Cubismo analítico

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O cubismo analítico (1910 - 1912) é uma fase evoluída do cubismo cézanniano. Apareceu depois da junção do trabalho desenvolvido separadamente por Pablo Picasso e Georges Braque. A forma é analisada num plano, decomposta e montada novamente nesse mesmo plano.[1]

A prioridade dada à forma é máxima, tal que a composição cromática aponte quase para uma só cor.

O objeto é de tal forma distorcido que quase tende para a abstracção, ficando no limite do perceptível e do abstrato. Foi nesta fase que se procedeu a uma teorização do cubismo, sobretudo através do Grupo do Bateau Lavoir.

No cubismo analítico há a predominância de poucas cores (preto, cinza e tons de marrom e ocre).

A esta fase seguiu-se o cubismo de colagens.

Referências

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