Cristal de chumbo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Searchtool.svg
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto e colocar uma explicação mais detalhada na discussão.
Crystbeads.jpg

O cristal de chumbo é um vidro que contém matérias-primas de qualidade bastante superior em pureza, conforme determinações da norma DIN, devendo conter chumbo, além de potássio e bário.

Vidro é a denominação genérica do produto resultante da transformação da areia (SiO2), potássio (K2O), bário (BaO) e cálcio (CaO) em um silicato, após permanecer a uma temperatura em torno de 1500°C por umas 10 horas. Esta é a composição básica utilizada para a fabricação de vidros comuns, como garrafas, vidros para conservas, etc.

Adicionando-se o bórax a esta mesma composição, obtêm-se os vidros de laboratório, que demandam na sua utilização uma maior resistência aos choques térmicos.

Composição[editar | editar código-fonte]

Nos vidros-cristais com composto de chumbo, o somatório das frações mássicas de chumbo e bário deve atingir no mínimo 10% sobre o total da mistura, que apresenta como resultado mais brilho e transparências as peças.

Por exemplo, os cristais com 24% de chumbo são considerados nobres, isentos de qualquer impureza, como determinado pela norma DIN. O teor de 24% PbO é o que proporciona às peças de cristal, maior transparência, maior peso e o inigualável brilho caracteristico das mesmas.1


Referências

  1. Newton, Roy G.; Sandra Davison. Conservation of Glass. LondonButterworths, 1989. ISBN 0-408-10623-9

Ligações externas[editar | editar código-fonte]