Discussão:Auto-hemoterapia

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Proposta de artigo[editar | editar código-fonte]

Olá a todos. Estive a trabalhar num rascunho de artigo, que espero seja o mais consensual possível, tendo em conta as divergências de opinião sobre o assunto. Devo dizer que tive bastantes problemas em encontrar informação fidedigna para defender a hemoterapia, já que não encontrei referências na literatura médica a este tema. O artigo é muito curto já que não quero acrescentar dados que não têm referências sólidas.

Caso não surjam objecções de maior, pedirei a um administrador para substituir o artigo actual. Jp 13h29min de 11 de Março de 2008 (UTC)


Observação de leitor da wikipedia: Vocês que dizem estudar sobre o assunto auto-hemoterapia, favor ler os textos científicos sobre o assunto no site do Ministério da Saúde em Biblioteca Virtual em Saúde (BVS MS) http://www.saude.gov.br/bvs. Encontram-se trabalhos cientificos entre outros do mesmo site BVS, que tanto é reconhecido pelo Ministerio da Saúde como pela OPAS e OMS.

BVS: http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&base=HomeoIndex&lang=p&nextAction=lnk&isisFrom=1&count=10&exprSearch=[MH]"auto-hemoterapia"#

REGISTRO do tratamento Auto-Hemoterapia na OMS: http://decs.bvs.br/cgi-bin/wxis1660.exe/decsserver/?IsisScript=../cgi-bin/decsserver/decsserver.xis&task=exact_term&previous_page=homepage&interface_language=p&search_language=p&search_exp=Auto-Hemoterapia&show_tree_number=T

Fico triste em constatar que o trabalho da wikipedia seja feito por pessoas que desconhecem totalmente do texto em que se apresenta.

Creio que não encontrarei aqui quem duvide do trabalho da BVS, Ministerio da Saúde e OMS.o comentário precedente não foi assinado por 201.9.26.152 (discussão • contrib.)


Antes de mais, gostaria de lembrar-lhe que deve assumir a boa fé de quem tenta contribuir para a wikipédia. Dito isto, :
  • O facto de haver uma descritor na lista da DeCS não tem nada a ver com reconhecimento da auto-hemoterapia por parte da BVS, do ministério da saúde brasileiro ou pela OMS, já que o DeCS tem como fim apenas a indexação e recuperação de informação. Fazer este tipo de afirmações é, no mínimo, pouco ético.
  • O link que aponta como sendo o "registro do tratamento Auto-Hemoterapia na OMS" aponta apenas para um descritor do DeCS. Mesmo que a auto-hemoterapia fosse reconhecida pela OMS, mas não seria esse link que o provaria.
  • Procurando por "auto-hemoterapia" em http://www.saude.gov.br/bvs, há uma pesquisa no LILACS com 4 resultados:
    • Gil, Julieta.Forum hematol;8(1/2):29-31, 2004: Não consegui encontrar o artigo, embora o título (Prevención de la aloinmunización RH) não seja sugestivo de auto-hemoterapia. Disponibilizo-me prontamente para o ler se me puder fornecer uma cópia.
    • Monsalve, Carlos Raúl (et al).Forum hematol;8(1/2):4-19, 2004: Mesmo comentário que no caso anterior.
    • Manual de gestäo hospitalar do CQH: Não vejo a relação com o assunto, embora não o tenha lido. Esta descrição[1] não o relaciona com o tema.
    • Landa L (et al). Homeopatia Mex;63(573):17-26, nov.-dic. 1994. graf: Uma vez mais, não consegui encontrar o artigo em lado nenhum (alguém tem uma edição de 1994 de uma revista mexicana de homeopatia??) Ainda assim, este artigo é dos que mais parece estarem relacionados com o tema.
  • Uma pesquisa na base de dados "HomeoIndex" da BVS[2] sobre autohemoterapia retorna 8 resultados
    • Geffard, Michel (et al), Cahiers bioth;(119):11-29, dec. 1992 - jan. 1993. Infelizmente apenas em francês, língua que não domino.
    • Landa L (et al).: Repetido, já comentei acima.
    • Saint-Jean, Yves.Homeopathie;3(3):7-15, mai-juin 1986. Também em francês, mas segundo o título refere-se às indicações homeopáticas na artrite reumatóide. Não vejo ligação com o assunto.
    • Bacques, P. Homeopathie;5(5):17-20, nov.-dec. 1988. Mesmo comentário que ao anterior.
    • Imhauser, H. Homeopath. fr;77(1):24-8, jan.-fev. 1989. Tab. Refere-se a uma prática diferente da da auto-hemoterapia, esta envolve a administração do sangue do doente por via oral.
    • Puiggros, Ernesto F. Homeopatia (Buenos Aires);49(1):40-7, jan. 1983. Segundo o título, nada a ver com auto-hemoterapia (individualidade do doente e do medicamento)
    • Soares, Izao Carneiro.Cinetica de eliminacoes. Apresentação numas jornadas. Não vejo a relevância (pelo título).
    • Autor anónimo(!) Rev. homeopatia (Sao Paulo);1(12):28-30, jul. 1937.. É um artigo histórico, e como tal, de pouco interesse na apresentação de evidências científicas.
Todo este texto serve para mostrar que há gente disposta a rever o assunto da forma mais imparcial possível, e que verificará toda a literatura disponível, que como mais uma vez fica claro, é muito escassa.
Considero injusta a sua afirmação de que "desconheço totalmente" o assunto, especialmente porque não demonstra que, por seu lado, seja um perito no assunto.
Atentamente, Jp 21h00min de 11 de Março de 2008 (UTC)



