Corrida Internacional de São Silvestre
| Corrida de São Silvestre | |
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|
| Detalhes | |
|---|---|
| Esporte | Atletismo |
| Categoria | corrida de rua |
| Criação | 1925 |
| Organizador | Fundação Casper Líbero A Gazeta Esportiva |
| Número de edições | 88 |
| Número de participantes | ~ 15.000 |
| Frequência | anual |
| Campeões | |
| Primeiro campeão | Alfredo Gomes |
| Atual campeão | Edwin Kipsang H Maurine Kipchumba M |
| Maior campeão | Paul Tergat H Rosa Mota M |
| Ligações externas | |
| Site oficial | saosilvestre.com.br |
Corrida Internacional de São Silvestre é uma corrida de rua realizada anualmente na cidade de São Paulo, Brasil, no dia 31 de dezembro, dia de São Silvestre (data de morte do Papa da Igreja Católica, canonizado também neste dia, anos depois, no quarto século da Era Cristã) e de onde vem o seu nome.1
A corrida, a mais famosa e tradicional do Brasil e a da América do Sul, tem um percurso atual de 15 km pelo centro de São Paulo e é uma corrida mista desde 1975, quando começou a participação oficial das mulheres. Entre 1925, ano de sua criação e 1944, foi disputada apenas por brasileiros. O maior vencedor – e também recordista – da prova é o queniano Paul Tergat com cinco vitórias 2 e, entre as mulheres, a portuguesa Rosa Mota, que com seis vitórias consecutivas nos anos 1980 é a maior vencedora geral.3 Entre os brasileiros, o título fica com Marílson Gomes dos Santos, com três vitórias.
Alguns dos maiores fundistas da história do atletismo já participaram e venceram a prova. Além de Tergat e Mota, já correram nas ruas de São Paulo campeões e medalhistas olímpicos e recordistas mundiais como Franjo Mihalic, Gaston Roelants, Frank Shorter, Carlos Lopes, Arturo Barrios, Ronaldo da Costa, Priscah Jeptoo, Derartu Tulu e a "Locomotiva Humana", o tcheco Emil Zatopek, campeão em 1953.4
A São Silvestre é transmitida ao vivo pela televisão para o Brasil e para o mundo pela TV Gazeta e pela Rede Globo de Televisão desde os anos 1980.
Índice |
História [editar]
Cásper Líbero, um jornalista e advogado paulista milionário que fez fortuna no início do século XX no setor de imprensa, fez uma viagem a Paris e de lá voltou maravilhado com uma corrida realizada à noite, onde os corredores carregavam tochas ao longo do percurso.5 Entusiasta do esporte e decidido a promover algo semelhante aqui, criou uma corrida noturna a ser realizada no último dia do ano de 1925. Estava fundada a Corrida de São Silvestre, que recebeu esse nome em homenagem ao santo do dia.
