Destiny's Child

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Destiny's Child logo 2.png
Beyoncé Knowles, Kelly Rowland e Michelle Williams. (da esquerda para a direita)
Informação geral
Origem Houston, Texas
País  Estados Unidos
Gênero(s) R&B, pop, soul, hip hop, hip hop soul
Período em atividade 1997—2005
2013
Gravadora(s) Columbia
Página oficial DestinysChild.com
Integrantes Beyoncé Knowles
Kelly Rowland
Michelle Williams
Ex-integrantes LaTavia Roberson
LeToya Luckett
Farrah Franklin

Destiny's Child foi um grupo feminino norte-americano de R&B formado em Houston, Texas pelo produtor musical Mathew Knowles.[1] A última formação é composta por Beyoncé Knowles, Kelly Rowland e Michelle Williams.[2] O grupo Iniciou-se em 1990 na pré-adolescência, com o nome de Girl's Tyme.[3] Seu primeiro contrato foi com a gravadora Elektra Records, porém acabaram sendo dispensadas. Em 1997 assinaram contrato com a Columbia Records, quando o grupo era formado por Beyoncé Knowles, Kelly Rowland, LaTavia Roberson e LeToya Luckett, e em 1998 lançaram seu primeiro albúm.

O primeiro single da banda foi "No, No, No" em parceria com Wyclef Jean que teve boa repercussão nos charts americanos,[4] posteriormente o grupo lançou The Writing's on the Wall, que teve dois hits número um na Billboard Hot 100, "Bills, Bills, Bills" e "Say My Name".[5]

O grupo sofreu conflitos internos envolvendo as integrantes LaTavia e LeToya e o empresário Mathew Knowles.[6] Elas foram substituídas por Michelle Williams e Farrah Franklin, no entanto, em 2000, Farrah também saiu do grupo, deixando-as como um trio.[7] Seu terceiro álbum, Survivor, que contém temas ao público interpretado como um canal da experiência do grupo, contém os hits mundiais "Independent Women" que foi parte da trilha sonora de Charlie's Angels, "Survivor" e a número um "Bootylicious".[8] Em 2002, elas anunciaram um hiato e reunião, dois anos depois para o lançamento de seu quarto álbum de estúdio, Destiny Fulfilled.[5]

Ao longo da sua carreira, o grupo vendeu mais de 60 milhões de discos em todo o mundo, tornando-se um dos grupos femininos de maior sucesso de toda a historia, Além de ser um dos grupos musicais que mais venderam nos Estados Unidos.[9] A revista Billboard classifica o grupo como um dos maiores trios musicais de todos os tempos,[10] classificou na posição número 9 dos anos 2000,[11] e colocou o grupo em 2008 na posição de número 68 na lista All time Hot 100 Artist.[11] Em 2005 no World Music Awards o grupo foi reconhecido como o terceiro melhor grupo feminino do mundo em vendas, atrás de TLC e Spice Girls.

Depois de nove anos de separação, o trio retorna em 2013 para a gravação do seu novo álbum Love Songs[12] .

Biografia[editar | editar código-fonte]

1990—1997: Começo de carreira e Girl's Tyme[editar | editar código-fonte]

Visão panorâmica de Houston, Estados Unidos, cidade onde a banda foi formada.

Em 1990, Beyoncé Knowles conheceu LaTavia Roberson durante uma audição para um girl group.[13] Localizando-se Houston, Texas, elas formaram um grupo de canto e dança. Kelly Rowland, que foi morar com Beyoncé por causa de problemas na família, se juntou a elas em 1991. Como o nome original de Girl's Tyme, eventualmente integrado com Támar Davis, Nikki e Nina Taylor.[14] [15] com Beyoncé e Kelly, Girl's Tyme atraiu atenção nacional:[14] como o produtor musical de R&B Arne Frager que voou para Houston para ver as meninas. Ele as trouxe para seu estúdio, The Plant Recording Studios, na California, como foco nos vocais de Beyoncé já que Frager achou que ela tinha mais personalidade e habilidade para cantar.[14] Com esforço para cantar, o Girl's Tyme foi a uma gravadora maior, a estratégia de Frager foi estrear o grupo no Star Search, o maior programa de TV da época.[14] Entretanto, elas perderam a competição, de acordo com Beyoncé, porque a escolha da música foi errada;[16] que segundo ela foi um rap.[13]