  • O DeCS é uma ferramenta de indexação e recuperação de informação,

Sobre LILACS:

 A  Metodologia LILACS 

É um componente da Biblioteca Virtual em Saúde em contínuo desenvolvimento, constituído de normas, manuais, guias e aplicativos, destinados à coleta, seleção, descrição, indexação de documentos e geração de bases de dados. Esta metodologia foi desenvolvida a partir de 1982, e surgiu diante da necessidade de uma metodologia comum para o tratamento descentralizado da literatura científica-técnica texto a negritoem saúde produzida na América Latina e Caribe.

 Confirmo o que afirmei antes, e sobre do DeCs:

DeCS - Descritores em Ciências da Saúde foi criado pela BIREME para uso na indexação de artigos de revistas científicas, livros, anais de congressos, relatórios técnicos, e outros tipos de materiais ténicos, assim como para ser usado na pesquisa e recuperação de assuntos da literatura científica nas bases de dados LILACS, MEDLINE e outras. O DeCS integra a metodologia LILACS e juntamente com o LIS - Localizador de Informação em Saúde é um componente integrador da Biblioteca Virtual em Saúde.

 Tente compreender e aprender antes de discutir.

o comentário precedente não foi assinado por 201.9.105.160 (discussão • contrib.)


Afinal qual é o seu interesse nesta discussão? Falar sobre o artigo auto-hemoterapia, ou andar às voltas com coisas irrelevantes como o que é o DeCS e o LILAC? Todo esse texto não traz nada de novo à discussão, e nem sequer prova a sua insinuação de que BVS, Ministerio da Saúde e OMS reconheciam a auto-hemoterapia, antes pelo contrário: confirma o que eu disse acima.
Faço-lhe uma recomendação parecida com a que me fez: Tente compreender e aprender a discutir. Critique a minha proposta de artigo com afirmações fundamentadas por bibliografia adequada, ou aponte onde é que o artigo proposto falha em comprovar o que afirma. Nesse caso, estarei mais do que disposto em alterá-lo! Cumprimentos, Jp 18h43min de 12 de Março de 2008 (UTC)

O leitor. Calma meu caro sábio, você só esta sendo menos coerente em cada insinuação. E você não tem nenhum argumento contra conhecimento adquirido, somente sua palavra contra o DeC, LILAC, BIREME etc.. e os trabalhos científicos que você desconhece ou como disse antes não entende a linguagem a utilizada. Não vejo em você qualificação para discutir ou definir sobre a materia. Pressuposto que a wikipedia, neste epígrafe esta sendo baseada em "achismo", deveria retirar esse tema e aguardar informações mais concludentes de pessoas mais qualificadas para o mesmo. Lembremos que wikipedia = Enciclopédia(Obra de referência que expõe metodicamente os fatos, as doutrinas, resultados do saber humano universal ou específico de um ramo do conhecimento, biografias de grandes vultos, etc.. ) o comentário precedente não foi assinado por 201.9.27.210 (discussão • contrib.)

