Curtis Manning

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24-title.svg—    Personagem
Curtis Manning
Gênero Masculino
Profissões Diretor de Operações em Campo, CTU LA
Sub-diretor de Operações em Campo, CTU LA
Afiliações CTU
Estado atual Falecido
Temporadas 4, 5, 6
Interpretado por Roger Cross

Curtis Manning é um personagem fictício da série 24 Horas interpretado por Roger Cross. É introduzido na 4ª temporada.

Experiência[editar | editar código-fonte]

Manning serviu o exército americano na época da Operação Tempestade no Deserto. Antes de entrar para a CTU, foi membro de uma unidade especial do Depto. de Polícia de Boston. Mais tarde foi agente de campo e depois diretor-assistente de Operações em Campo da CTU-Boston. Na CTU de Los Angeles, foi assistente e depois Diretor de Operações em Campo durante a 4ª, a 5ª e o início da 6ª Temporada da série, bem como Diretor da CTU na 5ª Temporada.

Dia 4: Apresentação[editar | editar código-fonte]

Curtis aparece primeiramente como o segundo agente em comando da equipe chefiada por Erin Driscoll da CTU. Ele lida apenas com a parte tática no início e com o interrogatório de Richard Heller, filho do secretário Heller, mas atua mais tarde como agente em campo ao lado de Jack Bauer no 4º dia.

Ele teve um caso com Marianne Taylor, com quem rompeu por acreditar que ela estava apenas usando-o para conseguir subir na carreira às custas da posição dele na CTU. Quando a CTU está precisando de pessoal tático, Marianne liga para Curtis conseguir que ela vá para a CTU, mas ele nega, o que a leva a falar com Erin Driscoll, que permite a adesão.

Curtis, apesar de trabalhar com Marianne, não confia nela e fica sempre de olho em suas ações. Ele mostra estar com a razão quando fica provado que ela era uma espiã dos terroristas. Para conseguir informações, Curtis leva Marianne até o escritório de um suspeito para acessar o computador dele. No meio da operação, a equipe de escolta é morta junto com Marianne. Curtis é capturado e interrogado, mas consegue fugir e contatar a CTU a tempo de Jack chegar. Assim, eles dois vão atrás de Habib Marwan, suspeito de organizar os ataques do dia. Marwan consegue escapar, e Jack vai atrás dele, enquanto Curtis volta à CTU levando Audrey Raines, que estava com Jack.

Ao chegar, dá de cara com Tony Almeida, que foi readmitido. Isso desagrada Curtis e leva os dois a entrarem em atrito, principalmente após a saída de Erin Driscoll, quando Tony assume o comando da CTU em vez de Curtis, que era o próximo da cadeia de comando. Curtis participa da caçada a Marwan e de várias outras missões em campo com Jack e eles funcionam bem trabalhando juntos.

Dia 5: Assistência[editar | editar código-fonte]

18 meses depois, Curtis é agora Diretor de Operações em Campo, e é o primeiro a estabeler uma conexão entre os atentados à Michelle, Tony e Palmer com a morte de Jack. Apesar de estar atuando em campo, Curtis é o responsável por restituir Bill Buchanan, Diretor da UCT, após ele ser tirado do comando pelo supervisor da Divisão-UCT Lynn McGill.

Ele também é responsável por acabar com a situação com os reféns no aeroporto, por impedir diversos ataques com gás nervoso e por ajudar Jack na captura do bilionário líder dos terroristas Vladimir Bierko, destruindo as cargas de gás nervoso no processo e acabando com a ameaça. Ele é mais tarde responsável pela captura de Christopher Henderson quando esse fugia após balear Audrey Raines e obter a garvação que provava o envolvimento do Presidente Logan nos eventos do dia.

Seu trabalho, após a UCT ser absorvida pela Segurança Nacional, aparentemente permaneceu inalterado, e sua última participação na Temporada acontece quando é baleado e hospitalizado, sem perigo de vida.

Dia 6: Vingança[editar | editar código-fonte]

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Na 6ª Temporada, Curtis reaparece quando vai junto com Buchanan buscar Jack, que é trazido de volta da China, e entregá-lo ao terrorista Abu Fayed.

Após isso, ele lidera a missão para verificar os escombros do refúgio de Hamri Al-Assad, ex-terrorista falsamente culpado pelos ataques do dia, que foi bombardeado pela CTU, mas Curtis e a equipe não encontram o corpo já que Assad conseguiu fugir do ataque com a ajuda de Jack, que vão atrás de Fayed, o verdadeiro culpado.

Curtis recebe a missão de assistenciar Jack, mas logo demonstra um comportamento estranho e agressivo com Assad, tendo de ser constantemente controlado por Jack. Isso desperta a suspeita de que Curtis e Assad tenham um passado, o que faz Jack mandar Chloe O'Brian verificar o histórico de Curtis.

Ela logo descobre que a equipe de Curtis foi assassinada por ordem de Assad durante uma missão, o que leva Curtis a tentar se vingar de Assad. Mas, quando Curtis está próximo de puxar o gatilho e matar Assad, Jack chega e o impede (já que Assad possuía valor político) com um tiro no pescoço, matando assim Curtis.