Criacionismo da Terra Jovem

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Criacionismo ou Teoria da Terra Jovem é a crença religiosa[1] de que o Universo, a Terra e toda a vida terrestre foram criados por atos diretos do Deus Abraâmico durante um período relativamente curto de tempo, em algum momento entre 5.700 e 10.000 anos atrás.[2] Seus adeptos principais são cristãos e judeus[3] que acreditam que Deus criou a Terra em seis dias de 24 horas, utilizando-se de uma interpretação literal da narrativa da criação baseada no livro do Gênesis.[4] [5]

O consenso científico, apoiado por uma declaração de 2006 feita por 68 academias científicas nacionais e internacionais, é o de que o o universo existe há cerca de 13,8 bilhões de anos e de que a Terra foi formada cerca de 4,5 bilhões de anos atrás, com a primeira aparição de vida há cerca de 2,5 bilhões de anos, conforme comprovado por evidências derivadas de observações e experiências de várias disciplinas científicas.[6] Apesar de muitos criacionistas da Terra Jovem serem ativistas do desenvolvimento da "ciência da criação", um esforço que sustenta que os eventos associados com a criação sobrenatural podem ser evidenciados e modelados através de uma interpretação do método científico, o consenso entre os cientistas é o de que a "ciência da criação" não é científica, tanto em sua concepção quanto em sua metodologia.[7]

Desde 1982, entre 40% e 50% dos adultos nos Estados Unidos dizem que têm a visão criacionista de que "Deus criou os humanos em sua forma atual, ao mesmo tempo, nos últimos 10 mil anos", quando o instituto Gallup os questionou sobre a origem e o desenvolvimento dos seres humanos.[8] Em 2012, a percentagem de crentes diminui à medida que aumentou o nível de educação. Apenas 25% dos entrevistados com pós-graduação acreditava em mitos criacionistas, em comparação com uma aceitação de 52% entre aqueles com até o ensino médio completo.[9] Uma pesquisa de 2011 da Gallup afirmou que cerca de 30% dos adultos norte-americanos interpretam a Bíblia literalmente.[10]

Exemplos de Argumentações de Criacionistas da Terra Jovem[editar | editar código-fonte]

Apesar de não aceitarem o conhecimento científico sobre a formação e idade da Terra, é comum os religiosos usarem pseudociência para validar suas crenças ou para dar ares de credibilidade. É possível que tais argumentos possam enganar leigos, pois usam de linguagem científica e, muitas vezes, necessitam de conhecimento da área e tempo para identificar e refutar os inúmeros enganos.

A seguir, encontram-se argumentos comuns usados por defensores do Criacionismo da Terra Jovem. Refutações para tais argumentos são encontradas facilmente em páginas como Talk Origins[11] .

Declínio do campo magnético terrestre[editar | editar código-fonte]

O efeito do campo magnético terrestre se estende por várias dezenas de milhares de quilómetros, no espaço ele é chamado de magnetosfera da Terra. A magnetosfera protege a superfície da Terra das partículas carregadas do vento solar. (ver campo magnético terrestre).

campo magnético terrestre

A natureza da fonte da corrente que gera o dipolo magnético terrestre tem sido ofuscada pelos proponentes da “Teoria do Dínamo”, que afirma que existe um dínamo, ou seja, gerador elétrico de corrente contínua no núcleo da Terra. Porém, essa teoria tem-se mostrado insustentável. tal teoria supõe que esse dínamo esteja relacionado com movimentos hipotéticos de fluidos no núcleo da Terra. Mas análises matemáticas minuciosas, como as de T. G. Cowling, provam que qualquer movimento plausível de fluido no núcleo da Terra não tem condição de gerar nenhum dínamo, mesmo que esses movimentos hipotéticos existissem.[12]

O cientista Sir Horace Lamb forneceu a base científica para esta explicação em 1883.[13] [14] Diz que devem existir correntes elétricas livres circulando no interior da Terra, que seriam remanescentes de sua origem no passado, produzindo o campo magnético terrestre.[15]

A confirmação da tese de Lamb se baseia em observações do decaimento da intensidade do campo magnético terrestre.[16]

Medições arqueológicas demonstram que a intensidade do campo magnético por volta dos anos 1.000 A.D. era cerca de 40% maior que a intensidade atual.[17]

Magnetosphere rendition.jpg

A intensidade do campo magnético terrestre está decaindo mais rapidamente do que qualquer outro fenômeno geofísico global. Estudos apontam para uma meia-vida de 1.400 anos do campo magnético terrestre, podendo ser a taxa para usada em um novo tipo de cronômetro terrestre, estando associado aos dados da Astronomia, para inferir a idade da Terra em menos de 10.000 anos.[18]

A solução de Lamb para a fonte do campo magnético terrestre mostra que a intensidade do dipolo magnético decai exponencialmente.[19]

Este tipo de decaimento é mais facilmente compreendido em termos de sua meia-vida (meia-vida é o tempo para que o valor inicial seja reduzido a metade). A meia-vida do momento magnético terrestre é de 1.400 anos. Isso significa que a cada 1.400 anos, o dipolo magnético terrestre perde metade da força do que tinha no início do período.[20]

Adotando-se a premissa de que este planeta nunca teve um campo magnético com intensidade tão alta quanto a do campo de uma estrela magnética, pode-se concluir, que a origem do campo magnético terrestre deve ser mais recente do que 8.000 a.C. E se for assumido que o valor inicial da força do campo magnético da Terra foi aproximadamente uma ordem de grandeza menor do que a do campo de uma estrela magnética, sua origem seria aproximadamente de 6.000 ou 7.000 anos atrás.[21]

Inversão do campo magnético?[editar | editar código-fonte]

Porém, há quem diga que isso não é um decaimento do campo magnético, mas sim uma inversão. Essa hipótese enfrenta dificuldades porque os dados de magnetização nas rochas não apresentam nenhuma evidência conclusiva a favor das reversões do campo magnético terrestre. J. A. Jacobs, que é a favor da cronologia evolucionista e da hipótese das reversões, reconhece a grande fragilidade da interpretação dos complexos dados magnéticos encontrados nas rochas. No seu livro "O núcleo da Terra e Geomagnetismo", Jacobs fornece numerosas ilustrações de inconsistências dos dados encontrados nas rochas.[22]

Este artigo sobre o campo magnético terrestre está baseado no livro Origem e destino do campo magnético terrestre, Thomas G. Barnes, .

