Covilhã

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Covilhã
Brasão de Covilhã Bandeira de Covilhã
Brasão Bandeira
Centrodacovilha.JPG
Vista parcial da cidade
Localização de Covilhã
Gentílico Covilhanense
Área 555,60 km²
População 51 797 hab. (2011[1] )
Densidade populacional 93,23 hab./km²
N.º de freguesias 21
Presidente da
Câmara Municipal
Vítor Pereira (PS)
Fundação do município
(ou foral)
Foral outorgado por D. Sancho I em 1186
Região (NUTS II) Centro
Sub-região (NUTS III) Cova da Beira
Distrito Castelo Branco
Antiga província Beira Baixa
Orago S. Tiago
Feriado municipal 20 de Outubro
Código postal 6200
Sítio oficial www.cm-covilha.pt
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg
Vista parcial da Covilhã.
Câmara Municipal e Praça do Município.
Perspectiva da Covilhã.

A Covilhã DmCGCMAI é uma cidade portuguesa, porta da Serra da Estrela, com cerca de 35 000 habitantes[2] cujo perímetro urbano é formado por cinco freguesias: Covilhã e Canhoso, Teixoso e Sarzedo, Cantar-Galo e Vila do Carvalho, Boidobra e Tortosendo.

É sede de um município com 555,60 km² de área[3] e 51 797 habitantes (2011),[4] [5] subdividido em 21 freguesias.[6] O município é limitado a norte pelos municípios de Seia e Manteigas, a nordeste pela Guarda, a leste por Belmonte, a sul pelo Fundão e a oeste por Pampilhosa da Serra e Arganil.

É a terra da indústria da lã, de cariz operário, berço de descobridores de quinhentos, hoje uma cidade com Universidade pública.

A Covilhã está situada na vertente sudeste da Serra da Estrela e é um dos centros urbanos de maior relevo da região juntamente com Coimbra, Aveiro, Viseu, Figueira da Foz, Guarda, Castelo Branco etc. O seu núcleo urbano estende-se entre os 450 e os 800 m de altitude.

O ponto mais alto de Portugal Continental, a Torre (1 993 m), pertence às freguesias de Unhais da Serra (Covilhã), São Pedro (Manteigas), Loriga (Seia) e Alvoco da Serra (Seia), sendo, por isso, pertença de três municípios: Covilhã, Manteigas e Seia,[7] mas dista cerca de 20 km do núcleo urbano da Covilhã, sendo a Covilhã, por isso, a cidade portuguesa mais próxima do ponto mais alto de Portugal Continental.

É uma cidade de características próprias desde há séculos, conjugando em simultâneo factos interessantes da realidade portuguesa.

Num estudo elaborado em 2007 pelo jornal Expresso, sobre a qualidade de vida nas cidades portuguesas, a Covilhã ocupa a 14ª posição, situando-se à frente das restantes cidades do interior do país.[8]

História[editar | editar código-fonte]

Igreja de Santa Maria. Na década de 1940 foi coberta de azulejos.
Claustro do Convento de S. António.
Capela Românica de S. Martinho.

O passado da Covilhã remonta aos tempos da romanização da Península Ibérica, quando foi castro proto-histórico, abrigo de pastores lusitanos e fortaleza romana conhecida por Cava Juliana ou Silia Hermínia. Quem mandou erguer as muralhas do seu primitivo castelo foi D. Sancho I que em 1186 concedeu foral de vila à Covilhã. E, mais tarde, foi D. Dinis que mandou construir as muralhas do admirável bairro medieval das Portas do Sol.