Em sua primeira edição, de 60 inscritos 48 compareceram para disputar a prova e apenas 37 foram oficialmente classificados, já que as regras exigiam que todos os corredores cruzassem a linha de chegada no máximo 3 minutos após a chegada do vencedor. O primeiro vencedor foi o jogador de futebol Alfredo Gomes, que completou os 8,8 km do percurso em 33:21.6 Inicialmente aceitando apenas a participação de brasileiros natos, nos anos seguintes a inscrição foi permitida a estrangeiros morando no Brasil, o que permitiu ao italiano Heitor Blasi, radicado em São Paulo, ser convidado a disputá-la e vencer duas das primeiras edições da prova, em 1927 e 1929.5 Sem grande experiência na organização deste tipo de evento, as primeiras edições impediam os corredores de beberem qualquer tipo de líquido durante a prova, e os atletas muitas vezes nela competiam com os próprios sapatos que usavam para treino no dia a dia e roupas que acumulavam suor.5
Ao contrário de outros eventos desportivos tão ou mais antigos, a Corrida de São Silvestre nunca deixou de realizar-se, nem mesmo durante a Revolução Constitucionalista de 1932 ou a Segunda Guerra Mundial.5
A partir de 1945, com o fim da guerra, ela passou a contar com a participação de estrangeiros, mas apenas para corredores convidados provenientes de outros países da América do Sul. O sucesso das duas primeiras edições internacionais, no entanto, levou os organizadores a permitirem a participação de corredores de todo o mundo a partir de 1947. Este ano marcou o início de período de 34 anos durante o qual nenhum brasileiro venceria a prova, o que se encerrou somente quando o garçom pernambucano José João da Silva venceu a edição de 1980, feito que repetiria em 1985.7
A corrida permaneceria restrita a homens até 1975, quando as Nações Unidas declararam aquele ano como o Ano Internacional da Mulher. Os organizadores da São Silvestre aproveitaram o momento para realizar a primeira corrida feminina no mesmo ano.5 O evento feminino começou já com livre participação internacional, e a primeira mulher a vencê-lo foi a alemã-ocidental Christa Vahlensieck, o que fez duas vezes seguidas.8 A primeira vitória brasileira ocorreria somente vinte anos depois, quando a brasiliense Carmem de Oliveira venceu em 1995.9
Além de Tergat e Rosa Mota, outros grandes campeões na história da São Silvestre são o belga Gaston Roelants, recordista mundial e campeão olímpico dos 3.000 m c/ obstáculos em Tóquio 1964 e o equatoriano Rolando Vera, os dois quatro vezes vencedores da prova, sendo Vera o único a vencê-la por quatro vezes consecutivas entre os homens, nos anos 1980.10 A queniana Lydia Cheromei a venceu três vezes entre 1999 e 2004.
Já famosa em toda a América Latina e na Europa desde 1953, quando a presença e a vitória do multicampeão olímpico tcheco Emil Zatopek a transformou num evento realmente internacional de ponta,6 em 1970 a São Silvestre começou a chamar a atenção da imprensa especializada dos Estados Unidos, quando o norte-americano Frank Shorter, futuro campeão olímpico da maratona em Munique 1972, veio ao Brasil e a venceu. A vitória de Shorter provocou uma posterior invasão de corredores americanos na prova, que veria Dana Slater ser bicampeã entre as mulheres em 1978–79 e o fundista Herb Lindsay vencê-la em 1979, ano em que a vitória no masculino e no feminino pertenceu aos Estados Unidos, feito nunca mais repetido.8 O Brasil repetiria o mesmo feito na edição de 2006, com a vitória de Franck Caldeira no masculino e Lucélia Peres no feminino.11