Formação do petróleo e do carvão[editar | editar código-fonte]

Criacionistas da Terra Jovem citam constantemente Robert Gentry e seus halos de polônio, apesar de já há muito refutado.[23] Em tais "estudos", Robert Gentry, que é físico e membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, não leva em consideração as técnicas da geologia, não explicando a origem do material e como ele foi tratado. Além disto, diante de evidências que contestam seus dados, ele afirma se tratarem de "intervenções divinas pontuais no últimos 6 mil anos", o que retira o pretenso caráter científico de seus trabalhos.

Abaixo segue exemplo de como criacionistas da Terra Jovem usam o argumento dos halos de polônio:

Um estudo do Dr Robert Gentry a respeito do carvão é bem curioso. Nos carvões estudados(retirados de minas de urânio), havia halos de urânio. Alguns são circulares, e outros são elípticos. Esses halos elípticos necessitam de uma sequência especial de eventos. Tão especial, que ele desmorona a ideia da idade antiga do carvão, e apontam uma formação recente.

Para explicar os halos, é necessário que em uma daterminada era, troncos saturados de água tenham sido enterrados, no que é atualmente considerado várias formações geológicas diferentes: o período eoceno, jurássico e triássico.

Mais tarde, soluções de urânio infiltraram nos troncos saturados de água. E produtos decompostos do urânio se alojaram em pequenos locais dos troncos. Então, o urânio se decompôs, e ocorreu a formação de halos. Então houve uma compressão. Algo exerceu força na parte superior dos troncos. Os troncos foram comprimidos, e os halos também. Isso é importante, pois sabemos que os troncos não se transformaram em carvão quando foram comprimidos. Caso contrário, o carvão iria se esfacelar( carvão não é passível de ser comprimido).

Tudo que vimos até agora, indica que tais eventos foram simultâneos em todas essas formações geológicas.

Quando o urânio penetrou na madeira, deixou alguns de seus produtos decompostos. Dr Roberty Gentry, mediu a quantidade de urânio e chumbo nos carvões(método urânio-chumbo), chegou-se à conclusão de que os troncos foram enterrados juntos e recentemente(não em longos períodos), ou seja, os períodos eoceno, jurássico e triássico, por possuírem carvões de mesma idade, não podem ser considerados como períodos geológicos diferentes, mas sim como o mesmo período.

Em 1976, Gentry publicou seus resultados dos estudos realizados com esses troncos no exemplar de 15 de outubro de 1976 da Sciense, dizendo:

"Tais valores extraordinários relativos à proporção Urânio-Chumbo admitem a possibilidade de que ambas, a infiltração inicial de Urânio e a carbonização possam possivelmente ter ocorrido ao longo dos últimos milhares de anos."'


Alguns meses depois, o professor Raphael G. Kazzmann, da Universidade Estadual de Louisiana, escreveu uma carta ao Dr. Robert Gentry, datada de 27 de janeiro de 1997, dizendo:


Caro Dr. Gentry


Eu venho pacientemente examinando a seção de cartas da "Science"

desde a publicação, feita pelo senhor e por seus colegas,

a respeito de seus achados sobre os "radio halos".

O silêncio é surpreendente.

Eu acho que pode ser interpretado como um silêncio de estupefação.

Seus resultados não apenas irão perturbar enormemente o engenheiro...

Porém seu impacto sobre a ciência da geologia, possivelmente

modificando as visões aceitas relativas a duração das eras

geológicas, será sentido durante muitos anos.


Sinceramente

Raphael G. kazzmann


Logo após, o professor Kazzmann organizou um simpósio. Os resultados foram publicados no exemplar de setembro de 1978 no Geotimes:

Apesar dos depósitos de onde a madeira carbonizada tenha sido obtida sejam considerados coo sendo pelo menos da era Cretácea e possivelmente das eras Jurássicas e Triássicas, a proporção entre Urânio 238 e o Chumbo 206 deveriam ser baixas.

Ao invés disso foram encontrados halos com proporções de Urânio-Chumbo que variam desde cerca de 2.200 até acima de 64.000.

Se as proporções de isótopos forem usadas como base para o estabelecimento da idade geológica, então as idades atualmente aceitas podem estar elevadas a um fator de 10.000, admitindo a possibilidade de que as idades de formação devam ser medidas em milênios.


Isso significa apenas alguns milhares de anos para a formação do carvão e todas as formações geológicas.


Tal afirmação não foi refutada pela comunidade científica.


Químicos do Laboratório Nacional Argonne conseguiram criar um tipo de carvão artificial de materiais naturais existentes. O processo é bem menos complicado do que era anteriormente imaginado ser necessário e fornece um novo entendimento acerca da estrutura do carvão e como alterá-la. [24]

Winans e seus colegas do Laboratório Nacional Argonne levaram menos de um ano para preparar um carvão sintético inteiramente caracterizado. O material que produzem não pode ser distinguido do carvão verdadeiro através de todas as técnicas aplicadas até o momento e sua síntese suscita muitas questões interessantes a repeito da química do carvão. [25]

Síntese do carvão em laboratório: a fórmula de sucesso combinava lôgnina + barro + calor + tempo - oxigênio = carvão. [26] . Em mais ou menos 8 meses o carvão foi produzido.


Há também relatos de formação de petróleo na bacia Guaiamos, no Golfo da Califórnia. A uma profundidade de 2 mil metros, há um depósito de sedimentos orgânicos. Abaixo do depósito, a água superaquecida está sendo pressionada para cima de uma profunda fonte de calor através desses sedimentos. O petróleo está sendo formado pela interação desses sedimentos com a água superaquecida. E este petróleo não pode ser distinguido de petróleos crus retirados de poços no mundo todo.

Muitos experimentos foram feitos para a sintetização do petróleo, mas sempre deram errados, até que água muito quente fosse adicionada.

Texto baseado no documentário: A verdadeira idade da terra (estudo foito pelo Dr. Robert Gentry).