Era já na Idade Média uma das principais "vilas do reino", situação em seguida confirmada pelo facto de grandes figuras naturais da cidade ou dos arredores se terem tornado determinantes em todos os grandes Descobrimentos dos séculos XV e XVI: o avanço no Oceano Atlântico, o caminho marítimo para a Índia, as descobertas da América e do Brasil, a primeira viagem de circum-navegação da Terra. Em plena expansão populacional quando surge o Renascimento, sector económico tinha particular relevo na agricultura, pastorícia, fruticultura e floresta. O comércio e a indústria estavam em franco progresso. Gil Vicente cita "os muitos panos finos". O Infante D. Henrique, conhecendo bem esta realidade, passou a ser "senhor" da Covilhã. A gesta dos Descobrimentos exigia verbas avultadas. As gentes da vila e seu concelho colaboraram não apenas através dos impostos, mas também com o potencial humano.

A expansão para além-mar iniciou-se com a conquista de Ceuta em 1415. Personalidades da Covilhã como Frei Diogo Alves da Cunha, que se encontra sepultado na Igreja da Conceição, participaram no acontecimento. A presença de covilhanenses em todo o processo prolonga-se com Pêro da Covilhã (primeiro português a pisar terras de Moçambique e que enviou notícias a D. João II sobre o modo de atingir os locais onde se produziam as especiarias, preparando o Caminho Marítimo para a Índia) João Ramalho, Fernão Penteado e outros.

Entre os missionários encontramos o Beato Francisco Álvares, morto a caminho do Brasil; frei Pedro da Covilhã, capelão na expedição de Vasco da Gama para a Índia, o primeiro mártir da Índia; o padre Francisco Cabral missionário no Japão; padre Gaspar Pais que de Goa partiu para a Abissínia; e muitos outros que levaram, juntamente com a fé, o nome da Covilhã para todas as partes do mundo. Os irmãos Rui e Francisco Faleiro, cosmógrafos, tornaram-se notáveis pelo conhecimento da ciência náutica. Renascentista é Frei Heitor Pinto, um dos primeiros portugueses a defender, publicamente, a identidade portuguesa. A sua obra literária está expressa na obra "Imagem da Vida Cristã". Um verdadeiro clássico.

A importância da Covilhã, neste período, explica-se não apenas pelo título "notável" que lhe concedeu o rei D. Sebastião [9] como também pelas obras aqui realizadas e na região pelos reis castelhanos. A Praça do Município foi até há poucos anos, de estilo filipino. Nas ruas circundantes encontram-se vários vestígios desse estilo. No concelho também. Exemplos de estilo manuelino também se encontram na cidade. É o caso de uma janela manuelina da judiaria da Rua das Flores. É o momento de citar o arquitecto Mateus Fernandes, covilhanense, autor do projecto da porta de entrada para as Capelas imperfeitas, no mosteiro da Batalha.

As duas ribeiras que descem da Serra da Estrela, Carpinteira e Degoldra, atravessam o núcleo urbano e estiveram na génese do desenvolvimento industrial. Elas forneciam a energia hidráulica que permitiam o laborar das fábricas. Junto a essas duas ribeiras deve hoje ser visto um interessante núcleo de arqueologia industrial, composto por dezenas de edifícios em ruínas. Nos dois locais são visíveis dezenas de antigas unidades, de entre as quais se referem a fábrica-escola fundada pelo Conde da Ericeira em 1681 junto à Carpinteira e a Real Fábrica dos Panos criada pelo Marquês de Pombal em 1763 junto à ribeira da Degoldra. Esta é agora a sede da Universidade da Beira Interior na qual se deve visitar o Museu de Lanifícios, já considerado o melhor núcleo museológico desta indústria na Europa.[10] A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de Outubro de 1870 pelo Rei D. Luís I, por ser "uma das villas mais importantes do reino pela sua população e riqueza.".[11]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Relevo[editar | editar código-fonte]

Vista aérea da Covilhã.
A Torre vista das Penhas da Saúde, na Covilhã.
Nevão nas Penhas da Saúde, em Janeiro de 2007.

