Richard Cheney

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Richard Cheney
Richard Cheney
46º Vice-presidente
dos Estados Unidos
Mandato 20 de janeiro de 2001
20 de janeiro de 2009
Presidente George W. Bush
Antecessor(a) Al Gore
Sucessor(a) Joe Biden
Vida
Nascimento 30 de Janeiro de 1941 (71 anos)
Lincoln, Nebraska
Nacionalidade Estados Unidos americano
Partido Republicano
Religião Igreja Metodista Unida
Profissão Empresário, Estadista
Assinatura Assinatura de Richard Cheney

Richard Bruce "Dick" Cheney (Lincoln, 30 de Janeiro de 1941) é um político americano e empresário associado ao Partido Republicano. É casado com a escritora Lynne Cheney.

Índice

[editar] Biografia

Cheney foi Chefe de Gabinete da Casa Branca na década de 1970, membro da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos pelo Wyoming entre 1979 e 1989 e Secretário da Defesa dos Estados Unidos entre 1989 e 1993. Neste último cargo é de salientar o papel que desempenhou entre 1990 e 1991 no conflito bélico desencadeado pelo Iraque devido à invasão do Kuwait. Dirigiu todos os acordos e alianças prévias à Guerra do Golfo, conseguindo que o rei Fahd da Arábia Saudita permitisse a instalação de bases militares em Daharan, e em 1992 assinou um acordo de segurança entre os Estados Unidos e o emirado do Qatar, onde instalou o comando central das tropas dos Estados Unidos estacionadas na região do Golfo Pérsico.

O Secretário Cheney recebeu a Medalha Presidencial de Liberdade outorgada pelo Presidente George H. W. Bush em 3 de julho de 1991 pelo seu papel de líder durante a Guerra do Golfo.

[editar] Vice-presidência

Como running mate de George W. Bush nas eleições de 2000, foi eleito como 46º vice-presidente dos Estados Unidos.

Cheney foi figura-chave no endurecimento da política externa americana e é considerado um dos arquitetos da guerra do Iraque - mais especificamente na elaboração dos argumentos sobre uma conexão entre o regime de Saddam Hussein e a Al-Qaeda, assim como a existência de armas de destruição em massa no Iraque. A "Guerra ao Terror" foi ideia dele. Desde 11 de setembro de 2001, tal ideia dominou as relações dos EUA com o resto do mundo e levou às invasões do Afeganistão e do Iraque - bem como à tortura, que Cheney aprovou e defendeu.[1]

As justificativas para a invasão de do Iraque em 2003 se revelaram falsas, e o escândalo do vazamento do nome de uma agente da CIA, Valerie Plame, intensificou o debate sobre a distorção de dados de inteligência e as táticas agressivas da administração Bush para abafar as vozes dos seus críticos.

Referências

[editar] Ver também

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