Geologia e paleontologia[editar | editar código-fonte]

A geologia (é a ciência que estuda a Terra, sua composição, estrutura, propriedades físicas, história e os processos que lhe dão forma) e a paleontologia (é a ciência natural que estuda a vida do passado da Terra e o seu desenvolvimento ao longo do tempo geológico, bem como os processos de integração da informação biológica no registro geológico, isto é, a formação dos fósseis).

O cientista holandês Nicolas Steno, no século XVII, propôs que no passado as rochas e os minerais foram sedimentos encontrados na água. Steno, baseado neste raciocínio, concluiu que partículas (sedimentos) na água afundariam formando uma camada horizontal, como as camadas e sedimento de rochas que formam a estratigrafia da coluna geológica. Este princípio ficou conhecido como o Princípio da Horizontalidade Inicial. Ele também concluiu que no passado essas camadas continuavam lateralmente muito além dos limites encontrados hoje. Assim foi formulado outro princípio: o Princípio da Continuidade dos Estratos. Baseado nestes dois princípios e os aplicando em função do tempo, Nicolas Steno propôs o que hoje é conhecido como a Princípio da Superposição, que diz:

camadas sedimentares

As camadas de rochas aparecem organizadas numa seqüência em função do tempo, sendo que as mais antigas encontram-se no fundo e as mais recentes nas proximidades da superfície, a menos que tenha havido algum processo que viesse a causar um distúrbio desta organização.

ou

Segundo este princípio, numa sucessão de estratos cuja ordem não foi alterada, cada estrato é mais antigo do que aquele que o cobre e mais recente do que aquele que lhe serve de base.[27]

Estes três princípios utilizados pela geologia, arqueologia e paleontologia fornecem a base sobre a qual a coluna geológica foi estabelecida.

Formação das camadas sedimentares[editar | editar código-fonte]

Dentro da interpretação criacionista de terra jovem, as camadas sedimentares que formam a coluna geológica se formaram rapidamente. Existem muitos exemplos de rápida formação de camadas. Veja:

Na década de 60, o rio Bijou Creek que fica no estado do Colorado, EUA, produziu um depósito de sedimentos de 3,5 metros, numa única enchente, resultante de 48 horas de chuvas torrenciais na sua cabeceira. Este depósito produzido pelo transbordamento do rio foi estudado minunciosamente pelo geólogo americano Edward McKee. Ele observou que o depósito era um sistema de camadas formadas simultaneamente, onde os sedimentos haviam sido depositados na mesma forma estratigráfica encontrada nas rochas da coluna geológica.[28] Dr. Guy Berthault realizou experimentos confirmando o que havia sido observado por McKee. Os experimentos foram feitos em grandes canaletas com paredes de vidro, por onde passava água contendo sedimentos. Assim a deposição dos sedimentos podia ser observada.[29]

A coluna geológica, como apresentada, não é encontrada praticamente em nenhum lugar.[30] Apenas 15 a 20% da superfície da Terra apresentam um terço destes períodos na ordem consecutiva proposta pela evolução.[31] Obviamente o Princípio da Continuidade dos Estratos e o Princípio da Identidade Paleontológica baseados numa interpretação cronológica da ordem estratigráfica estariam longe de ser consistentes com a evidência. Existem mais de 200 formações geológicas, só nos Estados Unidos, que aparecem na ordem errada, segundo a ordem proposta pela estratigrafia convencional. [32]

Em um relatório apresentado pelo professor Francis Simmons Holmes à Academy of Natural Sciences referente à sua pesquisa no cemitério fóssil de Ashey Beds, ele descreveu o cemitério fóssil da seguinte forma: "Vestígios de porco selvagem, cavalos e outros animais de datação recente encontram-se misturados com ossos humanos, mastodontes e lagartos gigantes extintos."[33]


Este artigo sobre geologia e paleontologia está baseado no livro Como tudo começou, Adalto lourenço, 1ºedição em português, 2007, cap.5



Astronomia e astrofísica[editar | editar código-fonte]

Atualmente, a teoria mais aceita acerca da origem do universo é a do Big Bang, que diz que a Terra e o Universo possuem 13 bilhões e anos ou mais. (ver Big Bang)

Os três pilares da teoria do Big bang são:[34]

• Abundância de elementos existentes no universo (Quantidade de matéria criada)

•Desvio espectrográfico das galáxias para o vermelho (Um universo em expansão)

• Radiação de fundo (Temperatura residual da explosão inicial)

Agora, vamos estudar tais evidências.

A energia e a massa faltantes[editar | editar código-fonte]

O universo é dinâmico. Ele está funcionando. Mas para que ele esteja tão organizado como está durante bilhões de anos, é preciso de mais matéria, pois caso contrário, o universo estaria dispersado e sem forma, e para que o universo esteja em expansão, é preciso de muita energia. Vamos ver as propostas e as evidências a respeito.

Observando um grupo de galáxias no aglomerado de Coma, por exemplo, as galáxias giram em torno de si a toda velocidade, mas a massa não é suficiente para impedir a dispersão, ou seja, se isso estivesse acontecendo durante bilhões de anos, as galáxias iriam se dispersar. A teoria do Big Bang sugere que o Universo se expande mais e mais rapidamente, acelerando a sua expansão. A quantidade de energia necessária para causar esta aceleração é enorme, essa energia é chamada de energia escura. Hoje, a cosmologia nos diz que a composição do universo é composto de 73% de energia escura, 23% de matéria não-bariônica e 4% de matéria bariônica. Porém, apenas a matéria bariônica é conhecida. Os astrofísicos calcularam a taxa de matéria bariônica que seriam cerca de 4% da densidade crítica. Agora, para explicar a geometria plana do universo, a matéria total do universo deve representar 30% da densidade crítica (os restantes 70%, sendo a energia escura).[35]

Composição aproximada do universo segundo cosmologia do Big Bang: 70% energia negra(desconhecida); 25% matéria escura(desconhecida); 4% hidrogênio e hélio; 0,5% estrelas; 0,03%neutrinos; 0,03% os demais elementos.