Até 1988, a corrida era realizada à noite, geralmente iniciando-se às 23:30, de forma que os primeiros classificados cruzavam a linha de chegada por volta da meia-noite, mas o ano de 1989 foi marcado por sensíveis modificações no formato do evento. O objetivo era cumprir as determinações da Federação Internacional de Atletismo – IAAF. O horário de início da corrida foi alterado, passando às 15 horas para mulheres e às 17 horas para homens; e a distância a ser percorrida, que variava quase que anualmente (geralmente entre 6,5 e 8,8 km) foi definitivamente fixada em 15 km em 1991, o mínimo exigido pelas regras da Federação. Em 1989, a São Silvestre foi oficialmente reconhecida e incluída no calendário internacional da IAAF.6
Em 2011, pela primeira vez desde sua criação, a São Silvestre teve o tradicional local de chegada alterado. Ao invés da Avenida Paulista, ela passou a ser no Parque do Ibirapuera. A modificação viu a queniana Priscah Jeptoo, vice-campeã olímpica da maratona em Londres 2012, vencer a prova feminina em 48:48, recorde e a primeira vez que uma mulher completou os 15 km da São Silvestre em menos de 50 minutos.12 Esta edição também assistiu a uma das maiores tragédias da história da corrida, com a morte do atleta paraolímpico Israel Cruz de Barros, que, disputando a divisão de cadeira de rodas, perdeu o controle na descida da Rua Major Natanael, de acentuado declive, e chocou-se com o muro em volta do Estádio do Pacaembu, morrendo no hospital.13
Crescendo e sendo prestigiada através dos anos não apenas por atletas de elite mas também pelos corredores amadores, os números da São Silvestre fazem dela a maior corrida de massas da América do Sul, também em quantidade. Os 48 participantes da edição inicial em 1925 transformaram-se em cerca de 2 mil ainda no fim da década de 50, mais de 10 mil por edição nos anos 80, até alcançar um recorde de cerca de 25 mil participantes na edição de 2011.14
Percurso [editar]
Realizada em grande parte pelo centro da cidade de São Paulo, a São Silvestre já teve vários percursos e distâncias diferentes através das décadas. O atual percurso tem 15 km de distância e a seguinte composição: Largada na Avenida Paulista, nas proximidades da Alameda Ministro Rocha Azevedo->Rua Haddock Lobo->Túnel José Roberto Fanganiello Melhem-> Avenida Doutor Arnaldo->Rua Major Natanael->Rua Desembargador Paulo Passalaqua->Avenida Pacaembu->Rua Margarida->Alameda Olga->Rua Tagipuru-> Rua Fuad Naufel->Avenida Auro Soares de Moura Andrade-> Rua Mário de Andrade-> novamente Avenida Pacaembu em direção à Marginal Tietê->Viaduto Pacaembu->Av. Dr. Abraão Ribeiro->Av. Marquês de São Vicente->Rua Norma Pieruccini Giannotti->Avenida Rudge->Viaduto Eng. Orlando Murgel->Av. Rio Branco->Av. Duque de Caxias->Avenida São João->Largo do Arouche->Av. Vieira de Carvalho->Praça da República->Avenida Ipiranga-> novamente Av. São João->Largo do Payssandu->Rua Conselheiro Crispiniano->Praça Ramos de Azevedo->Viaduto do Chá->Rua Líbero Badaró->Largo de São Francisco->Avenida Brigadeiro Luís Antônio->Viaduto Brigadeiro Luiz Antônio->Av. Paulista, com chegada em frente ao prédio da Gazeta Esportiva.15
"São Silvestrinha" [editar]
Idealizada por Júlio Deodoro, superintendente da Gazeta Esportiva, em 1994 foi criada a primeira versão infantil da São Silvestre, para crianças de ambos os sexos entre 6 e 15 anos de idade, denominada “São Silvestrinha”, com distâncias diferentes. Reveladora de grandes talentos, foi a responsável pelo surgimento para o atletismo de nomes como o do fundista Franck Caldeira, vencedor da edição de 2006 e medalha de ouro na maratona dos Jogos Pan-americanos de 2007 no Rio de Janeiro.16 A edição de 2012 foi disputada na pista de atletismo do Estádio Ícaro de Castro Mello, com distâncias variáveis entre os 50 e os 600 metros e a participação de cerca de 2 mil crianças.17
Vencedores [editar]
Nota: recorde da prova (M e F) na distância atual de 15 km estabelecida desde 1991.