Caro anónimo... Você (assumo que seja sempre a mesma pessoa) fala, fala, e não diz nada. O que eu sei ou não, está na proposta de artigo, com a respectiva argumentação. Seja construtivo, e deixe-se de comentários não produtivos. Repito o que disse: Critique a minha proposta de artigo com afirmações fundamentadas por bibliografia adequada, ou aponte onde é que o artigo proposto falha em comprovar o que afirma. Jp 00h10min de 13 de Março de 2008 (UTC)

Avanço[editar | editar código-fonte]

Uma boa surpresa o surgimento do verbete "Auto-hemorerapia" na WIKIPEDIA, com algum desenvolvimento. Da forma que estava não estava bem. Acredito que a melhor forma de manter e desenvolver este espaço - para quem defende ou combate a técnica - é amadurecer as idéias neste espaço aqui. Acho que merecem parabéns todos os que formularam esta solução agora veiculada. Walter Medeiros

Para acabar com essa polemica, é melhor consultarem a wikipedia em outros idiomas. Uma vez que a ANVISA é contra a auto-hemoterapia no Brasil esse nome deve ser invenção dos brasileiros para mascarar o acompanhamento médico aqui no Brasil contudo a tecnica é muito antiga e já é usada em outros povos, vejam por exemplo que nome dão a esse tipo de tratamento lá na Argentina. Mumba (discussão) 20h08min de 24 de Maio de 2008 (UTC)

Cautela...[editar | editar código-fonte]

Caros colegas,

O artigo auto-hemoterapia, qual conformado nesta data, apresenta idéias temerárias, mormente a se tratar de matéria ainda controversa:

  1. No parágrafo introdutório cita "Auto-hemoterapia é uma prática homeopática ligada a isoterapia (...)". Não há conexão ou subordinação necessária de princípio da auto-hemoterapia (o que é isso? conquanto ainda não formado oficialmente um corpo doutrinário pertinente, todos sabem "o que é isso"...), qual presentemente entendida — sequer inferível, em relação quer à homeopatia, quer à isoterapia (às vezes dita isopatia). Já que a matéria acha-se proscrita, qualquer ilação a respeito é especulação per se, carente de credibilidade, pois se acha fundada sobre a areia. Quem afirma isso deve estar preparado para, paráfrase permitida, "demonstrar as razões da sua fé", e, ainda que o demonstre, continuará no estado de latência, posto que o mérito ainda não foi julgado, embora se afirme que sim.
  2. "(...) e consistia originalmente em aquecer o sangue até a temperatura de 37°C, por 24 horas (...)". Tais detalhes devem, enquanto ainda indefinido o mérito, ser omitidos. Afinal, como cita o artigo, "A auto-hemoterapia encontra-se rodeada em polémica".
  3. "A auto-hemoterapia consiste num tipo de transfusão autóloga (para si próprio) de sangue (...)". É, sob qualquer aspecto conhecido sobre transfusão sanguínea, impróprio, incorreto, rotular a auto-hemoterapia, qual presentemente entendida, de transfusão, ainda que adjetivada como autóloga. Pode-se começar legítima contestação por "o que, exatamente, é transfusão sanguínea?".

Enquanto estiver sob o véu conjugado da insuficiência de conhecimentos aliada à proscrição, deve o artigo cingir-se ao minimu minimorum informativo. Sob pena de continuar no pecado da tão decantada parcialidade. BeremizCpa? 15h12min de 28 de Maio de 2008 (UTC)

CFM confuso[editar | editar código-fonte]

