Crédito

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Crédito é a possibilidade de concretizar-se o "escambo" ou "troca de produtos/serviços(mercadorias)", que na economia sem dinheiro se verifica quando o crédito é explícito (faz parte do bem), seja ele produto/serviço em determinado mercado. O dinheiro portanto é o crédito, representado de forma concreta pela moeda, que seria a possibilidade concreta da troca ou investimento, independente dos insumos desse, que os caracterizam, dai a necessidade do contador, de introduzir-se o conceito de "partidas dobradas", nos levantamentos da Contabilidade, de quem inicialmente já introduziu o "conceito" de dinheiro. Com a introdução da moeda por Dario, por isso denominado o Grande; sendo o "Credor", toda pessoa titular de um "crédito", de um "dinheiro" ou "moeda" (primeiro instrumento da econometria de medidas); ou, o que tem o haver de outrem uma certa importância em "espécie", ou algo de valor reconhecido como "soberania - do - povo" ou "soberania - real ou - imperial". "Não é por acaso que do lado da "coroa", de uma moeda exista a figura daquele que dá o "Império" ou força à moeda ou "crédito propriamente dito" e no verso a "cara" ou o "caro", "o dinheiro, com o valor, da moeda, o que lhe dá a característica de dinheiro, protegido pela lei (pela "coroa"), o "crédito" possui a "faculdade" de exigir do devedor o cumprimento da obrigação ou o pagamento da obrigação assumida pelo crédito; quando então o cumprimento deste, se torna exigível, isto é, se vencido. é resgatado ou cumprido pelo devedor.

A inflação costuma tirar o valor ou crédito de sua moeda, reduzindo esse "crédito" tornando sem valor o dinheiro e sua parte concreta que é a moeda, tornando essa "moeda" uma "peça" de museu, lembrança dos tempos "áureos", de boa "administração" das finanças em uma economia, em que era mantido o "crédito", valor ou necessidade moral humana, no sentido e serviço de facilitar a "troca de mercadorias ou "escambo" propriamente dito"

Crédito é a confiança de atributos positivos (dinheiro, valor moral, conhecimentos humanos, etc..) de uma pessoa (por outra pessoa ou grupo de pessoas). Crédito demonstra a confiabilidade que uma pessoa tem por outra, em um determinado assunto.

Em finanças, crédito é a capacidade prevista que uma pessoa tem de retornar um investimento (empréstimo, financiamento) sobre ele. Aquele que empresta dinheiro a um indivíduo ou a uma instituição se chama credor.[1]

Crédito na Idade Média[editar | editar código-fonte]

Na idade média o crédito era considerado ilegal, havia usura do credor, dado a prática de se cobrar juros. Os pioneiros do comércio e da banca foram os comerciantes ditos "burgueses", dos Países Baixos e da Itália, os dois polos mais dinâmicos das operações de crédito. Os credores que usavam este tipo de serviços eram os religiosos, os monarcas europeus, alguns membros da aristocracia, as cidades e os burgueses interessados em aumentar o capital envolvido nos seus negócios.[2]

Custo do Crédito ao Consumo[editar | editar código-fonte]

O custo do crédito é a quantia adicional, acima do montante emprestado, que o mutuário tem de pagar. Ela inclui os juros, taxas de arranjo e quaisquer outros encargos. Alguns custos são obrigatórios, exigidos pelo credor como parte integrante do contrato de crédito. Outros custos, tais como os de seguro de crédito, podem ser opcionais. O mutuário escolhe se são ou não incluídos como parte do acordo.[3] [4] [2]

Obtenção de crédito[editar | editar código-fonte]

O crédito sobre uma pessoa é geralmente medido através de seu histórico. É geralmente obtido através de atos positivos por esta pessoa. Por exemplo, dizemos que um "físico de nome", com livros publicados e PHD na área, possui "crédito" em assuntos relacionados a física. Já um empreendedor ou imperador conhecido por gerar lucro ou bem estar com os diversos investimentos, possui crédito econômico-financeiro, como se costuma dizer, no estudo da História do Brasil, a moeda ou crédito no Império do Brasil, era de Ouro!

Tipos de crédito[editar | editar código-fonte]

Há diversos tipos de crédito, dependendo da modalidade a que ele se destina. A divisão mais comum é a divisão entre crédito à pessoa física ("consumer credit", em inglês) e à pessoa jurídica ("corporate credit", em inglês).

Referências

Finlay, S. (2009). Consumer Credit Fundamentals. Second Edition. Palgrave Macmillan.

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