Dedé e o Comando Maluco

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde novembro de 2011).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Dedé e o Comando Maluco
Dedé e o Comando Maluco (BR)
Logotipo do programa
Informação geral
Formato Série
Duração 60 min
Criador(es) José Sampaio
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Produtor(es) Beto Carrero
Elenco Beto Carrero...Beto Carrero

Dedé Santana...General Dedé Marcelo Beny...Bananinha Suzy Joy...Batatinha Martinho Quino...Comandante Durão Charles Gutenberg...Rapadura Marcelinho...Faxinildo Antônio Quintino...Dudu Michel Serdan Vinicius Oka...Dindinho Felipe Severo...Paulinho Tawany Reim...Lekinha

Tema de abertura Comando Maluco
Tema de
encerramento
Instrumental
Exibição
Transmissão original 17 de abril de 200516 de fevereiro de 2008
Nº de temporadas 4
Nº de episódios Mais de 200
Cronologia
Programas relacionados Os Trapalhões (Rede Globo)
A Turma do Didi (Rede Globo)
A Praça é Nossa

Dedé e o Comando Maluco foi um programa de televisão humorístico exibido pelo SBT. Em parceria com a empresa de Beto Carrero, o programa foi estrelado pelo humorista Dedé Santana, onde seu personagem General Dedé e seus recrutas atrapalhados se envolviam nas mais diversas aventuras no parque Beto Carrero World.

O programa tinha como característica o humor puro e ingênuo, dirigido a toda a família. O comediante Dedé Santana encabeça a trupe formada por uma nova safra de humoristas. Oriundos de circo e teatro, os atores foram descobertos por Beto Carrero há cerca de quatro anos. No programa, o general Dedé comanda os agentes secretos Durão (Martinho Silva), Rapadura (Charles Gutemberg), Dudu (Antonio Quintino), Bananinha (Marcelo Beny) e Batatinha (Suzy Joy). Atrapalhados, eles se envolvem nas mais inusitadas e divertidas situações para resolver as missões a que são encarregados por Beto Carrero. Além de interpretarem os agentes, utilizando figurino militar, os atores encenam de forma bem-humorada histórias que se passam nos sonhos do general Dedé Santana. Convidados especiais também marcam presença na produção.

O programa foi cancelado após a morte de Beto Carrero. Após o fim abrupto do humorístico, Dedé retornou à Rede Globo, enquanto os demais integrantes do grupo foram transferidos para A Praça É Nossa, onde continuam com um humor puro e sem duplo sentido.

O programa[editar | editar código-fonte]

Após o enorme sucesso do quadro "Comando Maluco", com a participação especial de Dedé Santana, no programa A Praça é Nossa, Silvio Santos os convidaram para estrear um programa próprio intitulado de "Dedé e o comando Maluco". O programa foi filmado nos estúdios de Beto Carreiro, no parque Beto Carrero World, em Santa Catarina, e na sede do SBT, na Anhangüera. [1] Durante o enorme sucesso do programa, quando citavam para as crianças a seguinte frase: Olha o Dedé dos "Trapalhões"! Rapidamente eles corrigiam os pais dizendo: - Não, pai! É o Dedé do "Comando maluco".

Confronto contra A Turma do Didi[editar | editar código-fonte]

O plano de Silvio Santos de confrontar os ex-trapalhões Dedé e Didi começou a surtir efeito para o SBT. Exibido do meio-dia às 13h, a atração conquistou, no segundo domingo média de 10 pontos. No confronto direto com A Turma do Didi da Rede Globo, Dedé e o Comando Maluco elevou ainda mais a audiência do SBT e conquistou pico de 13 pontos ficando por vários minutos à frente da Globo. Na média geral, Globo ficou com 12 pontos e Record 03.

Primeira mudança de horario[editar | editar código-fonte]

A partir do domingo, dia 17 de julho de 2005,, o humorístico Dedé e o Comando Maluco ia ao ar pelo SBT às 14h. No episódio de novo horario, o xeque das Arábias manda chamar as suas filhas, Sadanzinha, Sadanzella, Sadandoida, Sadanzuda e Hussenzona, e anuncia que procura uma nova esposa, porque precisa de um herdeiro.

As mais belas candidatas dançam para ele, mas o xeque não gosta de nenhuma. Até que aparece Filó (Gorete Milagres) Ela está lá sozinha, para fazer uma faxina rápida, mas cai nas graças do milionário árabe, que faz de tudo para conquistar seu coração.