| Ano | Homens | País | Tempo | Mulheres | País | Tempo | Distância |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2012 |
|
44:04 |
|
51:41 | 15 km | ||
| 2011 |
|
43:35 |
|
48:48 | 15 km | ||
| 2010 |
|
44:03 |
|
50:19 | 15 km | ||
| 2009 |
|
44:40 |
|
52:30 | 15 km | ||
| 2008 |
|
44:43 |
|
51:37 | 15 km | ||
| 2007 |
|
44:43 |
|
51:24 | 15 km | ||
| 2006 |
|
44:06 |
|
51:24 | 15 km | ||
| 2005 |
|
44:22 |
|
51:38 | 15 km | ||
| 2004 |
|
44:43 |
|
53:01 | 15 km | ||
| 2003 |
|
43:50 |
|
51:24 | 15 km | ||
| 2002 |
|
44:59 |
|
54:02 | 15 km | ||
| 2001 |
|
44:15 |
|
52:12 | 15 km | ||
| 2000 |
|
43:57 |
|
50:33 | 15 km | ||
| 1999 |
|
44:35 |
|
51:29 | 15 km | ||
| 1998 |
|
44:47 |
|
51:35 | 15 km | ||
| 1997 |
|
44:40 |
|
52:04 | 15 km | ||
| 1996 |
|
43:50 |
|
52:32 | 15 km | ||
| 1995 |
|
43:12 |
|
50:53 | 15 km | ||
| 1994 |
|
44:11 |
|
51:17 | 15 km | ||
| 1993 |
|
43:20 |
|
50:26 | 15 km | ||
| 1992 |
|
44:08 |
|
43:52 | 12,64 km | ||
| 1991 |
|
44:47 |
|
54:02 | 15 km | ||
| 1990 |
|
35:57 |
|
43:16 | 12,64 km | ||
| 1989 |
|
36:45 |
|
43:52 | 12,63 km | ||
| 1988 |
|
36:23 |
|
42:12 | 12,63 km | ||
| 1987 |
|
39:02 |
|
46:27 | 13,04 km | ||
| 1986 |
|
36:45 |
|
43:25 | 12,64 km | ||
| 1985 |
|
36:48 |
|
43:00 | 12,64 km | ||
| 1984 |
|
36:43 |
|
43:35 | 12,64 km | ||
| 1983 |
|
37:39 |
|
43:31 | 12,64 km | ||
| 1982 |
|
39:41 |
|
47:21 | 13,54 km | ||
| 1981 |
|
23:30 |
|
26:45 | 8,9 km | ||
| 1980 |
|
23:40 |
|
27:48 | 8,9 km | ||
| 1979 |
|
23:26 |
|
29:07 | 8,9 km | ||
| 1978 |
|
23:51 |
|
N/A | 8,9 km | ||
| 1977 |
|
23:55 |
|
27:15 | 8,9 km | ||
| 1976 |
|
23:50 |
|
28:36 | 8,9 km | ||
| 1975 |
|
23:13 |
|
28:39 | 8,9 km | ||
| 1974 |
|
23:58 |
|
|
|
8,9 km | |
| 1973 |
|
23:25 |
|
|
|
8,7 km | |
| 1972 |
|
23:24 |
|
|
|
8,7 km | |
| 1971 |
|
23:47 |
|
|
|
8,7 km | |
| 1970 |
|
24:27 |
|
|
|
8,9 km | |
| 1969 |
|
24:02 |
|
|
|
8,7 km | |
| 1968 |
|
24:32 |
|
|
|
8,7 km | |
| 1967 |
|
24:55 |
|
|
|
8,7 km | |
| 1966 |
|
29:57 |
|
|
|
9,2 km | |
| 1965 |
|
21:20 |
|
|
|
7,4 km | |
| 1964 |
|
21:37 |
|
|
|
7,4 km | |
| 1963 |
|
21:55 |
|
|
|
7,4 km | |
| 1962 |
|
22:08 |
|
|
|
7,4 km | |
| 1961 |
|
21:24 |
|
|
|
7,4 km | |
| 1960 |
|
22:02 |
|
|
|
7,4 km | |
| 1959 |
|
21:55 |
|
|
|
7,4 km | |
| 1958 |
|
21:40 |
|
|
|
7,4 km | |
| 1957 |
|
21:37 |
|
|
|
7,4 km | |
| 1956 |
|
21:58 |
|
|
|
7,4 km | |
| 1955 |
|
22:18 |
|
|
|
7,4 km | |
| 1954 |
|
23:00 |
|
|
|
7,3 km | |
| 1953 |
|
20:30 |
|
|
|
7,3 km | |
| 1952 |
|
21:38 |
|
|
|
7,3 km | |
| 1951 |
|
22:26 |
|
|
|
7,3 km | |
| 1950 |
|
22:37 |
|
|
|
7,3 km | |
| 1949 |
|
22:45 |
|
|
|
7,3 km | |
| 1948 |
|
22:18 |
|
|
|
7 km | |
| 1947 |
|
21:45 |
|
|
|
7 km | |
| 1946 |
|
21:57 |
|
|
|
7 km | |
| 1945 |
|
21:54 |
|
|
|
7 km | |
| Fase Nacional (só masculino) | |||||||
| 1944 | Joaquim Gonçalves da Silva | 17:40 | 5,5 km | ||||
| 1943 | Joaquim Gonçalves da Silva | 17:31 | 5,5 km | ||||
| 1942 | Joaquim Gonçalves da Silva | 17:02 | 5,5 km | ||||
| 1941 | José Tibúrcio dos Santos | 22:12 | 7 km | ||||
