Courtney Love
| Courtney Love | |
|---|---|
| Apresentando-se no festival SXSW em Austin, Texas, em 2010 | |
| Informação geral | |
| Nome completo | Courtney Michelle Harrison |
| Nascimento | 9 de Julho de 1964 (47 anos) |
| Origem | São Francisco |
| País | EUA |
| Gêneros | Rock alternativo, punk rock, grunge |
| Ocupação | Cantora, compositora, atriz |
| Período em atividade | 1987 - presente |
| Gravadora(s) | Sympathy for the Record, Caroline Records, DGC, Geffen, Universal Music, Virgin, Custard Records |
| Afiliações | Hole, Babes in Toyland, Faith No More, Bastard, Sugar Baby Doll, The Pagan Babies, Avril Lavigne |
| Página oficial | www.CourtneyLove.com/ |
Courtney Michelle Harrison (São Francisco, 9 de julho de 1964), conhecida como Courtney Love, é uma cantora de rock e atriz. Love é a vocalista, letrista e guitarrista da banda de rock alternativo Hole, formada em 1989, além de, como atriz, ter atuado em filmes de Alex Cox e sido aclamada pela crítica por seus papéis em The People vs. Larry Flynt (1996) e Man on the Moon (1999). Foi casada com Kurt Cobain, líder da banda grunge Nirvana, com quem tem uma filha, Frances Bean Cobain. No início dos anos 90, popularizou o estilo "kinderwhore", caracterizado por vestidos de boneca e batom vermelho. Ao longo de sua carreira, foi conhecida por atitudes consideradas polêmicas pelo público e pela mídia. A revista Rolling Stone chegou a chamá-la de "a mulher mais polêmica da história do rock".
Love nasceu em São Francisco, Califórnia e é filha da psicoterapeuta Linda Caroll e de Hank Harrison, que trabalhou por um curto período de tempo com a banda The Grateful Dead. Ela teve um início de vida conturbado e foi uma adolescente agressiva, sendo mandada para uma instalação correcional juvenil após ser vista roubando. Mais tarde, ela escreveu artigos para a punk-zine Maxinumrocknroll e se tornou uma stripper, profissão que a fez viajar para o Japão e Taiwan. Ainda adolescente, foi emancipada, o que lhe deu independência e a permitiu estudar brevemente em uma faculdade de Dublin e morar em Liverpool.
Seu primeiro projeto musical ocorreu no início dos anos 80 com uma banda chamada Sugar Babydoll, e então ela foi vocalista da banda Faith No More por algum tempo. Ela iniciou sua carreira de atriz com pequenos papéis em filmes de Alex Cox, sendo o mais notável deles em Sid and Nancy, de 1986. Logo depois, ela voltou a focar-se na música e mudou-se para Los Angeles em 1989, onde formou a banda Hole ao lado do guitarrista Eric Erlandson. Originalmente influenciada por noise rock e no wave, a banda lançou seu primeiro álbum, Pretty on the Inside em 1991. No mesmo ano, Love começou a chamar atenção da imprensa ao iniciar um namoro com Kurt Cobain, do Nirvana, casando-se com ele e tendo a única filha do casal em 1992. Lançou o segundo álbum da banda, Live Through This, em 1994, dois dias após o suicídio de Cobain. Em 1996, ela ganhou reconhecimento como atriz por ser nomeada melhor atriz por seu papel em The People vs. Larry Flynt. Em 1998, lançou o comercialmente bem-sucedido álbum do Hole, Celebrity Skin. Em 2002, foi anunciada a separação da banda. Love também tentou a carreira solo, lançando o álbum America's Sweetheart em 2004. Durante aquele ano, chamou atenção por diversos problemas com drogas. Em 2006, internou-se em uma clínica de reabilitação e está sóbria desde então. Em 2009, foi anunciada a volta do Hole. Em 2010, a banda lançou um quarto álbum, Nobody's Daughter.
