Diocese de Itabira-Fabriciano

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Diocese de Itabira-Fabriciano
Diœcesis Itabirensis-Fabriciannensis
Exterior da Catedral São Sebastião, cossede da Diocese de Itabira-Fabriciano
Localização
País  Brasil
Arquidiocese Metropolitana Arquidiocese de Mariana
Estatísticas
População 509 000 católicos (2 006)
Área 8 724 km²
Paróquias 49
Informação
Rito Romano
Criação da Diocese 14 de junho de 1965 (49 anos)
Catedral Catedral Nossa Senhora do Rosário, em Itabira (sé episcopal);
Catedral São Sebastião, em Coronel Fabriciano (cossede)
Padroeiro Nossa Senhora do Rosário
Governo da Diocese
Bispo Marco Aurélio Gubiotti
Jurisdição diocese
Contactos
Endereço Rua Coronel Linhares Guerra, nº 100, Centro de Itabira
Página Oficial http://dioceseitabira.com.br/

A Diocese de Itabira-Fabriciano (Dioecesis Itabirensis-Fabriciannensis) é uma circunscrição eclesiástica da Igreja Católica no Brasil.[1] Pertence à Província Eclesiástica de Mariana e ao Conselho Episcopal Regional Leste II da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A sé episcopal está na Catedral Nossa Senhora do Rosário, no município de Itabira, Minas Gerais, e a Catedral São Sebastião é a cossede da diocese, situada na cidade de Coronel Fabriciano.[2]

A diocese foi criada em 14 de junho de 1965 pelo então Papa Paulo VI e sua área de abrangência engloba um total de 49 paróquias, sediadas em 24 municípios e divididas em três regiões pastorais cujas sedes estão em Itabira, João Monlevade e Coronel Fabriciano.[3] [4] [5] Sua atuação extrapola a administração da Igreja Católica nos municípios os quais a integram, mantendo também programas e projetos visando tanto ao combate à desigualdade social quanto à defesa dos direitos sociais e básicos, por meio de suas pastorais sociais,[2] além do fomento à manutenção de eventos e tradições religiosas nas cidades, coordenadas pelas paróquias locais.[6]

Histórico[editar | editar código-fonte]

A Diocese de Itabira foi ereta pelo Papa Paulo VI no dia 14 de junho de 1965, por meio da bula Haud inani, a partir de território desmembrado das arquidioceses de Mariana e Diamantina. Dom Marcos Antônio Noronha foi seu primeiro bispo, nomeado em 7 de julho do mesmo ano e empossado em 29 de dezembro.[1] [2] A antiga Igreja Matriz do Rosário, construída na primeira metade do século XIX, é elevada à condição de catedral e sé episcopal, sendo até então a sede da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, que teve sua ereção em 6 de abril de 1826.[7]

A implantação das grandes indústrias do Vale do Rio Doce, como a Companhia Vale do Rio Doce (atual Vale S.A.) em Itabira, a Acesita (hoje Aperam South America), Usiminas e Cenibra na atual Região Metropolitana do Vale do Aço e a Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira (atual ArcelorMittal Aços Longos) em João Monlevade, implicou em um forte processo de transformação sócio-econômica e cultural na região. O crescimento demográfico acelerado e, por vezes, sem controle, favoreceu o aumento do déficit habitacional e da violência. A Igreja Católica, assim como sindicatos e partidos políticos, passa a intervir com ensinamentos religiosos e a organização de projetos sociais.[2] Em 6 de março de 1967, a diocese, juntamente com a Congregação dos Padres do Trabalho, cria a Universidade do Trabalho (UT), atual Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste).[2]

