Deir el-Medina
Deir el-Medina (em árabe:دير المدينة) era uma aldeia do Antigo Egipto onde residiam os artesãos que construiram os templos e os túmulos dos faraós e de outros dignitários no Vale dos Reis durante a época do Império Novo.
O actual nome da localidade é de origem árabe e significa "o convento da aldeia". As origens deste nome remontam ao tempo da conquista árabe do Egipto, altura em que na localidade existia um pequena igreja cristã. O seu nome antigo era Set Maat her imenty Ouaset, o que significa "O local de Maat, a ocidente de Tebas". A aldeia está de facto situada na margem ocidental do Nilo, frente à actual cidade de Luxor.
A aldeia existiu durante cerca de quinhentos anos, entre o começo do Império Novo até cerca de 1050 a.C. Foi então abandonada e coberta pelas areias do deserto, tendo sido redescoberta no século XX.
A padroeira da cidade era a deusa Meretseguer, uma deusa-cobra que se acreditava viver numa montanha próxima. Outras divindades adoradas no local eram Maat e Khnum.
A novelização por Christian Jacq em "A Pedra da Luz" retrata parte da história de Deir el-Medina no período entre Ramsés II e Seti II.
[editar] Ligações externas
- Deir el-Medina (em inglês)
- Deir el-Medina database (em inglês)
- Tour Egypt (em inglês)
- Akhet - The Horizon to Ancient Egypt (em inglês)
- egipto.com (em espanhol)