Democratização da comunicação

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde Fevereiro de 2008).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
Emblem-scales.svg
A neutralidade desse artigo (ou seção) foi questionada, conforme razões apontadas na página de discussão. (desde fevereiro de 2013)
Justifique o uso dessa marca na página de discussão e tente torná-lo mais imparcial.
Searchtool.svg
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto e colocar uma explicação mais detalhada na discussão.
Question book.svg
Esta página ou se(c)ção não cita fontes fiáveis e independentes (desde fevereiro de 2014). Por favor, adicione referências e insira-as no texto ou no rodapé, conforme o livro de estilo. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.

A Democratização da Comunicação é uma questão (e a respectiva campanha) que discute a ampliação às massas do acesso tanto à recepção quanto à emissão de produtos de comunicação.


Out of date clock icon.svg
Este artigo ou seção pode conter informações desatualizadas.

Se sabe algo sobre o tema abordado, edite a página e inclua informações mais recentes.

O momento que o país vive é propício para essas discussões. Em dezembro de 2003 realizou-se em Genebra a primeira fase da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação (Cmsi). Esta cúpula, a primeira da ONU que se divide em duas etapas – a derradeira ocorreu em dezembro de 2005 em Tunis, Tunísia – levantou vários pontos sobre a papel da informação na sociedade.

O governo brasileiro que afirmou em Genebra sua opção pela democratização dos meios de comunicação, a liberdade de imprensa, o uso e difusão do Software Livre, tem efetivamente, dado alguns passos no sentido de implementar seus compromissos internacionais no que tange a estas questões. No entanto, tais reformas ainda não foram levados a cabo no país.

A Cris-Brasil[editar | editar código-fonte]

As discussões preparatórias para a Cúpula Mundial da Sociedade da Informação fizeram surgir na Europa a campanha Comunication Rights in Information Society (Direito à Comunicação na Sociedade da Informação) – Cris. Hoje a Cris já se amplia para a Ásia, América do Norte e na América do Sul já está estruturada na Colômbia, Bolívia e no Brasil.

Em agosto deste ano foi realizada na sede da Associação Brasileira de Imprensa, uma reunião com importantes organizações que lidam com a temática da informação e da comunicação no país e se formulou a criação da Cris-Brasil que, ao invés de nascer como uma campanha, tal como suas irmãs estrangeiras, optou por estruturar-se como uma articulação da sociedade civil em torno do direito à comunicação na sociedade da informação. Ou seja, o tema que dá nome à campanha internacional é assimilado pela articulação brasileira como um elemento voltado para discutir questões como:

  1. A estruturação de um sistema público de comunicação, o que inclui a criação de um fundo público para meios comunitários; a democratização do acesso aos meios de produção no campo da comunicação; atuação com relação ao controle e acompanhamento de políticas e regulação;
  2. Diversidade cultural;
  3. Propriedade intelectual e direitos de autor/a;
  4. Apropriação social das Tecnologias de Informação e Comunicação – o que inclui a convergência tecnológica.

A opção por estes temas não significa desconsiderar outros de tal ou maior relevância, mas a Cris-Brasil surge para ser um pólo aglutinador de organizações em torno de novos temas. Aqueles que já vêm sendo discutidos por outras instituições serão apoiados pela Cris-Brasil à medida que a articulação se desenvolva e se fortaleça.

A Cris-Brasil é uma articulação aberta, em constante renovação, sem uma estrutura hierárquica. Ela surge com um nível de capilaridade amplo, incluindo organizações do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do país. Em novembro deste ano será feita uma reunião de planejamento no Recife e algumas atividades estão sendo programadas para o Fórum Social Mundial, em Porto Alegre.[carece de fontes?]

Controversas[editar | editar código-fonte]

O tema é controverso no país, uma vez que das 521 concessões de televisão, 204 são públicas e educativas. No rádio, existem 4,9 mil emissoras, das 9,6 mil concessões, que estão sob administração de entidades comunitárias e educativas.[1]

Com o acesso cada vez maior de pessoas à internet, a polêmica sobre o tema aumentou, uma vez que a rede mundial de computadores facilita a difusão de informações sem necessitar de concessões, já que o registro de um domínio na rede acontece em questão de dias ou horas e a publicação de informações em blogs ou redes sociais pode ser feito por pessoas ou entidades nas mais variadas formas de mídia, incluindo vídeos e transmissões ao vivo.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]