Índice |
[editar] Primórdios: 1964-1988
Nascida em São Francisco, Califórnia, Courtney é filha do escritor e ex-roadie da banda The Grateful Dead, Hank Harrison, e da psicoterapeuta Linda Carroll. É neta da escritora americana Paula Fox, que entregou sua filha, mãe de Courtney, para a adoção. A mesma foi criada por um casal italiano. Em 2006, ela escreveu uma biografia contando sobre as memórias de sua mãe e de sua filha.
Após a separação dos pais, a batalha pela guarda de Courtney se iniciou. Linda acusou Hank de ter dado LSD para a filha aos quatro anos de idade, o que foi negado por ele, e conseguiu a custódia da criança. Courtney mudou-se diversas vezes durante sua infância com sua mãe e os quatro maridos que ela viria a ter. Ela foi adotada por dois deles. Durante a infância, Love chegou a viver em comunidades hippies de Oregon e a estudar em um colégio interno na Nova Zelândia.
Courtney era uma criança perturbada e irascível. Durante a adolescência, passou diversos períodos em centros de detenção de menores e reformatórios, geralmente por furto. Um caso notório foi quando, aos doze anos de idade, roubou uma camiseta da banda Kiss. É dito que Courtney passou a interessar-se por música em uma das passagens por um dos reformatórios, quando um residente a emprestou fitas de bandas como Sex Pistols, The Clash e Pretenders. Ao sair da detenção, afastou-se da família. Aos dezesseis anos, foi emancipada com direito a uma pensão mensal de oitocentos dólares estabelecida por seus avós maternos adotivos e mudou-se para Portland, onde trabalhou como stripper. Love disse que não possuía "habilidades de socialização" durante a adolescência e que foi criada por seus amigos e drag queens em boates gays de Portland. Viajou para o Japão e para Taiwan como stripper.
Foi nesta época que Courtney iniciou seu intenso uso de drogas. Fumava cigarros e bebia desde os doze, e acabou desenvolvendo uma preferência por barbitúricos, passando depois para a heroína quando mudou-se para São Francisco. Em 1981, viajou para a Inglaterra, vivendo em Liverpool e estudando em uma faculdade em Dublin, na Irlanda, durante dois semestres e tirou fotos para a Hot Press. Ela morou brevemente com o músico Julian Cope e desenvolveu uma amizade com Ian McCulloch, do Echo and the Bunnymen. Love começou seu primeiro projeto musical no começo dos anos 80, e criou uma banda chamada Sugar Babydoll, que não rendeu nenhum material. O início de sua carreira musical foi quando ela foi a vocalista do Faith No More. De acordo com Love, ela apareceu em um show da banda em São Francisco com um vestido de casamento e foi convidada para ser parte da banda. Ela só fez parte do grupo por um curto período, mas manteve uma amizade com Roddy Bottum.
Aos 20 anos, em 1984, conheceu Kat Bjelland em Portland no clube noturno Satyricon. As duas se tornaram amigas, fazendo algumas experiências musicais com Jennifer Finch, uma baixista. Love e Bjelland se mudaram para São Francisco no ano seguinte e formaram uma banda chamada The Pagan Babies, junto com Deidre Schletter e Janis Tanaka, mas a banda dissolveu-se em 1985 após a gravação de uma demo, em grande parte devido à luta e problemas envolvendo o abuso de drogas. Love tocou baixo brevemente na banda de Kat, Babes in Toyland em Minneapolis, mas foi expulsa da banda. Ela continuou na cidade e trabalhou promovendo shows de rock, mas viajou para Los Angeles logo em seguida.
Durante esse tempo, Love estudou na Portland State University, e também na San Francisco State University. Também estudou no insituto de artes de São Francisco, onde teve aulas de cinema dadas por George Kuchar e estrelou um curta metragem dirigido por ele. Mais tarde, ela estrelou dois filmes dirigidos por Alex Cox no fim dos anos 80, mas insatisfeita com sua atuação, resolveu voltar a trabalhar como stripper, onde ela foi reconhecida e fotografada em um bar em Oregon. Love então mudou-se para o Alasca por alguns meses, onde ela continuou a despir-se para se manter financeiramente.
