Darío Conca
| Informações pessoais | ||
|---|---|---|
| Nome completo | Darío Leonardo Conca | |
| Data de nasc. | 11 de maio de 1983 (28 anos) | |
| Local de nasc. | Tigre, |
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| Nacionalidade | ||
| Altura | 1,67 m | |
| Peso | 59 kg | |
| Pé | Canhoto | |
| Apelido | Conquinha, Concategoria | |
| Informações profissionais | ||
| Clube atual | ||
| Número | 15 | |
| Posição | Meio-campista | |
| Clubes de juventude | ||
| 1991 1995–2000 2000–2002 |
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| Clubes profissionais2 | ||
| Anos | Clubes | Jogos (golos) |
| 2002–2008 2004–2006 2006 2007 2008–2011 2011– |
→ → → |
3 (0) 65 (13) 14 (0) 35 (6) 210 (40) 15 (9) |
| Seleção nacional | ||
| 2002 | 9 (1) | |
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Darío Leonardo Conca (Tigre[1], 11 de maio de 1983), é um futebolista argentino que atua como meia-armador. Atualmente, defende o Guangzhou Evergrande, da China.
Conca é um meio-campista conhecido por sua técnica e habilidade na construção de jogadas com a perna esquerda, principalmente nos dribles e passes. Sua baixa estatura (1.67m[2]) e pouco peso (58kg[2]) lhe proporcionam uma agilidade e velocidade que complementam seu estilo de jogo.
Ganhou notoriedade continental após sua participação na Copa Sul-Americana de 2005 quando, atuando pela Universidad Católica do Chile, foi um dos principais responsáveis pela eliminação do Fluminense da competição.[3] Curiosamente, seria no clube carioca que o jogador viveria o melhor momento de sua carreira, sagrando-se campeão brasileiro em 2010 e sendo eleito o melhor jogador do país naquele ano.
Índice |
[editar] Carreira
[editar] Início
Descoberto pelo River Plate em 1991 — quando ainda tinha nove anos —, enquanto jogava futebol em sua escola, Conca passou seis meses nas categorias de base do clube argentino até seu desligamento, motivado pela condição econômica de sua família. Permaneceu sem clube até 1995, quando, com 12 anos, ingressou no Club Atlético Tigre[1], seu clube do coração[4]. Foi pelo Tigre que Conca fez a sua estreia no futebol profissional, em 1998, com apenas 15 anos, em partida válida pela Segunda Divisão Argentina.[1] Agora profissional, Conca foi novamente chamado pelo River; todavia, teve de retornar às categorias de base.[1][5] Em 2003, quando disputava uma vaga na seleção sub-20 que disputaria o Mundial de 2003 nos Emirados Árabes, Conca sofreu a pior lesão de sua carreira: uma fratura na perna direita, que o deixou seis meses afastado do futebol.[1]
[editar] Universidad Católica e Rosario Central
Em 2004, com 21 anos e preterido no River Plate, acertou com a Universidad Católica, do Chile, por empréstimo. Foi no clube chileno que Conca despontou para o futebol sul-americano. Pela Católica, utilizou a camisa 10 na conquista do Clausura de 2005[6] e também na breve participação da equipe na Copa Libertadores da América de 2006.[7] Mas foi na Copa Sul-Americana de 2005 que Conca realmente chamou a atenção: conduziu a equipe chilena às semi-finais da competição, onde foi eliminada pelo Boca Juniors, que viria a se sagrar campeão.
Disputou 85 partidas pela Universidad Católica, marcando 15 gols.[1] Em 2006, com o término de seu contrato de empréstimo, foi obrigado a retornar ao River onde, não sendo aproveitado, foi emprestado novamente, dessa vez ao Rosario Central, da Argentina. Teve uma passagem discreta pelo clube; disputou apenas 11 partidas[8], com o Rosario a ocupar a oitava colocação no Apertura de 2006. Novamente, Conca retornou ao River; e, novamente, transferiu-se.