Situada na parte sudeste da Serra da Estrela, a área urbana da Covilhã possui altitudes que variam de 450 a 800 metros. É também a cidade portuguesa mais proxíma do ponto mais alto de Portugal Continental, a Torre (1.993 metros), distando cerca de 20 km do cume da Serra da Estrela. A Torre pertence aos concelhos de Covilhã, Manteigas e Seia. A Torre também dá o nome à localidade onde está situada, a parte mais elevada da serra.[7]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima do município é mediterrânico (Csa, segundo a classificação climática de Köppen-Geiger), sendo que as precipitações são mais escassas no verão. Os Verões apresentam temperaturas altas, enquanto os Invernos têm temperaturas amenas durante o dia e mais baixas à noite. O frio aumenta conforme a altitude, variando de temperaturas mais altas nas partes mais baixas a temperaturas negativas e ocorrências de neve, por vezes abundantes, nas áreas mais elevadas, como a localidade de Penhas da Saúde, acima de 1 500 metros de altitude, a apenas 9 km da Torre. Na área urbana da Covilhã, a neve raramente aparece e geralmente não acumula sobre o solo. Quanto à vegetação, há o predomínio de bosques, com árvores como o carvalho e a azinheira, entre outras. Entre a vegetação arbustiva, a carqueja é bastante encontrada. A vegetação torna-se escassa em direcção à Torre.

O mês mais quente é Agosto, com temperatura média de 22,2 °C, enquanto o mês mais frio é Janeiro, com média de 6,2 °C. A temperatura média anual da Covilhã é de 13,6 °C e a precipitação média anual é de 1 082 mm.

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Covilhã, Castelo Branco - Portugal Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 9,4 11,2 13,5 16,4 19,2 24,7 28,1 28,4 24,4 18,9 13,1 9,8 18,1
Temperatura mínima média (°C) 3,1 3,6 5,6 7,2 9,5 13,5 15,7 16,0 13,9 10,5 6,3 3,6 9,0
Precipitação (mm) 162 150 109 90 76 49 10 10 47 105 146 128 1 082
Fonte: Climate Data[12] 02 de Setembro de 2013

Condecorações[13] [editar | editar código-fonte]

Personalidades ilustres[editar | editar código-fonte]

Torre de S. Tiago.

Economia[editar | editar código-fonte]

Vista da Covilhã, Biblioteca Central da Universidade da Beira Interior.

Há 800 anos aqui existe o trabalho da que hoje se reflecte em modernas unidades industriais, sendo a Covilhã um dos principais centros de lanifícios da Europa e é por esse motivo uma localidade com forte cultura operária. Poucos centros urbanos podem assumir uma actividade económica regular ao longo de oito séculos, mas é esse o caso da Covilhã e do trabalho dos lanifícios. Como manufactura primeiro, como indústria depois, o certo é que ainda hoje a cidade é um dos principais centros europeus de produção de lanifícios. Actualmente, esta indústria produz por ano cerca de 40 000 km de tecido,e através de várias empresas têxteis com destaques para a Paulo de Oliveira,[14] a Penteadora,[15] a Tessimax[16] , A. Saraiva e a filial portuguesa da Haco Etiquetas, as quais são fornecedoras de grandes marcas têxteis mundiais como a Hugo Boss, Armani, Zegna, Marks & Spencer, Yves St. Laurent, Calvin Klein e Christian Dior. É a cidade mais próxima da estância de inverno onde se localizam as únicas pistas de esqui portuguesas e às quais se acede percorrendo espantosas paisagens de montanha. Em Novembro de 2005 foi inaugurado um centro comercial: o Serra Shopping do grupo Sonae. A Covilhã é, nos dias de hoje, uma cidade que para além das tradicionais "ubelhas" (pronúncia serrana para Ovelhas), tem também uma miríade de actividades económicas marcadas pelo capitalismo moderno. Ainda assim, mantém viva uma tradição serrana bem manifestada pela produção e venda de produtos lácteos e de genérica proveniência ovina.