TAMPÃO SANGUÍNEO PERIDURAL A busca da verdade é algo fascinante, porque ela anda junto com a justiça, a ética e todos os princípios estabelecidos pela humanidade em função do bem comum. Por isto o mundo sempre lembra a vitória de Pilro, aquele general que ganhou uma batalha, mas nela arriscou tudo e perderia a guerra logo no confronto seguinte. Algo parecido tem ocorrido com a condenação do uso da auto-hemoterapia pelo Conselho Federal de Medicina, que vem influenciando outros órgãos da área de saúde. Os argumentos insustentáveis contra a técnica vêm desmoronando a cada dia, pois a própria categoria dos médicos está reagindo e mostrando aos poucos o quanto foi errada a decisão de anunciar publicamente que a auto-hemoterapia não teria comprovação científica. Além das dezenas de declarações de médicos a favor da auto-hemoterapia – técnica que consiste na retirada de sangue da veia e aplicação no músculo, capaz de curar várias enfermidades – o Conselho Federal de Medicina viu-se obrigado a publicar um esclarecimento que põe de água abaixo os argumentos do seu Parecer Nº 12/2007. Eis a publicação, feita no Jornal de Medicina nº 168: “Nota de esclarecimento - Em face de falha na redação do artigo “Auto-hemoterapia não tem eficácia comprovada’ no Jornal Medicina (XXII, 167, DEZ/2007, p.11), esclarecemos que o procedimento terapêutico denominado “tampão sangüíneo peridural” é cientificamente amparado por relevante literatura médica e remetemos o leitor ao texto que trata dessa matéria no Parecer CFM 12/07.” Com este esclarecimento, o CFM anuncia que a auto-hemoterapia é permitida aos médicos anestesistas, pois o “tampão sangüíneo peridural” nada mais é do que uma espécie de auto-hemoterapia utilizada durante cirurgias. Mais grave ainda é que este procedimento foi comentado no Parecer do CFM, porém numa tentativa de desqualificá-lo. A nota de esclarecimento do CFM foi publicada também no site da Sociedade Brasileira de Anestesiologia. Trata-se de uma referência idêntica à do Dr. Alex Botsaris, que disse, em artigo: “não é verdade que essa terapêutica não tenha nenhum fundamento, nem que não haja nenhum trabalho publicado sobre ela na literatura mundial ou nacional, como afirma a SBHH”. Dr. Botsaris informou que “Na base de dados pubmed, do NIH (Instutito Nacional de Saúde americano), considerada a maior base de dados médicos do mundo, existem cerca de 106 estudos científicos publicados sobre auto-hemoterapia, a maioria sendo clínicos.” Segundo ele, “É um numero modesto, mas mostra que alguma pesquisa já foi realizada.” A contradição do CFM fica patente quando vemos a nota referente ao Parecer sobre auto-hemoterapia afirmar que "não há comprovação de sua efetividade, nem de sua segurança". E foi mais longe, dizendo que "não existem estudos relativos à auto-hemoterapia desde a sua proposição como recurso terapêutico na primeira metade do século XX até os dias atuais" e que "não há evidência científica disponível que permita a sua utilização em seres humanos". Além do mais, o presidente do Conselho, Edson de Oliveira Andrade, enfatizou que "Os que o praticarem (o procedimento) deverão ser denunciados, para serem processados por isso. Trata-se de uma falácia, que não tem valor científico e não pode ser aceita.” Como explicar a correção da nota, se ela permite o uso da auto-hemoterapia e comprova sua eficácia científica? Mais uma vez o CFM deve explicações ao público, pois admite o uso do Tampão Sanguíneo Peridural. O Tampão Sanguíneo Peridural é auto-heoterapia. E agora, então? A Auto-hemoterapia está permitida? Ou é permitido fazê-la em uns casos e em outros não? Em quais casos é permitido? As explicações que o CFM deve terão efeito em cadeia, pois influi nas decisões da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia - SBHH e dos Conselhos Regionais de Medicina - CRM. Estes fatos confirmam que a decisão anunciada em dezembro pelo CFM foi precipitada, pois atendia a uma pressa de impedir a propagação do uso da técnica, que vem sendo cada vez mais adotada pelo Brasil afora. Esta precipitação levou a tomarem decisão com base em parecer superficial e tendencioso, que não levou em conta o resultado de mais de cem anos de prática e pesquisas na área, o que fica comprovado com a reação dos anestesiologistas. Com tudo isso, quem ficou e ainda está sendo prejudica foi a população, que precisa da auto-hemoterapia para enfrentar inúmeros problemas de saúde. Foi por conta dessas interpretações que o CREMERJ cassou o registro do Dr. Luiz Moura. Ele é médico e foi cassado por usar auto-hemoerapia durante cerca de sessenta anos. Os anestesiologistas podem usar. Por quê Dr. Moura não? o comentário precedente não foi assinado por 200.141.128.10 (discussão • contrib.) Kleiner msg 03h47min de 12 de Agosto de 2008 (UTC)