Devido a derrota do grupo, o pai de Beyoncé, Mathew, voluntariamente dedicou seu tempo para produzir elas.[14] [17] Mathew Knowles deixou o grupo com quatro integrantes, retirando Davis e as irmãs Taylor e incluindo LeToya Luckett em 1993.[13] [14] Além de passar um tempo em uma igreja em Houston, Girl's Tyme praticava no Headliners Salon, que pertencia a mãe de Beyoncé, Tina. O grupo fazia testes de rotinas no salão, quando se encontrava no Montrose Boulevard in Houston, e às vezes eram sugestionadas pelos clientes. Quando na escola, Girl's Tyme cantava em shows locais. Quando era verão, Mathew Knowles as colocava em um acampamento de arte para treinar dança e receber aulas de música.[18] Depois de rigorosos treinamentos, elas começaram a abrir shows para grupos de R&B da época como SWV, Dru Hill e IMx.[13] Tina Knowles confeccionava o figurino para suas performances. Quando ela estava na estrada com o Girl's Tyme na maioria das vezes, ela deixava o salão com Vernell Jackson.[18]

Ao longo do inicio de sua carreira, Girl's Tyme mudou seu nome para Something Fresh, Cliché, the Dolls, e depois para Destiny.[19] O grupo cantou para a Elektra Records com o nome de Destiny, mas foi abandonado vários meses depois antes que pudesse lançar um álbum.[17] A busca de um contrato de gravação afetou a família Knowles: em 1995, Mathew Knowles se demitiu de seu emprego como vendedor de um equipamentos médicos,[14] isso reduziu a renda da família, já que Tina e Mathew se separaram.[14] [17] Eles finalmente mudaram o nome para Destiny's Child em 1996, que foi tirado de uma passagem do Livro de Isaías, na Bíblia.[13] [19] Matthew Knowles ajudou na negociação com a Columbia Records que se encontrou com o grupo em 1997.[13] [15] Antes de cantar para a Columbia, the group gravou algumas faixas em Oakland, California produzidas por Dwayne Wiggins de Tony! Toni! Toné!, incluindo "Killing Time", que segundo a gravadora Destiny's Child tinha "qualidade unica", a canção foi incluida na trilha sonora de Men in Black.[13] [20] O grupo lançou seu single de estréia, "No, No, No".[4]

1998—1999: Álbum de estréia[editar | editar código-fonte]

Destiny's Child lançaram seu auto intitulado álbum de estréia nos Estados Unidos dia 17 de Fevereiro de 1998, com a produção de Rob Fusari, Jermaine Dupri, Wyclef Jean, Dwayne Wiggins and Corey Rooney.[13] Destiny's Child subiu para o número sessenta e sete na Billboard 200 e no número catorze na Billboard R&B/Hip-Hop Albums.[21] Ele conseguiu vender mais de um milhão de cópias nos Estados Unidos, ganhar uma certificação de platina pela Recording Industry Association of America.[22] A versão remix para single do álbum, "No, No, No", alcançou o número um na Billboard R&B/Hip-Hop Singles e no número três na Billboard Hot 100. Internamente, o single vendeu mais de um milhão de cópias e ganhou disco de platina pela RIAA.[22] Os outros singles, "With Me" e "Get on the Bus" não conseguiram repetir o sucesso de "No, No, No". Em 1998, Destiny's Child ganhou três Soul Train Lady of Soul Awards[13] Best New Artist por "No, No, No". Beyoncé considerou sua estréia bem sucedida, mas não tão grande porque ela alegou que uma neo soul era muito madura para elas.[23]

2000—2001: The Writing's on the Wall e conflitos internos[editar | editar código-fonte]

Michelle Williams se juntou ao grupo substituindo Luckett e Roberson.

