Danny Ongais

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Danny Ongais
Ongais, Danny (1984).jpg
Danny Ongais em 1984.
Nome completo Danny Ongais
Nacionalidade    Estados Unidos Norte-americano
Data de nascimento 21 de Maio de 1942 (72 anos)
Registros na Fórmula 1
Anos 1977-1978
Times 3 (Ensign, Penske e Shadow
Campeonatos 0 (26º em 1978)
Pontos 0
Voltas mais rápidas 0
Primeiro GP Estados Unidos GP dos EUA, 1978
Último GP Países Baixos GP dos Países Baixos, 1979
GPs Poles Pódios Vitórias
6 0 0 0
Registros na IndyCar Series
Anos 1996-1998
Times 3 (Menard, Chitwood e Pelfrey)
GPs Poles Pódios Vitórias
3 (2 largadas) 0 0 0

Danny Ongais (Kahului, 21 de maio de 1942) é um ex-piloto de Fórmula 1 e Fórmula Indy dos Estados Unidos.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Início de carreira[editar | editar código-fonte]

Natural de Kahului, no Havaí, foi o primeiro havaiano a disputar as 500 Milhas de Indianápolis. Na F-1, Ongais atuou em seis corridas.

Foi apelidado de Danny On the gas pela sua coragem ao volante dos carros de corrida. Iniciou a carreira com os dragsters americanos, obtendo sucesso. Cansado da categoria, passa a disputar, em 1968, as 500 Milhas de Indianápolis. Estréia com um acidente, e um ano após, corre na Fórmula 5000, quando conhece Ted Field que fica fascinado pelo seu estilo arrojado e o abriga na sua escuderia.

Carreira na Fórmula 1[editar | editar código-fonte]

Na Fórmula 1, debuta em 1977 com uma Penske ligada à equipe Interscope. Disputa as corridas de Watkins Glen e Mosport. Na última, disputada no Canadá, chega em sétimo lugar, disputando com Niki Lauda, James Hunt, Clay Regazzoni e Jody Scheckter.

No ano seguinte, disputa apenas duas corridas com uma Ensign, não conseguindo resultados satisfatórios. Passa à equipe Shadow, contudo, fica em situação ainda pior, não se classificando sequer para as corridas. On the gas termina a sua carreira na Fórmula 1 para concentrar-se na Indy.

Na Fórmula Indy[editar | editar código-fonte]

Ongais em 1984, já na Fórmula Indy.

Em 1978, vence cinco corridas da Fórmula Indy depois ter assinalado oito poles-positions e ter estado no comando de todas em que havia pilotos do porte de Mario Andretti, A. J. Foyt, os irmãos Unser e Tom Sneva. No entanto, não vence o campeonato por causa da fragilidade técnica do seu monoposto que frequentemente o leva a retirar-se das provas.

Em 1981, obtém o terceiro tempo para as 500 Milhas de Indianápolis, mas se envolve em um dos acidentes mais espetaculares e perigosos da história, no qual sai vivo mas com uma perna mais curta cinco centímetros. Recuperado fisicamente, em 1982, participa com uma Lola da equipe Interscope na série IMSA. Vence duas corridas com o seu chefe Ted Field. Abandona as corridas pouco tempo depois, e a aposentadoria dura até 1987, quando se apresenta em Indianápolis, aos 45 anos, na equipe Penske. Bate, fica em coma e é substituído por Al Unser, que vence a corrida.

Nove anos depois, Ongais substitui Scott Brayton, que falecera no Carburation Day (último treino antes da corrida). Aos 56 anos de idade, obtém a sua última chance na Indy. Bate e se procura uma comoção cerebral. Ainda disputou a etapa de Orlando na temporada 1996-1997. Ongais abandona de vez os monopostos em 1998, quando não conseguiu a vaga para a Indy 500 deste ano. Na época, pilotava o carro da pequena equipe Pelfrey.

Sua última aparição ao volante ocorre em 2002, quando guia uma Norma no traçado de Daytona, pelo qual venceu em 1979, com uma Porsche, quando guiava pela Interscope.

Foi o primeiro piloto a "colorir" o volante de um monoposto na história da F1, o único até 2007, quando Lewis Hamilton fez o mesmo.