[editar] Carreira musical
[editar] Formação do Hole
Em 1989, Love aprendeu a tocar guitarra sozinha e se mudou para Los Angeles. Ela colou um panfleto em Flipside, dizendo: "eu quero começar uma banda. Minhas influências são Big Black, Sonic Youth e Fletwood Mac" e obteve resposta de Eric Erlandson. Após vários testes, eles escalaram Jill Emery como baixista e Caroline Rue como baterista, formando a banda que eles resolveram chamar de Hole. O primeiro show da banda foi em novembro de 1989 em Hollywood após três meses de ensaio. Logo depois, eles lançaram singles pela gravadora independente Sympathy for the Record Industry. O primeiro single deles, "Retard Girl", foi lançado na primavera de 1990. O discotecário Rodney Bingenheimer disse, em tom de brincadeira, que Courtney passou a "persegui-lo" em um restaurante, mostrando a ele o single da banda e insistindo que ele deveria tocar a música em sua estação de rádio, KROQ-FM. Um ano depois, a banda lançou seu segundo single, "Dicknail", através da gravadora Sub Pop Records, ganhando um público em Los Angeles, e eventualmente fazendo uma turnê nacional por clubes.
Influenciados por bandas de no wave, Love conseguiu que Kim Gordon, da banda Sonic Youth, produzisse o primeiro álbum do Hole, Pretty on the Inside, lançado em setembro de 1991 pela gravadora Caroline Records, que alcançou a 59ª posição no UK Albums Chart em outubro de 1991. Uma das críticas referia-se ao álbum como "o mais constrangedor lançado em 1991", e a revista Spin o colocou na lista de 20 melhores álbuns do ano.
Love saiu em turnê com o Hole para promover o álbum em shows na Europa e nos Estados Unidos. Após o lançamento do álbum, Courtney começou a namorar Kurt Cobain, líder da banda Nirvana. Os dois se casaram em 1992, tendo a primeira filha do casal, Frances Bean Cobain, no mesmo ano.
[editar] Avanço e sucesso comercial
O Hole gravou seu segundo álbum, Live Through This, no outono de 1993, em Atlanta, e o lançou em 1994, apenas quatro dias depois do marido de Courtney, Kurt Cobain, ter cometido suicídio. O álbum agora tinha Kristen Pfaff como baixista e Patty Schemel como baterista. Pouco menos que dois meses depois do lançamento do álbum, no dia 16 de junho de 1994, Kristen Pfaff foi encontrada morta por uma overdose de heroína. Love então recrutou a até então baixista de 22 anos Melissa Auf der Maur para a turnê da banda que estava por vir. Durante os meses anteriores à turnê, Love era raramente vista em público, passando o tempo dela em casa ou em mosteiro budista em Nova York.
As apresentações ao vivo de Hole em 1994 e 1995 chamaram atenção pelo estado emocional de Courtney. Durante a turnê, ela mudava as letras das canções e as dedicava para Kristen e Kurt, provocava fãs e tacava guitarras na plateia. Descontente com um grupo de fãs do Nirvana que a acusavam de ter assassinado Cobain, ela chegou a jogar cartuchos de espingarda neles.
Live Through This foi um grande sucesso comercial e critico. As revistas Spin e Village Voice chegaram a elegê-lo como álbum do ano e em novembro o álbum recebeu o certificado de disco de ouro. Em abril de 1995, ele recebeu disco de platina.
As músicas do álbum tratavam de assuntos como gravidez, estupro, abuso infantil e suicídio. Live Through This entrou na lista de melhores álbuns de todos os tempos feita pela Rolling Stone em 2003.