| 1940 | Antônio Alves | 22:14 | 7 km | ||||
| 1939 | Antônio Alves | 22:14 | 7 km | ||||
| 1938 | Armando Martins | 23:38 | 7,6 km | ||||
| 1937 | Mario de Oliveira | 23:50 | 7,6 km | ||||
| 1936 | Mario de Oliveira | 23:26 | 7,6 km | ||||
| 1935 | Nestor Gomes | 23:51 | 7,6 km | ||||
| 1934 | Alfredo Carletti | 24:10 | 7,6 km | ||||
| 1933 | Nestor Gomes | 25:50 | 8,8 km | ||||
| 1932 | Nestor Gomes | 25:23 | 8,8 km | ||||
| 1931 | José Agnello | 26:05 | 8,8 km | ||||
| 1930 | Murilo de Araújo | 25:35 | 8,8 km | ||||
| 1929 | Heitor Blasi | 28:39 | 8,8 km | ||||
| 1928 | Salim Maluf | 29:11 | 6,2 km | ||||
| 1927 | Heitor Blasi | 23:00 | 6,2 km | ||||
| 1926 | Jorge Mancebo | 22:35 | 6,2 km | ||||
| 1925 | Alfredo Gomes | 33:21 | 8,8 km | ||||
Vencedores por nações [editar]
Masculino [editar]
|
Feminino [editar]
|
Galeria de vencedores [editar]
-
Rosa Mota, seis vezes campeã. -
Paul Tergat, cinco vezes campeão. -
Robert Cheruiyot, 2002–2004–2007. -
Frank Shorter, 1970. -
Marílson Gomes dos Santos, 2003–2005–2010. -
Priscah Jeptoo, 2011. -
Olivera Jevtić, 1998 – 2005. -
James Kwambai, 2008 – 2009. -
Margaret Okayo, 2003. -
Lucélia Peres, 2006.
Ver também [editar]
Referências
- ↑ Corrida Internacional de São Silvestre. BrasilEscola. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ São Silvestre: de Rosa Mota a Paul Tergat, os grandes campeões. abril.com. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ São Silvestre: de Rosa Mota a Paul Tergat, os grandes campeões. abril.com. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ São Silvestre: de Rosa Mota a Paul Tergat, os grandes campeões. abril.com. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ a b c d e A História da Corrida de São Silvestre. r7 História do Mundo. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ a b c Curiosidades sobre a São Silvestre. Pulso - O Globo. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ A vida de Zé João. jjseventos.com.br. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ a b Campeões 1970's. saosilvestre.com.br. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ Campeões 90's. saosilvestre.com.br. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ São Silvestre: de Rosa Mota a Paul Tergat, os grandes campeões. abril.com. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ resultados 2006. UOL Esportes. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ Queniana vence a São Silvestre 2011 quebrando o recorde da prova. globoesporte.com. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ A tragédia e a insensibilidade na São Silvestre. Espiírito Olímpico. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ Inscrições da São Silvestre terminam com recorde de participantes. saosilvestre.com.br. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ percurso. saosilvestre.com.br. Página visitada em 27/04/2013.
- ↑ A Prova. gazeta esportiva. Página visitada em 28/04/2013.
- ↑ São Silvestrinha reúne 2 mil crianças e já projeta festa de 20 anos. gazeta esportiva. Página visitada em 28/04/2013.