Depois do sucesso, Destiny's Child voltou aos estúdios, com novos produtores, incluindo Kevin "She'kspere" Briggs[13] e Rodney Jerkins. Lançando The Writing's on the Wall, lançado em 27 de Julho de 1999 e posteriormente se tornou seu primeiro álbum de sucesso.[23] The Writing's on the Wall atingiu um pico de número cinco na Billboard 200 e o número dois no chart R&B no início de 2000.[21] "Bills, Bills, Bills" foi lançado em 1999 como single do álbum e alcançou o primeiro lugar da Billboard Hot 100, tornando-se seu primeiro número um.[13] The Writing's on the Wall levou o Destiny's Child's a cantar para um público mais amplo.[18] [24] O terceiro single foi "Say My Name",[24] também topo na Billboard Hot 100 por três semanas consecutivas. O lançamento de sucesso dos singles reforçou as vendas do álbum,[15] [25] eventualmente vendendo mais de oito milhões de cópias nos Estados Unidos, ganhando oito vezes disco de platina pela RIAA.[13] [22] The Writing's on the Wall vendidos mais de 15 milhões de cópias pelo mundo e foi um dos álbuns mais vendidos de 2000.[26]

Em dezembro de 1999, Luckett e Roberson tentaram separar o grupo de seu empresário, alegando que ele mantinha uma parcela desproporcional dos lucros do grupo e injustamente favorecendo Kelly e Beyoncé.[13] Embora nunca quererem sai do grupo, quando o videoclipe de "Say My Name" saiu em fevereiro de 2000, Roberson e Luckett viu duas outras membras em seu lugar.[13] Antes da estréia do vídeo, Anunciou no Total Request Live que as membras originais Luckett e Roberson teriam deixado o grupo.[15] O grupo incluiu Michelle Williams, uma cantora de fundo e Farrah Franklin, uma aspirante a cantora-atriz.[18] Michelle foi colocada no Destiny's Child por uma coreografa, e voou para Houston onde ficou com a família Knowles.[18]

Destiny's Child abriam shows de Christina Aguilera eventualmente.

Em Março de 2000, Roberson e LeToya tomou medidas legais processando tanto Mathew Knowles e suas companheiras de banda por quebra de parceria e deveres fiduciários. Após o processo, ambos os lados foram depreciativos uns aos outros na mídia.[13] Cinco meses tocando com Destinys Child, Franklin deixou o grupo depois de, segundo o grupo, sendo convidada a se retirar devido à falta aparições promocionais e shows. De acordo com Michelle, Franklin não poderia lidar com o stress[18] Franklin, no entanto, revelou que ela saiu por causa da negatividade em torno da luta e sua incapacidade para afirmar qualquer controle na tomada de decisão.[13] Sua saída era visto como menos controverso. Michelle, por outro lado, compartilhou que sua inclusão no grupo resultou a "lutar contra a insegurança":

Cquote1.svg Eu estava me comparando as outras membras, e a pressão estava sobre mim Cquote2.svg
Michelle Williams sobre o conflito do grupo.[18]

Para o fim de 2000, Roberson e LeToya tirou parcela de sua ação que visa Kelly e Beyoncé em troca de um acordo, embora ter mantido um contra o seu gerente. Como parte do acordo, ambos os lados foram proibidos de atacar uns aos outros publicamente.[13] Roberson e Luckett formaram outro girl group Anjel mas não tiveram sucesso. Embora afetado pelos conflitos o Destiny's Child continuou.Os anos seguintes continuaram a ser de sucesso[13] se tornando um fenômeno.[15] "Say My Name" veio a ser o terceiro número um do grupo.[23] O quarto single de The Writing's on the Wall, "Jumpin' Jumpin'", também alcançou o top 10. Durante esse tempo, Destiny's Child começou a abrir para cantoras como Britney Spears e Christina Aguilera.[13]

Já com Michelle na formação, Destiny's Child o tema da trilha sonora do filme Charlie's Angels. Lançando o single em outubro de 2000, "Independent Women" ficando onze semanas consecutivas no topo da Billboard Hot 100 de Novembro de 2000 até Janeiro de 2001,[15] o single que ficou mais tempo no topo da carreira do Destiny's Child e naquele ano nos EUA.[27] A trilha sonora do filme Charlie's Angels vendeu 1.5 milhão de cópia em 2001.[19] Em 2000, Destiny's Child ganhou o Soul Train's Sammy Davis Jr. Entertainer of the Year award.[19]