Citação: Kleiner escreveu: «pois o “tampão sangüíneo peridural” nada mais é do que uma espécie de auto-hemoterapia utilizada durante cirurgias»
Caro colega, discordo completamente com o que vc escreveu. O tampão sanguíneo peridural é um tratamento específico para uma situação específica. Sua ação é local. E esse local não é o músculo. Sua eficácia tem mais relação com as propriedades coagulantes do sangue (e a capacidade de formar um tampão no local aplicado) do que qualquer outra propriedade. Inclusive, quando em cirurgia aberta (neurocirurgia), utiliza-se cola de fibrina em substituição ao sangue. Ou seja, o importante na história toda é o tampão e não o fato dele ser feito com sangue. -- Abinoam Jr. msg

Antes de discutir, vejamos o que se pode pesquisar sobre o tema.[editar | editar código-fonte]

Eu, Olivares Rocha, pesquiso leigamente sobre a auto-hemoterapia há 3 anos e consegui juntar farto material sobre o tema, além do fato de que pratico esta técnica médica complementar em mim há 34 meses ininterruptos, observando somente benefícios em minha saúde, sem qualquer efeito colateral ou complicação. Os frutos destas pesquisas leigas foi postado por mim no site Orientações Médicas, em forma de resposta num fórum sobre o tema. O seu administrador achou por bem criar um link:

http://www.4shared.com/dir/14857797/4b1e39d7/sharing.html

Pesquisando em livrarias, bibliotecas e sebos, achei esta bibliografia:

Vejam em http://books.google.com.br/

livros encontrados nas diversas línguas: 

193 sobre auto-hemoterapia, 540 sobre autohemoterapia, 530 sobre auto-hémothérapie, 632 sobre autohemotherapy, 415 sobre eigenbluttherapie... Ou... Enfermagem Moderna - Curso completo, 3ª edição, 1983. Autor: Sebastião Dodel dos Santos. Editora Livraria Freitas Bastos S.A, Rio de Janeiro e São Paulo. No prefácio o Autor diz que "em 1942 apresentou o primeiro trabalho escrito sobre enfermagem", escrito por um Profissional Enfermeiro no Brasil. Nesta 3a. edição de 1983, consta na pg. 139: "Auto-hemoterapia. Consiste em retirar o sangue da veia do paciente e aplicar no músculo do próprio paciente. Tal processo já foi largamente usado." O Poder Curativo do Sangue – Menos Remédios e Mais Ciência, Dr. Olívio Martins, 1969 -9ª edição, Rio de Janeiro – Brasil Autor: Dr. Olívio Martins

Vade-mecum Enciclopédico da Prática Médica, Autor Prof. Doutor Roberto Pessoa, Dr. Joaquim Clemente de Almeida Moura, editora Andrei. Tradução e adaptação do Vademecum Encyclopédique du Médicin Praticien, de H. Dousset e C Plard, editado pela Libraire Manoile Paris- França, 7ª edição. Na pág. 16 consta no Capítulo II - Técnicas Indispensáveis – Auto-Hemoterapia. É útil em certos casos, Injetar na massa dos glúteos 10 a 20 ml. do próprio sangue do paciente, colhido da dobra do cotovelo. Manobrar rapidamente, para evitar coagulação.

Dicionários Médicos.

Dicionário Médico Parcionik (au-to-he-mo-te-ra-pi-a)s .[De Auto-+gr.haima,sangue=terapeía,tratamento.] Método de tratamento,que consiste na reingeção imediata de sangue do próprio indivíduo.Var:Autemoterapia. Al.,eigenblut.behandlung; Esp.,Autohemoterapia; Fr.,Authémothérapie; Ingl.,Autohemoterapy;It.,Autoemoterapia.

Dicionário Médico-Blakiston.tratamento de uma doença com o próprio sangue do paciente,colhido por punção venosa e reinjetado por via intramuscular.