Após o sucesso do mesmo, o Hole anunciou um hiatus em 1996. Nessa época, ela atuou em diversos filmes. Em 1997, a banda lançou uma compilação, My Body, The Hand Grenade através da gravadora City Slang, que continha material da banda lançado entre 1989 até 1995.
Enquanto o álbum era lançado, o Hole estava no estúdio gravando Celebrity Skin, cujo estilo seguia uma linha voltada para o pop rock. Lançado em setembro de 1998, Celebrity Skin foi notado pelas influências do pop. A Rolling Stone deu quatro de cinco estrelas para o álbum. O álbum recebeu certificado de multi-platina. A Spin o classificou como o melhor do ano. Eric Erlandson coninuava como guitarrista da banda, enquanto Melissa Auf der Maur era backing vocal e baixista. A baterista Patty Schemel havia sido substituída por Samantha Maloney. O álbum foi o primeiro a dar um hit número 1 para a banda com a canção Celebrity Skin.
A divulgação do álbum consistiu em uma turnê pela Austrália em 1999, depois shows nos Estados Unidos com Marilyn Manson. As duas bandas brigavam nos shows. O Hole resolveu sair da turnê.
[editar] Carreira solo
Enquanto o Hole estava tendo desentendimentos, Love começou uma banda de punk rock chamada Bastard durante o outono de 2001, formada por Patty Schemel, Veruca Salt, Louise Prost e a baixista Gina Crosley, indicada por Prost. No dia 24 de maio de 2002, o Hole anunciou o término da banda.
A vida de Courtney foi conturbada em 2003. Durante aquele ano, ela enfrentou diversos problemas com drogas. Em 2004, ela lançou um álbum solo, America's Sweetheart, com composições dela e Linda Perry.
O álbum vendeu 86 mil cópias nos primeiros três meses, com os singles Mono e Hold on to Me. Anos mais tarde, Courtney disse se arrepender do álbum, chamando ele de "um álbum de merda" e atribuindo isso aos seus problemas com drogas na época.
Em 2006, Courtney começou a gravar o que seria seu segundo álbum solo, que levaria o nome de How Dirty Girls Get Clean e contava com colaborações de Linda Perry e Billy Corgan. Love compôs diversas canções, incluindo uma canção anti-cocaína, chamada "Loser Dust", enquanto esteve internada em uma clínica de reabilitação.
[editar] Volta do Hole
Em 17 de junho de 2009, surgiram vários rumores de que o Hole estaria voltando a se reunir. O guitarrista original da banda, Eric Erlandson, negou e disse que a banda nunca poderia voltar sem ele. Courtney o respondeu em seu twitter, dizendo: "ele está louco. Hole é minha banda, meu nome, minha marca registrada".
Nobody's Daughter foi lançado mundialmente em abril de 2010. A nova formação contava com Micko Larkin na guitarra, Shaw Dailey no baixo e Stu Fisher como baterista. O álbum possuía, em sua grande parte, materiais escritos por Courtney na época em que ela estava prestes a lançar seu segundo álbum solo, que acabou sendo cancelado. As canções, no entanto, foram reproduzidas com Larkin.
O primeiro single do álbum foi Skinny Little Bitch, que foi a canção de rock alternativo mais pedida em março de 2010. A banda se apresentou no The Late Show with David Letterman e no Jimmy Kemmel Live!.
As canções do álbum falam, em sua maioria, sobre os problemas pessoas de Courtney entre 2003 e 2007. A banda fez uma turnê pela Europa, pelo Japão e pelos Estados Unidos, promovendo o álbum na primavera e no verão de 2010, terminando a turnê em Seattle. No verão de 2011, a banda fez shows em festivais na Rússia, e, de acordo com Love, a turnê passará pela Austrália e pelo Brasil em 2012.
