Cultura do Equador

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A cultura do Equador é tão diversificada quanto as paisagens do país.[1] A maioria da população é mestiça de europeus principalmente espanhóis com ameríndios, e a cultura equatoriana é também uma mistura destas duas fontes, incluindo também a cultura dos escravos trazidos da África. Cerca de 65% dos equatorianos é de católicos romanos.

O Equador pode ser dividido geograficamente em três partes: a Costa, a Sierra montanhas e El Oriente (o leste, com a região amazônica). As Ilhas Galápagos, também conhecidas localmente como Archipiélago de Colón também pertencem ao Equador.

El Oriente é marcado pela floresta equatorial, a sierra pelas montanhas dos Andes, e a costa por terras baixas que são bastante férteis e usadas para agricultura.

Os incas cultivavam uma grande variedade de espécies de milho, com os quais faziam diversos tipos de farinhas e massas, utilizando-os também para fazer uma bebida chamada de chicha que era consumida em grandes quantidades. A comida inca consistia principalmente de vegetais, pães, bolos e mingaus de cereais (notadamente de milho ou aveia), e carne (assados ou guizados), comumente de caititus (porcos selvagens) e de lhama.

Entre os personagens famosos nascidos no Equador, se incluem os pintores Enrique Tábara, Oswaldo Guayasamín, Eduardo Kingman, Bolívar Mena Franco, Felix Aráuz e Juan Villafuerte; o poeta e estadista José Joaquín de Olmedo; o poeta, filósofo y ensaísta Iván Carvajal Aguirre; o erudito Benjamin Urrutia; o tenista Pancho Segura; e o marchista olímpico Jefferson Pérez.

Referências

  1. Michelle Higgins (05 de abril de 2012). Cultura, cores vivas e paisagens fazem a fama de Quito, no Equador (em português). New York Times Syndicate. UOL. Página visitada em 26 de julho de 2013.