Ao final da década de 1960, a diocese entra em uma "crise", com um decrescente número de católicos em sua área de atuação e o desabamento da antiga Catedral de Itabira, devido a fortes chuvas. Dom Marcos renuncia em novembro de 1970 e Dom Mário Teixeira Gurgel toma posse em 18 de junho de 1971. Em sua administração destacaram-se a criação dos "vicariatos episcopais", com maior autonomia às comunidades regionais, além de uma grande reestruturação da administração interna da diocese e sua catequese.[2] Ainda na década de 1970, é criada a Gráfica Diocesana, sediada em Itabira, e a diocese passa a ser dividida em quatro Regiões Pastorais, com sedes em Itabira, João Monlevade, Coronel Fabriciano e São Domingos do Prata (a última extinta pouco tempo depois). O primeiro seminário diocesano é inaugurado em 28 de dezembro de 1978 em Itabira.[2]

Em 1º de junho de 1979, o Papa João Paulo II, por meio do decreto Cum urbs vulgo Coronel Fabriciano, mudou a denominação da circunscrição para Diocese de Itabira-Fabriciano[1] e a Igreja Matriz de São Sebastião passa a ser a cossede, representando a Paróquia São Sebastião (criada em 1948).[2] [8] Em 24 de maio de 1985, a diocese cede território juntamente com a Diocese de Governador Valadares e a Arquidiocese de Diamantina para a criação da Diocese de Guanhães[1] e a 29 de dezembro do mesmo ano, a Catedral Nossa Senhora do Rosário, em Itabira, é consagrada como sé episcopal, após nove anos de construção.[2] Em 1986, o seminário diocesano é transferido para Belo Horizonte e no ano seguinte para João Monlevade e o título de cossede é transferido à Catedral São Sebastião, em Coronel Fabriciano, em 4 de julho de 1993, devido à necessidade de um templo maior.[2]

Em 9 de junho de 1994, Luzardo da Fonseca Teixeira é ordenado como primeiro diácono permanente da diocese e a 22 de maio de 1995, Dom Lélis Lara toma posse como o terceiro bispo. Em sua administração, destacaram-se a criação de novas paróquias nos municípios de Itabira, Ipatinga e Belo Oriente e a inauguração do Santuário Nossa Senhora da Piedade|Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Coronel Fabriciano.[2] Dom Odilon Guimarães Moreira é ordenado como quarto bispo da diocese em 22 de janeiro de 2003, tomando posse a 30 de março. Ipatinga é dividida em novas paróquias entre 2006 e 2009[8] e Coronel Fabriciano ganha a Paróquia São Francisco Xavier em março de 2011, desmembrada da Paróquia Santo Antônio (criada em 1963).[8] [9] Em 21 de fevereiro de 2013, Dom Marco Aurélio Gubiotti é nomeado como quinto bispo.[1]

Membros[editar | editar código-fonte]

Em 1970, foram publicadas as primeiras estatísticas sobre a Diocese de Itabira, relatando que atendia a cerca de 300 mil católicos, 39 sacerdotes, 13 seminaristas (referentes ao ano 1967), 143 irmãs religiosas e havia 39 paróquias. Em 1980, agora como Diocese de Itabira-Fabriciano, havia 628 mil católicos, 20 sacerdotes, 16 seminaristas, 100 irmãs religiosas e um total de 33 paróquias, enquanto que em 1990 foram contabilizados cerca de 734 mil católicos, 16 sacerdotes, 18 seminaristas, 69 irmãs religiosas e 36 paróquias.[1]

A partir da década de 1990, notou-se um decréscimo na população católica, mesmo levando em consideração a perda de parte de seu território para a criação da Diocese de Guanhães, sendo que em 1998 havia cerca de 640 mil católicos, enquanto que em 2001 eram 600 mil e em 2004 eram cerca de 497 mil. Em 2006, no entanto, houve um aumento de adeptos ao catolicismo, com a área da diocese englobando cerca de 509 mil católicos (68,2% da população total). Neste ano, havia também 39 sacerdotes, 21 seminaristas, 34 irmãs religiosas e um total de 42 paróquias.[1] Em 2010, havia 44 paróquias,[10] enquanto que em 2014 existia um total de 49 paróquias,[3] [4] [5] e em 2013, eram 62 padres, sendo 43 diocesanos e 19 religiosos, além de três diáconos temporários, com presença das congregações do Imaculado Coração de Maria, do Santíssimo Redentor (Redentoristas), dos Missionários Monfortinos, Clérigos Regulares Teatinos e dos Missionários Xaverianos.[11]

