Detroit Institute of Arts

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Fachada do Detroit Institute of Arts

O Detroit Institute of Arts (DIA), é um dos maiores museus dos Estados Unidos. Encontra-se no centro cultural de Detroit 3 km ao norte do centro da cidade. Expõe cerca de 65 000 obras. Foi inaugurado em 1885.

Principais obras[editar | editar código-fonte]

Babilônia

Lhes Noisettes, de William Bouguereau.









História[editar | editar código-fonte]

O interior do Detroit Institute of Arts

As primeiras obras do museu provem da coleção do magnata da imprensa James E. Scripps. A ampliação posterior do museu provem dos filántropos de Detroit como Charles Lang Freer, e dos barões do automóvel: as obras de arte e os fundos foram doados pelas famílias Ford, Firestone e Dodge. As obras de artistas norte-americanos foram adquiridas imediatamente após a fundação do museu em 1883. No começo do século XX produziu-se um período de aquisições prolífico para o museu, que por então adquiriu grande número de obras internacionais.
Em 1927, Paul Cret construiu um dos edifícios do museu atual no estilo Beaux-Arts.

Robert Hudson Tannahill, de uma família que administrava lojas de departamentos Hudson's, foi grande entusiasta e defensor importante do museu, doando muitas obras ao longo de sua vida. Quando morreu em 1970, deixou como legado uma grande coleção de arte européia (que tinha inclusive obras de Cézanne, Van Gogh, Gauguin, Degas, Seurat, Rousseau, Matisse e Picasso), obras importantes do expressionismo alemão, uma grande coleção de arte africana.

Uma parte da verba atual do museu vem do governo do Estado de Michigan como intercâmbio no qual o museu efetua programas sobre a apreciação da arte e cede seus serviços de conservação da arte a outros museus de Michigan.

Atualmente, o edifício do DIA passa por uma expansão e restauração que terão um custo total de 158 $milhões (USD).

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