Discussão:Filosofia

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Bibliografia sugerida e ligações externas[editar | editar código-fonte]

Retirei novamente o livro Tendências atuais da filosofia. As razões são bem simples:

1) O livro NÃO é introdutório. Um livro introdutório procura oferecer uma abordagem didática sobre o tema de que trata, e não pressupõe que o leitor tenha familiaridade com o assunto. Um livro introdutório não aborda o pensamento de Alain Badiou logo de início, nem trata de semântica de mundos possíveis.

2) A ideia do artigo é ajudar aqueles que querem se informar sobre o assunto de maneira simples e objetiva. Os editores devem estar comprometidos com esse objetivo, não com a divulgação de materiais e pessoas.

3) A bibliografia sugerida deve ser uma seleção criteriosa de livros (de preferência discutida entre os editores que contribuíram ativamente para o artigo) que, por suas características de clareza, rigor e objetividade, possam facilitar a vida daqueles que querem boas dicas para se aprofundar no tema. Se qualquer um chega aqui e enfia qualquer coisa na base da teimosia, a bibliografia sugerida perde todo o sentido.

Sobre a inclusão de blogs nas ligações externas: sinceramente, usar a página do artigo para promover blogs pessoais é de um oportunismo escandaloso, que só pode causar aversão nos que fazem um trabalho voluntário sério... --JorgePP (discussão) 16h58min de 3 de julho de 2012 (UTC)

Subscrevo o que é dito acima, sobretudo o abuso da wikipédia para auto-promoção de um textinho sobre o autor. Polyethylen (discussão) 17h03min de 3 de julho de 2012 (UTC)
Também concordo com o que disseram os editores acima. Acrescento ainda que sou até contra uma bibliografia "sugerida", exatamente pela subjetividade do que deve ou não ser colocado nela; para mim a seção de bibliografia deveria apenas conter obras que foram efetivamente usadas na confecção do artigo. RafaAzevedo disc 17h23min de 3 de julho de 2012 (UTC)
Acho que o RafaAzevedo tocou num ponto a ser levado em consideração. Até pouco tempo atrás tenderia a discordar - por várias vezes tive aquela sensação, ao ler um bom livro introdutório, que a minha vida teria sido bem mais fácil se tivesse tido contado com aquele material logo de início; mas o uso das bibliografias sugeridas para inserir qualquer tipo de texto me fez mudar de opinião. Sou a favor de eliminar de vez essa seção e substituí-la por uma bibliografia propriamente dita. --JorgePP (discussão) 14h37min de 5 de julho de 2012 (UTC)


Senhor JorgePP, se consideras que este livro não é introdutório, como eu considero, deverias então me dizer em que lista colocar o mesmo, que é um livro muito bom, escrito por um professor efetivo do Dep. de Filosofia da UFRJ, em vez de simplesmente removê-lo. Na lista de ligações externas, não estou colocando nenhum conteúdo pessoal por mim escrito, mas apenas o conteúdo do referido livro, com a devida autorização do autor.--Lesterim (discussão) 17h46min de 10 de julho de 2012 (UTC)