Bispos[editar | editar código-fonte]

Dom Marcos Antônio Noronha, nascido a 18 de setembro de 1924 no município mineiro de Areado, foi o primeiro bispo da Diocese de Itabira-Fabriciano, tendo sido nomeado pelo Papa Paulo VI em 7 de julho de 1965. Permaneceu no cargo até resignar-se em 7 de novembro de 1970, vindo a falecer em 1998.[12] O atual bispo é Dom Marco Aurélio Gubiotti, que foi nomeado pelo então Papa Bento XVI no dia 21 de fevereiro de 2013, sendo ordenado em 26 de maio do mesmo ano em Ouro Fino, sua cidade-natal, e tendo assumido a diocese em 16 de junho de 2013.[13]

# Nome Período Notas
Bispos[1]
Dom Marcos Antônio Noronha 1965–1970
Dom Mário Teixeira Gurgel, SDS 1971–1996
Dom Lélis Lara, CSSR 1996–2003 Bispo emérito
Dom Odilon Guimarães Moreira 2003–2013 Bispo emérito
Dom Marco Aurélio Gubiotti 2013– atual

Paróquias e subordinação[editar | editar código-fonte]

Igreja Matriz de São José, na Paróquia São José, em Jaguaraçu.

Em 2006, a diocese contava com uma população aproximada de 746 mil habitantes, sendo 68,2% do total de católicos. Pertence à Província Eclesiástica de Mariana e ao Conselho Episcopal Regional Leste II da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), sendo sufragânea à Arquidiocese de Mariana, e possui um total de 8 724 km²,[1] [14] que em fevereiro de 2014 envolvia 49 paróquias sediadas em 24 municípios e divididas em três regiões pastorais.[3] [4] [5]

A cossede da Diocese de Itabira-Fabriciano é a Catedral São Sebastião, em Coronel Fabriciano, que representa a Paróquia São Sebastião, está localizada no bairro Santa Helena e foi inaugurada em 1993, sendo também um dos principais monumentos religiosos da cidade.[15] [15] Sua construção foi necessária devido às lotações da Igreja Matriz, onde eram celebradas as missas da região central da cidade.[16] A sé episcopal da diocese, por sua vez, está na Catedral Nossa Senhora do Rosário, em Itabira, que representa a Paróquia Nossa Senhora do Rosário e foi ereta em dezembro de 1985[17] em substituição à antiga Matriz de Nossa Senhora do Rosário, parcialmente destruída após um longo período chuvoso em 1970 e demolida pouco tempo depois.[2]

Administração e atuação social[editar | editar código-fonte]

São os principais órgãos administrativos da Diocese de Itabira-Fabriciano:[2] a cúria diocesana, que é os organismos e pessoas que auxiliam o bispo na administração da diocese, estando descentralizadas nas regiões pastorais; o vigário-geral, poder ordinário no governo da diocese, subordinado ao bispo; o Vigário Episcopal, que ajuda o bispo diocesano na administração e na organização pastoral; o Conselho Presbiteral, que é formado por dez presbíteros que auxiliam o bispo a monitorar a diocese; o Colégio dos Consultores, formado por seis a dez presbíteros nomeados pelo bispo com atribuições definidas pelo código de direito canônico; o Conselho Diocesano para Assuntos Econômicos, composto por três pessoas que auxiliam o bispo com relação ao setor econômico da diocese; e a Câmara Auxiliar do Tribunal Eclesiástico, que introduz causas quando houver necessidade e as remete ao Tribunal Regional de Belo Horizonte ou à segunda entrância do Tribunal da Arquidiocese de São Paulo.[2]

Sede da Rádio Educadora, administrada pela Congregação dos Missionários Redentoristas.

