Desenvolvimento de jogos eletrônicos independentes

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O desenvolvimento de jogos eletrônicos independentes é o processo de criação de jogos eletrônicos independentes sem o suporte financeiro, nem uma publicadora de jogos eletrônicos. Grandes empresas também podem criar jogos independentes, mas normalmente são produzidos por um pequeno time de pessoas, dependendo da complexidade do projeto. Tais projetos podem demorar desde anos a dias para ser completado, dependendo da complexidade de pessoas e participantes.

Com a distribuição digital, foi lançado um movimento indie[1] , com vários jogos sendo lançados facilmente.

História[editar | editar código-fonte]

Em 1990, houve um aumento de jogos indie. Mas com a distribuição de jogos eletrônicos controlada por grandes publicadoras, os desenvolvedores indie necessitavam criar sua própria publicadora e procurar alguém disposto a distribuí-lo, ou distribuí-lo em um shareware[2] . Com as compras online, era possível vender os jogos com pouco investimento para todo o mundo, em várias plataformas, tanto para PC, quanto para os consoles.[3]

Distribuição[editar | editar código-fonte]

A distribuição de jogos eletrônicos é feita de forma digital, permitindo tanto o desenvolvedor publicar seu jogo como seus jogadores terem fácil acesso ao jogo em diversas plataformas, como o Xbox Live Arcade[4] , Steam e OnLive[5] .

Ferramentas[editar | editar código-fonte]

Assim como nos jogos comerciais, a linguagem C++ é a mais popular na produção de jogos independentes, contudo, encontra-se muitos jogos feitos em linguagens como C# (usado principalmente para a plataforma XNA da Microsoft, Objective-C (utilizado no iOS), e em Java, outras linguagens como Python, Ruby, Lua e ActionScript também são amplamente usados.

Algumas engines comerciais como a Unreal Engine, a Unity, a CryEngine e a Source Engine também possuem versões gratuitas para desenvolvedores independentes. Dentre as engines gratuitas, destacam-se a Blender Game Engine, jMonkeyEngine e Panda3D, além dos motores gráficos Crystal Space, Irrlicht e OGRE. Para jogos em 2D destaca-se a Allegro.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Mary Jane Irwin. "Indie Game Developers Rise Up" (em inglês) Forbes.
  2. Richard Cobbett. "Is indie gaming the future?" (em inglês) Tech Radar. Visitado em 13 de Julho de 2011.
  3. "Q&A: Independent Game Creators On Importance Of Indie Movement" (em inglês) Gamasutra. Visitado em 13 de Julho de 2011.
  4. Juan Gril. "The State of Indie Gaming" (em inglês) Gamasutra. Visitado em 13 de Julho de 2011.
  5. Kris Graft. "OnLive Opens SDK, Tools To Indie Devs" (em inglês) Gamasutra. Visitado em 13 de Julho de 2011.
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