[editar] Vasco
Em 2007, acertou sua transferência para o Vasco da Gama.[9] Conca estreou pelo clube carioca no dia 13 de maio de 2007, em partida contra o América-RN, substituindo o atacante Alan Kardec.[10] Assumiu a condição de titular em 30 de junho, na derrota por 3x1 para o Cruzeiro[8] e marcou seus dois primeiros gols pelo clube na partida seguinte, uma goleada de 4x0 sobre o Santos.[11][12] Atuando com a camisa 8, Conca chegou a ser escalado como segundo atacante da equipe, formando dupla com Leandro Amaral.[8] Já chamava atenção a habilidade, agilidade e determinação do franzino argentino, que viria a marcar seis gols no Brasileirão daquele ano, competição na qual o Vasco terminou na 10ª posição.
Pela Copa Sul-Americana de 2007, fez cinco partidas pelo Vasco, marcando apenas um gol. Conca fez, ao todo, trinta e cinco partidas pelo clube carioca, marcando sete gols.
[editar] Fluminense
[editar] 2008
O contrato de Conca com o Vasco se encerrava em 6 de janeiro de 2008, e foram iniciadas as negociações para a renovação. Todavia, o River Plate - dono dos direitos federativos do jogador - anunciou que só o negociaria em definitivo.[13] O Vasco não era o único clube interessado no jogador e, apesar do empresário do jogador afirmar que ele não defenderia outro clube brasileiro[14], o então presidente do Fluminense, Roberto Horcades, foi à imprensa e apresentou um contrato firmado com o jogador.[15] Com isso, Conca foi anunciado pelo Fluminense como um dos reforços do clube para a disputa da Copa Libertadores da América de 2008.[16]
No Fluminense, teve a oportunidade de trabalhar novamente com Renato Gaúcho, que fora seu treinador no Vasco da Gama. Estreou pelo clube tricolor em 2 de fevereiro de 2008, em partida válida pelo Campeonato Carioca daquele ano, substituindo o volante Arouca no empate em 1 a 1 contra o Boavista.[17] Marcou seu primeiro gol em 1º de março, na vitória de 3 a 1 sobre a Cabofriense.[18] Com o início da Copa Libertadores, foi poupado das primeiras partidas do Fluminense no Campeonato Brasileiro de 2008 e, apesar de ter iniciado a primeira partida da equipe pela competição continental no banco de reservas, formou, com Thiago Neves, o meio-campo titular do clube carioca durante o restante da competição. Mesmo assumindo um papel de coadjuvante em relação à Thiago, Conca foi decisivo para a boa campanha tricolor na competição: em 30 de abril, nas oitavas-de-final, marcou o gol da vitória da equipe sobre o Nacional da Colômbia.[19] No primeiro jogo da final, disputado no Equador, contra a LDU de Quito, Conca também marcou[20], muito embora tenha desperdiçado sua cobrança de penalty no jogo decisivo.
Após a perda do título da Libertadores e a com a transferência de alguns dos principais jogadores da equipe para outros clubes (como Thiago Neves e Gabriel, Conca assumiu a responsabilidade de livrar o clube do risco de rebaixamento. Com a demissão de Renato Gaúcho e a malograda passagem de Cuca pela equipe, coube à René Simões salvar o clube da degola. Na reta final do Brasileirão daquele ano, Conca chegou a atuar sozinho na armação, à frente de uma linha de três volantes.[8]
[editar] 2009
Em 2009, um imbróglio atrasou a renovação de seu contrato com o Fluminense, o que atraiu o interesse de outros clubes, incluindo o Flamengo, principal rival do tricolor.[21] Diante da perspectiva de perder o seu mais novo xodó, a torcida tricolor iniciou uma campanha na internet para que, através de uma "vaquinha", os próprios tricolores comprassem o passe do jogador, mantendo-o no clube.[22][23] Nas primeiras semanas de janeiro, no entanto, ocorreu a renovação, por mais três anos.[24]