Em outras palavras. A teoria do Big Bang sugere que o Universo se expande mais e mais rapidamente, acelerando a sua expansão. Porém a gravidade iria impedir essa expansão, pois as galáxias iriam atrair umas às outras. Sabemos que matéria interage com matéria através da gravidade. Ou seja, para que se prove que o Universo está expandindo, é necessário que se prove quais são as forças que atuam no sentido contrário ao da força da gravidade.[36]

Para que o universo tivesse a forma e a estabilidade que encontramos nele hoje, dados os bilhões de anos propostos pela teoria do Big Bang, muito mais matéria deveria existir.[37]

No dia 11 de fevereiro de 2003, foi publicado um artigo por um grupo de cientistas, afirmando terem calculado a idade do universo. A idade apresentada foi 13,7 bilhões de anos ± 200 milhões de anos.[38]

Os pesquisadores levaram em consideração fatores como a composição teórica do universo (4% de matéria bariônica, como átomos e partículas, 22% de matéria escura e fria e 74% de energia negra exótica, aproximadamente), mais a temperatura indicada pela radiação de fundo. Na conclusão do artigo aparecem as seguintes perguntas: O que é energia negra? O que é matéria escura? Qual é o modelo físico por trás do período inflacionário (ou semelhante ao que chamamos de inflacionário)?[39]

Para que o universo tivesse a forma e a estabilidade que encontramos nele hoje, dados os bilhões de anos propostos pela teoria do big bang, muito mais matéria deveria existir.[40]

Mas, se o universo tiver apenas alguns milhares de anos, a sua estrutura observada é perfeitamente coerente com a idade. Não teria havido tempo suficiente para que forças e campos gravitacionais produzissem uma distorção no universo, desestruturando-o.[41]


Redshift: no centro do universo[editar | editar código-fonte]

Uma animação ilustrando como o efeito Doppler age no som do carro. Note que à esquerda, a frequência relativa a um observador parado é maior, enquanto no sentido oposto é menor.

O redshift é interpretado como um universo em expansão. Veja a animação ao lado. Observe que quando o carro está em movimento, suas ondas fico mais juntas na direção do movimento, e ficam mais distantes na parte de traz. O mesmo ocorreria com as galáxias, por exemplo. Se a galáxia estivesse se afastando de nós, suas ondas (luz) ficariam mais distantes, e dessa maneira, a luz ficaria mais para o lado do vermelho. Mas se a galáxia estiver se aproximando de nós, suas ondas ficariam mais juntas, e a cor ficaria mais para o lado do vermelho (efeito Doppler). (ver efeito Doppler e redshift)

Imagine que este ponto seja uma galáxia. Note que na direção em que a "galáxia se desloca", as ondas ficam mais próximas (a frequência fica mais alta). E atrás do ponto, as ondas ficam mais distantes. A luz é radiação eletromagnética, e essas ondas representam a luz. Quando as ondas ficam mais juntas, vemos uma cor mais azulada, pois as diferenças de cores são frequências de ondas diferentes.

Em 1913, Melvin Slipher, um astrônomo americano, anunciou que um estudo feito em cerca de doze nebulosas mostrava que a maioria delas estava se afastando da Terra em velocidades de milhões de quilômetros por hora. Slipher foi um dos primeiros pesquisadores a usar o efeito Doppler para medir velocidades de grandes objetos celestiais. Edwin Hubble observou esta mudança da cor do espectro das galáxias. A esta mudança foi dada a interpretação de que o universo estaria em expansão.[42]

Porém, esta teoria enfrenta problemas, como:

  • Galáxias interconectadas possuem desvios espectrográficos diferentes.[43]

Ou seja, galáxias que estão interconectadas possuem velocidades diferentes (sobre isso, veja o tópico: O universo incompleto).

  • Desvios que se agrupam em valores específicos (diferentes). Esses valores são indicados pelo símbolo z. Os valores de z que as galáxias tendem a assumir são 0,06; 0,3; 0,6; 0,9; 1,4 e 1,96. Isto traz duas importantes conclusões: que as galáxias possuem velocidades preferidas (diferentes), o que, se tratando de galáxias, não faz sentido, e esta recessão implica que a Terra está numa posição única. Uma posição que não fosse única poderia explicar a recessão observada, mas os valores de z (redshift) apareceriam de forma contínua e não em intervalos distintos como foi observado. Isto implica diretamente que nossa galáxia estava no centro ou muito perto do centro do universo.[44]
  • O desvio para o vermelho implica também uma diminuição da freqüência. Uma vez que a energia da luz é proporcional à sua freqüência, isto pode implicar numa perda de energia. Até o momento, a teoria do big bang não oferece explicações para esta possível perda de energia.[45]

E na verdade, o desvio espectográfico têm outras interpretações: O astrônomo Fritz Zwicky já havia proposto, em 1929, que o desvio rara o vermelho seria causado pela perda de energia da luz, ao viajar pelo espaço. Esta proposta ficou conhecida como a “teoria da luz cansada”. Esta teoria continua sendo estudada e pesquisada ainda hoje, por ser uma forte alternativa.[46] Outra cosmologia estática, proposta por I. E. Segai, apresenta o desvio para o vermelho diretamente proporcional à curvatura do espaço.[47]

V. S. Troitskii desenvolveu um modelo cosmológico no qual ele interpretou o desvio para o vermelho como conseqüência da diminuição da velocidade da luz.[48]

Até mesmo quando a luz subisse o campo gravitacional da estrela ou galáxia ela perderia energia. Ou seja, o redshift pode ser uma perda de energia, não um efeito doppler (universo em expansão). Atualmente muitos cosmólogos acreditam que a correlação encontrada por Hubble e os dados atuais representam a expansão das ondas de luz e não um efeito Doppler. Estudos a respeito do redshift levaram a uma descoberta incrível, que desafia a teoria do Big Bang, que diz que não pode haver um local ou uma direção preferencial no universo.[49]

O desvio espectrográfico para o vermelho (redshift) tem sido estudado durante estes últimos 80 anos. No ano de 1929 Edwin Hubble publicou os resultados de suas pesquisas sobre o redshift. Ele demonstrou que havia uma relação entre o comprimento de onda , o desvio e a distância da fonte de luz em relação a Terra. Suas considerações seguiam as mesmas linhas interpretativas de Vesto Slipher e outros, argumentando que as mudanças nos comprimentos das ondas era um efeito Doppler, produzido pela velocidade da fonte de luz em relação a Terra.[50]

