Criopreservação

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Criopreservação de rebentos de plantas.

Criopreservação ou crioconservação é um processo onde células ou tecidos biológicos são preservados através do congelamento a temperaturas muito baixas, geralmente −196 °C (o ponto de ebulição do nitrogénio líquido).

Criopreservação de células estaminais[editar | editar código-fonte]

A criopreservação de células estaminais é a técnica de isolar e manter as células estaminais a baixas temperaturas para que toda a sua composição permaneça inalterada e a sua viabilidade mantida por tempo indefinido. O processo de criopreservação requer que as amostras de sangue, que contém células estaminais, sejam sujeitas a um arrefecimento moderado e controlado para salvaguardar a viabilidade das células. Após a chegada à temperatura de 196º negativos as células estaminais poderão ser mantidas neste estado por tempo indefinido.

Processo[editar | editar código-fonte]

No momento que as amostras de sangue, que contém as células estaminais, chegam ao laboratório procede-se ao processamento de viabilidade, em que é feita a contagem celular que determina o número de leucócitos, o número de células mononucleadas e o número de células CD34+. Esta fase engloba, ainda, os testes que indicarão se a amostra está ou não contaminada por bactérias, vírus ou fungos. Após a separação celular, em que são separadas as células estaminais das várias células que constituem o nosso sangue, procede-se à fase da Criopreservação – cada amostra é devidamente identificada e rotulada procedendo-se, de seguida, á descida gradual de temperatura, a uma velocidade controlada dos 4ºC até aos 120ºC negativos. De seguida a amostra é colocada num contentor de Azoto líquido à temperatura de -196ºC, podendo ficar criopreservada por tempo indeterminado. O controlo de descida de temperatura diminui a possibilidade de perda de viabilidade celular da amostra evitando a formação de cristais de gelo no seu interior.

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Ver também[editar | editar código-fonte]