Conca teve um mau início de temporada, chegando a ser barrado pelo técnico René Simões no Campeonato Carioca daquele ano.[25] Com a demissão de Simões, a chegada de Carlos Alberto Parreira ao comando da equipe e a volta de Thiago Neves, Conca voltou a ter um companheiro na armação das jogadas. Foi dele o gol da vitória da reeestreia de Parreira no comando da equipe, na vitória de 2 a 1 sobre o Volta Redonda, em 12 de março.[26] No entanto, teve uma participação discreta na campanha tricolor na Copa do Brasil de 2009, encerrada nas quartas-de-final após empate em 2 a 2 com o Corinthians. Após uma série de maus resultados que culminaram com a entrada da equipe na zona de rebaixamento do Brasileirão, Parreira foi demitido do cargo de treinador do Fluminense, que anunciou o retorno de Renato Gaúcho ao clube.[27]
Com o retorno de Thiago Neves ao Al-Hilal, viu-se novamente solitário na armação de jogadas do Fluminense, assumindo com Fred a responsabilidade de livrar o Flu da má fase.[8] Em 15 de julho, na derrota por 4 a 2 para o Internacional, Conca marcou um gol de cabeça, algo raro para alguém de seu tamanho e porte físico.[28] A má fase de Fred, somada às suas constantes lesões, deixou Conca como único jogador habilidoso do elenco que, em 12 partidas sob o comando de Renato Gaúcho, perdeu seis, empatou cinco e venceu somente uma - uma goleada de 5 a 1 sobre o Sport Club do Recife, na qual Conca colaborou com duas assistências.[29] Àquela altura, o Fluminense ocupava a penúltima colocação da competição.
Em 2 de setembro, após a derrota de 2 a 0 para o Santos, Renato Gaúcho foi demitido e Cuca retornou ao cargo de treinador do Fluminense, que já ocupava a última colocação do campeonato e que, de acordo com o matemático Tristão Garcia, tinha 93% de chances de rebaixamento.[30] Conca marcou o único gol do Fluminense na partida de reesreia do treinador[31], um empate em 1 a 1 contra o Náutico. Após três empates, duas derrotas e somente uma vitória, o Fluminense já tinha 98% de chances de ser rebaixado no Campeonato Brasileiro.[32] Porém, em 10 de outubro a equipe iniciou uma arrancada histórica. Após a vitória de 2 a 1 sobre o Santo André, aquele que viria a ser aclamado como "Time de Guerreiros" pela torcida tricolor[33] emplacou uma série invicta de 11 jogos, comandados por Conca, Fred e Maicon "Bolt", livrando-se do rebaixamento na última rodada, após empate de 1 a 1 com o Coritiba. Conca foi fundamental nessa reta final, contribuindo com sete assistências e quatro gols para a manutenção do tricolor carioca na elite do futebol nacional, sendo aclamado pela torcida como o "Craque da Galera" do prêmio Craque do Brasileirão, através de votação popular.[34]
Apesar de não ter marcado nenhum gol, teve importante participação na campanha do vice-campeonato da Copa Sul-Americana de 2009, sendo o principal homem da bola parada tricolor, marcando dois gols de falta e concretizando três assistências para o Fluminense.[35][36][37]
[editar] 2010
2010, aquele que viria a ser o grande ano da carreira do argentino, começou de forma conturbada: após mau desempenho no Carioca, Cuca foi demitido, mesmo mantendo boa campanha na Copa do Brasil.[38] Em seu lugar, assumiu o então tricampeão brasileiro Muricy Ramalho que, em temporadas anteriores, já havia assumido publicamente o seu interesse em treinar o argentino.[39]
A eliminação da Copa do Brasil[40] e o começo ruim no Campeonato Brasileiro de 2010 logo foram esquecidos conforme o Fluminense de Muricy Ramalho começava a crescer na competição, com Conca se destacando, mesmo com a presença de estrelas como Fred e Deco. O argentino foi eleito vice-capitão da equipe[41] e, com as constantes lesões de Fred, envergou a braçadeira diversas vezes.