William Tifft, durante a década de 70, começou a utilizar uma técnica padrão de estatística para averiguar regularidades nos dados obtidos. Tifft então observou que os valores dez agrupavam-se em intervalos de 0,024% (z = 0,00024), o que corresponderia em termos de um efeito Doppler a uma velocidade equivalente de 72 km/s. Seu trabalho revelou que havia uma periodicidade acentuada para submúltiplos exatos (1/3 e 1/2) da velocidade equivalente de 72,45 km/s. Tifft demonstrou que os redshifts apresentados pelas galáxias eram quantizados.[51]

Em 1996, Tifft uma vez mais demonstrou a importância em compensar os redshifts, levando em consideração o movimento da nossa própria galáxia em relação à micro-radiação de fundo (CMBR). Os agrupamentos antes observados tornaram-se ainda mais distintos e algumas periodicidades menores tornaram-se mais aparentes. Dr. Hussell Humphreys demonstrou que os agrupamentos dos redshifts identificados por Tifft corresponderiam a agrupamentos relacionados com distâncias. O formato espacial de tais agrupamentos seria o equivalente a círculos concêntricos.[52]

Dois intervalos de redshift encontrados por Napier e Guthrie, um de 37,5 km/s e outro de 71,5 km/s corresponderiam a duas distancias com intervalos de 1,6 e 3,1 milhões de anos-luz, respectivamente. Estas descobertas têm implicações profundas no que diz respeito a nossa compreensão do universo e a sua origem. Pelo fato de podermos observar esses agrupamentos, tomando-se o menor intervalo observado por Nappier e Guthrie, de 1,6 milhões de anos-luz, devemos estar a não mais que 100.000 anos-luz do centro desse agrupamento radial.[53]

Em 1997, William Napier e Bruce Guthrie confirmaram as observações feitas por Tifft, afirmando que “...a distribuição do desvio para o vermelho [redshift] tem sido encontrada de maneira fortemente quantizada num plano de referência galactocêntrico."[54]

Por plano de referencia galactocêntrico, Napier e Guthrie estavam aludindo a um plano de referência perfeitamente parado com respeito ao centro da nossa galáxia.[55]

Radiação de fundo[editar | editar código-fonte]

Na década de 1960, cientistas detectaram um sinal vindo de todas as direções do espaço. Este sinal, possuía um espectro de radiação idêntico ao de um corpo negro.

Imagem WMAP (Wilkinson Microwave Anisotropy Probe) da anisotropia da radiação cósmica de fundo em micro-ondas. (Março de 2006)

A temperatura correspondente a esta radiação era de 2,726 Kelvins (aproximadamente 270° Celsius abaixo de zero). Assim, a temperatura do espaço tem sido medida por dois satélites: COBE e WMAP. O WMAP avaliou as temperaturas entre 2,7249 Kelvins a 2,7251 Kelvins.[56]

De acordo com a teoria do Big Bang, o universo começou extremamente quente e foi esfriando com o decorrer do tempo. (ver Big Bang)


O modelo ΛCDM (Lambda-Cold Dark Matter) utilizado atualmente pela cosmologia do Big Bang, procura explicar as observações da micro-radiação cósmica de fundo (cosmic microwave background), das estruturas de grande escala e das supernovas. É o modelo usado também para determinar a idade teórica do universo: 13,7 x 109 anos. O modelo usa uma constante cosmológica Λ introduzida por Albert Einstein através da equação de campos modificada.[57]

Mas se trocarmos as condições iniciais (o universo começou frio e está esquentando), então o resultado será menor. Já que as estrelas produzem calor, esse calor iria "esquentar" cada vez mais o universo. A baixa temperatura inicial também vem das considerações da termodinâmica, que propõe baixas temperaturas no início de um processo, até que este atinja uma temperatura de equilíbrio com o meio ou uma temperatura de equilíbrio de funcionamento.[58]

A cosmologia do big bang diz que o calor referente à temperatura inicial (início com calor extremo) foi dissipado durante aproximadamente os últimos 1 bilhões de anos, atingindo uma temperatura atual de cerca de 3 Kelvins. Portanto, a temperatura do universo teria passado por uma alteração. Esta alteração da temperatura também aparece na cosmologia criacionista, a qual propõe que o universo foi criado num elevado estado energético, altamente estruturado e organizado, porém frio. O cálculo da idade do universo, nesta proposta criacionista, também está relacionado com o tempo envolvido para que a temperatura do universo se alterasse de um valor inicial até o valor de 3 Kelvins medidos hoje. Em outras palavras, quanto tempo demorou para que o universo aquecesse 3 Kelvins desde a sua criação? Obviamente não teriam sido os bilhões de anos propostos pela teoria do big bang.[59]

supernovas[editar | editar código-fonte]

De acordo com as observações astronômicas, galáxias como a nossa experimentam cerca de uma supernova (uma estrela explodindo violentamente) a cada 25 anos. Os restos de gás e poeira resultantes de tais explosões (como a Nebulosa Caranguejo) se expandem rapidamente e devem permanecer visíveis por mais de um milhão de anos. Porém nas partes mais próximas de nossa galáxia em que poderíamos observar tal gás e conchas de poeira, encontramos apenas cerca de 200 restos de supernovas. Este número é consistente com apenas cerca de 7.000 anos de supernovas.[60]


Luz de corpos celestes distantes provam que o universo é antigo?[editar | editar código-fonte]

Espaço riemanniano[editar | editar código-fonte]

A questão da distância percorrida está relacionada com o conhecimento da curvatura do tempo e do espaço.[61] Geralmente considera-se a distância das estrelas e das galáxias até nós como num espaço plano ou euclidiano. Mas existe também a possibilidade de a distância estar num espaço hiperbólico ou riemanniano, o que faria com que objetos parecessem muito mais distantes do que na realidade estão. Portanto, antes de afirmar que o universo não poderia ser jovem, tendo como base o argumento da luz proveniente das estrelas e das galáxias, é necessário provar que a distância medida é real e que se encaixa perfeitamente no plano de curvatura real do universo, sendo a velocidade da luz constante em todos os pontos do universo.[62]

Veja a equação para conversão do espaço euclidiano em espaço riemanniano:


S = 2R tan-¹[d/2R]


, onde d é a distância euclideana (reta) e R é o raio da curvatura.