Dicionário Médico Fortes-Pacheco. Auto-hemoterapia s.f.(g.Autós,haima,therapeia,tratamentos).Método de tratamento que consiste na injeção de sangue do próprio paciente. Dicionário Terminológico de Ciências. Método=Salvat Edtores,S.a. F.inyección al paciente de su propia sangre en el tratamiento de diversas enfermidades infecciosas. Dermatosis Y Estados Alergicos. Dicionário de ciências Médicas Dorland. Autohemoterapia (Auto-=hemoterpia). F. Tratamento por dministracíon de la propia sangre del paciente. Dicionário de termos técnicos de medicina Garnier Delamare. Autohemoterapia,S.f.(P. Ravaut,1913) ou Auti-hemoterapia,S.F.(F.Ramondd 1911). Modo de tratamento utilizado principalmente nos Estados Alérgicos. Consiste em injetar sob a pele ou, de preferência, na espessura dos músculos,20 a 25 ml. recém-colhido de uma veia do doente, sem submetê-lo a preparo algum. Dicionário Digital de Termos Médicos Reúne termos importantes freqüentemente utilizados pelos profissionais da área de saúde. Na atual versão (2007), foram acrescentados mais de 1500 termos em relação à versão anterior (2006). 1.02739. AUTO-HEMOTERAPIA Tratamento com injeções de sangue do próprio paciente por via intramuscular. http://www.pdamed.com.br/diciomed/pdamed_0001_02739.php

Michaelis Moderno Dicionário da Língua Portuguesa (c) 1998 Editora Melhoramentos Ltda Auto-hemoterapia Tratamento feito com o sangue do próprio enfermo administrado por meio de injeções. Grande Dicionário Brasileiro de Medicina Editora Maltesse ,página 40 Auto-hemoterapia: método terapêutico que consiste em injetar no tecido muscular ou no subcutâneo uma certa quantidade de sangue colhido da veia da mesma pessoa. A auto-hemoterapia é indicada em certas moléstias, principalmente cutâneas.

Dicionário Médico Blakiston 2ª Edição Organização Andrei Editora (Edição original em inglês) página 134 Auto-hemoterapia: tratamento de uma doença com o próprio sangue do paciente, colhido por punção venosa e reinjetado por via intramuscular.

Dicionário Ilustrado de Termos Médicos e de Saúde Prof. Dr. Alexandre Wolkoff Ano 2005 Editora Rideel Auto-hemoterapia: tratamento pela injeção de sangue do próprio doente.

Observemos também que a auto-hemoterapia tem seu emprego secular na Veterinária, sendo o principal tratamento para algumas patologias em animais, alguns cujo valor comercial atingem a casa dos milhões de reais.

Ademais, é empregada no México, onde vem substituindo a insulina no tratamento de diabeticos, e na Alemanha, onde consta em literatura específica,entre vários outros países. Nestes países não há restrições de seu emprego médico. Seu registro oficial no Brasil, até onde me consta, iniciou-se em 1918, quando esta técnica foi empregada, com sucesso, no combate à Gripe Espanhola. Observe-se que não consta nenhum registro de queixas ou complicações advindas da prescrição médica ou não, deste tratamento médico no Brasil, em nunhum órgão de saúde ou de defesa do consumidor. Seiria estatisticamente provável que, se houvessem efeitos negativos, estes deveriam ter sido registrados pelos médicos ou, pelo menos, pelos seus pacientes, pois a Ah foi de livre receita médica por mais de 80 anos. fonte:

http://www.preac.unicamp.br/memoria/textos/Liane%20Maria%20Bertucci%20-%20completo.pdf

Sobre trabalhos científicos temos:

http://www.revista.inf.br/veterinaria08/relatos/05.pdf http://www.ufpel.edu.br/cic/2008/cd/pages/pdf/CA/CA_01407.pdf

http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/jun2001/unihoje_tema163pag02.html onde o sangue é usado como agente de cura...

http://www.medicinacomplementar.com.br/pdf/tema150808b.pdf

este trabalho foi publicado na Europa, em http://www.esenfc.pt/rr/admin/conteudos/downloadArtigo.php?id_ficheiro=261&codigo

e este trabalho aponta para sua segurança, desde 1924:

