Crax fasciolata

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Como ler uma caixa taxonómicaMutum-de-penacho
fêmea

fêmea
macho
macho
Estado de conservação
Status iucn3.1 LC pt.svg
Pouco preocupante (IUCN 3.1)
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Galliformes
Família: Cracidae
Género: Crax
Espécie: C. fasciolata
Nome binomial
Crax fasciolata
(Spix, 1825)

O Mutum-de-penacho (Crax fasciolata) é um cracídeo encontrado no Brasil, Paraguai, Bolívia e Argentina.

Distribuição e Habitat :

São, actualmente, reconhecidas três subespécies nesta espécie: Crax fasciolata fasciolata, representada no Zoo de Lisboa, que se encontra no Centro e Sudoeste do Brasil, no Paraguai e no Norte da Argentina; Crax fasciolata pinima, que se encontra no Nordeste brasileiro; e Crax fasciolata grayi, que se encontra no Leste da Bolívia. Os mutuns-pinima vivem em florestas tropicais húmidas, semicaducifólias e de galeria, bem como na orla de matas e em praias, sendo vistos, nestas últimas, principalmente de manhã cedo ou ao fim da tarde.

Identificação:

Existe dimorfismo sexual. Os machos têm uma crista de penas negras e enroladas, a cera (base do bico) amarela e a plumagem predominantemente negra, com a região abdominal e cloacal de cor branca, tal como na extremidade das penas caudais. As fêmeas apresentam uma crista de penas brancas e negras, plumagem negra na região dorsal marcada por estriações de cor clara e penas de cor castanha no abdómen e na região cloacal. Os machos das três subespécies reconhecidas nesta espécie não apresentam diferenças notórias, ao contrário do que sucede com as fêmeas, que se distinguem, principalmente, com base na tonalidade da região ventral, na extensão e tipo de estriações e na quantidade de branco na crista.

Hábitos:

Procuram alimento no solo. Vivem solitários ou em casais. São, aparentemente, sedentários.

Dieta:

Alimentam-se principalmente de frutos, mas também de flores e sementes.

Reprodução:

A época de nidificação decorre de Novembro a Dezembro. O ninho é construído nas árvores, com ramos e folhas, e ambos os sexos participam nesta actividade. A postura é de dois ovos, cuja incubação dura 30 dias e é realizada apenas pela fêmea. As crias são nidífugas, isto é, abandonam o ninho precocemente, neste caso imediatamente após a eclosão; depois, começam a alimentar-se sozinhas, mas seguem a progenitora até serem independentes

Estatuto de conservação e principais ameaças:

Esta espécie não está globalmente ameaçada (segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza). A caça e a destruição do seu habitat constituem os seus principais factores de ameaça.

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