A luz de uma galáxia a dez bilhões de anos-luz (espaço euclidiano) levaria apenas dez mil anos (espaço riemanniano) para chegar até nós, caso o universo tivesse uma curvatura riemanniana de 3.183 anos-luz.[63]

A Pressuposição da Rigidez do Tempo[editar | editar código-fonte]

A pressuposição de que o tempo é igual para todos é falsa. Existem maneiras através das quais a não rigidez do tempo pode permitir que a luz proveniente de pontos muito distantes chegue até nós numa escala de tempo relativamente pequena. Albert Einstein descobriu que movimento e gravidade afetam a passagem do tempo. Por exemplo, quando um objeto está num movimento muito próximo ao da velocidade da luz, o seu tempo é desacelerado. Isto é chamado de dilatação do intervalo de tempo. O mesmo se dá com a medição do intervalo de tempo entre um relógio posicionado ao nível do mar e um outro numa montanha. O relógio posicionado ao nível do mar, por estar mais próximo da fonte da gravidade, teria também o seu tempo desacelerado. Por exemplo, a luz das estrelas que demoraria bilhões de anos para chegar até nós (medida por relógios posicionados no espaço profundo – “deep space clocks”) chegaria à Terra em alguns milhares de anos, medida por relógios daqui. Isto ocorreria naturalmente se a Terra estivesse numa cavidade gravitacional (“gravitational well”). Suponhamos que o sistema solar esteja localizado próximo do centro de um número finito de galáxias. Esta proposta é totalmente consistente com a evidência e, portanto, uma possibilidade perfeitamente rasoável (agrupamento radial, que veremos mais adiante). Neste caso, a Terra estaria localizada nesta cavidade gravitacional. Isto significa que muita energia teria que ser utilizada para levar algo para uma posição distante desse centro. Nessa cavidade gravitacional, nós não sentiríamos nenhum efeito gravitacional anormal, mas os nossos relógios estariam muito mais lentos do que os relógios posicionados em outros pontos distantes. Sendo que a expansão do universo é aceita pela maioria dos astrônomos atuais, o universo teria sido menor no passado, fazendo com que a diferença entra os relógios na terra apresentassem uma desaceleração quando comparados com relógios em pontos distantes do universo. Assim sendo, a luz proveniente de galáxias distantes teria chegado até a terra em apenas alguns poucos milhares de anos, quando medida por relógios na terra, em comparação com bilhões de anos, quando medida por relógios distantes da terra.

Ver [http:// Universo Criacionista-Criacionismo-Astronomia]



Conclusão[editar | editar código-fonte]

A própria teoria do Big Bang possui um problema seríssimo com a questão do tempo de viagem da luz. De acordo com este modelo, a luz teria que percorrer uma distância muito acima da que lhe é permitida, dentro de um período de 14 bilhões de anos (idade do universo proposta pela teoria do big bang). Esta dificuldade é conhecida como o "problema do horizonte". Nossos relógios deveriam estar sincronizados com o retante do universo. (Para mais informações, ver [http:// Universo Criacionista-Criacionismo-Astronomia]


Estudos feitos a respeito do redshift mostrou um agrupamento radial, que mostra que estamos a não mais que 100.000 anos-luz do centro do universo. Se estamos no centro, é provável que estejamos em um poço gravitacional também, o que nos daria a impressão de que a luz de corpos celestes distantes tenha levado milhões de anos para chegar até aqui, pois nossos relógios sofreriam a dilatação do tempo. O próprio movimento de rotação de nossa galáxia geraria essa dilatação, e estamos a 26 mil anos luz do centro.

Há evidências observacionais que desafiam a ideia de um universo em espansão como o das galáxias interconectadas que possuem possuem desvios espectrográficos diferentes. Isto significa que galáxias que estão interconectadas possuem velocidades diferentes. E para isso, tem de haver energia negra, que iria agir contra a gravidade para que as galáxias não atrairem umas às outas. E também há desvios que se agrupam em valores específicos. Isto implica diretamente que nossa galáxia estava no centro ou muito perto do centro do universo.[64]

O desvio para o vermelho implica também numa diminuição da freqüência. Sendo que a energia da luz é proporcional à sua freqüência, isto pode implicar numa perda de energia. Até o momento, a Teoria do Big Bang não oferece explicações para esta possível perda de energia.[65]

Além disso, mostra que o universo possui um centro e que estamos bem próximos dele (ao contrário da teoria do Big Bang, que diz que não pode haver um local ou uma direção preferencial no universo). E, de acordo com a teoria do Big Bang, existe muita massa faltante no universo (caso ele seja muito antigo e esteja realmente em expansão), mas se o universo for recente, então não há necessidade de toda essa matéria (matéria escura e energia escura, que são desconhecidas).

Também, se trocarmos as condições iniciais (universo começou frio e está aquecendo), teremos uma idade para o universo bem menor. O calor pode vir das estrelas, e a quantidade de hélio no universo pode ser também produzido pelas estrelas, não pelo Big Bang.[66]

Métodos de datação radiométricos[editar | editar código-fonte]

Atualmente, métodos de datação radiométricos têm sido usados como prova de que a Terra é antiga. Eles funcionam da seguinte maneira. É pega uma rocha e é medida a quantidade de elementos, por exemplo, o urânio e o chumbo. Se tiver metade de urânio e metade de chumbo, ou seja, o urânio tiver alcançado sua meia-vida, quer dizer que a rocha possui 4,5 bilhões de anos.

Neste processo, porém, não são usadas pressuposições prováveis, tais como a existência anterior de elementos resultantes do decaimento ou da alteração quase certa por algum fator físico qualquer (p. ex., exposição a intempéries, contato com temperaturas elevadas, movimentos vulcânicos ou tectônicos etc.).

Métodos de datação para idades antigas[editar | editar código-fonte]

A datação radiométrica é o procedimento do cálculo da idade absoluta de uma rocha e dos minerais que contém certos radioisótopos (isótopos radioativos). Em outras palavras, é o procedimento do calculo da idade absoluta de uma rocha por meio da medição da quantidade de energia emitida pelos elementos radioativos.