UNIVERSIDADE DO PORTO: http://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/17607

Em em 1918 na UNICAMP http://www.preac.unicamp.br/memoria/textos/Liane%20Maria%20Bertucci%20-%20completo.pdf

Ou este, mais recente: Utilização do camundongo NOD (Non-obese diabetic) como modelo de estudo sobre a eficácia da autohemoterapia. (2009)

“Como conclusão, observamos novas evidencias a respeito da eficácia da autohemoterapia como ferramenta terapêutica imunomodulatória.” Dr. Flávio Alves Lara - Bacharel em Microbiologia Mestre em Biociências e Biotecnologia Doutor em Química Biológica Assistente de Pesquisa do Laboratório de Microbiologia Celular

Instituto Oswaldo Cruz Fundação Oswaldo Cruz e-mail: falara@ioc.fiocruz.br

A Breve História da Auto-hemoterapia no Brasil:

A prática da auto-hemoterapia no Brasil

"Entretanto o embasamento teórico da auto-hemoterapia tem origem em Broussais (1772-1838), segundo o primitivo conceito de irritação e o da teoria da excitação de Virchow (1821-1902), talvez um dos maiores patologistas de todos os tempos. Quando ficou solidamente fundamentada a ação patogênica das bactérias, a partir das pesquisas de Pasteur (1822-1895), a figura mais importante e representativa da bacteriologia, começou-se a aprofundar os estudos a respeito das substâncias tóxicas produzidas pelos microrganismos em geral. Bem depressa se reconheceu que as proteínas de que são formadas as bactérias, podem provocar fenômenos análogos aos desencadeadas pelas toxinas. A verificação desse fato foi o ponto de partida dos primeiros ensaios realizados com o fim de provocar uma reação geral do organismo, mediante a introdução parenteral de substâncias não bacterianas.

Os primeiros estudos clínicos desta natureza foram seguramente os de Winternitz (1859-?) em Praga e von Krehl (1861-1937) em Jena, no ano de 1895. Uma das primeiras proteínas utilizadas foi o leite de vaca, já esterilizado pelo processo pasteuriano. Graças às necessárias medidas de precaução e de técnica, a injeção parenteral de leite é asséptica. Como consequência de tal procedimento em animais, na dose de 20 ml., a temperatura do corpo se eleva de 0,9 a 1,6o. Nas reinjeções, a reação febril era maior. Observou-se também que nos animais tuberculosos o aumento de temperatura era maior do que no são. Além disso, era possível observar nitidamente uma reação local do tecido tuberculoso. Dos ensaios promovidos por von Krehl em animais bovinos, surgiu mais tarde a excitoterapia ou proteinoterapia. Esta consiste em produzir uma ação inespecífica com injeção de albumina, dando em resultado uma reação aguda de todo organismo. Segundo August Bier (1861-1949) a injeção de leite, sangue ou outras proteinas, desde que perfeitamente esterilizado, por via intramuscular, produz uma irritação local, que definia como inflamação curativa. " Prof. Douglas Carrara Antropólogo djcarrara@hotmail.com diretor da biblioteca Chico Mendes em http://www.saudelazer.com/index.php?Itemid=49&id=5397&option=com_content&task=view http://super.abril.com.br/saude/farmacia-doutor-biruta-como-remedios-sao-regulamentados-459626.shtml

e http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG78228-8055-480,00.html

Perigo da parcialidade[editar | editar código-fonte]

Se esta técnica é tão eficaz e existe a tanto tempo, por que praticamente não existem estudos sobre ela e porque não é reconhecida pelos profissionais de saúde(em parte significativa)? Ter um artigo destes que mitifica uma técnica de resultados não comprovados e potencialmente danosa à saúde, não é recomendado. Não queremos que nossos leitores se sintam motivados a praticar tal técnica na fé, e pior ainda no fundo de quintal. Por tanto coloquei as predefinições reciclagem e parcial, e espero que alguém entendido no assunto resolva este problema. -- Daniel de Souza Telles (discussão) 01h19min de 1 de março de 2010 (UTC)