Últimos remanescentes do extinto grupo Os Trapalhões, os humoristas Renato Aragão e Dedé Santana travam uma guerra particular na televisão. No ar pelo SBT desde o mês passado, o programa Dedé e o Comando Maluco disputa com a atração de Aragão na Rede Globo, Turma do Didi, o ibope nos começos de tarde dos domingos. Ainda que por minutos, o programa do SBT já superou o concorrente em audiência. "Falaram até que eu mudei alguns quadros por causa do Dedé. Imagina, foi só um dia atípico", diz Aragão. A idéia de colocar Dedé para bater de frente com o ex-colega foi tudo, menos coincidência. "Não queria meu nome no programa. Mas Silvio Santos insistiu", conta o humorista. Fora do ar, as trombadas vêm de longe. Ainda nos tempos dos Trapalhões, Dedé e seus colegas Zacarias e Mussum, mortos nos anos 90, rebelaram-se contra Aragão. Segundo Dedé, ele ficava com 80% dos ganhos com os filmes da turma, enquanto os três dividiam os 20% restantes. "Não foi nada disso: eram 50% para mim e 50% para eles", diz Aragão. Mais tarde, Dedé se sentiu traído porque Aragão não o chamou para seu programa na Globo. "Quando fiquei desempregado, procurei o Didi e ele disse que nunca mais ia fazer nada que lembrasse os Trapalhões. Mas ele mentiu."

Dedé ficou cinco anos sem falar com Didi e passou por dificuldades. Desempregado e deprimido, engordou 30 quilos – só perdeu parte disso graças a uma cirurgia de redução de estômago. Seu resgate como humorista deve-se ao empresário Beto Carrero, que no ano passado o levou para trabalhar em seu parque temático. Foi Carrero quem fez a ponte com o SBT. O Comando Maluco é uma produção independente gravada no parque, com palhaços de seu circo. Em esquetes à la Os Três Patetas, Dedé encarna um general descerebrado. O resultado é tosco. "Temos só um redator. O Didi tem seis", diz Dedé. Apesar das farpas, os ex-Trapalhões encenaram uma reaproximação no ano passado. Depois de gravarem juntos um especial da Globo, Dedé foi convidado para voltar à emissora, por um salário de 50.000 reais. Mas já estava comprometido com Carrero, que lhe paga 35.000 reais. Aragão, que embolsa ao menos dez vezes mais, diz não temer a concorrência. "Não vi nenhum programa do Dedé. Tive mais medo quando a Carla Perez estreou no SBT", comenta. Hoje evangélico, Dedé jura que perdoou o ex-colega – com ressalvas. "Oro por Didi. Só não peço que tenha mais audiência que a gente", diz.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Exibição diaria[editar | editar código-fonte]

no dia 2 de junho de 2006,o sbt exibiu dedé eo cmando maluco as 12:15,mas Segundo comunicado enviado pelo SBT, a partir da terça-feira, dia 3, ficou cancelada a exibição do humorístico Dedé e o Comando Maluco, até então programado para ser exibido de segunda a sexta-feira, às 12h15.

Em conversa com a reportagem de OFuxico, o empresário Beto Carrero, idealizador da atração, explicou que a suspensão se deve à volta do horário político: "Primeiramente a idéia seria da atração ser diária. Porém, por conta do retorno do horário político, foi decidido o cancelamento temporário do programa."

Segundo o protagonista da atração, Dedé Santana, na segunda, dia 4, o Dedé e o Comando Maluco, exibido das 12h15 às 12h45 registrou ótimos índices na audiência: "Ficamos com 10 pontos de média, com pico de 12", finalizou.

Segundo o artista, existe a possibilidade da transmissão diária retornar em janeiro de 2007.

Em conversa com OFuxico, o SBT afirmou que o humorístico continuará na grade do canal, aos sábados.

Audiência[editar | editar código-fonte]

Dedé e o Comando Maluco,era a mais nova aposta do SBT aos domingos, estreou com bons índices no primeiro final de semana. Exibido das 12 às 13hs, o humorístico estrelado por Dedé Santana ficou com média de 8 e pico de 11 pontos no Ibope. No mesmo horário, a Globo liderou com 16 pontos, a Band ficou com 3 e Record 2 pontos.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]