2001—2002: Survivor[editar | editar código-fonte]

No Billboard Music Awards de 2001, o Destiny's Child ganhou muitos prêmios, incluindo Artist of the Year and Duo/Group of the Year,[28] e novamente Artist of the Year.[29] Em Setembro de 2000, levou para casa dois Soul Train Lady of Soul Awards, incluindo R&B/Soul Album of the Year, Group pelo álbum The Writing's on the Wall.[30] O Destiny's Child seu terceiro álbum, Survivor, no fim de 2000 até o começo de 2001. No processo da produção, Beyoncé assumiu mais controle na co-produção e na co-composição quase toda do álbum.[13] [31] [32] Survivor saiu na primavera de 2001 e entrou na Billboard 200 no número um, vendendo 663,000 cópias na primeira semana.[21] [33] Os três primeiros singles, "Independent Women Part I", "Survivor" e "Bootylicious" chegaram ao top 3 nos Estados Unidos e também foi sucesso em outros países;[13] os dois primeiros singles foram número um no Reino Unido.[34] The album was certified four-time platinum in the United States[22] e duas vezes platina na Australia.[35] Até a data, Survivor vendeu doze milhões de copias ao redor do mundo.[26]

Em outubro de 2001, o Destiny's Child lançou um álbum natalino, 8 Days of Christmas, que continha novas versões de canções natalinas.[36] O álbum apareceu na trigésima quarta posição na Billboard 200.[21] Em fevereiro de 2001, o Destiny's Child ganhou dois Grammys por "Say My Name": Best R&B Vocal Performance by a Duo or Group e Best R&B Song.[37] Elas também ganharam o American Music Award de Favorite Soul/R&B Band/Duo.[13] Também em 2001, o Destiny's Child cantou como backing vocal para Solange Knowles, que liderou, uma música para a trilha sonora de uma animação do Disney Channel, The Proud Family.

Em março 2002, uma complicação em remix intitulada This Is the Remix foi lançado para ganhar mais fãs antes de um novo álbum de estúdio ser liberado.[38] O álbum entrou no número 29 nos EUA.[21] O álbum vendeu 1 milhão de cópias no mundo e foi listado na lista de álbuns remix mais vendidos de todos os tempos. O primeiro single e vencedor do Grammy "Survivor" foi por alguns interpretado como uma resposta ao conflito entre as membras da banda, embora Beyoncé afirmou que não foi dirigido a ninguém. Vendo-a como uma violação do acordo que impedia cada parte de menosprezo público, Roberson e LeToya mais uma vez, ajuizou ação contra o Destiny's Child e a Sony Music, logo após o lançamento de This Is the Remix. Em junho de 2002, os casos restantes foram resolvidos em tribunal.[13]

2002—2003:Pausa no grupo e carreiras solo[editar | editar código-fonte]

Beyoncé executando "Baby Boy", se segundo single número um na Billboard Hot 100.

Em 2002, Destiny's Child anunciou projetos individuais, incluindo lançamentos de álbuns solo,[31] uma ideia dos empresários.[39] Em 2002, Michelle Williams lançou seu álbum solo Heart to Yours, uma coleção de música gospel contemporânea.[13] O álbum alcançou o topo da Billboard Top Gospel Albums. Na mesma data do lançamento de Heart to Yours, o Destiny's Child lançou sua autobiografia, Soul Survivors.[40] Kelly Rowland colaborou com o hip hopper Nelly em "Dilemma", sendo um hit mundial e dando a Kelly um grammy de melhor colaboração em um rap;[39] ela foi a primeira membra do Destiny's Child a ter um single no topo das paradas nos EUA. No mesmo ano Beyoncé co-estrelou com Mike Myers no filme Austin Powers in Goldmember. Ela gravou seu primeiro single, "Work It Out", para a trilha sonora.[13]

Para aumentar o sucesso de "Dilemma", Kelly lançou seu álbum solo Simply Deep no início de 2003.[41] Rowland's career took off internationally when Simply Deep hit number one on the UK Albums Chart.[42] No mesmo ano ela atuou no filme de terror Freddy vs. Jason. Beyoncé atuou em seu segundo filme, The Fighting Temptations, e fez uma participação na música de seu então namorado Jay-Z, "'03 Bonnie and Clyde", que tambémestava no seu álbum de estréia.[43]

Solange Knowles, gravou canções com o grupo e foi anunciada como quarta integrande do grupo, mas posteriormente a informação foi negada.