Prezado Lesterim, você pode me chamar de Jorge. Esse "senhor" anteposto ao meu nome às vezes me dá a impressão de ironia ou sarcasmo. Mas, vamos ao que interessa. Em primeiro lugar, convém deixar bem claro o que tem mobilizado todos os editores que desfizeram as suas edições. É o problema dos que querem só pegar carona no trabalho alheio para promover livros e artigo que ninguém lê, ou blogs e sites irrelevantes. O "carona" não gasta sequer um minuto tentando melhorar o artigo, mas quer contrabandear as suas quinquilharias usando a Wikipédia. Não estou dizendo que você seja um desses caras, apenas estou deixando claro que convivemos com esse problema em várias páginas e que cabe exclusivamente a você tentar se diferenciar desse tipo de gente. O primeiro passo foi dado: dignar-se a discutir com os demais a questão, em vez de insistir numa guerra de edições.
Especificamente sobre o que você disse devo fazer as seguintes ponderações:
1) A questão sobre o livro ser ou não ser introdutório não é matéria de gosto pessoal. É questão de fato: o livro não é introdutório. Todos os textos da lista apresentam conceitos, problemas e discussões filosóficas de maneira didática. O livro "Tendências" é um amontoado de impressões gerais e, lamento dizer, superficiais sobre a filosofia contemporânea.
2) Não sou eu que determino onde e o que pode ser incluído no artigo. São as regras consensuais da Wikipédia. Segundo essas mesmas regras, basta que você agregue informação ao artigo com base nesse livro e cite-o como a sua fonte. Ele aparecerá, então, na seção "Notas e referências".
3) O fato de o livro ser de um professor da UFRJ não quer dizer muita coisa. Professores também publicam muita coisa ruim e irrelevante. Numa enciclopédia deve-se dar prioridade a fontes das quais já se tenha um consenso de que são importantes. Que outros livros você conhece que citam esse livro do prof. Beziau na bibliografia?
4) Por fim, link para o conteúdo integral de livros protegidos por copyright não são encorajados pela comunidade da WP. Essa é uma violação dos direitos de propriedade intelectual. O fato de você ter autorização verbal do autor não resolve. Quando alguém publica um livro por uma editora, esse alguém assina um contrato com a editora e deixa de ter direito pleno sobre a obra. O autor pode até concordar que saiam por aí distribuindo cópias gratuitas a torto e a direito, mas a editora certamente não.
Espero que essas considerações possam ter ajudado a esclarecer a questão. Boas colaborações --JorgePP (discussão) 17h30min de 11 de julho de 2012 (UTC)


Jorge, eu tinha colocado "senhor" antes para enfatizar respeito, não tive nenhuma intenção de ironia ou sarcasmo, como disseste antes. Este livro coloca sim questões bem relevantes em Filosofia, entre elas:

  1. A filosofia acadêmica dos dias de hoje está bem distante das propostas dos fundadores da filosofia ocidental, pois tornou-se mais uma prática puramente intelectual do que uma prática de conhecimento do Todo.
  2. Os professores dos departamentos de filosofia nas universidades do mundo inteiro, com frequência, não demonstram uma prática em suas vidas condizente com os seus estudos intelectuais.
  3. A filosofia ocidental cristalizou-se, com o tempo, em uma lista específica de autores, e ignora outros, em um processo ligado mais a hábitos e tradição do que com o mérito intrínseco daqueles que realmente praticam reflexão genuína.

Eu posso confirmar com o autor que o mesmo deu autorização para divulgar o conteúdo de seu livro, creio que a edição foi paga do próprio bolso do autor.--Lesterim (discussão) 04h32min de 12 de julho de 2012 (UTC)


Lesterim, todas essas afirmações não passam de meras opiniões. E todas elas bastante discutíveis (para dizer o mínimo). (1) A filosofia contemporânea está hoje bem distante dos fundadores da filosofia? Mesmo que isso seja verdade, e daí? A biologia hoje está bem distante da biologia de Buffon e Lamarck, nem por isso aparece gente lá na página sobre biologia pedindo que se faça uma crítica à biologia "acadêmica". A astronomia de hoje está a anos-luz de distância da astronomia do século XV. Nem por isso vamos abrir um tópico em astronomia para fazer justiça aos astrólogos. (2) A frase "tornou-se mais uma prática puramente intelectual do que uma prática de conhecimento do Todo" não significa rigorosamente nada. Que vem a ser esse pretenso "conhecimento do Todo" que se oporia a um conhecimento teórico? (3) A afirmação de que os professores de filosofia não são coerentes com o que ensinam, está mais para fofoca sobre os bastidores da academia do que para informação relevante sobre o tema. (4) A filosofia ocidental formou um cânon de autores, obras e ideias representativas? Bem, todas as disciplinas fazem isso. E qual é o problema? Houve algum injustiçado que, apesar dos méritos de sua "reflexão genuína", não foi reconhecido pela história da filosofia? Isso é mera especulação; portanto, não tem relevo enciclopédico. (5) Como você está aqui desde 2007, sabe muito bem que o lugar da referência não é lá no meio do artigo, mas na seção "Notas e referências". Além disso, obras de referência são coisas como dicionários, enciclopédias, vocabulários etc. - coisas que o tal livro que você defende com unhas e dentes obviamente não é. Mas o que, em minha opinião, é mais grave nessa história toda é a falta de compromisso com o artigo. Você nem sequer se deu ao trabalho de procurar um local apropriado para introduzir aquele aglomerado de opiniões. Simplesmente abriu mais um tópico em "Evolução histórica" e despejou tudo aí. O seu comprometimento parece ser única e exclusivamente com o tal livro "Tendências" e seu autor. Fico com a impressão de que o seu apreço pelo artigo e pela disciplina é nulo. --JorgePP (discussão) 01h09min de 24 de julho de 2012 (UTC)
JorgePP, não são simples opiniões, tu é que estás rotulando assim, pois diversos pensadores contemporâneos veem assim. Tu talvez consideras que o mundo foi progredindo do passado para o presente, mas não é necessariamente assim, inclusive no caso da Filosofia. De uma prática bem mais abrangente foi reduzida a um simples jogo intelectual no ambiente dos departamentos de filosofia das universidades, em uma boa parte dos casos. Um respeitável professor de Filosofia, o Sr. Jean-Yves Béziau, que inclusive será empossado no final de agosto como membro da Academia Brasileira de Filosofia, sustenta esta opinião. Não estou fazendo simples especulações, pois vários filósofos relevantes, pensadores de destaque, foram excluídos da lista de pensadores estudados nos departamentos de filosofia: como por exemplo, das linhas do Hermetismo, Gnosticismo, Teosofia, e outras. Colocarei então o livro do Jean-Yves Béziau na seção de "Notas e referências", se ali é o melhor local, espero daí que não continues apagando as minhas contribuições. Eu estou incluindo este livro por considerá-lo bem relevante, o seu autor tem dezenas de livros e trabalhos publicados em diversos periódicos. Coloquei também um liame (ou link) para o conteúdo deste livro na seção "Ligações Externas", com a autorização do autor, para facilitar a consulta deste livro aos interessados. --Lesterim (discussão) 04h02min de 24 de julho de 2012 (UTC)
Acredito que assim poderia ficar, eu pessoalmente vou deixar de reverter, fica a criterio dos outros editores decidirem o que eles acreditam ser melhor. -- DARIO SEVERI (discussão) 10h25min de 24 de julho de 2012 (UTC)