[editar] Carreira de atriz
Courtney trabalhou com o diretor Alex Cox em seus dois primeiros filmes. Ela ganhou uma pequena participação no filme Sid and Nancy, de 1986, uma biografia de Sid Vicious. Logo depois, atuou em "Direto para o Inferno", em 1987. No mesmo ano, ela apareceu no seriado Andy Warhol's Fifteen Minutes com Robbie Nevil, em um episódio chamado "C'est la Vie". Quase uma década depois, em 1996, ela fez pequenos papéis em Basquiat e Feeling Minnesota, antes de ser a co-estrela do filme The People vs. Larry Flynt, interpretando a esposa de Larry Flynt. Com o filme, ela recebeu aclamação crítica, uma nominação ao globo de ouro na categoria de melhor atriz. O crítico Roger Ebert disse: "Courtney provou não ser uma estrela do rock fingindo atuar, mas sim uma verdadeira atriz". Em 1999, atuou ao lado de Jim Carrey no filme Man on the Moon. Em 2001, participou de Julie Johnson, como sendo a amante lésbica de Lili Taylor. No ano seguinte, trabalhou no filme Trapped.
[editar] Vida pessoal
[editar] Relacionamentos
Em 1989, Courtney casou-se com Falling James Moreland, vocalista do The Leaving Trains em Las Vegas. Moreland era um travesti e Love mais tarde se referiu ao casamento deles como "uma piada". Foi feito um pedido de anulação três meses após o casamento. Em 1991, ela namorou Billy Corgan, guitarrista da banda The Smashing Pumpkins.
No mesmo ano, conheceu Kurt Cobain, líder do Nirvana. Os dois namoraram e casaram-se em Honolulu, Havaí, no dia 24 de fevereiro de 1992. Na época, ela já estava grávida da primeira filha do casal, Frances Bean Cobain, que nasceu no dia 18 de agosto daquele ano. No dia 8 de abril de 1994, Kurt foi encontrado morto em seu apartamento, tendo cometido suicídio, atirando em si mesmo com uma espingarda. Em 1995, algumas pessoas apontaram que ela estaria namorando Trent Reznor e, mais tarde, o cantor Jeff Buckley.
Em 1996, começou a namorar o ator Edward Norton, que conheceu nos bastidores do filme The People vs. Larry Flynt. Ela descreveu seu relacionamento com Edward como "mais estável". Os dois namoraram durante anos e chegaram a ficar noivos, mas terminaram o relacionamento em 1999. Em 2000, ela foi apontada como namorada do comediante britânico Steve Coogan.
A relação de Courtney com sua filha, Frances, também é conturbada. Em 2003, Love perdeu temporariamente a custódia da mesma, na época com 11 anos, para a mãe de Kurt, Wendy O'Connor, conquistando-a de volta em 2005. Em dezembro de 2009, aos 17 anos, Frances decidiu morar sozinha. Em outubro de 2011, Love afirmou, tristemente, para a revista Vanity Fair, não ter mais contato com a filha.
[editar] Abuso de drogas
Courtney teve problemas com drogas durante anos de sua vida. Ela admitiu ter usado maconha durante a adolescência e ter sido "apresentada" a drogas mais pesadas aos 16 anos, enquanto vivia em Taiwan, usando heroína após confundir com cocaína. Ela revelou ter usado cocaína pela primeira vez aos 19 anos, com sua amiga Jennifer Finch. Courtney referiu-se ao ocorrido como "uma situação não muito agradável". De acordo com ela, Finch teve uma overdose, e Love, que não sabia dirigir, a colocou no carro e a levou para o hospital. "Eu fiquei com muito medo de drogas após aquilo", afirmou.
Em 1992, Courtney disse, durante uma entrevista para a Vanity Fair, que havia usado heroína antes de saber que estava grávida. A revista distorceu suas palavras, gerando uma grande confusão, o que fez com que ela e Kurt Cobain perdessem a guarda de Frances, a recuperando em 1993. Em 1998, Courtney parou de usar drogas e levava um estilo saudável de vida. No entanto, em 2004, voltou a usá-las.
