Criatura lendária

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Criaturas lendárias, mitológicas ou fantásticas são criaturas fictícias presentes na mitologia ou no folclore. Podem ser criadas em certas regiões do mundo e em outras não, ou então a mesma criatura pode ter significados ou lendas diferentes em regiões diferentes.Feitas de cera ou de algum pó magico.

As criaturas lendárias podem ter elementos ou atributos sobrenaturais, como cuspir fogo (caso do Dragão), um tamanho aberrante (caso do Monstro do lago Ness e o Kraken) ou ser composta por partes de vários seres (caso da Esfinge e Quimera).

Algumas criaturas lendárias cuja existência é sugerida atualmente, como o Yeti e o Monstro do lago Ness, são chamadas de criptidos e estudadas pela criptozoologia.

Criaturas lendárias[editar | editar código-fonte]

Anões[editar | editar código-fonte]

Anões são seres humanoides que, segundo várias lendas e contos, trabalham durante anos no fundo da Terra extraindo ouro das suas localidades e fazendo enormes banquetes.Dotados de grande resistência as temperaturas extremas no interior da terra sao conhecidos pela notavel habilidade na forja de metais e artefatos utilizando esses materiais.Criaturas de baixa estatura que se dedicam arduamente a provar sua grande capacidade de superação e força.

Vivem em grandes famílias chamadas de Clãs, Muito Rivais entre si, Podem ter " Vendetas " Vinganças por séculos. Usam sua grande habilidade na forja para tornar-se grandes guerreiros, usam geralmente Machados e manguais como arma de caça e guerra.

Fênix[editar | editar código-fonte]

Segundo a tradição, é uma ave lendária feita de fogo. Vive por 5 séculos, e quando chega a hora da morte dela, prepara um ninho de ervas e gravetos, pronta para pegar chamas, e depois de alguns segundos, renasce das cinzas, para viver mais 500 anos. [carece de fontes?]

Dragões[editar | editar código-fonte]

Dragões estão entre as criaturas lendárias mais conhecidas e apreciadas no mundo todo. São também as criaturas mais temidas em diversos tipos de histórias. Dragões são muito poderosos e seus poderes variam de fogo, água, terra e ar.

Nas diversas mitologias, dragões são descritos de formas muito diferentes.

Faunos[editar | editar código-fonte]

Diz a lenda que é o deus dos bosques, com corpo humano, exceto pelas patas, com forma de um bode; são muito usados em livros, principalmente pela série As Crônicas de Nárnia, como o Sr Tumnus

Muitas lendas falam que são amigáveis e gentis, enquanto outras dizem que são rudes e com ótima sabedoria de guerra. Na mitologia grega, são conhecidos como sátiros

Gnomos[editar | editar código-fonte]

Talvez a criatura lendária com a maior variedade de formas de representação é o Gnomo. Algumas das mais conhecidas são:

  • As formas demoníacas: a forma mais conhecida pelos continentes ocidentais é a forma humanóide deformada, com cores cinzas e negras. Dizem as lendas que é um ótimo lutador e faz estragos que podem até matar.
  • As formas amigáveis: é a forma conhecida também por duende (em jogos de RPG existe uma grande diferença entre eles),
  • Gnomo natalino (duende): ele é famoso por ser amigo do Papai Noel e o ajudar na sua fábrica de brinquedos. Amigável, usa um gorro, tem a forma humanóide pequena, do tamanho de uma criança de seis anos.

Basilisco[editar | editar código-fonte]

O Basilisco nasce de um ovo de galinha chocado por uma rã/cobra, mas existem diversas variações do mito. Plínio, o Velho, o descreve como uma serpente com uma coroa dourada e, no macho, uma pluma vermelha ou negra. Durante a Idade Média era representado como tendo uma cabeça de galo ou, mais raramente, de homem. Para a heráldica, o basilisco é visto como um animal semelhante a um dragão com cabeça de galo; em outras descrições, porém, a criatura é descrita como um lagarto gigante (às vezes com muitas patas), mas a sua forma mais aceita é como uma grande cobra com uma coroa. O basilisco é capaz de matar com um simples olhar. Os únicos jeitos de matá-lo são fazendo-o ver seu próprio reflexo em um espelho, considerando-se que alguém chegue perto o bastante, e o canto do galo.

Minotauro[editar | editar código-fonte]

O minotauro é um ser monstruoso da mitologia grega, meio homem e meio touro, nascido de Pasifae e de um touro branco enviado por Poseidon. O rei Minos fechou-o no labirinto construído por Dédalo. O minotauro alimentava-se de carne humana, e a cidade de Atenas foi condenada a pagar um tributo anual de sete virgens e sete rapazes, que eram dados ao monstro. O minotauro foi finalmente morto por Teseu, um dos jovens enviados para o sacrifício. Essa lenda e o eco do culto cretense ao touro e dos sacrifícios humanos praticados em sua homenagem na época minoica.

Ciclope[editar | editar código-fonte]

Um gigante com apenas um olho, não possui inteligência desenvolvida e é muito forte. Muitas lendas contam que eles matam apenas por diversão. Os ciclopes costumam viver em grutas e cavernas para venerarem o pai deles Poseidon.

Centauro[editar | editar código-fonte]

Animais metade homem e metade cavalo, os centauros são bons e fiéis, tem uma enorme sabedoria e conhecem muito bem a ciência da guerra. São também os deuses da Medicina embora muitos dos Centauros sejam bárbaros e selvagens.(esta visão baseia-se em como são representados em alguns livros de R.P.G. na mitologia Greco/romana seu carater é bestializado e violento exceto por um unico representante Quíron)

Goblins[editar | editar código-fonte]

São criaturas verdes de tamanho pequeno, globlins grandes são chamados orc's ou urk's. São pouco inteligentes, a maioria deles são bárbaros ou ladinos, também há alguns guerreiros entre eles.