Este processo de datação baseia-se na tendência que certos átomos de elementos químicos demonstram para emitirem partículas e radiação a partir dos seus núcleos instáveis, esta emissão designa-se por radioactividade.

Quando um núcleo radiactivo se desintegra, os produtos formados podem ser instáveis, desintegrando-se posteriormente até encontrar um equilíbrio. A transformação nuclear designa-se decaimento radioactivo.

Tabela dos radioisótopos mais utilizados
Isótopo-pai Isótopo-filho Meia-vida (anos) Materiais datados
Urânio (U-238) Chumbo (Pb-207) 4,5*10^9 Zircão
Urânio (U-235) Chumbo (Pb-207) 0,7*10^9 Zircão
Potássio (K-40) Árgon (Ar-40) 1,4*10^9 Biotita, moscovita, rochas vulcânicas
Carbono-14 (C-14) Azoto (N-14) 5730 Conchas, calcários, materiais orgânicos

Um os principais métodos para datação radiológica para longas idades são: urânio-chumbo(meia-vida de 45 bilhões de anos); potássio-argônio(meia-vida de 1,3 bilhões de anos); rubídio-estrôncio(meia vida de 47 bilhões de anos). Meia- vida é o tempo que leva para que metade do elemento decaia para outro. Exemplo: o urânio leva 45 bilhões de anos para que metade dele decaia para o chumbo.[carece de fontes?]

Esses são métodos usados para datar rochas e fósseis. Esses métodos são usados como prova de que a Terra tem bilhões de anos. Porém, vamos ver os resultados de um teste usando três métodos em algumas rochas para vermos se eles dão um resultado igual ou pelo menos próximos. Foram pegas rochas do tipo basalto, no Grand Canyon, e os resultados foram estes:[carece de fontes?]

método urânio-chumbo = 2,6 bilhões de anos; método rubídio-estrôncio = 1,27 bilhões de anos a 1,39 bilhões de anos; método potássio-argônio = 10 mil anos a 117 milhões de anos.

Note que o resultado abrange bilhões de anos, ou seja, cada método apresenta uma idade totalmente diferente do outro.

Mas agora, veja que o mesmo método pode apresentar idades totalmente erradas. Um teste foi feito com o método potássio-argônio com lavas solidificadas do vulcão Kilauea, abaixo do nível do mar:

550m = 220 mil anos / 1400m = 6,3 milhões de anos / 2590m = 42,9 milhões de anos / 3420m = 14,1 milhões de anos / 4680m = 30,3 milhões de anos / 5000m = 19,5 milhões de anos Porém, sabe-se que o vulcão kilauea não tem mais de 1000 anos (registro histórico).

Outro exemplo: de acordo com a teoria evolucionista, as aves evoluíram dos dinossauros (Caudipteryx é considerado elo entre dinossauros e aves/datação de 125 milhões de anos, Província Liaoning-China-1998). Mas foi descoberto uma ave que viveu 100 milhões de anos antes dos dinossauros (Lago Quirquízia, Ásia,1969. Descobridor: Alexander Sharov).[carece de fontes?]

Este é um outro exemplo de erros. Uma camada de cinzas vulcânicas na África Oriental, chamada de tufo KBS, ficou famosa por causa dos fósseis humanos encontrados nas suas proximidades.[67]

Réplica do crânio KNM ER 1470

Usando o método potássio-argônio (K-Ar), Fitch e Miller foram os primeiros a medir a idade do tufo. Mas seu resultado, de 212–230 milhões de anos, não concordou com a idade dos fósseis (elefante, porco, símios e ferramentas), por isso rejeitaram a data. Disseram que a amostra fora contaminada com argônio em excesso[68] .

Usando novas amostras de feldspato e pedra-pomes eles dataram “com segurança” o tufo em 2,61 milhões de anos. Mais tarde, essa data foi confirmada por outros dois métodos paleomagnetismo e traços de fissão (fission-track), e foi amplamente aceito. Então Richard Leakey encontrou um crânio (chamado KNM-ER 1470) abaixo do tufo KBS, um crânio que pareceu muitíssimo moderno para ter 3 milhões de anos de idade.[carece de fontes?]

Assim, Curtis e outros re-dataram o tufo KBS usando amostras selecionadas de pedras-pomes e feldspato, e obtiveram uma idade de 1,82 milhões de anos. Essa nova data estava de acordo com a aparência do novo crânio[69] .

Testes de outros cientistas que usaram paleomagnetismo e fission-tracks confirmaram a idade menor. Então, nos anos 1980, apareceu uma nova data, em notável acordo com o tufo KBS, e esta se tornou a mais amplamente aceita.[carece de fontes?]

Tudo isso ilustra que, contrariamente ao senso comum, os métodos de datação não são o meio principal de se determinar as idades. Os métodos de datação não levam a, eles seguem. Seus resultados são sempre “interpretados” para concordar com outros fatores, tais como a interpretação evolucionista da geologia e fósseis. Além disso, chega-se a conclusão de que os métodos são usados de acordo com o que se quer, e que apresentam idades diferentes entre si.

A questão do Helio[editar | editar código-fonte]

Acredita-se que cerca de 90% do calor produzido no interior da Terra é proveniente da radioatividade dos isótopos 238U e 232Th.

Isso produziria bastante Helio, que com o tempo se desprenderia das rochas. Uma quantidade muito pequena deste Helio se perderia no espaço. Ou seja, temos dois grandes reservatórios de Helio para estudar: a crosta da Terra e a atmosfera. Se soubermos quanto Helio é produzido, o quão rápido ele consegue escapar e quanto dele se perde no espaço, poderíamos calcular a quanto tempo que este processo vem ocorrendo. A quantidade de gás Helio na atmosfera terrestre é de apenas 0.000724%. As taxas de difusão e dispersão do Helio são tão altas, que, se este processo estivesse em atividade por bilhões de anos, muito do Helio produzido teria chegado ate a nossa atmosfera, mas toda essa imensa quantidade de Helio não se encontra na nossa atmosfera.

