De Havilland Vampire
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| De Havilland DH-115 Vampire T.55 | |
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| Descrição | |
| Fabricante | De Havilland Aircraft Co.Ltd/Grã Bretanha |
| Primeiro voo | 20 de setembro de 1943 |
| Entrada em serviço | 1945 |
| Missão | Treino |
| Tripulação | 2 (piloto e aluno) |
| Dimensões | |
| Comprimento | 10,50 m |
| Envergadura | 11,60 m |
| Altura | 1,87 m |
| Área (asas) | 23,10 m² |
| Peso | |
| Tara | kg |
| Peso total | kg |
| Peso bruto máximo | 5060 kg |
| Propulsão | |
| Motores | 1 x Turboreactor De Havilland Goblin 35 |
| Força (por motor) | 1586 Kgf kN |
| Performance | |
| Velocidade máxima |
885 km/h (Mach: ) |
| Alcance bélico | km |
| Alcance | 1270 km |
| Teto máximo |
12200 m |
| Relação de subida | m/min |
| Armamento | |
| Metralhadoras | {{{metralhadoras}}} |
| Mísseis/ Bombas |
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O De Havilland DH.100 Vampire começou a ser planeado durante a Segunda Guerra Mundial, mas só foi concluído no final da guerra.
Em 1948, a versão DH Vampire F.1, bateu o recorde mundial de altitude (18 000m).
[editar] Emprego na Força Aérea Portuguesa
Foram adquiridos dois aviões da versão DH-115 em Setembro de 1952, que foram os primeiros aviões de reacção em Portugal. Esses aviões tinham como finalidade a preparação de pilotos para as novas gerações de aviões de reacção que se vislumbrava adquirir.
Foram colocados na Base Aérea da Ota e foram abatidos ao serviço (quase sem utilidade) em 1962.