Agora que percebi, a página tinha sido vandalizada por um anônimo. Já reinclui o conteúdo que ficou perdido no histórico, e acho que resolvi o problema da parcialidade. De qualquer forma ainda é um artigo esboço. -- Daniel de Souza Telles (discussão) 02h08min de 1 de março de 2010 (UTC)

Erros, referências incorretas, parcialidade[editar | editar código-fonte]

As referências à auto-hemoterapia estão viciadas, em vista da inclusão de termos errados e citações sem a devida qualificação e completamente contestáveis, transmitindo informações errôneas e parciais para os leitores. A afirmação de que eventualmente a auto-hemoterapia evolui para levar o paciente a óbito não tem sustentação em referência, pois a única referência era a número 5, que deve ser cancelada, sob pena de manter mais um ponto de parcialidade no artigo. Informação do Ministério Público do Rio Grande do Sul dá conta do arquivamento do processo e mostra que a morte da paciente não teve relação com a técnica. Na página 4 do documento PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO (http://www.rnsites.com.br/AHT%20JAGUARI%20IC-001-2008.PDF) está escrito que “As investigações revelaram que a causa morte de Pierina não tinha relação direta com a auto-hemoterapia, conclusão essa do Departamento Médico-Legal”.

Walter, creio que pode-se complementar com a afirmação de que, embora aventada a possibilidade, não foi determinada uma relação direta. Há espaço para desenvolver todos os argumentos, sejam eles prós ou contras. Cumprimentos. Leandro Martinez msg 17h09min de 13 de abril de 2011 (UTC)
Leandro, concordo que todos os argumentos pró e contra devem ter espaço sem problema. Mas neste caso, cujo argumento surgiu de uma alegação popular e a perícia comprovou não haver relação, acho injusto manter a referência a óbito. Da mesma forma que acho injusto generalizar e afirmar que "Especialista alerta que Auto-hemoterapia pode causar a morte e danos irreversíveis", baseado na entrevista de um médico que concedeu entrevista a um jornal e falou o que lhe veio à cabeça. Acredito que a melhor forma de desenvolver este artigo seria reduzir as referências a documentos oficiais. Aproveito para informar que as alterações que tentei efetuar não tinham intenção de promover vandalismo no artigo. Apenas achei que era válido para o artigo o que é recomendado aqui na discussão, conforme podemos ler no roda-pé(Se não quiser que o seu texto seja editado e redistribuído, por favor, não o submeta aqui). Saudações.

O parágrafo que segue depõe contra a qualidade da WIKIPÉDIA, conforme mostraremos em seguida: O TEXTO PUBLICADO “A técnica consiste na prévia extração de sangue venoso do paciente com o alegado propósito terapêutico, seguida de sua injeção intramuscular na mesma pessoa, o que — segundo advertem oficialmente as autoridades sanitárias[3] e a comunidade científico-médica[4] — pode ocasionar abscessos na pele, dores, edemas, hematomas, infecções, além de evoluir para quadros clínicos mais severos, como a coagulação intravascular disseminada, sangramento generalizado, entre outros efeitos, podendo, inclusive, eventualmente 90% dos casos de muito doente levam o paciente a óbito.[5]” OBSERVAÇÕES Quando afirma: "segundo advertem oficialmente as autoridades sanitárias[3] e a comunidade científico-médica[4]" —mostra somente uma entrevista de um médico a um jornal, o que não traz a melhor qualidade para as afirmações. Em seguida tem uma afirmação solta e sem sentido, com um percentual cuja origem não é citada nem deixa claro a que se refere: "eventualmente 90% dos casos de muito doente levam o paciente a óbito.[5]" Essas alegações de que faz algum mal são questionáveis, pois o especialista citado não realizou pesquisas sobre o assunto; apenas deu sua opinião. Da mesma forma que não há comprovação de que nenhum óbito tenha ocorrido por causa do uso da referida técnica. A única referência está prejudicada, segundo Informação do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que dá conta do arquivamento do processo e mostra que a morte da paciente não teve relação com a técnica. Na página 4 do documento PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO [6] está escrito que “As investigações revelaram que a causa morte de Pierina não tinha relação direta com a auto-hemoterapia, conclusão essa do Departamento Médico-Legal”.