Com o sucesso de "Dilemma", o álbum solo de Beyoncé, Dangerously in Love, foi adiado para Junho de 2003.[41] [44] O álbum foi o mais notórios dos três lançados pelas integrantes do Destiny's Child.[45] Dangerously in Love estreou em número um na Billboard 200, vendendo 317,000 cópias.[46] Ela produziu os hits "Crazy in Love", e "Baby Boy"; e os top cinco "Me, Myself and I" e "Naughty Girl". O álbum foi certificado com 4x platina pela Recording Industry Association of America (RIAA).[22] Ele ainda é o álbum mais vendido da Beyoncé, com 4.7 milhões de cópias nos Estados Unidos.[47] Mundialmente, o álbum vendeu mais de onze milhões de cópias.[26] [48] O álbum foi bem recebido pela crítica, recebendo cinco grammys e uma só noite, se igualando a Norah Jones, Lauryn Hill, e Alicia Keys como o maior número de prêmios em uma só noite por uma artista feminina.[49] Em novembro de 2003, Michelle Williams apareceu em Aida na Broadway. Em Janeiro de 2004, ela lançou seu segundo álbum gospel, Do You Know.[13]

Dwayne Wiggins, que tinha produzido suas primeiras gravações com o Destiny's Child, entrou com uma ação em 2002 contra o seu ex-assessor (Bloom, Hergott, Diemer & Cook LLP) pedindo 15 milhões de dólares em indenização por diminuir o seu contrato com o grupo sem o seu consentimento, efetivamente anulando seu contrato original, que ofereceu Sony Music/Columbia Records serviços para o Destiny's Child é de exclusividade por um período inicial de sete anos, em troca de "royalties certos", em vez de royalties apenas dos três primeiros álbuns. O caso foi resolvido por um valor não revelado.[50]

Em Junho de 2003, Mathew Knowles anunciou que Destiny's Child iria voltar a ser um quarteto, incluindo a irmã mais nova de Beyoncé, Solange, como nova integrante.[51] Destiny's Child já havia gravado música com Solange e dividiram o palco quando ela substituiu Kelly Rowland depois dela ter quebrado o pé. Os empresário, no entanto, disse que ideia foi para testar o público.[52] Em agosto de 2003, Beyoncé confirmou que sua irmã não iria se juntar ao grupo, e promoveu o álbum de estréia de Solange, Solo Star, lançado em janeiro de 2003.[53]

2004—2005:Destiny Fullfield e últimos projetos[editar | editar código-fonte]

Destiny's Child cantando "Say My Name" durante a Destiny Fulfilled ... And Lovin' It.

Três anos após o hiato, as integrantes do Destiny's Child se reuniram para gravar seu quarto álbum de estúdio e final, Destiny Fulfilled.[13] O álbum teve um estilo mais "urbano" e canções conceituais.[54] Destiny Fulfilled mostrou igualdade no trio:[23] cada membra contribuiu igualmente para as músicas,[55] tornando-se produtoras executivas do álbum.[56]

Lançado em 15 de novembro de 2004, Destiny Fulfilled não superou Survivor, o álbum alcançou o número dois na semana seguinte, vendendo 497.000 cópias em sua primeira semana, em comparação com 663.000 para o álbum anterior.[57] Certificado três vezes platina nos Estados Unidos,[22] e era um dos álbum mais vendidos em 2005, vendendo mais de oito milhões de copias no mundo;[26] que colocou o grupo como o grupo feminino que mais vendeu no ano. Quatro single foram lançados: o primeiro "Lose My Breath", "Soldier", "Cater 2 U" e "Girl"; os dois primeiros foram top 3 nos Estados Unidos. "Soldier" e"Cater 2 U" foram certificado com platina em 2006.[22]

