Design gráfico moderno

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Desde a revolução da imprensa do século XV, uma espécie de designer gráfico tem sido responsável por produção em série do livro, o primeiro objeto de design produzido em massa. Embora o paradigma da produção editorial de livros já tivesse sido determinada, foi a partir da Revolução Industrial que houve uma liberdade técnica e uma capacidade de produção de impressos nunca vista antes.

Final do Séc. XIX[editar | editar código-fonte]

Na Europa do século XIX, especialmente no Reino Unido, se iniciaram movimentos que iriam definir o design moderno do Séc. XIX.

Em 1849, Henry Cole se tornou um dos maiores nomes na educação de design no Reino Unido, informando o governo da importância do design no seu Journal of Design and Manufactures.

De 1892 a 1896, a Kelmscott Press de William Morris publicou os livros que são os mais importantes na área do design gráfico e de produto do movimento Arts and Crafts. Morris provou que existia um mercado para os trabalhos de design gráfico e foi pioneiro na separação do design da produção e da arte. O trabalho da Kelmscott Press é caracterizada pela obsessão com estilos históricos. Este historicismo foi importante pois gerou uma reação à arte obsoleta do design gráfico do século XIX. O trabalho de Morris, juntamente com o resto do movimento Private Press, influenciou diretamente a Art Nouveau e é indiretamente responsável pelo desenvolvimento do design gráfico no início do século XX.

Século XX[editar | editar código-fonte]

Walter Gropius, fundador da primeira escola de design do mundo: a Bauhaus.

O termo "design gráfico" foi originalmente criado por William Addison Dwiggins, um designer de livros americano no início do século XX.

O trabalho experimentais de artistas do início do séc. XX teve grande importancia no desenvolvimento do design gráfico moderno. Um exemplo é o trabalho de Piet Mondrian cujas estruturas abstratas, de suas pinturas, inspiraram o sistema moderno de grids (malhas tipográficas), usado até hoje.[1]

Na década de 1920, o construtivismo soviético aplicou a "produção intelectual" em diferentes esferas da produção. O movimento demonstrou como a arte individualista na Rússia revolucionária era inútil e mostrou o caminho em direção à criação de objetos para usos úteis (a forma segue a função).

Jan Tschichold escreveu um livro em 1928 chamado Nova Tipografia onde ditava os princípios da tipografia moderna. Mais tarde ele repudiou a filosofia do seu próprio livro, taxando-a de fascista, porém o mesmo continuou sendo uma forte influência. Tschichold, tipógrafos da Bauhaus como Herbert Bayer e László Moholy-Nagy, e El Lissitzky são considerados os pais do design gráfico moderno.

Nos anos seguintes, o design gráfico moderno ascendeu na sua aceitação e aplicação no mundo industrial. Uma economia crescente nos Estados Unidos pós-Segunda Guerra estabeleceu uma necessidade maior para o design, principalmente através da publicidade e da embalagem. A imigração da escola alemã de design Bauhaus para Chicago - EUA em 1937 trouxe um minimalismo produzido em massa para o país, espalhando o fogo do design e da arquitetura "moderna" no país.

Nomes notáveis no design moderno incluem Adrian Frutiger, que desenhou os tipos Univers e Frutiger, Paul Rand, que de 1930 até sua morte em 1996 aplicou os princípios da Bauhaus na propaganda popular e no design de logos, ajudando a criar um visual diferente do minimalismo europeu, além de se consolidar como um dos principais pioneiros do subgênero do design gráfico conhecido como identidade corporativa, Walter Gropius que fundou a Bauhaus em 1919, entre outros.

Fatores históricos[editar | editar código-fonte]

Fatores do Design Moderno[editar | editar código-fonte]

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Série da artigos sobre: História do design
História do design gráfico

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História do design de produto

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História da arte

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