Cotovelo

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Cotovelo
Elbow coude.JPG
Gray329.png
Gray assunto #84 321
MeSH Elbow+joint

O cotovelo é a articulação entre o braço e o antebraço, na extremidade superior dos primatas (ou membro anterior dos restantes vertebrados tetrápodes.

É uma articulação complexa,além de ser parecido com o dos primatas, apesar de ligar apenas três ossos, o úmero à ulna e ao rádio. A ligação do úmero à ulna (ou cúbito), na parte posterior e externa do braço, funciona como uma dobradiça; a ligação ao rádio , do lado interno, funciona como um pivot, permitindo a rotação do antebraço.

É possível sentir os dois côndilos do úmero, embora o exterior esteja coberto pelo músculo braquial. Na parte posterior média do cotovelo, pode sentir-se a grande apófise olecrânica do cúbito que, quando braço está estendido, se encontra entre os dois côndilos do úmero. Entre esta apófise e o côndilo interno existe uma reentrância onde se encontra alojado – e sem quase nenhuma protecção - o nervo ulnar, que dá a sensação de choque quando contundido.

Ações[editar | editar código-fonte]

Na articulação do cotovelo (úmero e ulna) a flexão e extensão do antebraço são os movimentos possíveis em cadeia cinética aberta. A articulação radio-ulnar proximal e distal os movimentos permitidos são a pronação e a supinação do antebraço em cadeia cinética aberta.

No ser humano, as veias superficiais na curva do cotovelo são conspícuas e formam um 'M', no qual as hastes direitas são as veias radial e ulnar, enquanto que a haste oblíqua externa é a veia média cefálica e a interna a veia média basílica.[1]

Imagens adicioniais[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. SMITH L. K., WEISS E. L., LEHMKUHI L. D. Cinesiologia Clínica de Brunnstrom. Quinta Edição. Editora Manole Ltda. 1ª edição brasileira – 1997.