Delcídio do Amaral
| Delcídio do Amaral | |
|---|---|
| Senador pelo |
|
| Mandato | 1º de fevereiro de 2003 até a atualidade |
| Vida | |
| Nascimento | 8 de fevereiro de 1955 (58 anos) |
| Cônjuge | Maika do Amaral Gomez |
| Partido | PT |
| Profissão | engenheiro |
Delcídio do Amaral Gómez (Corumbá, 8 de fevereiro de 1955) é um político brasileiro.
Engenheiro eletricista, participou da construção e montagem da Usina de Tucuruí, no Pará.
Depois de viver dois anos na Europa, trabalhando para a Shell, Delcído Amaral voltou ao Brasil. Foi diretor da Eletrosul em 1991, responsável pelo planejamento energético da região sul.
Em março de 1994 ocupou a secretaria executiva do Ministério das Minas e Energia, onde permaneceu até setembro. No final do governo Itamar Franco foi ministro de Minas e Energia, de setembro de 1994 a janeiro de 1995.
Fez parte da diretoria de Gás e Energia da Petrobrás durante o Escândalo do apagão, a crise de energia de 2000/2001.
Apoiado pelo então governador do Mato Grosso do Sul, Zeca do PT, elegeu-se ao Senado em 2002.
Em 2005 ganhou projeção nacional ao presidir a CPMI dos Correios que apurou o mensalão. Disputou o governo de Mato Grosso do Sul em 2006, mas foi derrotado já no primeiro turno para André Puccinelli.
No mês de agosto do ano de 2009, o senador Delcídio Amaral votou pelo arquivamento das ações contra o ex-presidente José Sarney, numa reunião do Conselho de Ética, sendo esta uma determinação de seu partido, o PT.1
Referências
- ↑ G1 (19 de agosto de 2009). No Twitter, senador do PT justifica voto pró-Sarney. Página visitada em 20 de agosto de 2009.
Ligações externas[editar]
| Precedido por Alexis Stepanenko |
Ministro de Minas e Energia do Brasil 1994 — 1995 |
Sucedido por Raimundo Mendes de Brito |