Harpias[editar | editar código-fonte]

Criaturas voadoras que parecem morcegos, harpia também é o nome de um animal selvagem voador representado como uma das criaturas aliadas a Zeus na mitologia grega.

As harpias, na mitologia grega, frequentemente representados como aves de rapina com rosto de mulher e seios. Na história de Jasão, as harpias foram enviadas para punir o cego rei trácio Fineu, roubando-lhe a comida em todas as refeições. Muitas pessoas também acreditam que as harpias eram mulheres com asas, bico e pés de pássaros. Mas não há nenhuma afirmação científica neste caso. As Harpias eram irmãs de Íris, Filhas de Tifão e Equídina.

Unicórnio[editar | editar código-fonte]

Acredita-se que o Elasmotherium deu origem ao mito moderno do Unicórnio, como descrito por testemunhas na China e Pérsia.

Apesar de provavelmente ter sido extinto na pré-história, de acordo com a enciclopédia sueca Nordisk familjebok, publicada de 1876 a 1957, e com o cientista Willy Ley, o animal pode ter sobrevivido o suficiente para ser lembrado em mitos do povo russo como um touro com um único chifre na testa.

Ahmad ibn Fadlan, viajante muçulmano cujos escritos são considerados uma fonte confiável, diz ter passado por locais onde homens caçavam o animal. Fadlan, inclusive, afirma ter visto potes feitos com chifres do unicórnio.

Em 1663, perto de uma caverna na Alemanha, foi encontrado o esqueleto de um animal que, especulava-se, seria um unicórnio. As ossadas encontradas na Alemanha eram possivelmente de Mamute com outros animais, montados por humanos de forma equivocada.

A caveira estava intacta e com um chifre único no meio, preso com firmeza. Cerca de 100 anos depois, uma ossada semelhante foi encontrada perto da mesma caverna. Os dois esqueletos foram analisados por Gottfried Leibniz, sábio da época, que declarou que (a partir das evidências encontradas) passara a acreditar na existência de unicórnios.

Segundo a lenda, apenas virgens podem toca-los.

Yeti[editar | editar código-fonte]

Os primeiros relatos ocidentais sobre o yeti no Ocidente foram publicados por exploradores do Himalaia: B. H. Hodgson, cujo guia, no norte do Nepal, viu fugir uma criatura bípede de pelo escuro (que Hodgson pensou ser um orangotango) e o tenente-coronel Laurence Austine Waddell, que viu grandes pegadas que seu guia atribuiu a uma criatura peluda parecida com um macaco, que Waddell concluiu ser um urso.

O rótulo de "Abominável Homem das Neves" foi cunhado pela imprensa em 1921, quando o tenente-coronel Charles Howard-Bury liderou a expedição de reconhecimento do Everest da Royal Geographical Society. Em sua crônica, "Mount Everest The Reconnaissance", 1921 Howard-Bury relata ter encontrado, ao cruzar o passo Lhakpa-la, a 6.400 metros, pegadas do que ele pensou ser um grande lobo a galope, que na neve macia formava um rastro duplo semelhante ao de um homem descalço. Ele acrescentou que seus guias sherpa disseram que as pegadas deviam ser do "Homem Selvagem da Neve", aos quais deram o nome de "metoh-kangmi", "homem-urso das neves". Henry Newman, colaborador do jornal The Statesman de Calcutá, entrevistou os carregadores da expedição quando voltaram a Darjeeling, entendeu erradamente a palavra metoh ("homem-urso") como "sujo" ou "imundo" e substituiu-a em seu texto pelo eufemismo "abominável".

Em 1925, N.A. Tombazi, fotógrafo e membro da Royal Geographical Society, disse ter visto pessoalmente a criatura do alto, a 200 ou 300 metros de distância, perto da geleira Zemu, a 4.500 metros de altitude, como um bípede que mexia em moitas. Duas horas depois, chegou ao local e viu pegadas de forma humana, com 15 a 18 cm de comprimento e 10 cm de largura.

O interesse pelo yeti no ocidente atingiu o auge nos anos 50. Numa expedição ao Everest de 1951, o alpinista britânico Eric Shipton tirou várias fotografias de pegadas aparentemente humanóides na neve. Em 1953, em outra escalada, Sir Edmund Hillary e Tenzing Norgay também disseram ter visto grandes pegadas da criatura, que o segundo julgou ser uma espécie de macaco. Em 1954, o Daily Mail organizou uma expedição especialmente para procurar evidências do "Homem das Neves", do Everest ao Kangchenjunga, que fotografou pinturas simbólicas da criatura no monastério de Tengboche e fotografou pegadas inconclusivas. Também foi obtido, do monastério de Pangboche, um suposto escalpo de pelo avermelhado, cuja análise sugeriu tratar-se de pele das espáduas de algum animal. Era marcada por uma aresta da testa à nuca que não existe no crânio de nenhum animal conhecido, mas desde então foi incorporada na maioria das representações da suposta criatura.

Outras expedições foram feitas e outro suposto escalpo, uma pata e fezes de yeti encontrados e testados. O escalpo de 1960, obtido do monastério de budista Khumjung, mostrou ser feito de pele de goral (Nemorhaedus goral), caprino típico da região. A mão(ou pata), possivelmente humana, foi perdida e as fezes não produziram resultados conclusivos. Outros testemunhos apareceram nos anos 70 e 80 e no início do século XXI. Amostra de pelos obtidas em uma expedição ao Butão de 2001, cuja análise de DNA foi inicialmente reportada como não relacionada a nenhum animal conhecido, foram depois identificadas como de ursos das espécies Ursus arctos e Ursus thibetanus.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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