Quem não se sentiu atraído, pelo menos durante a infância, pelos bonitos trenós, fascinantes luvas de "pata-de-urso", aconchegantes coletes em pele de ovelha e até gorros de "pom-pom" com a felpuda lã ovina. Mais recentemente, a Covilhã continua a inovar nos produtos vindos de animais que se exprimem através de balidos, apresentando o chamado "presunto de ovelha", em tudo semelhante ao presunto suíno, mas mais saboroso, menos salgado e menos gordo. Visitar a Covilhã é, hoje em dia, visitar uma cidade promissora e economicamente avançada mas, felizmente, que mantém ainda a tradição serrana de bem receber com faces rosadas e tisnadas pelo frio montanhês.

Ensino[editar | editar código-fonte]

Secundário[editar | editar código-fonte]

A nível do ensino secundário a cidade conta com três escolas, Escola Secundária Campos Melo (antiga escola indústrial), Escola Secundária Frei Heitor Pinto (antigo liceu) e Escola Secundária das Palmeiras, tem também uma escola profissional de artes (EPABI) com cursos na área da música.

  • Escola Secundária/3 Campos Melo
  • Escola Secundária/3 Frei Heitor Pinto
  • Escola Secundária/3 Quinta das Palmeiras
  • EPABI - Escola Profissinal de Artes da Beira Interior

Universidade[editar | editar código-fonte]

Vista do pólo I da Universidade da Beira Interior.

O ensino superior está presente na Covilhã desde a fundação do Instituto Politécnico, em 1973. Este acontecimento surgiu a partir das actividades do grupo de trabalho para o Planeamento Regional da Cova da Beira, tendo a instituição começado a receber os primeiros alunos dos cursos de Engenharia Têxtil e Administração e Contabilidade. No ano de 1979, o então Instituto Politécnico, converteu-se em Instituto Universitário da Beira Interior e, em 1986, o Instituto Universitário passa a Universidade da Beira Interior. O seu primeiro Reitor foi o Prof. Doutor Cândido Manuel Passos Morgado, seguindo-se o Prof. Doutor Manuel José dos Santos Silva e por último o Prof. Doutor João António de Sampaio Rodrigues Queiroz que se mantém aos dias de hoje.[17] A UBI é frequentada por cerca de 8000 alunos repartidos pelas trinta e duas licenciaturas do primeiro ciclo de Bolonha, quarenta e seis mestrados do segundo ciclo de Bolonha e vinte e nove áreas de doutoramento.[18]

Comunicação social[editar | editar código-fonte]

Desde Outubro de 2006 que a Covilhã tem um jornal de distribuição gratuita da Beira Interior: o Já Agora[19] tem uma tiragem de 14 mil exemplares por edição e é distribuído nas caixas de correio da zona urbana da cidade, quinzenalmente, às quartas-feiras. Existe apenas um jornal local, semanário, que é o Notícias da Covilhã. A única rádio local é a Rádio Covilhã (95.6 97.0 MHz).

Espaços públicos e monumentos[editar | editar código-fonte]

Jardim do Lago.
Jardim Público.
Igreja de S. Francisco.
Igreja da Misericórdia.
Igreja da Misericórdia da Covilhã
Capela do Calvário.

A Praça do Município ou Pelourinho, é a principal praça e a mais central da cidade. Situa-se em pleno centro histórico e há muitos anos atrás, nela se podia admirar um pelourinho do século XVI que, infelizmente, foi destruído, juntamente com o edifício filipino da câmara, aquando da reformulação deste espaço.[20]

A Covilhã possui ainda grandes jardins e parques, como o Jardim Público, Jardim do Lago, Parque Alexandre Aibéo, Jardim de N. Sra. da Conceição e o Parque da Goldra.

Como monumentos classificados mais significativos, a cidade tem, entre outros, os seguintes imóveis:

- Igreja de Santa Maria Maior - igreja barroca que tem a particularidade de ter a fachada coberta por azulejos;

- Igreja de São Francisco - igreja gótica, pertenceu ao antigo Convento de S. Francisco;

- Igreja da Misericórdia da Covilhã - igreja maneirista, situada no coração da cidade;

- Capela de São João de Malta - pequena capela que, em tempos, pertenceu à Ordem de Malta;

- Capela Românica de S. Martinho - capela românica. Trata-se da mais antiga edificação na cidade. Consta-se que aqui casou Pêro da Covilhã em 1478;

- Capela do Calvário - capela gótica cujo interior foi coberto por talha dourada e pinturas alusivas à vida de Jesus Cristo.