Para promover o álbum, Destinys Child embarcou em sua turnê mundial, Destiny Fulfilled ... And Lovin' It. Em 11 de Junho de 2005, em Barcelona, Espanha, o grupo anunciou para 16,000 pessoas que o grupo acabaria.[58] O Destiny's Child afirmou, no entanto, que o nome Destiny Fulfilled não é coincidência.[59] Mesmo no making of do álbum, que planejavam se separar após a sua carreira de catorze anos como um grupo para facilitar a sua busca continuou em aspirações individuais. Beyoncé disse que seus destinos estão cumpridos.[59] O grupo enviou uma carta para a MTV sobre a decisão:

Cquote1.svg Temos vindo a trabalhar juntos como Destinys Child desde os nove anos, e excursionando juntos desde 14. Depois de muita discussão e um exame de consciência profundo, percebemos que a nossa atual turnê nos deu a oportunidade de deixar o Destiny's Child com uma nota alta, unidos na nossa amizade e preenchido com uma imensa gratidão a nossa música, nossos fãs, e cada outros. Depois de todos estes anos maravilhosos trabalhando juntos, nós percebemos que agora é a hora de perseguir os nossos objetivos pessoais e os esforços individuais para valer a pena... Não importa o que aconteça, sempre vamos amar uns aos outros como amigos e irmãs, e sempre vai apoiar uns aos outros como artistas. Queremos agradecer a todos os nossos fãs por seu incrível amor e apoio e esperamos ver todos vocês novamente à medida que continuarmos cumprindo nossos destinos. Cquote2.svg
Destiny's Child para a MTV sobre o fim do grupo.[58]

Destiny's Child lançou uma coletânea, #1's, dia 25 de Outubro de 2005. A compilação incluiu os números um "Independent Woman Part 1", "Say My Name" e "Bootylicious". Três novas canções foram adicionadas "Stand Up for Love", e "Check on It", música de Beyoncé para o filme The Pink Panther.[60] #1's também foi lançada em DualDisc, com a mesma tracklist, sete videoclipes e um trailer do DVD Destiny's Child: Live in Atlanta.[60] O DVD foi filmado durante um show em Atlanta da Destiny Fulfilled ... And Lovin' It, que foi lançado em 28 de março de 2006. Certificado com uma vez platina.[22]

Estrela do Destiny's Child na "Calçada da Fama" em Hollywood.

O título da compilação alimentou uma onda, uma vez que continha um número de singles, embora não exclusivamente. Enquanto o encarte da compilação não apresenta qualquer informação sobre performances comerciais das músicas em destaque, escritor Keith Caulfield da Billboard sugeriu que o nome só poderia ser "um ângulo de marketing".[61] Apesar disso, o journalista Chris Harris da MTV disse que "faz jus ao nome";[62] #1's estreou em número um na Billboard 200 com 113,000 na primeira semana e foi certificada com platina pela Recording Industry Association of America (RIAA).[22] [63] "Stand Up For Love" era o então último single do grupo.

Mesmo com a saída do trio que só viria em 2013, o grupo teria sido renovado com a nova formação, que, não deu certo. Essas integrantes eram Amerie, Teairra Mari e a então-novata Rihanna. A única aparição foi na edição de World Music Awards em 2005, foi vista pelas próprias integrantes do mesmo. Sendo que isso viria em forma de homenagem.

Em 28 de março de 2006, as Destinys Child são homenageadas com a 2.035 ª estrela na Calçada da Fama de Hollywood por sua contribuição à indústria da música.

2013: Retorno do grupo e novo CD[editar | editar código-fonte]

Beyoncé Knowles, Kelly Rowland e Michelle Williams se reúnem mais uma vez para gravar seu próximo álbum de trabalho, depois de 9 anos da extinção do grupo. Com o investimento, foi anunciado o lançamento de um novo álbum: Love Songs chegará às lojas no dia 29 de janeiro de 2013. Em entrevista à GQ Magazine, a estrela da música pop da atualidade, disse que o novo álbum terá uma compilação dos sucessos da carreira da banda, além de algumas inéditas. Entre elas, a canção "Nuclear", que foi produzida por Pharrell e a Beyoncé.

Discografia[editar | editar código-fonte]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Referências

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Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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