Diligência prévia

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Diligência prévia refere-se ao processo de investigação de uma oportunidade de negócio que o investidor deverá encetar, ou avaliação de riscos. Embora possa ser feito por obrigação legal, o termo refere-se mais normalmente a investigações voluntárias.

Um exemplo de diligência prévia é o processo pelo qual um potencial adquirente avalia o seu alvo e respectivos activos, quando tem a intenção de proceder a uma aquisição1

Origem do termo "Diligência prévia" ("Due Diligence")[editar | editar código-fonte]

O termo "Diligência prévia" ("Due Diligence") primeiramente entrou em uso geral com o US Securities Act de 1933.

Este acto incluía uma defesa referida no próprio texto como a defesa "Due Diligence", que poderia ser usada pelos brokers se acusados de insuficiente divulgação de informação relevante aos investidores, quando estes se aprestavam a comprar instrumentos financeiros.

Desde que o broker tivesse feito a sua investigação de "diligência prévia" em relação à companhia cujas acções estavam a vender, e tivesse divulgado aos investidores o que tinha apurado, o broker não poderia ser acusado de não divulgação de informação (que não tivesse sido obtida nessa investigação).

A totalidade dos brokers rapidamente instituíram isso como uma prática standard, conduzindo investigações de diligência prévia em qualquer OPV na qual se envolvessem.

Originalmente o termo limitava-se a ofertas públicas de acções, mas ao longo do tempo também passou a ser associado a investigações de fusões e aquisições, como se pode ver em 2 o termo tem sido adaptado para o uso em outras situações e também traduzido como avaliação de risco.

Referências

  1. Hoskisson, Hitt & Ireland, 2004, Competing for Advantage, p.251
  2. Instituto de Parcerias Corporativas, O que é a diligência prévia?