No dia 17 de março de 2004, Love, claramente alterada, foi entrevistada por David Letterman, tendo a entrevista terminado com ela se apoiando na mesa de Letterman e mostrando seus seios. Naquela noite, Love foi presa por posse de substâncias controladas. Ela protestou, dizendo que as drogas que ela carregava eram remédios expirados. A polícia, no entanto, alegou posse de ocitocina e hidrocodona sem prescrição médica.
Após diversos problemas com drogas, Love foi internada em um centro de reabilitação, para tratar do vício em cocaína. Em 2011, ela disse: "eu não aguento mais ser associada à imagem de louca e drogada. Eu não vivo mais assim. Eu tento ser uma boa pessoa. Eu não uso mais drogas".
[editar] Discografia
[editar] Álbuns
[editar] Com o Hole
- Pretty on the Inside (1991)
- Live Through This (1994)
- Celebrity Skin (1998)
- Nobody's Daughter (2010).[1]
[editar] EPS (com o Hole)
- Ask for It (EP) (1995)
- My Body, the Hand Grenade (1997)
- The First Session (EP) (1997)
[editar] Solo
- America's Sweetheart (2004)
[editar] Filmografia
- Sid & Nancy - O Amor Mata (1986)
- Direto Para o Inferno (Straight To Hell) (1987)
- Tapeheads: Uma Dupla Muito Louca (Tapeheads) (1988)
- 1991: The Year Punk Broke (1992) (documentário)
- Basquiat (1996)
- Feeling Minnesota (1996)
- O Povo Contra Larry Flynt (The People vs. Larry Flynt) (1996)
- Not Bad for a Girl (1996) (documentário, também co-produtora)
- Off the Menu: The Last Days of Chasen's (1997) (documentário)
- Kurt & Courtney (1998) (documentário)
- 200 Cigarros (200 Cigarettes) (1999)
- O Mundo de Andy (Man On The Moon) (1999)
- Anos Loucos (Beat) (2000)
- Bounce: Behind the Velvet Rope (2000) (documentário)
- Julie Johnson (2001)
- Last Party 2000 (2001) (documentário)
- Encurralada (Trapped) (2002)
- Mayor of the Sunset Strip (2003) (documentário)
- (This Is Known As) The Blues Scale (2004) (documentário)
- Trailer for a Remake of Gore Vidal's Caligula (2005) (curta-metragem)
- The Return of Courtney Love (2006) (documentário)
[editar] Prêmios como atriz
| Ano | Prêmio | Categoria | Filme |
|---|---|---|---|
| 1996 | New York Film Critics Circle Awards | Melhor Atriz Coadjuvante | O Povo Contra Larry Flynt |
| Boston Society of Film Critics Awards | Melhor Atriz Coadjuvante | ||
| 1997 | Golden Satellite Awards | Melhor Performace de uma Atriz Coadjuvante em um filme | |
| Chicago Film Critics Association Awards | Atriz mais promissora | ||
| Florida Film Critics Circle Awards | Melhor Atriz Coadjuvante | ||
| 2001 | L.A. Outfest: Grand Jury Award | Melhor Atriz | Julie Johnson |
[editar] Participação em trilhas sonoras
- Garota Infernal (2009) (música: "Violet")
- Adam & Steve (2005) (música: "Love, Love, Love")
- The Simple Life (2004) (música: "I'll Do Anything")
- Promedio rojo (2004) (música: "Rock Star")
- O Corvo 3: A Salvação (2000) (música: "It's All Over Now Baby Blue, cover do Bob Dylan")
- Um Domingo Qualquer (1999) (música: "Be A Man")
- American Pie (1999) (música: "Celebrity Skin")
- Nunca fui Beijada (1998) (música: "Heaven Tonight")
- Nowhere (1997) (música: "Dicknail")
- Beleza Roubada (1996) (música: "Rock Star/Olympia")
- O Corvo: Cidade dos Anjos (1996) (música: "Gold Dust Woman, cover do Fleetwood Mac")
- Tank Girl (1996) (música: "Drown Soda")
Referências
- ↑ Erro de citação Tag
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