Alguns poderiam pensar que o Helio encontra-se no “topo” da atmosfera, mas o gás Helio encontra-se misturado com os demais gases que compõem a atmosfera. E o Helio não pode ter “escapado” da nossa atmosfera e se perdido no espaço sideral, pois pela teoria cinética dos gases pode se verificar que uma fração muito pequena escaparia para o espaço.[70]

Na década de 90, Dr. Larry Vardiman, cientista da área das ciências atmosféricas, demonstrou que, mesmo que o Helio estivesse escapando para o espaço durante bilhões de anos, a atmosfera atual possuiria uma quantidade imensa de Helio. A atmosfera atual possui apenas 0,04% de todo o Helio que teria sido produzido durante um período tão longo assim.[71]

Dinossauros e humanos[editar | editar código-fonte]

Assume-se, hoje, que os dinossauros foram extintos há cerca de 65 milhões de anos.[72]

Na literatura antiga, geralmente eram usados os nomes “serpentes” para designar répteis. É por isso que o nome “dinossauro” não seria usado nas inscrições antigas, mas sim o nome “serpente”. O nome “dinossauro” foi criado recentemente, em 1841.[73] E há também evidências científicas. Um fóssil de um Tyrannosaurus rex datado de 65 milhões de anos continha material biológico: vasos sanguíneos, células, fragmento elástico, aparência de fresco e tecido fibroso. (Descoberta feita por Dr. Mary Schweitzer, Montana University, publicação em março de 2005).

No registro fóssil, há pegadas humanas e pegadas de dinossauro juntas na mesma rocha. [74]

No registro arqueológico: Pedras Ica – Peru. Artefatos humanos com desenhos de dinossauros. Cerca de um terço das rochas mostram um tipo específico de dinossauro.[75]

E há também relatos do épico Anglo-Saxônico Bowulf (495-583 A.D.). Beowulf da Escandinávia matou um monstro chamado Grendel, a mãe deste monstro, vários monstros marinhos, e perdeu a sua vida aos 88 anos numa batalha para matar um réptil voador. (as medidas do réptil voador são as mesmas de um Pteranodonte – 8m de envergadura, calda longa, pele da asa como a pele de um morcego, cabeça semelhante a uma machadinha de guerra). A descrição do monstro Grendel: era jovem (cerca de 12 anos); era bípede (como um homem); tinha dois pequenos braços(um foi arrancado por Beowulf); ele era um muthbona - um que mata com as mandíbulas; sua pele era impenetrável aos golpes de espada. Essa descrição é semelhante a de um Tiranossauro.[76]

Na praia de Moore na baía de Monterey, Califórnia-1925, foi encontrado uma cabeça que tinha o pescoço com aproximadamente 6 metros de comprimento (plesiossauro) em estado de potrefação.[carece de fontes?] No dia 25 de abril de 1977-Costa da Nova Zelândia, foi encontrado uma carcaça de um animal por um navio japonês. Porém, jogaram a carcaça fora. Fizeram até um selo comemorativo pelo acontecimento. Características: cobertura de fortes fibras dérmicas; tecido do tipo adiposo(gordura); músculos vermelhos; cheiro de mamífero(não de amônia dos peixes); cabeça dura; narinas na frente do crânio; quatro nadadeiras(ossos nas nadadeiras); e etc. Alguns dizem ser uma carcaça de um plesiossauro, outros dizem ser de um tubarão baleia.[carece de fontes?]

Também há relatos na África Equatotial, de povos nativos, de um animal chamado por eles de Mokele Mbembe. Descrições: coloração marro-acinzentada; tamanho aprox. de um elefante (4,5 a 9,0 m de comprimento); pescoço bastante longo e flexível; cauda longa e musculosa; patas traseiras com três garras; habita nas cavernas das encostas dos rios Ubangi, Sangha e Ikelemba; não é carnívoro.[carece de fontes?]

Encontramos também duas descrições bíblicas a respeito de animais estranhos: o primeiro (behemoth) parece com um Apatossauro, Diplodoco ou um Braquiossauro(de acordo com as descrições). O segundo (leviatã) ainda não descobriu-se algum animal parecido. (Jó 40:15-24, 41:1-34).

Recentemente, paleontólogos trabalhando na China encontraram a mais antiga coleção de embriões fossilizados de dinossauros até o momento. Os paleontólogos também descobriram evidências de material orgânico dentro dos ossos. Ao fazer análises químicas dos fósseis, eles encontraram restos de fibra de colágeno, uma proteína normalmente encontrada em esqueletos. "Os ossos de animais antigos são transformados em rocha durante o processo de fossilização. Ter encontrado restos de proteínas nesses embriões é realmente incrível, especialmente porque os espécimes são mais de 100 milhões de anos mais antigos do que outros fósseis que contenham material orgânico semelhante”, diz Reisz, pesquisador da Universidade de Toronto responsável pelo estudo.[77]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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  40. PeterColes, TheEndoftheOldModeíUniverse, Nature, 1998,393,25 dejunho de 1998, p.741. Uma explicação detalhada de forma mais simples aparece no livro por John Byl, Deus e Cosmos, Editora PES, 2003, p. 98-100.
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  55. Como tudo começou, Adalto Lourenço, 1ª edição em português, pág. 100
  56. Como tudo começou, Adalto Lourenço, 1ª edição em português, pág. 80
  57. Como tudo começou, Adalto Lourenço, 1ª edição em português, pág. 247
  58. Como tudo começou, Adalto Lourenço, 1ª edição em português, cap. 3
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  73. Criação ou evolução: como tudo começou. , disco 3, “os dinossauros e o homem”
  74. Turkmenia (Alexander Romashki, “Tracking Dinosaurs”, Moscow media, Nº 24, p.10. Arizona (Paul O. Rosnau et al., “Are Human and Mammal Tracks Found Together with teh Tracks of Dinosaurs in the Kayenta of Arizona?”, Partes I e II, Creation Research Society Quarterly; Vol 26, Setembro 1989, p. 41-48 e Dezembro 1989, p. 77-98).
  75. Dr. Javier Cabrera (Antropólogo Cultural, Peru). Há muitos detalhes de desenhos de dinossauros nas pedras.Geology, 12/1992, v. 20, Nº. 12, p.1068-1070
  76. Criação ou evolução: como tudo começou. , disco 3, “os dinossauros e o homem”
  77. Nature, 10 de abril de 2013

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]