Arthur/Lesterim: vamos por as cartas na mesa. A única coisa que você realmente quer é público para o seu bloguinho. O link [1] que você insiste em acrescentar na marra é o endereço de um blog com vários posts sobre terapias holísticas, ioga, Tai Chi e coisas do gênero. Quem é o autor das postagens? Arthur Buchsbaum! Devo admitir que você quase me enganou com essa conversa de Béziau isso, Béziau aquilo. Agora sei bem que a sua estima por esse senhor é tão elevada quanto a sua estima pelo artigo e por todos os editores que aqui o tomaram como pessoa de boa-fé. O seu interesse, também em relação a ele, é usá-lo como instrumento para se promover. O incauto professor te deu autorização para divulgar o conteúdo do livro e você abusa dessa autorização de maneira vergonhosa. As opiniões que você incluiu no artigo como se fossem opiniões do Béziau são, na verdade, opiniões suas que você publica no seu bloguinho. O livro serve apenas de isca. Você diz que os professores da academia são contraditórios. Sabe o que é contraditório? É alguém ficar pregando pensamento holístico, harmonia, verdade universal, a evolução do espírito etc mas usar de artifícios tão baixos por tão pouco. Contraditório é ficar com essa conversinha de filosofia holística e não ter o menor pudor em gastar o tempo e a paciência dos outros, em total desrespeito com o trabalho alheio – e tudo isso motivado por um capricho egocêntrico. --JorgePP (discussão) 15h54min de 27 de julho de 2012 (UTC)


Do que vejo só o Artur é favorável a inserção de informação de conteúdo opinático e tendencioso. Acho que ele deveria se abster de reinserir o mesmo conteúdo. Isso é desrespeito ao desejo da maioria que está trabalhando no artigo. Se ele continuar a desrespeitar a maioria teremos de comunicar a administração para que tome uma medida nesse caso. O que ele está fazendo não é correto. Senso crítico (discussão) 22h57min de 27 de julho de 2012 (UTC)

Excelente artigo.[editar | editar código-fonte]

Só um detalhe, na verdade, uma sugestão: a definição hegeliana de Filosofia. Não se trata aqui de preferência pessoal por Hegel; somente, considerar sua definição de Filosofia pela razão evidente de que é, em grande medida, uma noção muito presente na contemporaneidade. A influência de Hegel é, embora muito criticada, ainda muito presente. Muitos, muitos trabalham com noção hegeliana e nem sabem disso.