Em 5 de dezembro, após vitória de 1 a 0 sobre o Guarani, o Fluminense sagrou-se tricampeão brasileiro de futebol[42], com Conca sendo amplamente elogiado.[43]. O argentino jogou todas as partidas do campeonato[44][45], terminando a competição como líder isolado de assistências[46] além de seis gols, mesmo tendo atuado durante a reta final com dores no joelho[47][48], inserindo de vez o seu nome na galeria dos ídolos do Fluminense.
Pelas suas exibições no Campeonato Brasileiro de 2010, Conca conquistou inúmeros prêmios no Brasil. Foi eleito o Bola de Ouro da revista Placar, tradicional prêmio entregue desde a década de 70 ao melhor jogador do Campeonato Brasileiro.[49] No Prêmio Craque do Brasileirão, organizado pela Confederação Brasileira de Futebol em parceria com a Rede Globo, venceu novamente na categoria "Craque da Galera" pelo voto popular, além do principal prêmio da noite, o de Melhor Jogador.[50][51] Além de inúmeros prêmios conquistados no Brasil, ganhou reconhecimento na sua terra natal. Tanto a imprensa quanto a população argentina pediram pela convocação do jogador.[52][53] Não bastante, chegou a ser cogitada a possibilidade de naturalizá-lo brasileiro com o propósito de convocá-lo para a Seleção Brasileira de Futebol.[54][55][56]
[editar] 2011
O ano de 2011, o quarto de Conca no Fluminense, começou de forma semelhante aos anteriores. Valorizado após o Campeonato Brasileiro de 2010, recebeu sondagens do futebol europeu (do Sevilla, e do Palermo)[57], mas renovou seu contrato por cinco anos com a equipe tricolor.[58][59][60][61]
| Meu amor pelo Fluminense é maior que tudo. Sou muito feliz no clube e nada disso chegou até a mim. |
Recuperou-se rapidamente da cirurgia no joelho, voltando a treinar com bola antes mesmo do prazo previsto.[64] Todavia, apesar do status de favorito, devido à conquista do Brasileirão no ano anterior, novamente o Fluminense iniciou mal o Campeonato Carioca, sendo eliminado nos penalties pelo modesto Boavista na semi-final da Taça Guanabara, tendo Conca desperdiçado a primeira cobrança do tricolor carioca.[65] Ruins também eram os resultados da equipe na Copa Libertadores. Recém-saído da cirurgia no joelho e longe de sua forma ideal, Conca não conseguia ser a referência da equipe na competição. As coisas ficaram piores quando, em 13 de março, após um empate de 0 a 0 contra o Flamengo, Muricy Ramalho pediu demissão do cargo de treinador do Fluminense.[66]
Em 20 de abril, em partida contra o Argentinos Juniors, chegou à sua ducentésima partida com a camisa do Fluminense.[67] Não conseguiu demonstrar, no começo do ano, o futebol que o levou a ser eleito como o grande jogador do futebol brasileiro em 2010. A chegada de Enderson Moreira como interino do comando técnico fez com que Deco e até mesmo Marquinho subissem de produção, mas o argentino não conseguia demonstrar o mesmo nível técnico de outrora.