- Torre de S. Tiago - edificada no século XIX, é um dos ex-libris da Covilhã por se avistar praticamente de qualquer ponto da cidade;

- Real Fábrica de Panos - manufactura real, fundada pelo Marquês de Pombal em 1764. Actualmente reconvertida em Museu dos Lanifícios;

- Muralhas da Covilhã - edificadas por ordem de D. Sancho I, mais tarde alargadas por D. Dinis. Ficaram muito danificadas pelo terramoto de 1755. Actualmente restam apenas alguns troços desta edificação.

- Monumento a Nossa Senhora da Boa Estrela - Monumento esculpido na rocha em homenagem à padroeira dos pastores. Fica situado junto à Torre, ponto mais alto de Portugal Continental.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Capela do Calvário.
Centro histórico, Palácio dos Ministros.

Estes dados são referentes à globalidade do Concelho.

Relativamente à cidade propriamente dita temos, segundo os censos de 2011, a seguinte distribuição demográfica:[21]

Freguesias da Cidade População 2011
Boidobra 3 246
Cantar-Galo e Vila do Carvalho 3 974
Covilhã e Canhoso 19 022
Teixoso e Sarzedo 4 490
Tortosendo 5 624
Total 36 356

Freguesias[editar | editar código-fonte]

Freguesias do concelho da Covilhã.

O concelho da Covilhã está dividido em 21 freguesias:

Geminações[editar | editar código-fonte]

O concelho de Covilhã é geminado com as seguintes cidades:[22]

Referências

  1. População residente, segundo a dimensão dos lugares, população isolada, embarcada, corpo diplomático e sexo, por idade (ano a ano) (em português). Instituto Nacional de Estatística. Página visitada em 1 de Março de 2014. Cópia arquivada em 4 de Dezembro de 2013. "Informação no separador "Q601_Centro""
  2. INE. Anuário Estatístico da Região Centro 2012. Lisboa: Instituto Nacional de Estatística, 2013. p. 33. ISBN 978-989-25-0217-5 ISSN 0872-5055 Página visitada em 05/05/2014.
  3. Instituto Geográfico Português (2013). Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013 (XLS-ZIP). Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013. Direção-Geral do Território. Página visitada em 28/11/2013.
  4. INE. Censos 2011 Resultados Definitivos – Região Centro. Lisboa: Instituto Nacional de Estatística, 2012. p. 116. ISBN 978-989-25-0184-0 ISSN 0872-6493 (Esta página tem um erro: os nomes dos concelhos e freguesias estão deslocados duas linhas para baixo em relação aos respectivos dados.) Página visitada em 27/07/2013.
  5. INE (2012). Quadros de apuramento por freguesia (XLSX-ZIP). Censos 2011 (resultados definitivos). Instituto Nacional de Estatística. Página visitada em 27/07/2013. "Tabelas anexas à publicação oficial; informação no separador "Q101_CENTRO""
  6. Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganização administrativa do território das freguesias. Anexo I. Diário da República, 1.ª Série, n.º 19, Suplemento, de 28/01/2013.
  7. a b Carta Administrativa Oficial de Portugal
  8. [1]
  9. [2]
  10. [3]
  11. [4]
  12. Climate data: Covilhã. Climate-data.
  13. http://www.ordens.presidencia.pt/
  14. Paulo de Oliveira, S.A.
  15. A Penteadora, S.A.
  16. Tessimax - Lanifício, S.A.
  17. História da UBI
  18. Página da UBI
  19. http://jaagora.surprisebox.pt
  20. [5]
  21. IGEO.pt
  22. http://www.anmp.pt/anmp/pro/mun1/gem101l0.php?cod_ent=M6200

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Covilhã


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