Dentro da diocese, os "conselhos" têm o objetivo de coordenar as ações da Igreja e são formados por sacerdotes, religiosos e leigos que representam seus respectivos grupos.[2] O Conselho Pastoral Comunitário coordena a atuação da diocese na comunidade católica, o Conselho Pastoral Paroquial auxilia o controle da atuação da paróquia, o Conselho Pastoral Regional coordena em âmbito regional e o Conselho Pastoral Diocesano auxilia o monitoramento da diocese como um todo.[2] A circunscrição mantém ainda a Gráfica Diocesana, sediada em Itabira, que realiza serviços gráficos em geral, como impressão de jornais, folders e panfletos,[18] e a Congregação dos Missionários Redentoristas mantém a Rádio Educadora, em Coronel Fabriciano, que foi criada em 1966 como a primeira emissora de rádio do Vale do Aço e está presente nas frequências AM e FM.[19]

A Caritas Diocesana de Itabira, filiada à Caritas Brasileira e oficializada em 25 de setembro de 1967, atua por meio de programas e projetos visando ao combate à desigualdade social e à defesa dos direitos sociais e básicos.[2] Dentre outros serviços prestados à população pela diocese, destacam-se o Clube de Mães, criado na década de 1980 e que ministra atividades ligadas à culinária, lazer e artesanato proporcionando a integração entre as mães, estando presente em diversas cidades; e a Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP), organização fundada em Paris no século XIX e está presente em Itabira, João Monlevade, Bela Vista de Minas, Timóteo, Coronel Fabriciano e Ipatinga por meio da diocese, mantendo asilos e atividades sociais com idosos.[2] [20] Por vezes, os serviços recebem auxílios governamentais econômicos e de manutenção.[21]

Os serviços comunitários estão associados às atividades das pastorais sociais, coordenadas pela diocese. Além do Clube de Mães, da Sociedade São Vicente de Paulo e da Caritas Diocesana, incluem a Pastoral da Criança, Pastoral do Menor, Pastoral da Saúde, Pastoral Operária, Pastoral Carcerária, Pastoral da Sobriedade, Pastoral da Esperança, Pastoral da Moradia, Pastoral do Migrante, Catequese, Grupos de Reflexão, Pastoral da Juventude, Pastoral do Dízimo e a Pastoral do Batismo, cada uma visando a atuar em suas respectivas áreas.[2] A Campanha da Fraternidade também se faz presente na diocese, realizada anualmente, por meio da conscientização da população em relação a um problema social.[22]

Festas e eventos[editar | editar código-fonte]

Tapete das comemorações de Corpus Christi em Coronel Fabriciano, preparado para a procissão.

A diocese, através de suas paróquias, é a responsável pela manutenção de tradições religiosas que se configuram como principais eventos e manifestações culturais de alguns municípios. Em Coronel Fabriciano, por exemplo, destacam-se a Festa de São Sebastião, padroeiro municipal, juntamente ao aniversário da cidade, em janeiro; a Semana Santa, quando são organizadas pela Paróquia São Sebastião procissões e encenações, sendo mantidos rituais, vestes e indumentárias da década de 1940; e o Corpus Christi, com tapetes de serragem colorida confeccionados nas ruas dos bairros Santa Helena e Professores.[6] As celebrações da Semana Santa e Corpus Christi se fazem presentes em outras cidades, como em Itabira, onde também se destaca a Festa do Rosário, organizada em outubro, com missas e procissões em homenagem a Nossa Senhora do Rosário.[23] [24] [25]