No início do Campeonato Brasileiro de 2011, formando a dupla de meio-campo com um recuperado Deco, Conca voltou a dar lampejos de bom futebol, com bons passes e dribles. Em 12 de junho, recebeu uma proposta oficial do Guangzhou Evergrande, da China, que foi rejeitada pelo jogador, como dito pelo vice-presidente de futebol do Fluminense: "os chineses estiveram em São Paulo assistindo o jogo do Fluminense contra o Corinthians. Depois, vieram com a proposta. Fui mostrar ao Conca, mas ele disse que não queria nem olhar."[68]
[editar] Guangzhou Evergrande
Especulações sobre a incerteza do futuro do jogador no Fluminense cresceram quando o Guangzhou Evergrande apresentou uma terceira proposta pelo argentino, avaliada em 19 milhões de reais, com o jogador recebendo 3 milhões de reais de luvas[69] e um possível salário de quase dois milhões de reais por mês[70], o que tornaria Conca o terceiro jogador de futebol mais bem pago do planeta.[70][71][72] Conca aceitou a proposta[73][74], fazendo sua última partida com a camisa tricolor em 30 de junho de 2011, uma vitória por 3 a 1 sobre o Atlético Paranaense.[73] A transferência foi oficializada em 2 de julho de 2011, tornando-se a mais cara da história do futebol chinês.[75][76] Apresentado oficialmente no dia 12 de julho, recebendo a camisa 15[77], Conca marcou seu primeiro gol pelo clube chinês logo em sua estreia, uma goleada de 5 a 0 sobre o Nanchang Bayi.[78][79] Em 28 de setembro, Conca marcou um gol e deu duas assistências na vitória do Guangzhou por 4 a 1 sobre o Shaanxi Chanba, vitória que rendeu, com cinco rodadas de antecipação, o título chinês ao Guangzhou Evergrande.[80][81] O argentino encerrou o campeonato chinês com 15 partidas disputadas e 9 gols marcados pelo Guangzhou, tendo recebido o prêmio de melhor meio-campista do Campeonato Chinês.[82][83]
[editar] Títulos
- Universidad Católica
- Fluminense
- Guangzhou Evergrande
[editar] Prêmios individuais
- Fluminense
- Prêmio Craque do Brasileirão - Craque da Galera: 2009[34], 2010[51][50]
- Prêmio Craque do Brasileirão - Melhor jogador: 2010[51][50]
- Prêmio Craque do Brasileirão - Melhor meia-esquerda: 2010[51][50]
- Bola de Ouro da Revista Placar: 2010[49]
- Bola de Prata da Revista Placar: 2010[49]
- Troféu Mesa Redonda - Melhor jogador: 2010[84]
- Troféu Mesa Redonda - Melhor meia-de-ligação: 2010[84]
- *Seleção das Américas pelo jornal uruguaio El País: 2010
- Guangzhou Evergrande
- Melhor Meia do Campeonato Chinês: 2011[82][83]
[editar] Estatísticas
Atualizado até 22 de outubro de 2011.[8][85][86][87] Não incluídos os jogos por campeonatos estaduais.
| Clube | Temp. | Liga | Copa | Competições Continentais |
Outras competições |
Total | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Jogos | Gols | Jogos | Gols | Jogos | Gols | Jogos | Gols | Jogos | Gols | |||
| 2001-2002 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | — | 3 | 0 | |||
| 2002-2003 | 11 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | — | 11 | 2 | |||
| Total | 14 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | — | 14 | 2 | |||
| 2004 | 18 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | — | 18 | 2 | |||
| 2005 | 24 | 7 | 0 | 0 | 10 | 5 | — | 34 | 12 | |||
| 2006 | 23 | 4 | 0 | 0 | 6 | 1 | — | 29 | 5 | |||
| Total | 65 | 13 | 0 | 0 | 0 | 0 | — | 72 | 14 | |||
| 2006 | 17 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | — | 17 | 2 | |||
| Total | 17 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | — | 17 | 2 | |||
| 2007 | 30 | 6 | 2 | 0 | 5 | 1 | — | 37 | 7 | |||
| Total | 30 | 6 | 2 | 0 | 5 | 1 | — | 37 | 7 | |||
| 2008 | 30 | 4 | 0 | 0 | 14 | 2 | 12 | 2 | 56 | 8 | ||
| 2009 | 36 | 7 | 8 | 0 | 9 | 2 | 16 | 4 | 69 | 13 | ||
| 2010 | 38 | 9 | 7 | 0 | 0 | 0 | 15 | 5 | 60 | 14 | ||
| 2011 | 7 | 1 | 0 | 0 | 8 | 1 | 12 | 2 | 27 | 4 | ||
| Total | 111 | 21 | 15 | 0 | 31 | 5 | 55 | 13 | 212 | 38 | ||
| 2011 | 12 | 9 | 0 | 0 | 0 | 0 | — | 12 | 9 | |||
| Total | 12 | 9 | 0 | 0 | 0 | 0 | — | 12 | 9 | |||
| Total na carreira | 246 | 53 | 17 | 0 | 36 | 6 | 0 | 0 | 325 | 63 | ||