Demografia das orientações sexuais

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A demografia das orientações sexuais é uma tentativa de classificar em números a orientação sexual das populações do mundo.


Brasil[editar | editar código-fonte]

Em 2009, em uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo em 10 capitais do Brasil, 7,8% dos homens diziam-se homossexuais e 2,6% bissexuais, para um total de 10,4%; 4,9% das mulheres diziam-se lésbicas e 1,4% bissexuais, para um total de 6,3%.[1]

Dos homens da cidade do Rio de Janeiro, 19,3% eram homossexuais ou bissexuais. Das mulheres da cidade de Manaus, 10,2% eram lésbicas e bissexuais.[1]

Posto Cidade Porcentagem de GLB
na população
masculina
1 Rio de Janeiro 19,3%
2 Brasília 10,8%
3 Fortaleza 10,6%
4 Salvador 9,8%
5 São Paulo 9,4%
6 Belo Horizonte 9,2%'
7 Cuiabá 8,7%
8 Curitiba 7,4%
9 Porto Alegre 7,1%
10 Manaus 6,5%
Posto Cidade Porcentagem de GLB
na população
feminina
1 Manaus 10,2%
2 Rio de Janeiro 9,3%
3 Fortaleza 8,1%
4 São Paulo 7%
5 Salvador 6,3%
6 Curitiba 5,7%'
7 Brasília 5,1%
8 Porto Alegre 4,8%
9 Belo Horizonte 4,5%
10 Cuiabá 2,6%

O Censo do IBGE de 2010 apontou Florianópolis como a capital com mais casais gays declarados vivendo sob o mesmo teto, equivalente a 0,11% da população. Em segundo lugar, estariam Porto Alegre, com 0,10% e Rio de Janeiro, com 0,09%.[2]

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Referências[editar | editar código-fonte]

  1. a b Censo gay Mundo Mais (16 de março de 2009). Visitado em 10 de outubro de 2012. Cópia arquivada em 6 de julho de 2011.
  2. Rodrigo Burgarelli e Vitor Hugo Brandalise - O Estado de S.Paulo. Florianópolis lidera ranking gay das capitais, publicada em 25/06/2011. Acessada em 23/02/2014.