Também há festas em homenagem a São Sebastião em Ipoema (Itabira), São Domingos do Prata, Dionísio, Ipatinga e Timóteo;[26] Festa de São José, em março, em Nova Era e São José do Goiabal;[27] Festa de Nossa Senhora da Penha em Bom Jesus do Amparo, em abril; as festas juninas em ocasião das comemorações de Santo Antônio e São Pedro, em junho; a Festa de Nossa Senhora do Livramento, em São Domingos do Prata, em agosto; a Festa do Senhor Bom Jesus, em celebração ao Jubileu, em Belo Oriente, em setembro;[28] a Festa de Nossa Senhora do Rosário, em Santa Maria de Itabira, também em setembro; a Festa de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, em outubro;[29] e as celebrações de Natal.[30]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g h i Catholic Hierarchy (27 de abril de 2013). Diocese of Itabira-Fabriciano (em inglês). Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 1º de agosto de 2013.
  2. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s Dom Odilon Guimarães Moreira (2007). Livro da Caminhada - Diocese de Itabira-Cel. Fabriciano p. 6–21; 32–34; 39–50.. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 24 de abril de 2013.
  3. a b c d Diocese de Itabira-Fabriciano (9 de fevereiro de 2014). Região Pastoral I. Visitado em 4 de abril de 2014. Cópia arquivada em 4 de abril de 2014.
  4. a b c d Diocese de Itabira-Fabriciano (9 de fevereiro de 2014). Região Pastoral II. Visitado em 4 de abril de 2014. Cópia arquivada em 4 de abril de 2014.
  5. a b c d Diocese de Itabira-Fabriciano (9 de fevereiro de 2014). Região Pastoral III. Visitado em 4 de abril de 2014. Cópia arquivada em 4 de abril de 2014.
  6. a b Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). Manifestações culturais Prefeitura de Coronel Fabriciano. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  7. Viva Itabira (23 de novembro de 2008). Matriz do Rosário. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  8. a b c Diocese de Itabira-Fabriciano (23 de novembro de 2010). Livro da Caminhada - 2011 p. 3–8.. Visitado em 18 de maio de 2014. Cópia arquivada em 18 de maio de 2014.
  9. Jornal Diário do Aço (11 de março de 2011). Melo Viana terá nova paróquia. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2012.
  10. Diocese de Itabira-Fabriciano. Extensão Territorial, Municípios e Paróquias. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2012.
  11. Diocese de Itabira-Fabriciano. Padres. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  12. Catholic Hierarchy (4 de setembro de 2013). Bishop Marcos Antônio Noronha (em inglês). Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  13. Catholic Hierarchy (4 de setembro de 2013). Bishop Marco Aurélio Gubiotti (em inglês). Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  14. Redação (24 de abril de 2012). Itabira sedia I Congresso Missionário da Província Eclesiástica De Fato. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  15. a b Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). Atrativos turísticos Prefeitura de Coronel Fabriciano. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  16. Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico (Sedetur) (28 de julho de 2009). Inventário turístico 2009 Prefeitura de Coronel Fabriciano. Visitado em 17 de março de 2014.
  17. Viva Itabira (8 de janeiro de 2014). Catedral Nossa Senhora do Rosário. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  18. Diocese de Itabira-Fabriciano. Gráfica Diocesana. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  19. Rádio Educadora. Rádio Educadora 44 anos de pioneirismo. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 27 de dezembro de 2011.
  20. Lar dos Idosos de Coronel Fabriciano. A Entidade. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  21. Rodrigo Andrade (6 de novembro de 2013). Câmara aprova para Damon maior orçamento da história de Itabira De Fato. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  22. Redação (9 de fevereiro de 2013). Abertura da Campanha da Fraternidade será no dia 17 de fevereiro em Itabira De Fato. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  23. Viva Itabira (27 de setembro de 2010). Festa do Rosário 2010. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  24. Via Comercial (21 de março de 2012). Decom divulga programação da Semana Santa em Itabira. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  25. Redação (7 de junho de 2012). Confira a programação de Corpus Christi em Itabira De Fato. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  26. Paróquia Santo Afonso (11 de janeiro de 2011). Festa de São Sebastião, padroeiro de Cel. Fabriciano. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2012.
  27. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2005). Principais festas populares - São José do Goiabal. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  28. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2005). Principais festas populares - Belo Oriente. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  29. Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Piracicaba (AMEPI) (9 de fevereiro de 2010). Calendários e eventos 2010. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.
  30. Padre Hideraldo Verissimo Vieira. Paróquia Nossa Senhora do Rosário - Santa Maria de Itabira - Calendário 2014. Visitado em 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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